29 de jan de 2013

Jornalismo "fófis"

 
Essa nova categoria de "jornalismo", descoberta e batizada pelo colega João Paulo Soares (do Blog Sem Governo), foi inaugurada nesta semana por Luiz Maklouf Carvalho, em sua matéria sobre o ministro Eduardo Campos para a Revista Época - confira um pequeno trecho aqui. O período mais revelador (ou seja, mais "fófis") da verve apaixonada de Maklouf é esse aqui:
"Campos (...) esporeia com o ritmo acelerado de sua fluência verbal, (...) o dorso ainda atlético de 47 anos também assoma, enfático. Seus translúcidos olhos verdes são, surrupiando um autor contemporâneo, como pássaros querendo voar para fora da cara. Campos é, sobretudo, olhos. Na beleza variante da cor, que fisga a atenção, e, principalmente, na mirada, no manejo que lhes sabe dar, ora águia, ora cobra, focados na sedução."
No Futepoca
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Tolerância Zero com os erros da imprensa


http://www.alagoas24horas.com.br/legba/bancoDeMidia/b/7/%7Bb7723dcb-224a-465f-8df9-9498dc848122%7D_neto.jpg 

Pode parecer banal, mas serve muito bem como exemplo da irresponsabilidade que cerca nosso jornalismo: Neto, o folclórico comentarista da Band, afirmou que o Santos estaria na fase final da contratação do polêmico ex-jogador Adriano. A direção santista desmentiu categoricamente. E daí? Daí, nada.
Esse é um problemão. Supostos jornalistas plantam notícias, espalham boatos que se mostram inverídicos, alimentam versões que servem a interesses obscuros, isso quando não propagam, de forma deliberada, mentiras e calúnias.
O exemplo do fanfarrão Neto pode parecer, à primeira vista, apenas engraçado ou até mesmo irrelevante. Tirando o pânico que se instalou na torcida do time de Vila Belmiro, nenhum grande mal resultou da bazófia do apresentador com português sofrível e sotaque forçadamente caipira.
Mas exatamente por sua insignificância, seria o caso de o comentarista se retratar, pedir desculpas, ao menos denunciar a fonte que supostamente o fez cometer esse equívoco. Mas não é preciso ter inteligência acima da média de um torcedor de futebol para ter plena certeza de que vai tudo ficar por isso mesmo. Mesmo que não custasse nada um mínimo de humildade e decência ao envolvido.
Pois se um "jornalista" e uma emissora de TV não se dão ao trabalho de assumir um vexame ridículo desses, imagina quando o erro for relevante para o País?
Jornais, revistas e programas jornalísticos soltam esses balões de ensaio, encampam teorias conspiratórias, denunciam crimes não comprovados, acusam sem direito a defesa, condenam à revelia da Justiça, fazem sensacionalismo sem nenhum pudor. E fica tudo por isso mesmo.
Seria o caso de instituirmos uma Tolerância Zero para erros jornalísticos. Assim como pregam os editoriais intolerantes com políticos, autoridades e bandidos profissionais, a sociedade deveria devolver na mesma moeda.
Ou jornalistas podem cometer seus pequenos e grandes desvios sem responder por isso? E não vale vir com a desculpinha esfarrapada de que seria censura. Estou falando de vergonha na cara e em ser uma pessoa ética e confiável. Só isso.
Sem não sabem nem pedir desculpas, então vamos ensiná-los. Ora, bolas.
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Depois do Lula, Gurgel processa Dilma

PSDB recorre ao Supremo e ao Gurgel para conseguir o que o voto não lhe dá
Saiu no G1:

PSDB pede que PGR apure se houve promoção pessoal em fala de Dilma

“O vice-líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP), protocolou nesta terça-feira (20) requerimento para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) apure suposta tentativa de “promoção pessoal” da presidente Dilma Rousseff em pronunciamento feito no dia 23 de janeiro em cadeia nacional de rádio e televisão.”
(…)
É o que o Sarney chamou de “politização da Justiça”, fenômeno que se materializou com o julgamento político do mensalão (o do PT).
A condenação da Dilma se seguirá à de Lula, pela mesma única porta da boate Kiss: a PGR.
Este ansioso blog tinha previsto que, condenado o Dirceu, a Casa Grande, instalada na Alta Magistratura, ia pra cima do Lula – como o Gurgel e o Herói Valeriodantas já foram - e da Dilma.
Não deu outra.
É provavel que o brindeiro Gurgel, fã dos produtos Apple, siga o PSDB com tal fidelidade que proíba a Dilma de usar qualquer produto de cor vermelha.
Nem o batom poderá ser vermelho.
Paulo Henrique Amorim
No Conversa Afiada
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Rede Globo pede desculpas por mensagem sobre ‘Pé na Cova’

