8 de mar de 2013

Pelo fim das Polícias Militares

Na tarde de 6/3 Estudantes da UFMT Manifestando por Moradia Estudantil foram baleados e presos!
Ajudem a divulgar o vídeo e mostrar essa violência e criminalização com o Movimento Estudantil!
Os estudantes estão na REITORIA da UFMT, ocupando este espaço até que os estudantes sejam soltos!!!

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Sabem porque policiais militares tem TANTO prazer em espancar estudantes? Freud explica...
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Dirceu: "Espero que o STF reveja a sentença"

ELZA_FIUZA -ABr: Brasilia - o semin�rio Novas pespectivas para o Cinema e para o Audiovisual Brasileiro
Esta foi a resposta dada pelo ex-ministro quando questionado pelo Sergipe 247 se acredita que será preso; ele faz várias críticas ao julgamento; "vou apresentar meus recursos, os embargos declaratórios e infringentes; depois, vou caminhar para uma revisão criminal, vou bater as portas do Tribunal Criminal Internacional, porque o grau de jurisdição não foi obedecido, evidentemente que eu não posso ser condenado pela teoria do domínio do fato sem provas, nem que o julgamento seja feito às vésperas do primeiro e do segundo turno, como se fosse uma boca de urna política"
Valter Lima
No 247
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Pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff

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Notável reformador

O Brasil tem um ponto em comum com a Venezuela: o brutal desequilíbrio social. Havia outro até data recente, representado pela extraordinária semelhança entre a mídia venezuelana e a brasileira, uma e outra a serviço da oligarquia e da treva, sempre e sempre dispostas a inventar, omitir e mentir. Se hoje não há como alegar esta inglória parecença, é porque Hugo Chávez, ao contrário do governo do Brasil, decidiu enfrentar o inimigo.
Populista? Por que lutou contra o neoliberalismoe a favor dos desvalidos? Por que defendeu a unidade latino-americana e o petróleo do seu país? Por que tirou muitos venezuelanos da miséria e erradicou o analfabetismo? Foto: Juan Barreto/AFP
Populista? Por que lutou contra o neoliberalismo
e a favor dos desvalidos?
Por que defendeu a unidade latino-americana
e o petróleo do seu país?
Por que tirou muitos venezuelanos da miséria
e erradicou o analfabetismo? Foto: Juan Barreto/AFP
No momento, mais da metade dos órgãos de comunicação venezuelanos são públicos, o que permite restabelecer um razoável equilíbrio entre as forças envolvidas nesta guerra. As palavras guerra e inimigo estão longe de ser exageradas. O ataque ao governo de Dilma Rousseff é feroz e diuturno, assim como foi a Lula e a Chávez. A mídia nativa, aliás, continua na ofensiva contra o líder venezuelano e celebra sua morte como se o odiado inimigo tivesse tombado no campo de batalha.
As razões são óbvias. Chávez, como Lula e Dilma, mexeu com os interesses da minoria privilegiada. Há diferenças entre o venezuelano e os brasileiros, ao contrário destes, aquele recorreu a formas autoritárias de poder. Mesmo assim, tratou-se de um formidável reformador e de um incentivador da unidade latino-americana a bem da independência do subcontinente, enfim livre da condição de quintal dos Estados Unidos.
Nem tudo na atuação de Chávez merece admiração, mas seus méritos estão expostos à luz do sol. Leio as diatribes ficcionais da nossa mídia, dizem que se tratou de um déspota populista. A definição é tão imprópria quanto foi batizar de “terrorista” quem lutou contra a ditadura civil-militar. Populista porque nacionalista ao defender o petróleo de seu país como fez Getúlio Vargas em 1952 ao criar a Petrobras? Ou populista porque condenou firme e inexoravelmente o neoliberalismo?
Tropecei na quarta 6 de março no delirante editorial da Folha de S.Paulo, que condenava o “populista” Chávez por causa do seu peremptório não ao neoliberalismo. Ora, ora, mas não foi a religião do deus mercado que nos mergulhou na maior crise econômica, política e social dos últimos dois séculos? Algo não menos assustador do que as epidemias de peste negra da Idade Média.
Ah, claro, populista por ter tirado da miséria uma larga fatia de venezuelanos, e por ter garantido assistência médica e hospitalar a todos os concidadãos, e por ter erradicado o analfabetismo. Tal é a linha da mídia nativa, exército dos barões. O jornalismo há de se basear no respeito da verdade -factual, no exercício do espírito crítico e na fiscalização do poder. Os barões midiáticos e seus regimentos desrespeitam a verdade factual e submetem o espírito crítico aos seus dogmas e preconceitos. Quanto à fiscalização do poder, cuidam de investir de arma em punho contra quem ali está há dez anos, depois de ter elevado à glória dos altares o governo tucano de FHC e tornado motivo de culto todas as suas mazelas.
Creio não ser árduo perceber que estamos a assistir, há dez anos, a uma ofensiva bélica, em pleno desrespeito às regras éticas do jornalismo e do senso de responsabilidade imposto pela consciência da cidadania. Não nos defrontamos simplesmente com uma mídia a serviço da oposição, e sim com uma artilharia capaz de executar seu bombardeio sem solução de continuidade.
De uns tempos para cá, me ocorre, de quando em quando, perguntar aos meus perplexos botões se o governo tem vocação de mulher de apache. Estão pasmos, admitem, com tanta leniência, ou paciência, ou resignação. E se declaram perdidos como um pesqueiro ao largo da costa escocesa, em uma madrugada invernal a 20 graus abaixo de zero, em meio à névoa mais espessa e sem apito. Aos leitores sugerem uma pausa de meditação à página 16 desta edição, para inteirar-se da reflexão de Mauricio Dias na sua Rosa dos Ventos.
Ali, entre outras considerações muito oportunas, Mauricio evoca uma entrevista que ambos fizemos com Hugo Chávez, em 2006. Recordo um maciço indivíduo, de carisma explosivo e fala fluente, a dizer coisas que faziam sentido.
Mino Carta
No CartaCapital
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Isso é jornalismo?

