7 de mai de 2013

Governador de SC mantém Kleinubing no cargo mesmo sob denúncias

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Raimundo Colombo (PSD) confirma, em nota, permanência do presidente do Badesc; o ex-prefeito de Blumenau é investigado pelo MPE de Santa Catarina por suposto envolvimento em um megaesquema de corrupção que teria desviado R$ 100 milhões, entre 2005 a 2012
O governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo (PSD), decidiu manter João Paulo Kleinubing no cargo de presidente do Badesc (Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina), apesar das denúncias de possível envolvimento em esquema ilegal. A informação foi divulgada por meio de nota na noite desta quarta-feira (1º).
No 247
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Mino Carta e sua Olivetti: relação de 50 anos está ameaçada?


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Charge online - Bessinha - # 1769

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Dilma agradece apoio em eleição de Roberto Azevêdo para a direção-geral da OMC

O Governo brasileiro recebe com satisfação a escolha do Embaixador Roberto Azevêdo para Diretor-Geral da Organização Mundial do Comércio.
Ainda sofrendo os efeitos da crise mundial iniciada em 2008, caberá à OMC nos próximos anos dar um novo, equilibrado e vigoroso impulso ao comercio mundial, fundamental para que a economia global entre em novo período de crescimento e justiça social.
Ao apresentar o nome do Embaixador Azevêdo para esta alta função, o Brasil tinha claro que, por sua experiência e compromisso, ele poderia conduzir a Organização na direção de um ordenamento econômico mundial mais dinâmico e justo.
Essa mensagem foi entendida por expressiva maioria e, por esta razão, agradeço o apoio que nosso candidato recebeu de Governos de todo o mundo nas três rodadas de votação. Essa não é uma vitória do Brasil, nem de um grupo de países, mas da Organização Mundial do Comércio.

Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil

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Conluio entre Ministério Público e o senador Aécio Neves

Conluio entre MP e Aécio Neves
Inquérito era para investigar verbas do governo destinadas à Rádio Arco-Íris, da família Neves
O ex-procurador-geral de Justiça Alceu Torres Marques é acusado de engavetar uma investigação contra a presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), Andrea Neves, irmã do ex-governador e atual senador Aécio Neves, aberta pelo promotor de Crimes Contra o Patrimônio, João Medeiros.
Favorecimento
O inquérito era para investigar a farra de verbas publicitárias do governo destinadas à Rádio Arco-Íris (São João del-Rei), de propriedade da família Neves.
Segundo o deputado Rogério Correia (PT), a rádio passou a monopolizar as verbas de publicidade após 2003, quando Aécio virou governador.
“Vivemos uma ditadura no Estado. Está todo mundo proibido de investigar as rádios ligadas à família Neves. O procurador-geral sepultou sem explicar a investigação, a Assembleia não responde a nenhum requerimento que envolva as rádios da família Neves”, disse o deputado.
Apuração
A investigação foi motivada por uma Land Rover registrada em nome da emissora que o senador dirigia quando foi parado numa blitz da Lei Seca em 2012. Na ocasião, Aécio se recusou a fazer o teste do bafômetro. De acordo com a Anatel, Andrea é sócia majoritária da emissora. Até 2012, Inês Maria Neves, mãe de Aécio, constava como sócia minoritária. “Temos informações da Anatel de que Inês já passou sua cota para o filho Aécio”, diz Rogério Correia.
Manobra
O procurador avocou o processo meses antes de deixar o cargo. Medeiros recorreu da decisão no Conselho Nacional do Ministério Público – onde está o aliado Jarbas Soares Júnior –, que indeferiu o pedido do promotor.
Sucessão
Antes de deixar o cargo, Alceu não mediu esforços para emplacar o procurador André Mariani Bittencourt como seu sucessor. Nos corredores do MP Estadual, promotores e procuradores acusam Alceu de ter usado a estrutura do órgão e do CNMP para forçar subordinados a votarem em Mariani.
Força
A empreitada de Alceu teria ainda a participação direta do conselheiro do CNMP Jarbas Soares Júnior. Para os procuradores, Alceu não mostrou, no entanto, o mesmo empenho para dar sequência a denúncias relevantes contra personagens renomados de Minas.
Recorrente
Ao chegarem na mesa do procurador-geral para apreciação, a maioria desses processos acabou engavetada. No caso da investigação da Rádio Arco-íris, por exemplo, Alceu argumentou que a denúncia deveria estar sob a guarda do procurador-geral. Não precisa nem dizer que a investigação acabou arquivada pelo ínclito procurador “por ausência de justa causa”.
Revolta
O ato impediu que o caso fosse investigado pela promotoria e causou indignação no promotor João Medeiros, que já havia iniciado suas apurações. Para o promotor, a PGJ fez uma ginástica argumentativa absurda para justificar esse ato de força.
Amaury Ribeiro Jr e Rodrigo Lopes
No Hoje em Dia
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Rogério Ceni adianta