O perfil oficial da Rede Globo no Twitter se retratou após postar uma mensagem em que convidava os internautas a criarem uma “divertida” lápide interativa
globo twitter santa maria
Globo se desculpa por mensagem “infeliz” sobre ‘Pé na Cova’
A ação, que faz parte da promoção da série Pé na Cova, foi mal vista pelos internautas, que criticaram a falta da sensibilidade da emissora em razão da tragédia envolvendo a morte de pelo menos 232 pessoas no incêndio de uma boate em Santa Maria (RS), na madrugada deste domingo.
“Já brincou de criar sua lápide divertida?”, dizia a mensagem com o link do aplicativo que direcionava para o site do seriado. Rapidamente, dezenas de internautas replicaram o tuíte, criticando “insensibilidade” da emissora com a tragédia ocorrida em Santa Maria. “Hoje, Globo? Hoje”, indagou um dos internautas sobre o post. “Tem vergonha não? Dia triste, e você fazendo tuiotes de #PéNaCova”, reclamou @CarolGomide02
Após as críticas, o post foi deletado do perfil, e a Globo se retratou quanto à publicação: “Claro que o tuitede #PéNaCova foi uma infeliz casualidade, pela qual nos desculpamos. Estamos solidários com as famílias de Santa Maria/RS”, dizia a mensagem.
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Procuradoria Geral da República dirige licitação para compra de tablets da Apple

 
A Procuradoria Geral da República (PGR) realizou licitação no final de 2012 para a compra de 1226 tablets — 1200 para a PGR e 25 para o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Não se discute a importância dos aparelhos para o exercício da função dos procuradores, o interessante foi como o edital para compra pelo órgão comandado pelo senhor Roberto Gurgel foi produzido para que a vitoriosa no processo fosse a Apple.
A Lei de Licitações determina que marcas não podem ser citadas em editais de compras públicas, mas o edital da licitação da PGR (141/2012) cita a Apple ao menos duas vezes e exige tecnologias que só a empresa detém, o que inviabiliza a participação de qualquer outra fabricante. Ou seja, como se diz no universo das concorrências, a licitação foi dirigida.
Nas especificações técnicas para os tablets licitados, o edital determina que o aparelho precisa possuir a tecnologia  “Tela Retina”, que é exclusiva da Apple e que venha equipado com o chip Apple A5X dual core, fabricado apenas para produtos da marca. Veja nas imagens.
 
E mais, as dimensões exigidas no edital são exatamente as mesmas do Ipad. Veja o comparativo entre o site da Apple e o texto da licitação.
Dimensões informadas no site da Apple, na imagem da esquerda, e dimensões exigidas na licitação da PGR, na imagem da direita (Foto: Reprodução)
Exige-se ainda uma capa para tablet, fabricada pela Apple e desenvolvida especificamente para o Ipad. Veja nas imagens abaixo onde a marca foi citada no edital.
O repórter Felipe Rousselet entrevistou Cláudio Weber Abramo, executivo da ONG Transparência Brasil, indagando-o sobre a legalidade de uma licitação feita nestes moldes. A resposta foi curta e direta: “Essa licitação é ilegal”. “As dimensões já direcionam. É difícil, mesmo pela Apple, conseguir este tipo de precisão. Não nas dimensões, mas no peso é aceitável que exista uma diferença de uma ou duas gramas”, comentou.
Evidente que a vencedora da concorrência em pregão eletrônico foi a Apple, conforme resultado publicado abaixo.
O repórter Felipe Rousselet entrou em contato com a assessoria de imprensa da PGR, do CNMP e da Apple, mas  até a publicação deste post, apenas o CNMP  se posicionou sobre o caso. Através da sua assessoria, o órgão afirmou que não participou da elaboração do edital para a compra dos tablets e do processo de fiscalização, apesar de ser beneficiado com algumas unidades do equipamento. O CNMP disse ainda que o dinheiro ainda não foi empenhado. Ou seja, a empresa vencedora já foi escolhida, mas o pagamento e a entrega dos tablets ainda não foram feitos.
Roberto Gurgel que abusou dos holofotes da mídia para discursar sobre o “mensalão”, agora prefere se calar sob a suspeita  de licitação dirigida envovendo R$ 2.940.990,10  no órgão que preside. Só para constar, o que em tese não é algo ilicito, mas pode explicar muita coisa. Esse pregão eletrônico ocorreu no dia 31 de dezembro à tarde, quando o órgão já estava em recesso. Dia 31 de dezembro à tarde, você não leu errado. E mesmo assim o órgão comandado por Gurgel acredita que não tem nenhuma explicação a dar à sociedade brasileira. Alvíssaras.
Atualizando: Por Sugestão do leitor Eric, acrescento mais uma questão a este post. Por que a vencedora do certame foi a empresa A.A. de Araújo M.E. Uma microempresa venceu uma licitação de aproximadamente 3 milhões de reais na venda de um produto de uma multinacional. Por que isso?
Renato Rovai
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Depois de Leveson, a União Europeia

