29 de out de 2012

Por que este fdp não falou em mensalão hoje?

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O vencedor foi Lula (2a. Parte)

Desculpem mas sou obrigado a lembrar que, na contagem de votos do primeiro turno escrevi uma nota neste blogue com o titulo: “O vencedor foi Lula.”
O óbvio ululante, como eu dizia, confirmou-se ontem, quando o PT conseguiu o principal troféu da campanha, que foi a eleição em São Paulo.
Há um aspecto local nesta eleição. A escolha de um prefeito envolve preferências políticas e fidelidade de tipo ideológico, mas não se resume a isso.
O fator municipal pesou bastante. A rejeição à gestão de Gilberto Kassab – que o destino tirou do palanque de Fernando Haddad e colocou na campanha de José Serra – contribuiu muito. Kassab estava de malas prontas para embarcar na campanha de Haddad da forma mais discreta possível até que a entrada de Serra na campanha provocou uma mudança de rumo.
Como disse Antônio Donato à Folha, se Kassab estivesse no palanque de Haddad teria sido difícil fazer o discurso de oposição, tão útil para a vitória.
A própria rejeição a Serra, que tem a ver com a cidade e com sua decisão de abandonar a prefeitura antes do fim do mandato, também tem elementos locais.
Há outros elementos, porém. No primeiro turno de 2012 o PT foi, na soma de todos os votos do país, o partido que mais votos recebeu, que mais cresceu no número de prefeituras.
O PSDB caiu tanto que sua maior vitória foi celebrada em Manaus, o que, do ponto de vista nacional, está longe de ser uma grande façanha.
A vitória de Lula não envolve uma questão pessoal mas um dado político. Não é só um político popular que está pedindo votos.
A presença de Lula num palanque ajuda a trazer votos porque seu governo estabeleceu um novo parâmetro para as escolhas do país.
Muitos eleitores têm uma ideia do que pode vir a ser um governo com apoio de Lula sem sequer saber quem será o candidato. Isso é que permite o lançamento de um poste que, se for capaz de mostrar virtudes e competências próprias, pode se tornar um vitorioso.
Os avanços obtidos na distribuição de renda, seja entre as pessoas, seja entre regiões, se projetam na memória de cada brasileiro toda vez que ele toma o caminho das urnas – e isso influi na decisão.
Este processo envolve, também, os votos obtidos por legendas aliadas. O PSB foi o segundo grande vitorioso neste pleito mas é bom recordar que ele faz parte do bloco de partidos aliados de Lula. Não podem ser contados como votos de oposição, como tantos observadores sugerem. Se há uma porção nacional nesta decisão, ela faz parte do mesmo universo.
Em pleitos passados o PT abriu mão de crescer no Nordeste para favorecer uma aliança com os socialistas – que retribuíam com o apoio integral a Lula em eleições municipais.
Embora não sejam partidos idênticos e até possam vir a se separar em pleitos futuros, até o momento o PT e o PSB se apresentaram como aliados federais separados no plano local – e é assim que se apresentam para o eleitorado. Ninguém sabe o que o futuro reserva a estes aliados.
Mas até domingo passado, os dois partidos estavam sob a projeção de Lula, o que ajuda tornar sua vitória, ontem, ainda maior do que se costuma reconhecer.
Paulo Moreira Leite
No Vamos combinar
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Três colunistas e um funeral

Em clima de velório, Augusto Nunes, Reinaldo Azevedo e Marco Antônio Villa comentaram a derrota de José Serra em São Paulo no site de Veja; indignação com as pesquisas deu o tom; assista (se quiser)
No site de Veja.com, destaca-se o último debate promovido sobre as eleições municipais. Ancorado por Augusto Nunes, comentam os resultados o jornalista Reinaldo Azevedo e o historiador Marco Antônio Villa. O clima é de enterro. A indignação maior de Reinaldo dirige-se aos institutos de pesquisa, que previram uma diferença maior para Fernando Haddad. Enquanto o Datafolha cravou 60% a 40%, o Ibope deu 59% a 41% e as urnas mostraram 56% a 44%. Villa concorda e diz que muitos tucanos, já cientes da derrota, preferiam até não votar. Fazia muito sol em São Paulo no dia das eleições. Assista ao vídeo, no link abaixo, se tiver coragem:
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PT conquista 7 das 10 maiores cidades da Grande São Paulo