Capa real do jornal Meia Hora, (grupo O Dia), do Rio de Janeiro, de 06 de março de 2013.

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Chávez e os novos militares

A morte, prematura, de Hugo Chávez, deixa uma certeza: a Venezuela não voltará a ser o país que foi antes de sua presença no Palácio de Miraflores. Como anotou o New York Times, o presidente não construiu auto-estradas nem grandes edifícios, mas legou a seu povo uma nova forma de ver e sentir o país. E esse povo não voltará a aceitar as regras antigas de submissão social. Chávez não era predestinado ao poder, como tantos outros líderes militares latino-americanos, que viam as forças armadas como “a última aristocracia”. A definição é do poeta argentino Leopoldo Lugones, ao discursar no centenário da Batalha de Ayacucho, travada em 1826 no Alto Peru, que expulsou os espanhóis de nosso continente.
Os militares, principalmente os argentinos e chilenos, sempre se sentiram herdeiros daqueles nascidos na América do Sul, que participavam dos exércitos espanhóis e se uniram a Bolívar e a San Martin para fazer a independência. Mas isso não impediu que se submetessem aos interesses externos, quando isso interessava às oligarquias internas de que, por origem familiar, procediam.
O homem que morreu terça-feira foi um soldado comum, jogador de beisebol, que se insurgiu contra a desigualdade social em seu país e, depois de frustrado golpe de estado, elegeu-se seu presidente. Sua ascensão ao poder e seu prestígio popular podem surpreender os que não conhecem com a história nestes últimos 20 anos na América Latina. Mas nada houve de insólito em sua vida e destino.
Os exércitos da América Latina não são os mesmos. A origem de classe dos oficiais – embora haja ainda alguns com sobrenomes históricos – mudou bastante, depois dos regimes ditatoriais que, patrocinados pelos Estados Unidos, infelicitaram os nossos povos. Não é difícil hoje encontrar oficiais superiores filhos de famílias bem modestas e mesmo pobres. A memória das dificuldades na infância os faz diferentes, dispostos a apoiar governantes que almejam vencer as desigualdades históricas.
Chávez nasceu no mesmo ano, duro para os brasileiros, em que morreu Vargas. A Venezuela, em 1954, estava sob o mando de Marcos Perez Jimenez, o mais corrupto de todos os seus governantes, e que chegara ao poder em um dos tradicionais golpes de estado. Jimenez usou o dinheiro dos royalties do petróleo – como certos comentaristas brasileiros preferiam que Chávez tivesse feito – para financiar o “desenvolvimento” dos empresários associados ao capitalismo internacional e participar, pessoalmente, de todos os negócios, mediante as propinas conhecidas. Derrubado em 1958, Perez Jimenez fugiu para os Estados Unidos, com 200 milhões de dólares, que seriam hoje mais de dois bilhões. A pedido de Caracas, foi extraditado, julgado e condenado, e passou cinco anos preso. Em liberdade, asilou-se em Madri, sob a proteção direta de Franco, e ali morreu em 2001.
Ao contrário do que dizem seus inimigos, Chávez manteve as instituições democráticas. Ao voltar ao poder, depois do frustrado golpe contra seu mandato, ele poderia ter usado de repressão violenta contra os responsáveis, mas não o fez. Manteve as instituições e governou de acordo com os marcos democráticos da Constituição de 1999, aprovada por uma assembléia nacional e referendada pelo voto direto dos cidadãos.
“Yo no soy um hombre, soy un pueblo”, dissera o colombiano Jorge Eliécer Gaytán, cujo assassinato, provavelmente com a participação da CIA, levantou o povo de Bogotá em 9 de abril de 1948, e serviu de inspiração a Fidel Castro, que se encontrava na cidade. Naqueles dias, a OEA, mais do que hoje submissa a Washington, realizava ali sua assembléia anual.
Chávez, como personalidade invulgar, não terá substitutos. Coube-lhe ensinar o povo a ver com clareza o seu país e os seus direitos, e assim, cumprir o próprio destino. Ele repetiu a retórica de Jorge Eliécer Gaytán, ao dizer – já resignado com a idéia da morte – que ele já não era ele mesmo, mas, sim, o seu povo. E que, em seu povo, ele continuaria a dirigir a “revolução bolivariana”.
Talvez a mais expressiva homenagem a Chávez tenha partido de Sean Penn, o grande astro do cinema norte-americano. “O povo norte-americano perdeu um grande amigo, que nunca soube que tinha”, disse o excepcional ator de All the King’s Men. Os cineastas Oliver Stone e Michael Moore também manifestaram o mesmo pesar.
O grande dirigente político não foi exceção na América, mas a expressão, que se renova em cada geração, em homens da mesma estatura, na luta permanente pela igualdade, liberdade e soberania nacional de nossos povos. E não adianta matá-los, como fizeram a Allende, nem levá-los ao suicídio, como ocorreu a Vargas. O povo, que há neles, é a forja dos novos combatentes.
Em tempo: o Brasil está presente nos funerais com uma numerosa delegação, chefiada pela presidente Dilma Roussef. E não poderia ter sido de outra forma. Em seu tempo, Chávez, mais do que um aliado político e parceiro econômico de nosso país, foi um grande e bom amigo de nossa gente.
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Homenagem de João Santana a Chávez