 
Sob o ensurdecedor silêncio da grande mídia brasileira, foi divulgado em Bruxelas, na terça-feira (22/1), o relatório “Uma mídia livre e pluralista para sustentar a democracia europeia”, comissionado pela vice-presidente da União Europeia, Neelie Kroes, encarregada da Agenda Digital [ver aqui a íntegra do relatório, acesso em 23/1/2013].
Preparado por um grupo de alto nível (HLG) presidido pela ex-presidente da Letônia, Vaira Vike-Freiberga, e do qual faziam parte Herta Däubler-Gmelin, ex-ministra da Justiça alemã; Luís Miguel Poiares Pessoa Maduro, ex-advogado geral na Corte de Justiça Europeia; e Ben Hammersley, jornalista especializado em tecnologia, o relatório faz trinta recomendações sobre a regulamentação da mídia como resultado de um trabalho de 16 meses que começou em outubro de 2011. As recomendações serão agora debatidas no âmbito da Comissão Europeia.
O relatório
O relatório, por óbvio, deve ser lido na íntegra. Ele começa com um sumário das principais conclusões e recomendações e, na parte substantiva, está dividido em cinco capítulos que apresentam e discutem as bases conceituais e jurídicas que justificam as diferentes recomendações: (1) por que a liberdade da mídia e o pluralismo importam; (2) o papel da União Europeia; (3) o mutante ambiente da mídia; (4) a proteção da liberdade do jornalista; e, (5) o pluralismo na mídia.
Há ainda um anexo de 12 páginas que lista as autoridades ouvidas, as contribuições escritas recebidas e os documentos consultados. A boa notícia é que quase todo esse material está disponível online.
Para aqueles a favor da regulamentação democrática da mídia – da mesma forma que já havia acontecido com o relatório Leveson – é alentador verificar como antigas propostas sistematicamente taxadas pela grande mídia e seus aliados da direita conservadora de autoritárias, promotoras da censura e inimigas da liberdade de expressão, são apresentadas e defendidas por experts internacionais, comissionados pela União Europeia.
Fundamento de todo o relatório são os conceitos de liberdade de mídia e pluralismo. Está lá:
“O conceito de liberdade de mídia está intimamente relacionado à noção de liberdade de expressão, mas não é idêntico a ela [grifo meu]. A última está entronizada nos valores e direitos fundamentais da Europa: ‘Todos têm o direito à liberdade de expressão. Este direito inclui a liberdade de ter opiniões, de transmitir (impart) e receber informações e ideias sem interferência da autoridade pública e independente de fronteiras’ (...).
“Pluralismo na mídia é um conceito que vai muito além da propriedade. Ele inclui muitos aspectos, desde, por exemplo, regras relativas a controle de conteúdo no licenciamento de sistemas de radiodifusão, o estabelecimento de liberdade editorial, a independência e o status de serviço público de radiodifusores, a situação profissional de jornalistas, a relação entre a mídia e os atores políticos etc. Pluralismo inclui todas as medidas que garantam o acesso dos cidadãos a uma variedade de fontes e vozes de informação, permitindo a eles que formem opiniões sem a influência indevida de um poder [formador de opiniões] dominante.”
Encontram-se no relatório propostas como: (1) a introdução da educação para a leitura crítica da mídia nas escolas secundárias; (2) o monitoramento permanente do conteúdo da mídia por parte de organismo oficial ou, alternativamente, por um centro independente ligado à academia, e a publicação regular de relatórios que seriam encaminhados ao Parlamento para eventuais medidas que assegurem a liberdade e o pluralismo; (3) a total neutralidade de rede na internet; (4) a provisão de fundos estatais para o financiamento da mídia alternativa que seja inviável comercialmente, mas essencial ao pluralismo; (5) a existência de mecanismos que garantam a identificação dos responsáveis por calúnias e a garantia da resposta e da retratação de acusações indevidas.
Pelo histórico de feroz resistência que encontra entre nós, vale o registro uma proposta específica. Após considerações sobre o reiterado fracasso de agências autorreguladoras, o relatório propõe:
“Todos os países da União Europeia deveriam ter conselhos de mídia independentes, cujos membros tenham origem política e cultural equilibrada, assim como sejam socialmente diversificados. Esses organismos teriam competência para investigar reclamações (...), mas também certificariam de que as organizações de mídia publicaram seus códigos de conduta e revelaram detalhes sobre propriedade, declarações de conflito de interesse etc. Os conselhos de mídia devem ter poderes legais, tais como a imposição de multas, determinar a publicação de justificativas [apologies] em veículos impressos ou eletrônicos, e cassação do status jornalístico.”
E no Brasil?
A publicação de mais um estudo oficial sobre regulamentação da mídia, desta vez pela União Europeia, menos de dois meses depois do relatório Leveson na Inglaterra, revela que o tema é pauta obrigatória nas sociedades democráticas e não apenas em vizinhos latino-americanos como a Argentina, o Uruguai e o Equador, mas, sobretudo, na Europa.
No Brasil, como se sabe, “faz-se de conta” que não é bem assim e o tema permanece “esquecido” pelo governo, além de demonizado publicamente pela grande mídia como ameaça à liberdade de expressão.
Quem se beneficia com essa situação? Até quando seguiremos na contramão da história?
Venício A. de Lima, jornalista e sociólogo, pesquisador visitante no Departamento de Ciência Política da UFMG (2012-2013), professor de Ciência Política e Comunicação da UnB (aposentado) e autor de Política de Comunicações: um Balanço dos Governos Lula (2003-2010), Editora Publisher Brasil, 2012, entre outros livros
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Santa Maria e os abutres da carniça

