3 de abr de 2013

Solidariedade de Requião ao jornalista Luís Carlos Azenha

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Orquesta Sinfónica de Venezuela inicia gira por América Latina


 

La Orquesta Sinfónica Simón Bolívar de Venezuela inició este martes una gira por América Latina que la llevará en 12 días a ofrecer cinco conciertos en cuatro ciudades de tres naciones de la región, bajo la dirección del reconocido Gustavo Dudamel.
Luego de la Gira Bicentenaria 2011, que la llevó a más de cinco naciones, los músicos venezolanos miran de nuevo a América del Sur con la denominada "Gira Latinoamericana por la vida y por la paz".
La jefa de Programación de la Orquesta, Carolina Márquez, anunció que la primera presentación de esta segunda gira en el año de los casi 300 integrantes de la Orquesta será este miércoles en el Teatro Colón de Buenos Aires.
La Simón Bolívar partió a la capital argentina, donde interpretarán “La Consagración de la Primavera” de Ígor Stravinsky, “La noche de los Mayas” de Silvestre Revueltas y “La Sinfonía No. 5 en do menor, Op. 67”, de Beethoven.
Posteriormente, la llamada "Gira Latinoamericana por la vida y por la paz" continuará con dos presentaciones en la Sala Sao Paulo de la Estación Julio Prestes. de la mayor ciudad brasileña, los próximos sábado y domingo.
Más tarde, el nueve de abril la Sinfónica se presentará en el Teatro Nacional Claudio Santoro, en la Sala Villa-Lobos de Brasilia, una estructura del afamado arquitecto Oscar Niemeyer, diseñador de la capital de Brasil.
Por último, Dudamel dirigirá la Orquesta el 11 de abril en el Teatro Mayor Julio Mario Santo Domingo, en Bogotá.
Además de los conciertos, los integrantes de la Orquesta, distribuidos en los diversos ensambles de música de cámara, ofrecerán conciertos didácticos para las comunidades.
La agrupación es la expresión superior del Sistema Nacional de las Orquestas Juveniles e Infantiles de Venezuela (FESNOJIV), un enorme programa social y artístico que alcanza a miles de jóvenes, fundado por el maestro José Antonio Abreu.
"El Sistema" cuenta en la actualidad con 24 orquestas estadales, 285 orquestas sinfónicas juveniles e infantiles; genera cinco mil 620 empleos directos y comprende a 350 mil niños y adolescentes provenientes de los sectores más desfavorecidos.
"Si me preguntan en qué parte del mundo está pasando algo interesante con la música, debo decir que en Venezuela", sostuvo años atrás Dudamel, quien surgió de las orquestas juveniles de El Sistema y hoy uno de los directores más reconocidos en todo el mundo.

Últimos minutos de la presentación de la Orquesta Juvenil Simón Bolívar de Venezuela en el Festival Proms 2007 en el que después de los aplausos se ponen la chaqueta con el tricolor nacional e interpretan "Pajarillo-Alma LLanera" y finalmente "Mambo".
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Charge online - Bessinha - # 1749

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Grupo Abril usa o nome de Aloyzio Nunes

 
Hoje de manhã, a senhora Higes Andrés Manara, assessora de Relações Governamentais da Editora Abril esteve com assessores parlamentares de um senador da base governista, visando amaciar o projeto de Direito de Resposta apresentado pelo Senador Roberto Requião.
Na conversa, duas vezes ela falou que "nós vamos apresentar emendas". Na terceira vez, os assessores perguntaram "nós, quem?". E ela respondeu ser o Senador Aloyzio Nunes Ferreira.
Aloyzio deverá discursar daqui a pouco. Mas, antecipadamente, duvido que ele se disponha a ser porta-voz da Abril contra um projeto de lei que visa resguardar direitos individuais e que deveria se constituir em consenso entre os senadores, acima das divergências partidárias.
A Abril especializou-se em assassinatos de reputação, valendo-se de parceria com criminosos, como revelou a CPMI de Carlinhos Cachoeira. Mesmo com restrições às alianças políticas de Aloyzio, duvido que vá encampar essa tese.
Estou propenso a acreditar que seu nome foi mencionado em vão pela assessora.
Vamos conferir seu discurso. A ver!
Luis Nassif
No Amoral Nato
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Parabéns Daniela Mercury


"Malu agora é minha esposa, minha família,minha inspiração pra cantar".
Daniela Mercury
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O IPhone ou a vida