Uma homenagem, feita em vídeo, do publicitário João Santana ao presidente Hugo Chávez. Santana comandou a propaganda da última campanha vitoriosa de Chávez. É uma justa homenagem ao venezuelano. A música é de Santana e de João Andrade.
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O dia (a dia) da mulher

Parabéns pelo seu dia, mulher. Parabéns a você que é feminina, delicada e nos encanta com sua beleza. Parabéns a você que não é feminista, masculinizada ou vulgar. Parabéns a você que não fala palavrão, porque sabe que isso não é de bom tom para uma mulher. A você que não deixa de fazer a unha, passar batom e fazer escova, mesmo que trabalhe em serviços masculinos em que isso seja totalmente dispensável, porque você sabe, a gente precisa ter certeza que você ainda é mulher.
Parabéns a você, mulher perfeita. Sem estrias, sem gorduras, sem pelos, sem poros. A você que não é gorda e por isso cabe em roupas maravilhosas. A você que também não é magra demais, para podermos admirar suas curvas. Parabéns a você que faz de tudo para se encaixar nesse meio termo imaginário. Colocar peito, tirar barriga, levantar o nariz, depilar a laser, esticar o cabelo, clarear os dentes, malhar glúteos. Parabéns a você que, se for gorda, está tentando emagrecer; porque todos sabem que gordas são mal amadas e não se cuidam. A você que, se for velha, está tentando o tempo todo parecer mais jovem, porque mulher tem data de validade.
Parabéns, mulher para casar. Você, que se dá ao respeito, é uma mulher de família, mulher prendada que sonha em cuidar do marido e dos filhos que ele te der. Parabéns a você que não é uma biscate, que não toma a iniciativa, que não sai na rua usando decote, minissaia e shortinho. A você que não fica com três caras em um mês, que não transa no primeiro encontro, que sabe que não pode ter tanta liberdade sexual quanto um homem. Parabéns também a você, mulher para transar. Que é um fetiche, é desejada, é usada e é jogada fora. Parabéns a você que não é puta, pois vale ainda menos e está abaixo do que podemos considerar como um ser humano.
Parabéns mulher, mesmo se você não for hétero. A você que, mesmo gostando de outras mulheres, continua feminina e sexy, porque assim pode continuar sendo objeto do nosso desejo. Parabéns mulher, por nunca ser levada a sério quando está nervosa ou chateada, porque todos sabemos que é apenas TPM. Parabéns a você, que é má motorista, adora sapatos e sempre estoura o limite do cartão de crédito só porque é mulher. A você que é vendida como cerveja. Parabéns a você, mulher clichê que tanto amamos.
Feliz Dia da Mulher a você, que não tem autonomia sobre seu corpo. A você que sabe que se for estuprada foi porque provocou, a você que se for assassinada pelo parceiro foi porque mereceu. Parabéns a você, que não vai tentar um aborto simplesmente porque não queremos que você faça isso, e não porque a decisão de continuar uma gestação no seu útero seja uma escolha sua. Porque não é.
Parabéns pelo seu dia, mulher. Uma homenagem de quem é a razão de existir do Dia da Mulher e o faz tão necessário até hoje.
Sinceramente,
Machismo.
Aliner Valek
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Elefante na sala