O PT conquistou sete das 10 cidades com maior eleitorado da região metropolitana de São Paulo e aumentou seu domínio na mesma região em comparação à última eleição, quando elegeu seis prefeitos nesses municípios.
Com a vitória do petista Fernando Haddad em São Paulo, e de Carlos Grana em Santo André, o partido conquista duas prefeituras que estavam sob domínio de outras legendas, o PSD, em São Paulo e o PTB, em Santo André e passa a comandar agora a maior cidade do Brasil e uma das maiores do Estado.
Em outras cinco cidades sobre seu domínio, o partido conseguiu manter-se no governo. Em Guarulhos, segundo maior colégio eleitoral do Estado, Sebastião Almeida se reelegeu com 60% dos votos, e derrotou, no segundo turno, Carlos Roberto (PSDB).
Em São Bernardo do Campo, casa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e terceiro maior colégio eleitoral do Estado, Luiz Marinho se reelegeu logo no primeiro turno. Ligado a Lula, o petista é um dos cotados a disputar o governo de São Paulo, em 2014 e fortalece seu nome com o desempenho desta eleição.
Em Osasco, após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manter a cassação da candidatura de Celso Giglio (PSDB), que foi o mais votado no primeiro turno, o petista Jorge Lapas, venceu a eleição e mantém a cidade sob o comando da legenda, assumindo o posto no lugar de Emídio de Souza (PT).
Em Mauá, Donisete Braga assume o executivo da cidade no lugar de Oswaldo Dias (PT), que venceu a eleição de 2008 e reassumiu o comando do PT na cidade. Em Carapicuíba, Sergio Ribeiro (PT) conseguiu sua reeleição já no primeiro turno, com 67,68% dos votos, e também mantém a cidade sob o controle petista.
Além dessas sete cidades, o PT também passará a administrar outros dois municípios da Grande São Paulo, região que abrange um total de 39 cidades. O partido também controlará, a partir de janeiro de 2013, as cidades de Embu, com Chico Brito, e Franco da Rocha, com Kiko.
No Esquerdopata
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Como o STF criou o “em dúvida, pau no réu !”

O Conversa Afiada reproduz importante artigo de Cláudio José Pereira, professor de Direito Processual Penal da Faculdade de Direito da PUC-SP, extraído do site da Carta Capital.



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Uma oportunidade de radicalizar a democracia até o Supremo