Sobre o desastre de Santa Maria, voejaram as asas da desgraça: o Brasil não tem competência para organizar a Copa do Mundo, o Brasil carece de segurança. Lá se vão os Gielow, Azevedo et alii espinafrando o país e esquecendo catástrofes pelo mundo. O problema é que jornalistas liberais, aqui na Europa, só conseguem ler essa mídia míope. Mesmo o interessante The Guardian.
Berlim - Não faltaram os abutres. Sobre o desastre de Santa Maria, voejaram as asas da desgraça: o Brasil não tem competência para organizar a Copa do Mundo, o Brasil carece de segurança, etc.
Não adianta a presidenta Dilma ter voado direto de Santiago para Santa Maria, o governador Tarso Genro ter aterrisado lá com a ministra Maria do Rosário, o prefeito Cezar Schirmer ter feito o possível e o impossível, os que saíram a tempo terem tentado abrir rombos na parede ajudando os bombeiros, o soldado Leonardo de Lima Machado ter saído e voltado duas vezes, até morrer asfixiado.
Não, nada disso importa. O que importa é que o Brasil não tem competência para nada. Não importa que a festa mais segura hoje no mundo seja a do Ano Novo no Rio de Janeiro. Não, para os coveiros do Brasil nada disso importa. Lá se vão os Gielow, Azevedo et alii espinafrando o pobre Brasil e esquecendo as outras catástrofes pelo mundo.
Não importa. O que importa é espinafrar o Brasil de Dilma e, é claro, o de Lula.
No Brasil isso tem cada vez menos importância.
O que atrapalha às vezes é ver que jornalistas de mídias liberais, aqui na Europa, só conseguem ler essa escória da mídia brasileira.
Infelizmente, na repercussão do desastre de Santa Maria, foi o caso de um jornal tão interessante como o The Guardian.
O que acontece?
Preconceito liberal? Liberal só cita liberal, seja progressita ou conservador? Pode ser. Mas aposto mais numa miopia. Daqui da Europa, mesmo que os correspondentes sejam daqui, eles só conseguem se olhar nom espelho, e imaginar que a imprensa “liberal” daí seja igual a daqui.
Bom, deve-se dizer que a daqui também tem seus preconceitos. Não consegue enxergar, em média, o que acontece na América Latina. Prefere ficar afirmando que os governos populares são populistas, e que são inimigos da liberdade de imprensa. Embora, em relação à Europa, sejam mais plurais.
Aquela coisa: aqui, pluralidade. Na América Latina, liberalidade em relação à direita.
Mas enfim, no saldo, foi tudo positivo. As imagens da presidenta Dilma emocionada e voltando imediatamente ao Brasil valeram mil palavras.
Flávio Aguiar
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Lula asiste a Conferencia Internacional Por el Equilibrio del Mundo en Cuba