Você sabe o que é nomofobia? O pânico de ficar sem o celular. A pessoa esquece o celular em casa e surta com a incapacidade de se comunicar. Rói as unhas. Sua frio. Fica deprimida. Vem do inglês No-Mo, abreviatura de No-Mobile. Sem-celularfobia, por aí. Eu acho hilário, é muita agonia de ficar incomunicável. Síndrome de abstinência, como qualquer droga.
Já existem vários estudos sobre o vício em smartphones. A Universidade de Stanford, nos EUA, pesquisou seus estudantes e 44% se confessaram adictos ao Iphone (isso em 2010). 41% disseram que perdê-lo seria “uma tragédia”. Bom, nem precisa de estudo para ver que os smartphones estão em toda parte. Nos últimos anos, a cena do dedinho correndo pela pequena tela passou a integrar a paisagem urbana nos ônibus, metrôs, shopping centers. E aeroportos. Me impressiona toda vez que eu pego um avião: mal o bicho estaciona e as pessoas ligam seus aparelhos e começam a deslizar os olhos pela correnteza de informação sob o indicador. Enquanto a esteira da bagagem roda, todo mundo encosta o braço no carrinho de bagagem e se distrai no IPhone. Esperando o táxi, idem. Dentro do táxi.
Qualquer espera é desculpa para “checar”. Quantas vezes você checou seu celular hoje? É como se o mundo fosse uma imensa e eterna sala de espera e o IPhone fosse a Caras, aquela revista de fofocas que a gente folheia enquanto aguarda a vez no dentista. Muito melhor, eu sei, com mais informações sobre outros assuntos, mas, no fundo, igual. O objetivo é distrair, fazer o tempo passar. Normal. Mas tem uma questão que me incomoda: quando foi que perdemos a capacidade de observar o que acontece ao redor para nos distrair? De observar personagens, detalhes, lugares? Quando perdemos a capacidade de nos entretermos simplesmente pensando? Ou será que fugimos das coisas que ocupariam nossa cabeça? O medo de ficar sem IPhone, a nomofobia, não seria, na verdade, o medo de ficar sozinhos com nosso próprio pensamento?
O celular e o smartphone viraram as nossas muletas. Nos apoiamos neles quando nos sentimos sós, carentes ou tristes. É o mesmo que acontece com as redes sociais –eu também faço isso, não pensem que não. Fugir para as redes sociais quando é preciso desanuviar a cabeça, assim como fazia (e tem muita gente que ainda faz) com a televisão. Estar conectado muitas vezes é uma maneira de não pensar. A diferença é que, com o smartphone, você leva as redes junto. As minhas ficam em casa, só tenho um celular comum. Gosto de me distrair com minha mente, toca música na minha cabeça muitas vezes, e eu pretendo sempre me disciplinar a prestar atenção no lado de fora da tela, em quem me cerca.
Fugir dos próprios pensamentos é péssimo, mas é ainda pior quando se junta à falta de educação que parece ser um aplicativo dos aparelhos. Tem gente que agora leva os smartphones para seus encontros com os amigos e, em vez de prestar atenção na conversa, fica olhando para o celular, dedinho rolando, rolando… A vida dentro dos aparelhos, as notícias, os vídeos, se tornou mais interessante do que a vida e as pessoas do mundo real? Que perigo.
Não tenho nada contra os gadgets eletrônicos, acho interessantes, úteis. Mas desconectar é bacana e bota seu cérebro para funcionar, aperta o botãozinho das ideias próprias. Não permita que o Iphone se torne seu melhor amigo. Nem o cigarro. Nem o álcool. Nem droga nenhuma.
Cynara Menezes
No Socialista Morena
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Otro robo descarado amparado en el bloqueo

 
El robo descarado de marcas cubanas en Estados Unidos sigue siendo amparado por autoridades federales en ese país, quienes se escudan en las espurias regulaciones del bloqueo económico, financiero y comercial que Washington practica contra Cuba.
Esta semana, una comisión federal norteamericana juzgó que  la empresa General Cigar Co. Inc. puede seguir utilizando el nombre de la marca registrada Cohiba para sus puros en Estados Unidos.
Es el fallo más reciente en una batalla legal de casi 16 años con la empresa nacional cubana de puros por esa marca de Cuba.
General Cigar, con sede en Richmond, Virginia, y subsidiaria de la sueca Match AB, indicó que la Comisión de Juicios y Apelaciones sobre Marcas Registradas rechazó el pedido de Cubatabaco de que fuera cancelado el uso del nombre por parte de la firma estadounidense.
La comisión falló que, como los tribunales decretaron que Cubatabaco no puede vender sus puros en Estados Unidos a causa del absurdo bloqueo impuesto a Cuba, carece de personalidad jurídica para litigar en ese país por la marca registrada Cohiba.
General Cigar dijo que ha vendido sus puros Cohiba de procedencia dominicana en Estados Unidos desde principios de la década de 1980. Recibió su primer registro de esa marca en territorio estadounidense en 1981.
Cohiba es la marca de mayor prestigio en el mundo del tabaco. Fue creada en 1966, adquiriendo fama rápidamente a partir del registro de la marca en 1969. Su nombre es muy antiguo. En 1492 los primeros pobladores de la Isla de Cuba conocían y empleaban la planta del tabaco y llamaban Cohiba al rollo rústico de la solanácea que fumaban.
Las hojas utilizadas en la elaboración de Cohiba son “La selección de la selección” de las 5 mejores Vegas de Primera de las áreas de San Juan y Martínez y San Luis, en la región de Vuelta Abajo.
Bajo similares pretextos espurios, tribunales federales en Estados Unidos han respaldado el robo de la famosa marca de ron cubano Havana Club por parte de la compañía Bacardí, en otro soberano desconocimiento a las regulaciones internacionales sobre marcas, patentes y propiedad intelectual.
No CubaDebate
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Suspeito de matar Che Guevara receberá Yoani Sánchez em Miami