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José Mujica enviará al Parlamento uruguayo un proyecto de ley de medios

El Presidente quiere establecer nuevas regulaciones a los medios masivos
El presidente de Uruguay, José Mujica, enviará en los próximos días al Parlamento Nacional un proyecto de ley de medios que consta de al menos 200 artículos, cuyo objetivo es establecer nuevas regulaciones a los medios masivos de comunicación y finalmente democratizar al sector audiovisual.
El diputado Aníbal Pereyra, del oficialista Frente Amplio, destacó que “se trata de una ley necesaria, con muchas aristas", que establecerá regulaciones sobre permisos y conformación de grupos económicos, además de derechos de audiencia y derechos de libre expresión.
Explicó que la iniciativa ya está redactada y cosecha un gran respaldo por parte del Movimiento de Participación Popular (MPP), el grupo del Frente Amplio más votado en las elecciones de 2009 y al que pertenece Mujica y su esposa, la senadora Lucía Topolansky.
"Trabajaremos con convicción en impulsar la ley que asegura la democratización de los medios masivos de comunicación", expresa uno de los párrafos de la declaración que emitió el pasado domingo el IX Congreso del MPP.
En el texto, el Movimiento manifestó su respaldo a la elaboración de una Ley de medios, específicamente al proyecto del gobierno que entrará al Parlamento en los próximos días.
La intención del Gobierno de Mujica de establecer nuevas regulaciones a los medios masivos de comunicación se consideró desde el inicio de su mandato, pero los últimos detalles del proyecto se ajustaron fue a comienzos de este año.
La norma fue elaborada entre funcionarios del Ministerio de Industria y del Ministerio de Educación y Cultura (MEC) y remarca la propiedad estatal del espectro radioeléctrico, así como nuevas regulaciones en materia de controles y directivas para el bienestar social, como las referidas a imágenes de violencia en televisión.
En otro orden de ideas, el presidente Mujica promulgó recientemente la ley del Matrimonio Igualitario, aprobada el pasado mes de abril, una norma que establece que a partir del venidero tres de agosto las parejas del mismo sexo podrán casarse en Uruguay.
Mujica y el ministro de Educación y Cultura, Ricardo Ehrlich, promulgaron la ley el pasado viernes y noventa días después entrará en vigencia, tiempo durante el cual el Poder Ejecutivo dictará la reglamentación respectiva.
No teleSUR
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Latuff é investigado pela polícia gaúcha

O cartunista carioca Carlos Latuff, que esteve em Porto Alegre durante parte das manifestações pedindo a anulação do aumento das passagens na capital gaúcha, está convicto de que se transformou em uma figura visada pelas investigações sobre o episódio. Pessoas convocadas a depor pela Polícia Civil revelaram a Latuff que seu nome está sendo citado durante os interrogatórios – o que chamou a atenção do cartunista.
“Já estive por três vezes em delegacias por fazer charges contra a violência e corrupção policiais no Rio de Janeiro e sobre os Jogos Pan-Americanos”, disse Latuff ao Sul21. “Não me estranharia que estivesse sendo investigado dessa vez pela polícia gaúcha por charges que fiz sobre o mascote da Copa ou as marchas contra o aumento dos ônibus, ou mesmo por ter participado da ultima marcha em 23 de abril desse ano. Vivemos tempos de estado policial e a tendência é piorar com a aproximação da Copa e a Olimpíada. Mas eu continuarei com meu trabalho. Sempre assinei embaixo do que disse, escrevi ou desenhei, não vai ser diferente agora.”
A Polícia Civil apura eventuais danos ao patrimônio público cometidos durante protestos contra o aumento de passagens em Porto Alegre – em especial no dia 27 de março, quando janelas da Prefeitura foram quebradas e parte do prédio foi sujo com tinta. As pichações ocorridas durante os protestos seguintes também estariam sendo apuradas.
As investigações estão sendo conduzidas pela 17ª Delegacia de Polícia e eventuais indiciados podem responder por crime de dano ao patrimônio público, com pena de seis meses a três anos de prisão, revertíveis a pagamento de multa ou prestação de serviços comunitários.
Inspirado pelo episódio, o cartunista resolveu fazer uma charge a respeito, publicada com exclusividade pelo Sul21.
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Charge online - Bessinha - # 1768