Expresidente brasileño arribó a La Habana en horas de
la noche del lunes (Foto: PL)
El exmandatario brasileño Luiz Inácio Lula da Silva fue recibido, a su llegada al Aeropuerto Internacional de La Habana, por la viceministra de Relaciones Exteriores de Cuba, Ana Teresita Fraga González, quien le concedió los honores respectivos.
El expresidente brasileño Luiz Inácio Lula da Silva arribó, en la noche del lunes, a la ciudad de La Habana, para participar este martes en la segunda jornada de la “III Conferencia Internacional por el Equilibrio del Mundo”, que reúne a más de 600 pensadores e intelectuales procedentes de 43 países en la capital cubana.
El encuentro, que sesiona en el Palacio de Convenciones, busca contribuir a la conformación de un pensamiento y acción a escala global, que enfrente los múltiples y complejos problemas del siglo XXI, desde la perspectiva del pensamiento del héroe nacional de Cuba, José Martí.
El exmandatario (2003-2011) fue recibido a su llegada al Aeropuerto Internacional de La Habana por la viceministra de Relaciones Exteriores de la isla, Ana Teresita Fraga González, quien concedió los honores respectivos al brasileño.
Lula da Silva forma parte de las personalidades que asisten a esta cita mundial, entre las que también destacan otros dos ex jefes de Estado latinoamericanos: el guatemalteco Álvaro Colom (2008-2012) y el dominicano Leonel Fernández (1996-2000 y 2004-2012).
Además de su participación en el encuentro internacional, Lula tiene prevista una reunión con el presidente cubano Raúl Castro, quien asumió este lunes, en Santiago de Chile, la presidencia rotativa de la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (Celac).
El evento, que se extenderá hasta este miércoles 30 de enero, cuenta con el auspicio de la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco, por sus siglas en inglés) y se realiza en el marco de la conmemoración del aniversario 160 del natalicio de Martí, el pasado 28 de enero.
La jornada de debates de este martes también destacará por la participación especial del argentino Adolfo Pérez Esquivel, Premio Nobel por la Paz en 1980, quien abordará algunos de los principales problemas que afectan a la región latinoamericana y las mejores vías para solventarlos.
En recientes declaraciones a la agencia Prensa Latina, Pérez Esquivel alabó la capacidad de Martí de romper la colonización mental que implicaba tener como referentes a Europa y Estados Unidos -que eran el espejo en el cual querían verse las naciones latinoamericanas- para volverse hacia las raíces de los pueblos originarios.
Adicionalmente, se espera una conferencia magistral del teólogo e intelectual dominico-brasileño Frei Betto, ganador del premio de la UNESCO-José Martí 2013.
Además, la jornada incluye otra ponencia del politólogo argentino Atilio Borón, titulada “El imperialismo es como la víbora: puede cambiar de piel pero no modifica su esencia”.
Por último, el presidente de la Asamblea Nacional del Poder Popular de Cuba, Ricardo Alarcón, sostendrá un diálogo con los participantes del encuentro, en horas de la tarde, para abordar el tema de los cinco antiterroristas cubanos prisioneros injustamente en cárceles de Estados Unidos.
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Caruso X Latuff

Duas charges sobre Santa Maria mostram como chargistas podem ser brilhantes ou infames perante tragédias
No blog, Noblat acrescentou a palavra "humor" a essa charge de Caruso
No blog, Noblat acrescentou a palavra “humor” a essa charge de Caruso
Fazer charge num drama como o de Santa Maria é uma tarefa para poucos.
É fácil fazer bobagem, e é difícil fazer coisa boa.
Na tragédia de Santa Maria, tivemos as duas situações. O cartunista Carlos Latuff, que se celebrizou no Brasil há  pouco tempo depois de ser acusado de antissemita, brilhou.
Latuff ironizou o abominável comportamento da mídia diante de calamidades como a da casa noturna Kiss. Um repórter tenta extrair palavras de um familiar da vítima no enterro, numa exploração abjeta da dor alheia.
Clap, clap, clap. De pé.
Latuff deu voz a milhões de brasileiros que somaram à tristeza pelas centenas de mortes a indignação pela atitude de jornalistas que não respeitam a dor alheia e simulam, como canastrões, uma dor que não sentem.
O lado B veio com Chico Caruso, no Globo. Ele fez uma prisão em chamas, na qual ardem as pessoas ali dentro e da qual se exala uma fumaça sinistra. Dilma, sempre Dilma, observa de longe e exclama: “Santa Maria!”
Era para rir? Os leitores acharam que não. Mas viria uma segunda etapa. Numa decisão estapafurdiamente incompreensível, Ricardo Noblat republicou a charge em seu blogue com o acréscimo da palavra “humor”.
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Latuff captou o comportamento abjeto da imprensa
A reação nas redes sociais foi imediata. Caruso e Noblat foram simplesmente abominados. No próprio blogue de Noblat, os leitores — em geral arquiconservadores como o blogueiro — manifestaram repúdio. Um deles notou que a dupla conseguiu unir petistas e antipetistas na mesma reprovação torrencial.
Noblat defendeu Chico Caruso, e sobretudo a si próprio,  em linhas antológicas: quem não gostou da charge, foi o que ele essencialmente disse depois de uma cômica interpretação do desenho,  não a entendeu. Os leitores são burros, portanto.
Tenho para mim que parte da raiva se deve ao fato de ambos estarem fortemente identificados com a Globo. Alguma coisa da rejeição que existe em boa parte da sociedade à Globo se transmite a seus funcionários.
Mas a questão vai além. É complicado, ficou claro, fazer charge decente para as Organizações Globo. A de Latuff jamais seria publicada pelo Globo. O espesso conservadorismo da empresa acaba por ceifar a possibilidade de iconoclastia, de inconformismo de cartunistas da Globo.
Se nas colunas políticas o reacionarismo nos veículos da Globo não chega a chocar, porque é esperado, na charge aparece como um estigma. De artistas se espera uma atitude diferente, mais arejada, mais provocativa.
Caruso, nos anos 1980, se destacou como um dos melhores chargistas de sua geração. Prometia mais do que entregou, é certo, mas fez uma carreira boa.
Agora, vai passar para a história como o autor da charge mais repudiada e mais infame da mídia brasileira em muitos anos —  em parte por um mau momento, em parte por carregar no peito o crachá das Organizações Globo.
Paulo Nogueira
No Diário do Centro do Mundo
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As lágrimas e o dever