Encontro entre blogueira e Félix Rodríguez ocorrerá durante o mês de abril e será organizado por grupo de exilados cubanos
Um dos principais acusados de assassinar Che Guevara, Félix Rodríguez receberá a blogueira Yoani Sánchez em Miami no mês de abril, quando ela fará outra viagem aos Estados Unidos.
Che Guevara foi morto no dia 9 de outubro de 1967, na Bolívia
Wikicommons
De acordo com o site espanhol Terceira Informação, o encontro entre Yoani e o ex-agente policial da ditadura de Fulgencio Batista será organizado pela Associação de Veteranos da Baía de Cochinos, grupo de cubanos que vivem em Miami.
O evento chegou a ser questionado pelos membros da associação, depois que a blogueira defendeu o fim do embargo econômico à ilha caribenha, o que contraria a agenda desses exilados cubanos. No entanto, na semana passada, foi emitida uma nota de boas vindas a Yoani, na qual expõem as suas divergências, mas a classificam como “lutadora pela democracia e os direitos humanos”.
No debate interno na associação, Rodríguez foi um dos principais defensores da visita de Yoani à cidade.
Morte de Che
Che Guevara morreu na Bolívia em outubro de 1967. De acordo com documentos desclassificados do governo norte-americano, Rodríguez, que atuava sob os nomes de Capitão Ramos ou "O Gato", recebeu por um rádio a ordem para matar Che. Até então, o próprio agente imaginava que o argentino seria levado vivo aos Estados Unidos.
Segundo os mesmos documentos, Rodríguez passou a ordem de execução de Che para o sargento Jaime Terán, o que elemesmo admitiu em entrevista para uma revista espanhola em 1998. "Mandei Terán cumprir a ordem. Disse que ele deveria disparar embaixo do pescoço para que Che parecesse ter sido morto em combate."
No OperaMundi
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Ainda sobre a Redentora

Do Kayser
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Ministro muda discurso e defende Lei de Meios

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Sob forte pressão de Rui Falcão e do diretório nacional do PT, Paulo Bernardo - que foi retratado na capa da revista Carta Capital como o ministro do "plim-plim" e do "trim-trim", como se estivesse favorecendo a Globo e também operadoras de telefonia - diz agora que sempre defendeu a regulação; no entanto, afirma que alguns petistas querem censurar os meios de comunicação
Pressionado pela direção do PT, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, mudou o discurso e defendeu nesta terça-feira a regulação da mídia. Disse que o projeto sobre o tema pode ser apresentado até o final do governo da presidente Dilma Rousseff no próximo ano. Admitiu também usar elementos da proposta que estava sendo formulada no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula Silva pelo ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social Franklin Martins.
Bernardo afirmou que sempre defendeu a regulação, mas afirmou que alguns petistas querem censurar os meios de comunicação.
"O que às vezes me faz contrapor com meus companheiros, alguns militantes que discutem esse tema, é que algumas pessoas veem a capa da revista e não gostam e querem que eu faça um marco regulatório. Isso não é possível porque a Constituição não prevê esse tipo de regulação para mídia escrita", disse.
Na Carta Capital deste final de semana, Paulo Bernardo foi retratado como o ministro do "plim-plim" e do "trim-trim", como se estivesse favorecendo a Globo e também operadoras de telefonia, especialmente a Oi, controlada pelos empresários Carlos Jereissati e Sérgio Andrade.
Bernardo entrou na mira do PT desde que, numa entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, descartou a discussão, pelo governo, de uma Lei de Meios, semelhante à que foi implantada na Argentina para coibir a excessiva concentração nos meios de comunicação – proposta que tem apoio do diretório nacional do partido.
Forte defensor da regulação da mídia, o presidente do PT, deputado Rui Falcão trocou farpas com Bernardo, reconheceu uma derrota momentânea, mas não baixou a guarda." É um direito do governo não enviar o projeto por conta da correlação de forças. Mas o partido, como é diferente do governo, vai se associar às entidades que estão querendo convencer a sociedade de que esse marco é necessário. Tenho a expectativa de que vai acabar saindo."
Na edição de Carta Capital, o editor Mino Carta também critica a repartição de verbas publicitárias governamentais e aponta suposto favorecimento às Organizações Globo, que estaria a receber uma "enchente" de recursos. "Situação contraditória. Ou não? A mídia ataca noite e dia, se for o caso inventa, omite e mente, e nem por isso tem êxito junto à maioria dos brasileiros. Haja vista os tais índices de popularidade. Se eleições fossem convocadas hoje, Dilma levaria no primeiro turno. É de estranhar, portanto, que o malogrado apar to comunicador fascine graúdos alvejados e goze de mesuras, afagos e contribuições em matéria. Polpudas. Aconselho aos interessados a leitura da reportagem de capa desta edição, sem se esquecer de passar os olhos sobre os números da publicidade governista garantida aos maiorais da mídia nativa. À Globo, uma enxurrada de grana. Uma enchente", diz ele.
No 247
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Charge online - Bessinha - # 1748