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Inclinadas, quase caindo

O prestígio de Joaquim Barbosa foi 
elaborado pelas características 
identificadas por ele na imprensa 
do país
A intervenção do ministro Joaquim Barbosa, de franqueza incomum em pronunciamentos internacionais, durante encontro na Costa Rica sobre liberdade de imprensa desvendou uma situação algo extravagante.
O diagnóstico da imprensa brasileira feito pelo palestrante aparenta duas vertentes que, na realidade, têm iguais pontos de partida e de chegada. A primeira delas resume-se bem em poucas frases do pronunciamento:
"O Brasil tem hoje três principais jornais nacionais impressos, todos mais ou menos inclinados para a direita no campo das ideias";
"Eu não seria sincero se concluísse a apresentação sem trazer a público desvantagens que vejo em meu país acerca da informação, da comunicação, da liberdade de expressão e de imprensa: o problema está, basicamente, na falta de um pluralismo forte [na imprensa]".
Entremeadas, citações à ausência de "pluralismo" e à "fraca diversidade política e ideológica da imprensa brasileira".
Irretocável.
Curioso, no entanto, é que o fulminante prestígio de que Joaquim Barbosa vê-se munido, também fora do Brasil, foi elaborado exatamente por aquelas características políticas e ideológicas identificadas na imprensa brasileira pela visão crítica do ministro. A contrariedade da "inclinação para a direita", com a vitória sem precedentes de adversários políticos e ideológicos, encontrou no relator Joaquim Barbosa um veio para sua ansiedade de reverter o país à tradição conservadora. A razão e a desrazão, o equilíbrio e o atropelo não importariam mais do que a efetivação do objetivo intermediada por Joaquim Barbosa e nele heroizada.
O próprio convite para falar na reunião da Unesco, portanto, foi fruto do que Joaquim Barbosa lá descreveu como identidade da imprensa brasileira.
O outro componente do diagnóstico, como aparência de fator à parte do anterior, também se acomoda em referências breves:
"No Brasil, negros e mulatos representam 50% a 51% população. Mas não brancos são bem raros nas Redações, telas de televisão, sem mencionar a quase abstenção deles nas posições de controle ou liderança na maioria dos veículos. É quase como se não existissem no mercado das ideias. Raramente são chamados para expressar pontos de vista ou especialidades, salvo nas situações de estereótipos";
"As pessoas são tratadas de modo diferente de acordo com seu status, sua cor de pele e o dinheiro que têm".
Não poderia ser diferente em uma imprensa "inclinada para a direita" e com "fraca diversidade política e ideológica". O conservadorismo político e ideológico é conservadorismo social que é conservadorismo também racial. Aqui, está tudo no mesmo trono. Sem que a raridade de não brancos seja uma peculiaridade da imprensa, e sem que haja nas Redações, em geral, uma predisposição pensada.
Entre as inevitáveis respostas sobre o Judiciário, não muito menos críticas, o ministro mencionou, segundo uma das notícias a respeito, certo dado perturbador: "(...) a Suprema Corte, que tem 60 mil casos aguardando julgamento, casos que afetam a sociedade (...)".
A "imprensa se inclina para a direita" e o Judiciário se inclina para a inutilidade social, pois. O que dá no mesmo, como inclinação.
Janio de Freitas
No fAlha
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O fracasso que incomodou!!!