Ilustração: Esquerdopata
 
Já que decisão judicial é para ser cumprida (não obstante o direito dos condenados de continuar lutando para provar sua inocência), o PT terá de aceitá-la. Mas o partido ou outras entidades da sociedade, deveriam levar isso adiante, em nome de uma democracia limpa, à altura do Supremo. Como profundo ato de contrição pelos pecados que cometeu, deveria anular os mandatos de todos os ministros do Supremo nomeados durante o governo Lula.
A Corte Suprema prestou imenso serviço à democracia brasileira: jamais na história de nossas eleições, como agora, um partido político ficou sujeito a um tamanho conjunto de injúrias, impropérios e vilipêndios proferidos pelas mais altas autoridades do Judiciário e replicadas ao massacre pela mídia, e inclusive na propaganda eleitoral paga pelo povo. Sem o massacre midiático-jurídico, o PT parecia beneficiar-se da condição hegemônica para enganar o povo. Com o massacre, o partido ficou nu, e assim mesmo a maioria do povo o escolheu.
O veredicto das urnas coincidiu com o que alguns de nós, na mídia alternativa, consideramos na avaliação desse rumoroso processo: havia insultos demais e provas de menos. Quer queiram ou não, o povo também entendeu assim. O que reconhecemos desde o início do processo é que o PT, assim como todos os partidos brasileiros, operam um caixa dois nas campanhas eleitorais. Se isso é um grave desvio, que todos paguem pelo passado e que se reorganize o processo eleitoral para que não volte a acontecer no futuro. Mas que não seja apenas um a pagar por todos.
O fato é que o veredicto político dessas eleições é que não houve provas suficientes para dizer que houve compra ou venda de votos; que tenha havido recursos públicos envolvidos nos pagamentos a parlamentares ou a serviços eleitorais, conforme demonstrou a revista “Retrato”; que os líderes do PT, principalmente Dirceu e Genoíno, tenham chefiado uma quadrilha para realizar crimes financeiros ou de corrupção ativa. Houve provavelmente lavagem de dinheiro, mas fora do campo governamental e parlamentar. Nada que possa justificar essas penas ridículas e descomunais anunciadas.
Entretanto, levemos ao extremo as consequências desse julgamento claramente partidário. Já há juízes de primeira instância considerando nula a reforma da Previdência porque o Supremo entendeu que houve compra de votos para aprová-la. Assim, todas as medidas adotadas a partir da reforma, e com base nela, seriam nulas. Alguns dos ministros, reiterando uma prática que se tornou frequente nesta Corte extraordinária, já se manifestaram insinuando determinadas posições. Com isso, a própria estabilidade das instituições republicanas estaria nas mãos de uns poucos ministros do Supremo.
Já que decisão judicial é para ser cumprida (não obstante o direito dos condenados de continuar lutando para provar sua inocência tanto dentro quanto fora do campo judiciário), o PT, como partido líder da aliança governante, terá de aceitá-la, ajeitando por conta as instituições. Mas o partido, ele próprio ou outras entidades da sociedade civil, deveriam levar isso adiante, em nome de uma democracia limpa, à altura do Supremo. Como profundo ato de contrição pelos pecados que cometeu, deveria promover a anulação dos mandatos de todos os ministros do Supremo nomeados durante o governo Lula. É que seriam também viciados pela corrupção os votos majoritários que os respaldaram.
Continuando nessa marcha, todas as sentenças proferidas pelo Supremo onde os votos de ministros nomeados por Lula tenham sido decisivos teriam também que ser anuladas por vício de origem. Inclusive os do processo do chamado mensalão. É claro que o país mergulharia no caos institucional, mas isso não pode ser levado em conta quando está em jogo a suprema vaidade da toga. No rescaldo disso tudo, a democracia brasileira dos ricos e dos poderosos sairia revigorada, e o homem que mudou o Brasil, segundo “Veja”, poderia acabar sendo o nosso primeiro presidente negro com o encargo da libertação dos brancos dessa escravatura que são governos voltados para a inclusão e o resgate dos pobres.
J. Carlos de Assis, Economista e professor de Economia Internacional da UEPB, autor, entre outros livros, do recém-lançado “A Razão de Deus”, pela editora Civilização Brasileira. Esta coluna sai também nos sites Brasilianas e Rumos do Brasil, e, às terças, no jornal carioca “Monitor Mercantil”.
No Carta Maior
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Acabôôô

Derrota de Serra em São Paulo O fim do Serra
Derrota de Serra e Tucanos em São Paulo por Quinho 580x340 O fim do Serra
Quinho
Lula o Semeador de Postes por Nani Lula   O Semeador de Postes
Nani
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Nivel de abstención histórico en las elecciones municipales chilenas