A grande tragédia de Santa Maria, como todas as semelhantes que a precederam, pode ser resumida em sua causa medíocre e repulsiva: a ânsia do lucro do empresário. E isso nos conduz a outras lancinantes indagações. Podemos começar pela superfície.
No mundo inteiro há estabelecimentos como a boate gaúcha. A palavra boate, vinda do francês boite, é expressiva para designar – mais do que no passado – essas casas noturnas. São caixas, fechadas, com uma só abertura. É preciso que os seus sons não saiam, para não incomodar os vizinhos, que o confinamento favoreça o convívio e amplie a estridência alucinadora dos sons.
O homem, sendo muitos, é, na definição de Huizinga, homo ludens, um ser que brinca. Essa atividade, a do jogo lúdico, não é atributo exclusivo destes primatas aprimorados que somos. Todos os animais brincam, e não só em sua própria espécie: os pesquisadores mostram relações afetivas de bichos diferentes, tanto entre os domesticados, quanto entre os selvagens.
É na vida dos homens que as atividades lúdicas chegam à excelência – na música, nas artes, nos encontros sociais, entre poucas pessoas, mas também nos grandes shows musicais e no baile que, em nossa civilização de massas, pode reunir centenas ou milhares de pessoas. Algumas vezes esses encontros só se fazem para a alegria, em outras, para ações claramente políticas, como ocorreu em Woodstock, em agosto de 1969 – na seqüência do ano surpreendente de 1968.
Produzir sons e acompanhar o seu ritmo com o movimento do corpo é uma atividade que vem dos primeiros tempos da Humanidade, ainda no Paleolítico. Da madrugada da espécie, com a descoberta da beleza, que se expressava no som do soprar dos ventos sobre as árvores e arbustos, do choque das grandes ondas do mar contra os rochedos e do murmúrio sedutor das águas dos riachos. Isso sem falar no canto dos pássaros e dos insetos, todos saudando o milagre da vida, e chamando os parceiros para o amor.
A descoberta de uma flauta feita de osso de abutre, e datada de há 35 mil anos, mostra que, já naquele tempo, o homem era capaz de retirar das coisas naturais os sons e recriá-los, na doma das notas. E, deduzimos, acompanhá-los com seus movimentos corporais, na busca de harmonia e de cumplicidade com a natureza.
Em 1969, em Woodstock, os que se reuniram ao lado de Nova York tentavam retomar a estrada libertária aberta um ano antes, em Paris, em Berkeley, em Berlim, em Praga – e no Rio de Janeiro. Era o tempo de belo e antigo sonho, em que se pretendia que só fosse proibido proibir.
Em Santa Maria, os jovens só queriam ser felizes, nos momentos de ternura e no encontro com os amigos. De repente, no recinto fechado, o fogo irrompe. Como já ocorreu em outros casos, com mais vítimas e menos vítimas, o que era a celebração da vida passou a ser o festim da morte.
Não foi exatamente uma fatalidade. Não se tratou de ato de terrorismo. Tratou-se de cumplicidade criminosa entre o poder público, que não cumpre o seu dever de impor normas rígidas de segurança a tais casas de espetáculo e fiscalizar seu cumprimento; a ganância empresarial privada e a irresponsabilidade dos jovens músicos, que agiram sem a orientação de pessoas mais experientes.
Estamos perdendo a capacidade de associar uma idéia à outra, no planejamento de qualquer ato. E muito mais do que isso, estamos perdendo a noção de que pertencemos à Humanidade. Esquecemo-nos da advertência de John Donne em seus belos versos: nenhum homem é uma ilha. Quando os sinos de Santa Maria dobram nos sons de finados, eles dobram pela nossa agonia como seres humanos. Não estamos mais seguindo o mandamento cristão de doar o que temos, seja o pão, seja o afeto, mas obedecendo ao mandamento diabólico do egoísmo, do lucro fácil, do desrespeito às normas necessárias de convívio.
Quando passar o luto, se não agirmos como cidadãos, casas noturnas como a de Santa Maria continuarão a superlotar seus recintos e a manter fechada a porta, a fim de impedir que as pessoas saiam sem provar que pagaram a conta.
Os adolescentes e jovens começaram a ser sepultados ontem, com a terra salgada pelas lágrimas de seus pais e irmãos. E com as lágrimas da Nação, que a presidente da República deixou escorrer em sua visita aos mortos.
É preciso punir este crime hediondo.
Mas devemos pensar em como usufruir a graça da vida, em como repartir, com igualdade, os bens e a alegria do mundo, assim como quase todos nós – menos alguns poucos – estamos dividindo, com os que perderam os seus seres amados, as dores destas horas.
Todo o Brasil que se merece está em Santa Maria.
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Os ratos de Pavlov