A única maneira de conviver com um elefante na sala é fingir que ele não está ali. Ignorá-lo. Se algum visitante desavisado perguntar o que um elefante está fazendo na sua sala, a resposta padrão deve ser: “Que elefante?”
No Brasil nos acostumamos a conviver com elefantes na sala. Exemplo: só quase 30 anos depois do fim do período de exceção inaugurado em 1964, uma comissão começa a procurar a verdade sobre o que realmente aconteceu durante o período.
Por quase 30 anos este elefante específico não mereceu atenção e viveu entre nós como um parente apenas vagamente incômodo. A tal comissão não vai punir, antes tarde do que nunca, os desmandos da época. Os criminosos de então estão anistiados, mesmo identificados não sofrerão castigo ou sequer reprimendas da sua própria corporação. Mas pelo menos o elefante está sendo reconhecido. E citado.
Outros elefantes continuam ignorados, e continuam na sala. Hoje não há nenhuma duvida de que o cigarro mata e o fumo é a principal causa do câncer no Brasil e no mundo. No caso do Brasil só o volume de impostos que a indústria do fumo paga ao governo explica que não haja um combate mais aberto e decisivo ao vício assassino.
Em alguns casos a indústria tem até vantagens fiscais. Já o volume de impostos não pagos pelas religiões organizadas explica a proliferação de igrejas e seitas no país e a presença de pastores evangélicos brasileiros nas listas dos mais ricos do mundo. Mas a isenção dada ao negócio da religião é um dos assuntos intocáveis do país, um elefante enorme cuja presença na sala nem a imprensa nem ninguém se anima a reconhecer.
Potência
Contam que o Stalin, avisado de que determinada decisão iria desagradar ao Vaticano, teria perguntado: “E quantas divisões tem o Papa?” Descontando-se a Guarda Suíça, que só existe para fins decorativos, o Papa, como se sabe, não tem tropas.
Mas o Stalin se espantaria com a demonstração de poder do Vaticano dada pela cobertura da renúncia do Papa e das especulações sobre o seu sucessor. Páginas e páginas de jornal, horas e horas de televisão — um triunfo de potência desarmada. A União Soviética tinha as divisões. Não tinha as relações públicas da Igreja.
Luis Fernando Veríssimo
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Senhora Deputada

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ONU Mulheres terá evento com ex-Presidente Lula, lançamento de aplicativo para smartphones e da música exclusiva ‘One Woman’

ONU Mulheres 
Evento com o ex-presidente Lula, lançamento de um aplicativo para smartphones e da música exclusiva “One Woman” fazem parte das celebrações da ONU Mulheres pelo Dia Internacional da Mulher.
Brasília, 08 de março de 2013 – A ONU Mulheres preparou uma série de eventos para celebrar o Dia Internacional da Mulher. Na tarde de hoje, acontece o lançamento de um aplicativo para smartphones que dá acesso à Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher no Rio de Janeiro.
Em todo o mundo, foi lançada a música “One Woman”, uma celebração musical de mulheres que conta com a participação de 25 artistas de 20 países distintos, com a cantora Bebel Gilberto representando o Brasil. E na segunda-feira, dia 11 de março, haverá a cerimônia de adesão do ex-Presidente Lula à Rede de Homens Líderes pelo Fim da Violência contra as Mulheres, em São Paulo. Confira abaixo os detalhes.

ONU Mulheres lança aplicativo para smartphones

Neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, ONU Mulheres, UNICEF e ONU-Habitat, com apoio da Embaixada Britânica, vão lançar um aplicativo gratuito para celular e computador que reúne informações sobre o atendimento a mulheres e meninas vítimas de violência na cidade do Rio de Janeiro. A ferramenta foi desenvolvida para facilitar o acesso às informações e aos serviços de apoio existentes na Rede de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres.
O objetivo é auxiliar a sociedade a conhecer cada um dos órgãos de assistência da rede, os locais de atendimento, as responsabilidades, como e em que momento acessá-los, como deve ser feito o encaminhamento de vítimas e o acompanhamento de cada caso nas áreas da Saúde, Segurança, Justiça e apoio psicológico. A ferramenta é parte da iniciativa “Safe and Friendly Cities for All”, desenvolvida em mais de 20 cidades em todo o mundo, incluindo o Rio de Janeiro.
Presenças já confirmadas:
- Paula Walsh, cônsul britânica
- Luciana Phebo, coordenadora do escritório do UNICEF no Rio de Janeiro
- Daniela Pinto, ONU Mulheres
- Rayne Ferretti Moraes, ONU-Habitat
- Angela Fontes, Subsecretária de Estado de Políticas para as Mulheres