El nivel de abstención está cercano al 60 por ciento
(Foto: EFE)
El padrón electoral para estros comicios era de 13 millones 404 mil 084 personas. Con el 95 por ciento de las mesas escrutadas, habían votado cinco millones 476 mil 947 electores, lo que significa una participación del 40,4 por ciento y una abstención de 59.6 por ciento.
La implementación del sistema de voto voluntario en Chile -por primera vez aplicado en las elecciones municipales de este domingo- tuvo un debut deficiente, luego que el Servicio Electoral (Servel) nacional proyectará una abstención cercana al 60 por ciento, tras computar los votos del 95 por ciento de las mesas habilitadas durante el proceso.
El padrón electoral para estros comicios era de 13 millones 404 mil 084 personas. A falta de contabilizar solamente el cinco por ciento de las mesas de votación, habían ejercido su derecho cinco millones 476 mil 947 electores, lo que significa una participación del 40,4 por ciento y una abstención de 59.6 por ciento.
El diario La Tercera reseñó que los resultados son “poco auspiciosos”, si se toma como base que en las municipales de 2008 la participación fue de 57,4 por ciento, “que en aquel tiempo ya era la más baja desde 1992”.
En tanto, en las presidenciales de 2009, el padrón alcanzaba los ocho millones 285 mil personas y en la primera vuelta votaron siete millones 264 mil personas, dejando la abstención en sólo 12,32 por ciento, cuando aún la condición del voto obligatorio.
“La cifra sorprendió al mundo político y al gobierno, desde donde hicieron insistentes llamados a participar en los días previos a la elección. La participación del padrón electoral, de paso, descolocó a los expertos en encuestas”, reseñó el periódico.
Sobre este particular, El Mercurio recordó que los resultados se alejaron de las previsiones del Servel, ente que había estimado una abstención de 30 por ciento, mientras la encuestadora Mori previó un 40 por ciento y otras más pesimistas hablaron de un 46 por ciento.
Agrega que desde este mismo lunes “los partidos, expertos electorales y analistas políticos se abocarán de lleno a dilucidar qué pasó con el padrón electoral”, en una votación que apenas congregó poco más del 40 por ciento de los chilenos.
Por su parte, el director del Servel, Juan Ignacio García, manifestó su tranquilidad frente al tema, ya que según su experiencia “en las elecciones municipales hay normalmente una mayor abstención. En algunas comunas hubo mayor participación y en otras menos, como es propio de este proceso”.
Los comicios de este domingo se convirtieron en los primeros en desarrollarse bajo el sistema electoral de inscripción automática y voto voluntario, dejando atrás la época del voto obligatorio.
En cuanto a los resultados, los partidos de la coalición gubernamental, integrada fundamentalmente por Renovación Nacional (RN) y Unión Demócrata Independiente (UDI), perdieron varios de sus principales enclaves de poder, como Santiago Centro, Providencia, Ñuñoa y Recoleta en la capital, y Concepción, en la región del Bío Bío.
La comuna de Santiago, escenario de una de las mayores batallas electorales de esta lid, vio ganar a la candidata por el Partido Por la Democracia, Carolina Tohá, sobre el actual edil, Pablo Zalaquett, de la UDI.
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As manchetes distintas dos jornais de MG e SP

 
Se compararmos as manchetes de hoje dos jornais paulistas e mineiros, fica perceptível o quanto a sombra de Aécio Neves atinge as redações dos jornais das Minas Gerais.
No Hoje em Dia, a capa, após citar os quatro eleitos no segundo turno, destaca no subtítulo que o PSDB apoiou três dos quatro eleitos. À página 03, a manchete é ainda mais direta: "PSDB ´vence´ no 2º turno em Minas, mesmo sem disputar". Uma manchete para ficar nos anais da história do jornalismo. Noticiaram timidamente que a vitória de Paulo Piau (PMDB) em Uberaba derrotou diretamente o PSDB.
Não se fez cômputo similar em nenhum outro jornal da grande imprensa brasileira.
Do outro lado, o UOL divulga dados sobre a fatia do orçamento público que o PT passa a governar após o segundo turno das eleições.
A diferença de postura editorial pode revelar regionalismos. Mas pode revelar mais.
Os jornais mineiros fincaram pé nos resultados do segundo turno e esqueceram os do primeiro turno. No cômputo geral, o PSDB não disputou o segundo turno em Minas Gerais, ao contrário do PT, que disputou e perdeu em três dos quatro municípios que tiveram este retorno às urnas. Também se ignorou, na imprensa mineira, que o PSDB ficou mais nordestino e nortista a partir destas eleições municipais e menos sulino. É evidente que o futuro de Aécio Neves depende, hoje, muito mais de outros partidos que o seu.
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Serra teve sua pior votação em segundos turnos em São Paulo