 
Quando eu tinha a idade dos meninos e meninas que morreram na balada em Santa Maria, uma tragédia igual à que ocorreu no último sábado seria usada para massacrar a liberdade da juventude.
Com seus reflexos condicionados, que permitem a um ser humano ficar idêntico aos ratos de laboratório de Pavlov – nome muito em voga na época – eles diriam que o caso demonstrava que essa juventude não tem eira nem beira, não merece a confiança dos pais, pois passam o dia fumando maconha, ouvindo rock e pensando em dormir com a namorada.
Os tempos mudaram mas é preciso reconhecer que os ratos de Pavlov permanecem. Seu alvo, agora, é o universo Lula-Dilma.
É um pouco difícil achar culpados diretos no PT, desta vez. A tragédia tem muito a ver com questões de prefeitura, e o prefeito de Santa Maria, reeleito em 2012 com mais de 54% dos votos, é do PMDB. Complica bater no sujeito, que, além de tudo, tem fama de bom político, com um histórico de atitudes respeitáveis em sua passagem por Brasília.
Nós sabemos que, do ponto de vista pavloviano, esse tipo de questão não importa. Importa o alvo. Mas desta vez não dá para bater direto e começar a procurar relações entre as tragédias. Com cartilagem, em vez de ossos, os ratinhos conseguem atravessar as menores brechas, não é mesmo?
Lembram-se do desastre da TAM? Teve até passeata para denunciar o governo federal como culpado. Quando a causa do acidente apareceu... os ratinhos deram um jeito de atacar um assessor do presidente em vez de pedir desculpa.
Dessa vez, o pavlovianismo acha ruim que Lula e sua mulher, Marisa, colocaram no Facebook uma nota de pesar pela tragédia.
Claro: é oportunismo, é intromissão. Um ex-presidente, o mais popular da história brasileira, só pode ter intenções maléficas quando coloca uma nota na internet.
Vamos combinar que, salvo amigos e parentes próximos, todo mundo poderia ser chamado de oportunista no caso.
Um observador frio pode dizer que principalmente os jornalistas estão querendo faturar com a tragédia, pois ela ajuda a aumentar a audiência e a vender jornais. Seria estúpido, mas juro que tem gente que pensa assim.
As emissoras de TV costumam ganhar audiência e prestígio com esse tipo de cobertura. Pesquise a história das grandes emissoras e garanto que vai encontrar um episódio desses, que marcou a história de todas elas. Não é vergonhoso. Não é oportunismo.
Quantos blogueiros não conquistaram audiência no tsunami da Ásia?
Um político como Mário Covas deixou de ser um engenheiro de Santos como tantos outros por causa de uma enchente em sua cidade natal. Ele mostrou-se à altura de suas responsabilidades como cidadão e, a partir de então, conseguiu apoio popular para sua carreira política, que o levou ao Senado, ao governo de São Paulo e a uma candidatura a presidente da República.
Não vejo nada de errado na solidariedade de Lula nem de ninguém. Acho natural. Como achei natural que Zeca Pagodinho desfilasse por Xerém a bordo de seu triciclo motorizado. Só achei um pouquinho exagerada a reação favorável. Será que isso tem a ver com seus patrocinadores?
E tenho certeza de que, para desgosto de nossos ratos de Pavlov, a solidariedade vai se ampliar nos próximos dias. Outros políticos vão se manifestar. É absurdo ficar em silêncio e cruzar os braços numa hora dessas.
É possível inverter o raciocínio. Em vez de achar que Lula está usando a tragédia para se promover, pode-se dizer que os ratos de Pavlov querem tirar proveito da tragédia para atacar o ex-presidente. Ou seja: os oportunistas de verdade são eles.
A maldade dos ratinhos de Pavlov não tem limites. Compreende-se. Eles trocaram a consciência pelos reflexos condicionados.
Esclarecimento
Mais de um leitor escreveu para informar Pavlov não fazia experiências com ratos, mas com cães. Confesso que fui atrás do Google e vi que era isso mesmo. O próprio Pavlov usou cães em exercícios de psicologia, em que descobriu os reflexos condicionados. Mas eu sempre ouvi falar em ratos de Pavlov e é fácil entender por quê. O uso de ratos, em laboratório, universalizou-se muito mais tarde. Quando os experimentos de Pavlov foram repetidos, décadas mais tarde, eles substituíram os cães. Ficaram, então, conhecidos como ratos de Pavlov. Não eram cobaias originais mas serviam ao mesmo propósito.
Parece que tanto ratos como cães tinham uma mesma reação quando recebiam um sinal de que era hora de comer - começavam a salivar com mais intensidade.
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Como ser um grupo de comunicação sem noção? Seja Rede Globo