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Forjemos nossas armas

 

O governo da Presidente Dilma Roussef decidiu alterar as leis sobre a indústria bélica e editar normas para a política de defesa, que incentivam a produção nacional de armas e o desenvolvimento de processos tecnológicos autônomos. Os nossos leitores habituais devem recordar-se de matéria sobre o assunto que publicamos no Jornal do Brasil sobre o tema em 16 de agosto do ano passado. No texto, citávamos a dramática advertência do general Maynard Santa Rosa: em caso de agressão estrangeira, só dispomos de munição para uma hora de resistência.
Um dos maiores erros dos governos de Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso, se não o mais grave, foi desarmar o Brasil. A doutrina FHC se baseava no falso conformismo de que jamais poderíamos nos defender do poderio bélico norte-americano e seria melhor transformar as forças armadas em corpos policiais destinados ao combate ao tráfico de drogas, sob o comando continental dos Estados Unidos, of course.
Todos os povos que se prezam são obrigados a defender-se dos eventuais inimigos. As nações se formam dentro de espaços naturais, em que devem viver em paz, preocupando-se com seus recursos, com a felicidade e com a defesa de sua liberdade. À soma de espaço e liberdade chamamos soberania, no léxico político moderno. Nas guerras, sempre indesejadas, as nações agredidas, qualquer que seja a sua capacidade bélica, são eticamente obrigadas a resistir.
Churchill, ao opor-se à capitulação de Chamberlain, ponderou que uma nação , quando se defende com a coragem do patriotismo, pode ser derrotada sem perder a honra, mas, ao capitular sem luta, perde o respeito do inimigo e das nações neutras.
O vencedor trata com natural desprezo os que se entregam sem luta, ainda que em nome da paz. É essa a diferença entre os soviéticos, que perderam rios de sangue na Segunda Guerra Mundial, e puderam hastear sua bandeira no Reichstag, enquanto Hitler se matava - e os franceses de Pétain e Laval, que se entregaram quase sem luta e colaboraram com a repressão nazista dentro de seu próprio território. Ainda bem que, no caso da França, os maquisards salvaram a face de seu povo, na dura resistência contra os ocupantes.
O Brasil é um dos poucos países do mundo capazes de viver com autonomia dentro de suas próprias fronteiras, o que o dispensa da sedução de conquista de espaços alheios. É um dos maiores do mundo em extensão territorial contínua, em que se fala a mesma língua, com invejável insolação e imensos depósitos de água potável. E exatamente por isso é obrigado a manter forças armadas capazes de dissuadir os eventuais cobiçosos.
A experiência continental nos adverte de que não podemos manter alinhamentos internacionais automáticos. Não cabe discutir aqui se a Argentina agiu bem, ao tentar recuperar, pela força, o que pela força perdera, ou seja, a soberania sobre as Malvinas. O fato é que Washington não interveio em favor da paz: colocou-se inteiramente ao lado de Mme. Thatcher, sem ir mais fundo na discussão da soberania argentina, reconhecida por todos os seus vizinhos da América do Sul.
A nova doutrina brasileira busca estabelecer parcerias não só comerciais, mas estratégicas. E, para que não ocorra a pressão sobre os nossos parceiros, é melhor negociar com países emergentes – no caso, os BRICS.
Cometemos um erro estratégico ao assinar o famoso Tratado de Não Proliferação Nuclear. A decisão de não usar determinado instrumento bélico não nos deve tolher o processo de sua fabricação e a técnica de seu emprego.
Armemo-nos todos, ou nos desarmemos todos, sem exceção.
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