A rejeição a José Serra (PSDB) nas eleições municipais de São Paulo se confirmou no segundo turno da disputa de 2012. Neste domingo 28, ao enfrentar Fernando Haddad (PT), o tucano teve sua pior votação na capital paulista nos quatro segundos turnos que disputou em sua carreira política, em que enfrentou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a atual ministra da Cultura, Marta Suplicy, e a presidenta Dilma Rousseff, todos petistas.
Em 2012, Serra obteve 2,7 milhões de votos, o equivalente a 44,43% do votos válidos. O pior resultado de Serra antes desse foi obtido em 2002, quando foi derrotado por Lula na capital paulista ao obter 48,94% dos votos (2,9 milhões).
Depois disso, em 2004 e 2010, Serra conseguiu vitórias na capital paulista. Em 2010, Serra derrotou a presidenta Dilma Rousseff ao obter 3,4 milhões de votos (53,64% dos votos). A melhor votação de Serra foi obtida em 2004, quando derrotou a então prefeita Marta Suplicy com 54,86%. Serra ficou no cargo por mais de um ano e meio e deixou a prefeitura para disputar o governo de São Paulo, para o qual foi eleito no primeiro turno.
A saída de Serra da prefeitura, por sinal, foi um dos ataques mais explorados pelo PT ao longo da campanha e que ajudou a ampliar sua rejeição entre o eleitorado paulista.
No CartaCapital
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Ládio Veron - Líder Kaiowá Guarani

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PMDB e PSDB encolhem; PT e PSB avançam