“One Woman”: Uma música lançada pela ONU Mulheres no Dia Internacional da Mulher

“One Woman: Uma canção para a ONU Mulheres” foi lançada hoje, Dia Internacional da Mulher. O vídeo da música, com imagens de bastidores que contam a história da produção da canção ao longo de um ano, pode ser assistido no seguinte link: http://song.unwomen.org/
“Uma Mulher” é uma celebração musical das mulheres, com 25 artistas de 20 países de todo o mundo. O Brasil é representado pela cantora Bebel Gilberto. A canção faz um apelo por um futuro com mais igualdade e celebra atos de coragem e determinação de mulheres comuns que, diariamente, fazem contribuições extraordinárias a seus países e comunidades. A letra é inspirada em histórias de mulheres que a ONU Mulheres tem apoiado em todo o mundo.
“One Woman nos traz uma mensagem de esperança e inspiração”, diz Michelle Bachelet, Diretora Executiva da ONU Mulheres. “Esta música traz uma mensagem de unidade e de solidariedade entre as mulheres e nos lembra que a igualdade, os direitos humanos e a dignidade humana são direitos inalienáveis de todos nós, cada ser humano. Agradeço a todos que fizeram esta canção possível.”
Cantores e artistas de todas as regiões, mulheres e homens, doaram seu tempo e contribuíram com seu talento. A lista inclui: Ana Bacalhau (Portugal); Angelique Kidjo (Benin), Anoushka Shankar (Índia); Bassekou Kouyate (Mali); Bebel Gilberto (Brasil); Beth Blatt (EUA), Brian Finnegan (Irlanda); Buika (Espanha); Charice (Filipinas); Cherine Amr (Egito); Debi Nova (Costa Rica); Emeline Michel (Haiti); Fahan Hassan (Reino Unido); Idan Raichel (Israel); Jane Zhang (China), Jim Diamond (Reino Unido); Keith Murrell (UK); Lance Ellington (Reino Unido); Marta Gomez (Colômbia), Maria Friedman (Reino Unido); Meklit Hadero (Etiópia); Rokia Traoré (Mali); Vanessa Quai (Vanuatu); Ximena Sariñana (México); Yuna (Malásia).
A música da canção é da autoria de Graham Lyle – compositor “What’s Love Got To Do With It” de Tina Turner e muitos outros sucessos – e do cantor e compositor somali-britânico, Fahan Hassan; as letras são de Beth Blatt. Jerry Boys – que já trabalhou com uma grande variedade de artistas, incluindo REM, Everything But The Girl e foi uma das pessoas por trás do Buena Vista Social Club – produziu a música, juntamente com o produtor executivo Beth Blatt.
A Microsoft, como parceiro corporativo da ONU Mulheres para “One Woman” patrocinou a música e a produção do videoclipe.

Ex-Presidente Lula assina adesão à Rede de Homens Líderes

Na próxima segunda-feira, 11 de março, no âmbito das celebrações pelo Dia Internacional da Mulher, o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai assinar o termo de adesão à Rede de Homens Líderes da Campanha do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, “UNA-SE Pelo Fim da Violência contra as Mulheres”.
A campanha, que reúne diversas agências e escritórios da ONU, tem por objetivo prevenir e eliminar a violência contra mulheres e meninas em todas as partes do mundo. Neste esforço conjunto, pais, irmãos, maridos, filhos, amigos, tomadores de decisões, líderes comunitários e de opinião, todos têm um papel fundamental a desempenhar e devem inspirar outros homens a manifestarem-se contra este tipo de violência.
Por este motivo, como uma iniciativa chave da campanha UNA-SE, o Secretário-Geral da ONU criou a Rede de Homens Líderes, que trabalha para mobilizar homens e meninos a levantar suas vozes contra a violência, desafiar os estereótipos destrutivos e abraçar a igualdade.
O ex-Presidente Lula vai se juntar a outros nomes de destaque no cenário internacional, como o ex-Primeiro Ministro da Espanha José Luis Rodríguez Zapatero; o arcebispo da Igreja Anglicana na África do Sul e vencedor do Prêmio Nobel da Paz, Desmond Tutu; e o escritor brasileiro e Mensageiro da Paz das Nações Unidas, Paulo Coelho.
Presenças já confirmadas:
- Luiz Inácio Lula da Silva, ex-Presidente da República Federativa do Brasil;
- Eleonora Menicucci, ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República;
- Rebecca Reichmann Tavares, representante da ONU Mulheres no Brasil.
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Chávez Nuestro

El anuncio de la muerte del presidente Hugo Chávez provocó una ola de llanto entre sus más fervientes seguidores que colmaron las cercanías del Palacio de Miraflores, el Hospital Militar y la Plaza Bolívar de Caracas. En la imagen, un caraqueño muestra el libro Chávez Nuestro, el 5 de marzo de 2012, tras conocerse la noticia del fallecimiento del líder bolivariano. Foto: Indira Guerrero/ Noticias24
El anuncio de la muerte del presidente Hugo Chávez provocó una ola de llanto entre sus más fervientes seguidores que colmaron las cercanías del Palacio de Miraflores. En la imagen, un caraqueño muestra el libro “Chávez Nuestro”, el 5 de marzo de 2012, tras conocerse la noticia del fallecimiento del líder bolivariano. Foto: Indira Guerrero/ Noticias24
Cubadebate regala hoy a sus lectores el libro Chávez nuestro, de los periodistas cubanos Rosa Miriam Elizalde y Luis Báez, un clásico de la bibliografía del Presidente venezolano Hugo Chávez. Escrito en el 2004, en los días del previo de la votación por el Referendo Revocatorio organizado contra el líder bolivariano, los autores recorrieron Venezuela y entrevistaron a vecinos de Barinas -el pueblo llanero donde nació Chávez- y a familiares, amigos y compañeros de armas del Presidente. Concluye con una entrevista en Miraflores al mandatario, que narra por primera vez detalles de su vida familiar, sus sueños y sus esperanzas en la unión latinoamericano.
  • Para descargar el libro en pdf haga clic sobre el enlace: Chávez nuestro (990 Kb, en PDF)
Para descargar o ver el libro en Scribd:
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Dia Internacional da Mulher