Por que será que a 1ª Farofada no granito do Batel incomodou tanto aos bem nascidos, a seus ghost writers da velha mídia e também a certos esquerdistas???
Debaixo de chuva e com muita alegria e irreverência cerca de 200 manifestantes, em sua maioria jovens, realizaram a 1ª Farofada no Granito, na Av. Bispo Dom José, no Batel, o bairro dos riquinhos de Curitiba.
O movimento convocado via redes sociais e divulgado boca-a-boca é o início de um processo de lutas que questiona, de forma irreverente e alegre, coisas sérias tais como o desperdício do dinheiro público, a desigualdade e a injustiça e cobra políticas públicas que respeitem os cidadãos. É um movimento que coloca em debate o tipo de cidades que queremos para nós, nossos filhos e netos. Cidade Para Quê? Cidade para Quem?

Os velhos meios de comunicação que, nos dias que antecederam a 1ª Farofada no Granito, tentaram criar um clima de terror na cidade com manchetes esdrúxulas tipo Farofa na calçada pode acabar em confusão, neste domingo se apressaram para desqualificar o movimento e dizer que não havia ninguém no pedaço, como bem nos mostra o blogueiro Tarso em É possível confiar na Rede Globo e na Gazeta do Povo?
Se o evento foi um fracasso porque essa pressa toda em desqualificá-lo?
Por que muitos tiveram a necessidade de publicar que não havia ninguém no protesto?
Pois é, a mesma velha mídia, que faz festa com um protesto de 20 pessoas na Avenida Paulista, em São Paulo, corre para dizer que outro 10 vezes maior, em Curitiba, não exisitiu.
Para eles não importam os fatos, mas o que eles consideram importante para a defesa dos interesses da CasaGrande.
Se for para detonar com o povo e com o Brasil, eles denunciam, gritam esperneiam.
Se for para questionar o status-quo, os bem nascidos e os moradores da Casa Grande, que insistem em querer ver todos os brasileiros na senzala, tal como na escravidão, a velha midia esconde, desqualifica, ironiza e tripudia. Com eles, segue a massa cheirosa a repetir cegamente as barbaridades escritas por focas e jornalistas mal pagos a defender os interesses dos patrões.
É bem aquilo que o Mino Carta não se cansa de escrever em seus editoriais de Carta Capital. Para a velha mídia só existe aquilo que ela noticia. E ela só noticia o que serve à defesa dos interesses da Casa Grande, criminalizando todo o resto.

Se tá incomodando, deu resultado!
É engraçado ver como a performance de jovens, artistas, blogueir@s, movimentos sociais, etc, incomodou a direita e a esquerda tradicional.
Mais engraçado mesmo foi ouvir jovens da geração de maio de 1968,  que a sua época, saíram pelo mundo afora gritando "É proibido proibir", detonando com a 1ª Farofada no Granito, como se tivessem esquecido que eles mesmo faziam algo do gênero lá no final dos anos 1960.
Assim como os Jovens de Maio de 1968, a 1ª Farofada no Granito questiona o sistema de desigualdade e injustiça socio-economica, de segregação e diferenciação de classes. Da mesma forma questiona a legitimidade dos poderes constituídos, seus partidos e suas mídias. Ou melhor, a forma pode ser diferente, mas o conteúdo é o mesmo, porque os problemas combatidos pelos jovens de maio de 1968 não só não foram resolvidos como se agravaram com a vitória do neoliberalismo como ideologia e pratica política, social e economica.
A velharada de direita e de esquerda se uniu na crítica à 1ª Farofada no Granito, pois o que os une é a senilidade, o mau humor e a falta de criatividade.

A 1ª Farofada no Granito deixou um recado bem claro aos partidos, sindicatos e movimentos sociais em geral: ou mudam, se atualizam, se modernizam e defendam efetivamente os interesses de suas bases, ou serão atropelados pela realidade.
Novas formas de ação e de Democracia são benvindas. Entendamos, pois, que não é mais possível seguir fazendo política como se fazia nos anos 1960-1970, aquela política 1.0, centralista, centralizada e elitizada.
Na era de informação a política é 2.0, é horizontal, plural, democrática, multicentrica e inclusiva. É palavra livre. É liberdade de expressão.
A 1ª Farofada no Granito é uma das formas de expressão deste novo jeito de fazer política, é uma das formas de construção coletiva da política 2.0.
Veja as fotos da 1ª Farofada no Granito do Batel na Galeria de Fotos ParanáBlogs
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Bertoni
No Blogoosfero
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Conselho Federal de Medicina condena chegada de médicos cubanos ao Brasil