PT conquistou 16 prefeituras em municípios com mais de 200 mil eleitores.
PMDB irá comandar o Executivo em 1.022 cidades com eleitorado menor.
O Partido dos Trabalhadores (PT) conquistou, nas eleições municipais encerradas neste domingo (28), o maior número de prefeituras em cidades grandes, mas a sigla perdeu eleitos em comparação com a última eleição.
Dos 83 municípios com mais de 200 mil eleitores, a sigla venceu a disputa em 16, incluindo a maior delas, São Paulo, onde o candidato Fernando Haddad derrotou José Serra (PSDB). Em 2008, haviam sido 20 prefeituras nas cidades grandes.
O segundo partido que mais conquistou cidades com mais de 200 mil eleitores foi o PSDB (15). A legenda avançou em comparação com a última eleição, quando obteve 13 eleitos. A seguir aparecem PSB, com 11, e o PMDB, com 9. Este último foi o que mais perdeu entre as grandes cidades. Em 2008, a sigla elegeu 17 prefeitos.
O PMDB foi vitorioso, porém, nas cidades pequenas, com eleitorado abaixo de 200 mil, e vai comandar 1.022 prefeituras, contra 687 do PSDB, 620 do PT, 493 do PSD e 464 do PP. Nestas cidades, o PMDB avançou, e o PSDB perdeu prefeitos. Em 2008, as legendas elegeram, respectivamente, 1.192 e 782 prefeitos.
PSB lidera nas capitais
O Partido Socialista Brasileiro (PSB) elegeu o maior número de prefeitos de capitais nas eleições municipais de 2012.
A sigla vai comandar as cidades de Fortaleza, Belo Horizonte, Cuiabá, Recife e Porto Velho. O PSDB foi vitorioso em quatro capitais: Maceió, Manaus, Belém e Teresina. Também quatro eleitos teve o PT, que venceu a disputa em Rio Branco, Goiânia, João Pessoa e São Paulo, a maior do país.
Pela primeira vez na disputa eleitoral nos municípios, o Partido Social Democrático (PSD) elegeu o prefeito de uma capital do país. Cesar Souza Júnior venceu o segundo turno em Florianópolis (SC). 
Sete anos após ser registrado pela Justiça Eleitoral, o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) elegeu neste domingo (28) seu primeiro prefeito em uma capital do país. Clécio Luís (PSOL) é o novo prefeito de Macapá (AP) com 101.261 votos, o equivalente a 50,59% dos votos válidos. 
PMDB e PSDB encolhem; PT e PSB avançam
No país, PMDB e o PSDB lideram o ranking de prefeituras conquistadas pelos partidos em 2012, embora tenham tido menos prefeitos eleitos nas eleições municipais deste ano em comparação com o pleito de 2008
O PT, que ocupa o 3º lugar do ranking, conseguiu conquistar mais prefeituras do que em 2008. Já o PSD sai de sua primeira eleição municipal na 4ª posição, com 497 prefeitos eleitos.
Veja a seguir os resultados das eleições 2012 nas capitais e demais cidades com 2º turno:
UF Capital Resultado
AC Rio Branco 2º turno - Marcus Alexandre (PT)
AL Maceió 1º turno - Rui Palmeira (PSDB)
AM Manaus 2º turno - Artur Neto (PSDB)
AP Macapá 2º turno - Clécio (PSOL)
BA Salvador 2º turno - ACM Neto (DEM)
CE Fortaleza 2º turno - Roberto Claudio (PSB)
ES Vitória 2º turno - Luciano Resende (PPS)
GO Goiânia 1º turno - Paulo Garcia (PT) - reeleito
MA São Luís 2º turno - Edivaldo Holanda Júnior (PTC)
MG Belo Horizonte 1º turno - Márcio Lacerda (PSB) - reeleito
MS Campo Grande 2º turno - Alcides Bernal (PP)
MT Cuiabá 2º turno - Mauro Mendes (PSB)
PA Belém 2º turno - Zenaldo Coutinho (PSDB)
PB João Pessoa 2º turno - Luciano Cartaxo (PT)
PE Recife 1º turno - Geraldo Julio (PSB)
PI Teresina 2º turno - Firmino Filho (PSDB)
PR Curitiba 2º turno - Gustavo Fruet (PDT)
RJ Rio de Janeiro 1º turno - Eduardo Paes (PMDB) - reeleito
RN Natal 2º turno - Carlos Eduardo (PDT)
RO Porto Velho 2º turno - Dr. Mauro Nazif (PSB)
RR Boa Vista 1º turno - Teresa Surita (PMDB)
RS Porto Alegre 1º turno - José Fortunati (PDT) - reeleito
SC Florianópolis 2º turno - Cesar Souza Júnior (PSD)
SE Aracaju 1º turno - João Alves Filho (DEM)
SP São Paulo 2º turno - Fernando Haddad (PT)
TO Palmas 1º turno - Carlos Amastha (PP)
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

Veja as cidades com mais de 200 mil eleitores onde houve 2º turno
RJ Belford Roxo Dennis Dauttmam (PCdoB)
SC Blumenau Napoleão Bernardes (PSDB)
PB Campina Grande Romero Rodrigues (PSDB)
SP Campinas Jonas Donizette (PSB)
ES Cariacica Juninho (PPS)
PR Cascavel Edgar Bueno (PDT)
MG Contagem Carlin Moura (PCdoB)
SP Diadema Lauro Michels (PV)
RJ Duque de Caxias Alexandre Cardoso (PSB)
SP Franca Alexandre (PSDB)
SP Guarujá Antonieta (PMDB)
SP Guarulhos Almeida (PT)
SC Joinville Udo Döhler (PMDB)
MG Juiz de Fora Bruno Siqueira (PMDB)
SP Jundiaí Pedro Bigardi (PCdoB)
PR Londrina Alexandre Kireeff (PSD)
PR Maringá Pupin (PP)
SP Mauá Donisete Braga (PT)
MG Montes Claros Ruy Muniz (PRB)
RJ Niterói Rodrigo Neves (PT)
RJ Nova Iguaçu Nelson Bornier (PMDB)
RS Pelotas Eduardo Leite (PSDB)
RJ Petrópolis Rubens Bomtempo (PSB)
PR Ponta Grossa Marcelo Rangel (PPS)
SP Ribeirão Preto Dárcy Vera (PSD)
SP Santo André Carlos Grana (PT)
RJ São Gonçalo Neílton Mulin (PR)
SP Sorocaba Pannunzio (PSDB)
SP Taubaté Ortiz Junior (PSDB)
MG Uberaba Paulo Piau (PMDB)
BA Vitória da Conquista Guilherme (PT)
ES Vila Velha Rodney Miranda (DEM)
RJ Volta Redonda Neto (PMDB)
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
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Eleições 2012: As Prefeituras do país