Latuff
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Eu apoio

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Lula y Dilma llegan para rendir honores a Chávez

Presidenta Dilma, acompanhada do ex-presidente Lula, do governador da Bahia, Jaques Wagner, e de Nicolás Maduro, durante velório de Hugo Chávez.
Foto: Roberto Stuckert Filho/ PR
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Chávez e a nossa América

 
Oficial das Forças Armadas da Venezuela, Hugo Chávez conhecia a história de seu país, e se fez intransigente devoto cívico de Bolívar. Seu sonho, como o dele, era o de unir a América Latina sob uma só bandeira. Essa tem sido a utopia de muitos líderes continentais: juntos, os nossos países seriam capazes de resistir a qualquer tentativa de domínio estrangeiro.
O presidente da Venezuela teve uma visão intuitiva do Estado, mas seria estultice nele não reconhecer excepcional líder político. Quando, em Santiago, o rei da Espanha a ele se dirigiu, com a insolência conhecida, insultando-nos a todos, Chávez poderia ter respondido à altura, dizendo que não se calava, porque representava os povos da América ocupados, dizimados e explorados vilmente pelos nobres da Espanha (e não pelos seus povos), desde a sua chegada ao nosso Hemisfério, com armas e embustes. Os espanhóis de hoje, associados aos portugueses, acreditavam, até que a crise caiu como uma pedra sobre suas cabeças, que podiam, ardilosamente, substituir os anglo-saxões e recuperar o antigo império de Carlos V e Felipe II.
A nossa história tem sido a do confronto permanente entre os patriotas e os vassalos e feitores dos colonialistas, que a eles se associam para saquear os bens naturais e explorar os nossos trabalhadores. Chávez faz lembrar outros grandes heróis, como Bolívar e seus contemporâneos, vindos das fileiras militares, e os que se seguiram, quase sempre oriundos do povo trabalhador. É uma razoável sucessão de bravos combatentes, de Tupac Amaro a Benito Juarez; de Juarez a José Marti, de Marti a Emiliano Zapata; de Zapata a Sandino; de Sandino a dom Oscar Romero, de El Salvador. Isso sem falar nos brasileiros, de Tiradentes a Vargas.
Chávez, que morreu na tarde de ontem em Caracas, insurgiu-se contra o governo corrupto de Carlos Andrés Perez, há 21 anos, quando ainda não chegara aos 40. Malograda a insurreição, preso e anistiado, deixou as fileiras e iniciou o movimento democrático que o elegeu e o reelegeu, não obstante a oposição feroz das oligarquias, financiadas e orientadas pelas multinacionais, pelos banqueiros e pelos interesses geopolíticos dos Estados Unidos.
O ex-presidente venezuelano foi visto como um populista, mas o vocábulo, como sabemos, é ambivalente. Pode identificar um demagogo vulgar ou o líder realmente preocupado com a maioria de seus concidadãos, que trabalhavam arduamente para ganhar apenas o suficiente para que se mantivessem vivos, desnutridos, vivendo em favelas, sob a violência, sem assistência à saúde – e o que é pior, sem esperanças. Chavez, sem violar as regras democráticas, e usando os recursos do país, ofereceu-lhes pão, esperança e dignidade.
Como o mítico Cid, El Campeador, que, morto, teve corpo amarrado à sela de seu cavalo, e venceu a batalha de Valencia, em 1099, Chávez continuará a comandar seus seguidores, e por muito tempo ainda, muito mais do que esperam, ou desejam, seus adversários.
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Presidente da CDH é acusado de estelionato