http://4.bp.blogspot.com/-iw2dP2gbv-g/UL0YyLC45CI/AAAAAAAAhTI/j4oxKvtbmXE/s1600/1869-fotografia-g.jpg 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou, nesta segunda-feira (7), uma nota repudiando o acordo entre Brasil e Cuba, que prevê a vinda de 6 mil médicos cubanos para atuar em regiões carentes do país. Além de questionar a qualidade dos médicos estrangeiros, a entidade põe em dúvida as reais intenções do governo brasileiro com a medida.
“O Conselho Federal de Medicina condena veemente qualquer iniciativa que proporcione a entrada irresponsável de médicos estrangeiros e de brasileiros com diplomas de medicina obtidos no exterior sem sua respectiva revalidação. Medidas neste sentido ferem a lei, configuram uma pseudoassistência com maiores riscos para a população e, por isso, além de temporários, são temerários por se caracterizarem como programas político-eleitorais”, diz a nota.
A entidade ainda propõe a criação de uma carreira de Estado para médicos do Sistema Único de Saúde (SUS), para suprir a falta de profissionais na rede e reivindica mais recursos para o setor, “um mínimo de 10% da receita bruta da União”.
Ainda de acordo com a nota, o CFM diz que, juntamente com os Conselhos Regionais de Medicina, “envidarão todos os esforços possíveis e necessários, inclusive as medidas jurídicas cabíveis, para assegurar o Estado Democrático de Direito no país, com base na dignidade humana”.
No Agência Brasil
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Cuba cooperaría en Brasil con seis mil médicos en regiones necesitadas

En una reunión que el canciller brasileño sostuviera con su par cubano en Brasilia,
el diplomático del gigante latinoamericano anunció que se espera la llegada de unos
seis mil galenos de la isla para que cooperen en ''la atención de comunidades carentes".
El Gobierno de Brasil estaría negociando con Cuba para llevar al gigante latinoamericano seis mil médicos para que den respaldo en las regiones que más necesitadas se encuentran en el país en el sector de la salud, anunció este lunes el canciller brasileño, Antonio Patriota.
"Brasil está examinando la posibilidad de acoger un número de médicos cubanos, a través de conversaciones que involucran a la Organización Panamericana de la Salud (OPS)", explicó Patriota.
Estas afirmaciones fueron hechas por Patriota durante una reunión que sostuviera con su homólogo cubano, Bruno Rodríguez, en Brasilia.
''Creo que se está pensando algo en torno a seis mil o poco más de médicos, aún estamos finalizando los entendimientos para que puedan desempeñar su actividad profesional en Brasil para la atención de comunidades carentes", destacó el canciller brasileño.
Sobre esta colaboración que la isla del Caribe le está dando a Brasil, Patriota consideró que "Cuba se estableció mundialmente como un país que contribuye para elevar el nivel de salud de los países, lo ha hecho en América Latina".
Por su parte, el ministro de Exteriores cubanos resaltó la cooperación que su país tiene con Brasil y expresó que "en todos los ámbitos las relaciones de Brasil con Cuba son sobresalientes".
En esta visita de un día que el canciller cubano efectuara a Brasil, los dos diplomáticos conversaron también sobre la cooperación económica entre las dos naciones y Rodríguez resaltó que su país espera recibir apoyo de Brasil en la "actualización" de la economía del Estado caribeño.
Brasil es el sexto socio comercial de Cuba, su primer suministrador de alimentos y segundo receptor de medicamento y vacunas.
No teleSUR
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Dilma amplia arco à direita e estreita área da oposição

Roberto Stuckert Filho:
Comprometimento do PSD com o governo, representado pela ida do vice-governador paulista para a administração federal, aumenta poderio do rolo compressor dilmista no Congresso; pavimentação de caminho suave para 2014 tem vetores em todos os Estados; tucanos de São Paulo saem perdendo com manobra da presidente; ao tornar Guilherme Afif ministro, Dilma marcou um golaço contra seus adversários mais temidos; justo ela que, dizem em Brasília, mal sabe fazer política
Marco Damiani
No 247
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