O desserviço que a grande mídia está prestando na cobertura da tragédia de Santa Maria me lembra a cobertura do acidente da TAM onde o governo Federal virou um vilão sem precedentes, para depois com a maior cara de pau ser provado que não se fez jornalismo e sim o velho golpismo barato de uma imprensa partidarizada.
No Maria Frô

Foi chocante a forma como âncoras do "Bom Dia Brasil", da Globo, conduziram a entrevista com oficial do Corpo de Bombeiros em Santa Maria.
Com a pauta pré estabelecida de que houve corrupção em algum momento ou lugar permitindo o funcionamento da boate Kiss, os jornalistas foram direcionando a entrevista no sentido de conseguir do entrevistado a comprovação de sua tese. Como as respostas do entrevistado não atendiam ao desejado, começaram a pressionar, a entrecortar as palavras do bombeiro e, finalmente, cortando a entrevista.
No Inter ação
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Vamos acabar com os sinalizadores em boates!

É precisamos mudar os valores urgentemente. Pagam mais caro para ter um sinalizador e mostrar que são "gentes diferenciadas"....
Não achem porque caiu um raio em um lugar que não cairá outro.
Isso acontece em todas as baladas da região, de Floripa a Joinville, não sei em outros lugares: o sujeito compra um champagne, e porque pagou 500 reais nele, a casa manda um sinalizador para mostrar bem quem está pagando.
Já presenciei isso e, como Engenheiro de Segurança, posso atestar: isso é MUITO PERIGOSO EM LOCAIS FECHADOS.
AUTORIDADES: FISCALIZEM!
Pierre E. Vicenzi
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NBC dá aula de Geografia


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Frei Betto, Premio Internacional José Martí

Teólogo brasileño Frei Betto recibe Premio Internacional José Martí de la UNESCO. Foto MArcelino Vázquez
Teólogo brasileño Frei Betto recibe Premio Internacional José Martí de la UNESCO. 
Foto Macelino Vázquez
El teólogo brasileño Frei Betto dedicó a los Cinco Héroes cubanos, condenados injustamente en Estados Unidos, el Premio Internacional José Martí, que le otorgase la Organización de Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (UNESCO).
En la imposición del lauro, como parte de la ceremonia inaugural de la III Conferencia internacional por el equilibrio del mundo, Betto también rindió homenaje a los más de 200 jóvenes muertos recientemente en un incendio en su país.
Significó que era un honor recibir este reconocimiento en compañía de quienes fueron distinguidos antes, como Pablo González Casanova y Atilio Borón, al tiempo que recordó a otros galardonados, como el pintor ecuatoriano Oswaldo Guayasamín y el Comandante Hugo Chávez Frías, por el que hizo votos para su pronta recuperación de salud.
Destacó que quienes merecen el Premio son los que durante más de 50 años lo acompañan en su lucha por la libertad, los derechos humanos y la paz, los excluidos y explotados de las comunidades eclesiales de base en Brasil.
Pilar Álvarez Lazo, subdirectora general de la UNESCO, subrayó la vigencia del ideario martiano y recordó que, desde hace un decenio, la institución que representa desarrolla el Proyecto José Martí de solidaridad mundial.
Por su sólida cultura, labor social, magisterio y lucha por las mejores causas del hombre contemporáneo, Betto fue elegido de forma unánime por los miembros del jurado internacional que decidió el premio en su VI edición, afirmó.
Frei Betto dedicó su Premio internacional José Martí a los Cinco Héroes. Foto Marcelino Vázquez
Frei Betto dedicó su Premio internacional José Martí a los Cinco Héroes. 
Foto Marcelino Vázquez
No Radio Rebelde
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Murdoch critica

"Rupert Murdoch, chairman e CEO da News Corp., criticou ontem em um tuíte o artista britânico Gerald Scarfe por uma caricatura do premiê israelense Binyamin Netanyahu que ele chamou de "grotesca" e "ofensiva".
A ilustração, publicada no "Sunday Times", parte do império midiático de Murdoch, mostra Netanyahu construindo um muro com cadáveres de palestinos."
Latuff
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Respeito

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Charge online - Bessinha - # 1670

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Página tucana, abjeta, cria falsa notícia sobre Santa Maria, para atacar o PT



Já identificados: Eduardo Homem e Marcello Reis do blog Revoltados on line
Vão abrir processo contra o @eduardohomem41, acabaram de me informar. (Stanley Burburinho)

O cara do tal blog q inventou a mentira q o @DeputadoFederal era o dono da boate Kiss, amarelou. Veja:
Stanley Burburinho
Com Tecedora
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Santa Maria, Brasil: Crônica de um crime anunciado

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