 
Segundo a denúncia, deputado inventou acidente para justificar ausência em evento para o qual já havia recebido cachê. Defesa nega crime e alega falta por “motivos de força maior”. Prejuízo à época foi de R$ 100 mil, afirma vítima
O novo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, Marco Feliciano (PSC-SP), é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo crime de estelionato. Ele é acusado de ter inventado um acidente no Rio de Janeiro para justificar a ausência em evento no Rio Grande do Sul, para o qual já havia recebido cachê, passagens e hospedagem.
A vítima sustenta que, ao faltar ao compromisso, Feliciano optou por receber uma remuneração maior no Rio. O deputado nega o estelionato e alega que faltou por “motivos de força maior”. Ele disse ao Congresso em Foco que o “caso é um grande mal-entendido”.
No dia 15 de março de 2008, o Estádio Municipal Silvio de Farias Correia, em São Gabriel (RS), município de 60 mil habitantes, a 320 km de Porto Alegre, reunia 7 mil pessoas para um show gospel. Uma das atrações era a dupla sertaneja Rayssa e Ravel. O encerramento, previsto para as 20h, seria feito pela principal estrela do dia, o pastor Marco Feliciano, presidente da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento, sediada em São Paulo. Conhecido pelo estilo enfático de suas pregações, ele atraiu caravanas de cidades vizinhas até São Gabriel.
Dona de uma produtora então recém-criada, a advogada Liane Pires Marques promovia, então, seu primeiro grande evento, o 1º Nettu’s Gospel, que se estendeu por todo aquele sábado. “Fiz publicidade em todo o Rio Grande do Sul, com TV, folhetos e rádios. Era um evento para 15 mil pessoas. Recebi confirmação de caravanas. Paguei cachê e transporte aéreo, tudo o que ele me exigiu. Hotel de primeira categoria”, disse a advogada ao Congresso em Foco nesta quinta-feira (7).
Segundo ela, o acordo foi feito com o pastor André Luis de Oliveira, braço-direito e atual assessor parlamentar de Feliciano na Câmara. Oliveira havia confirmado a presença na véspera do evento. Às 8 horas do dia da apresentação, os dois pastores eram aguardados no aeroporto de Porto Alegre por integrantes da organização do evento gospel. Sem conseguir estabelecer contato com os dois religiosos, eles esperaram até o meio-dia.  Voltaram para São Gabriel sem qualquer explicação.
“O mestre de cerimônia anunciou no microfone que o pastor não compareceu, não cumpriu o contrato e que iríamos tomar as medidas cabíveis. O público vaiou. Depois, a ira se voltou contra mim. Fui xingada”, conta a ex-empresária. Liane diz que perdeu credibilidade e nunca mais conseguiu realizar outro evento. A empresa dela continua registrada, mas inativa.
Foro privilegiado
Ela entrou com processo contra Marco Feliciano na Justiça Criminal e na Justiça Cível. O processo criminal, por estelionato, começou a correr na Vara Criminal de São Gabriel, mas foi deslocado para o Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado por causa da eleição de Feliciano como deputado. A ação penal 612 é relatada pelo ministro Ricardo Lewandowski. Os parlamentares só podem responder criminalmente ao Supremo.
No processo cível (031/108.0000.9509), que ainda tramita na cidade gaúcha, ela reivindica indenização pelos prejuízos que teve. Quatro anos depois do episódio, no ano passado, a juíza que cuida do caso determinou que Marco Feliciano pagasse R$ 13 mil a Liane como devolução do cachê. O deputado pagou. Mas ela cobra mais. “O prejuízo comprovado foi de quase R$ 100 mil na época. Contratei segurança, comprei passagens aéreas. Banquei despesas dele em Porto Alegre. Tive gastos com palco, iluminação, sonorização e a divulgação em todo o estado. Hoje está em quase R$ 2 milhões”, diz a ex-produtora de eventos.
Liane conta que o assessor de Feliciano lhe telefonou para dizer que ele e Feliciano haviam sofrido um acidente no Rio e, por isso, não poderiam viajar até o Rio Grande do Sul. Intrigada com a história, ela diz que pesquisou e não encontrou nenhum registro de acidente no Rio envolvendo os dois pastores. Descobriu mais: “Ele tinha contrato com uma rádio no Rio na sexta (14). E a rádio pediu pra ele ficar mais um dia. Pelo sucesso que ele teve, dobraram o cachê dele, que seria o dobro do meu, para ele ficar no sábado.”
Ludibriar
Autora da denúncia, a promotora de Justiça Ivana Machado Battaglin, de São Gabriel, diz que a marcação de dois eventos, em cidades distantes, caracteriza o crime de estelionato. “No momento em que marca dois eventos para mesma data, é porque ele não pretendia cumprir um deles. Ele tentou ludibriá-la. Ele não é onipresente”, afirmou a promotora ao Congresso em Foco.
A reportagem procurou o deputado, mas não conseguiu localizá-lo. O celular dele estava desligado. Mas, em junho do ano passado, Marco Feliciano declarou à Revista Congresso em Foco que não compareceu ao evento por “motivos de força maior”. “Fui contratado para realização de um show gospel na cidade de São Gabriel. Não pude comparecer por motivos de força maior e minha equipe, em contato com os realizadores do evento, decidiu que outra data seria agendada para comparecimento. Todavia, fui surpreendido pela ação em epígrafe, mas esclareço que os valores pagos pelos idealizadores do evento já foram devidamente restituídos com juros e correções de praxe”, afirmou o deputado à época.
A ex-produtora de eventos diz que Marco Feliciano se recusou, inicialmente, a devolver o cachê. Só o fez durante o andamento do processo cível na Justiça. Em vez de devolver o dinheiro, o pastor propôs fazer uma nova apresentação na cidade. “Meu contrato com ele era para aquele dia. Ele queria que eu montasse toda a estrutura novamente para ele vir. Gastei de R$ 70 mil a R$ 80 mil. Estou terminando de pagar contas ainda este ano. Foi o meu primeiro e único evento”, conta Liane. Advogada, ela deixou a produtora de lado e voltou ao exercício da profissão. “Não tive como seguir diante do que aconteceu. Não tive mais credibilidade. Estou aguardando a Justiça me dar uma sentença favorável para, talvez, um dia voltar”, explica.
No Congresso em Foco
No Justiceira de Esquerda

Pensou que o pastor Marcos Feliciano era o fim? Conheça a vice-presidente da CDHM, ela só responde duas ações penais

Antônia Lúcia Câmara (PSC-AC)A deputa Antônia Lúcia Câmara (PSC-AC)
(Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados)
A deputada Antônia Luciléia Cruz Ramos Câmara (PSC-AC), conhecida como Antônia Lúcia, responde a duas ações penais, uma por crime eleitoral e outra por desacato.

Nos dois casos, a presidente do diretório do PSC no Acre nega ter cometido os crimes. Ela diz que o processo por crime eleitoral é resultado de denúncia anônima e de “showzinhos” da Polícia Federal. A deputada explicou que o processo por desacato foi registrado após incidente com uma funcionária no aeroporto de Guarulhos. 

Ação penal no TRE
Na ação penal registrada sob o número173726 no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Acre, Antônia Lúcia é processada por compra de votos, fraude processual, formação de quadrilha, peculato e falso testemunho. A Justiça determinou a quebra do sigilo telefônico da deputada e de pessoas ligadas à sua campanha. 


De acordo com o Ministério Público Federal do Acre, Antônia Lúcia e outras dez pessoas participaram de uma distribuição de combustíveis em 28 de agosto de 2010. Pouco tempo depois, em 6 de setembro, a Polícia Federal apreendeu uma caixa com R$ 472 mil em um carro em que estava a filha da deputada. Segundo o MP, o dinheiro seria utilizado na campanha. 

O que diz a deputada
Sobre a acusação de compra de votos, ela afirma que as acusações foram baseadas em denúncias anônimas. “Com certeza, vai ficar comprovado que não houve nenhuma compra de votos, não houve nenhuma testemunha, não houve um diálogo meu confirmando compra de votos.”


Sobre a distribuição de combustíveis, ela novamente culpa uma denúncia anônima. “Imagina eu, que tenho uma formação, que tenho conhecimento das leis, que tenho uma fé cristã, me submeteria a esse tipo de situação. (...) Imagina como é que uma pessoa vai distribuir gasolina num posto de gasolina com mais de 40 carros enfileirados? Quem patrocinou esse evento para a minha pessoa e para 12 candidatos do Partido Social Cristão foi o próprio partido. Um cheque do próprio partido foi apreendido pela Polícia Federal no posto de gasolina. Não é meu e de nenhum dos candidatos, que estavam presentes com seus cabos eleitorais contratados para um evento da carreata para a divulgação do trabalho de todos os candidatos. Isso aí é mais um showzinho da Polícia Federal.”

Sobre os R$ 472 mil apreendidos, disse que não tinha conhecimento do montante apreendido. Segundo ela, o proprietário do dinheiro é um membro de uma igreja evangélica. De acordo com a deputada, por terem um amigo em comum, a filha dela foi buscar o dono do dinheiro no aeroporto, quando ocorreu a apreensão. 

Ação na Justiça de Guarulhos
O processo 2010.03.00.027910-1, na Justiça Federal de Guarulhos, trata de desacato a autoridade. A deputada disse que o episódio aconteceu ao passar por um detector de metais no aeroporto de Guarulhos. Ela relatou que, à época, estava usando botinas por recomendação médica e que houve um problema com o calçado. A funcionária que controla o aparelho teria pedido que ela tirasse as botas.


“Eu disse: ‘olha, eu vou passar mais uma vez porque eu sempre uso essas botas e ela nunca disparou, pode ser uma moeda no meu bolso, vou verificar’. Verifiquei tudo, passei a segunda vez e não disparou. Simplesmente ela disse ‘não, mas você vai tirar as botinhas’. Falei: ‘olha, vou te dizer uma coisa, eu não posso abaixar a minha cabeça, se eu abaixar aqui, fico tonta, vou cair, vou precisar certamente de auxílio médico’. Então ela me obrigou a tirar as botinas. Quando tirei, ela saiu gritando, na frente de uma fila de cem, duzentas pessoas, saiu gritando, falando que ia me levar para o posto policial em Guarulhos, porque eu haveria contrariado a ordem dela ou ia jogar a bota nela, uma coisa dessas ela inventou”, relatou. 

Andamento processual
Veja abaixo o andamento das ações penais que investigam a deputada.
Ação penal que investiga Antonia Lucia
Processo que investiga a deputada Antônia Lúcia Câmara
No Maria da Penha Neles!
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