O gráfico refere-se ao primeiro turno das eleições. 
Os resultados dos 50 municípios que tiveram 2º turnos estão aqui.
O PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) é a sigla com maior representação nas prefeituras do país. Ao todo, 1.039 municípios são governados pela legenda, o equivalente a 18% das cidades brasileiras. 
Em seguida aparece o PSDB (Partido da Social Democracia), com 750 de prefeitos no Brasil. Em terceiro lugar está o PT (Partido dos Trabalhadores), com 652 representantes.
Proporcionalmente, o PMDB tem sua maior representação no Estado de Santa Catarina. No local, 35% das prefeituras são comandadas pela sigla.
Veja os resultados por região do país:

 Sul  

Na região Sul do país as prefeituras dos três Estados foram, em sua maioria, dominadas pelo PMDB que elegeu 294 prefeitos na região.
No Rio Grande do Sul o PP elegeu 136 prefeitos e ficou com 27% dos municípios do Estado. O PMDB assumirá 131 prefeituras.
Em Santa Catarina o PMDB é o partido que irá assumir mais municípios, com 108 prefeitos eleitos. Em segundo lugar no estado ficou o PSD, com 54 prefeituras.
No Estado do Paraná o PSDB foi o partido que conseguiu o maior número de prefeituras, com 77 municípios. O PMDB foi a segunda sigla com mais prefeitos eleitos.

 Sudeste 

O PSDB é o partido que mais conquistou prefeituras na região sudeste do país, totalizando 328. A sigla ficou com a maioria dos municípios de São Paulo e Minas Gerais.
Em São Paulo foram 177 prefeitos eleitos pelos tucanos. Já o PMDB, que liderou as prefeituras brasileiras, ficou em segundo lugar com 90 municípios.
Em Minas Gerais o partido também dominou as eleições municipais, alcançando 16% das cidades do Estado. O PMDB mais uma vez aparece em segundo lugar com 119 candidatos eleitos.
No Espírito Santo a maioria das prefeituras ficou nas mãos do PSB, que alcançou 28% dos municípios. A segunda sigla que mais conseguiu eleger prefeitos foi o PMDB, com 15 cidades.
O PMDB elegeu 26 prefeitos no Estado do Rio de Janeiro, 25% do total. O PT conseguiu 11 prefeituras, ficando em segundo lugar.

 Centro-Oeste 

Na região Centro-Oeste do país o PMDB dominou as prefeituras de dois Estados: Goiás, com 57 cidades e Mato Grosso do Sul, com 30% dos municípios.
Já no Mato Grosso o PSD venceu em 39 disputas, o que equivale a 28% dos 141 municípios do Estado.

 Norte 

A região Norte do Brasil teve três estados com a maioria dos municípios conquistados pelo PSDB. O Pará terá 34 cidades nas mãos dos tucanos, representado 22% do total de 146.
Em Roraima, quatro dos municípios ficaram com o partido, representando 22% do total. Ainda com domínio do PSDB, seis cidades do Acre foram conquistadas pela sigla, alcançando 27% do total.
Já no Estado do Amazonas o PSD, um dos mais novos partidos do país, venceu em 23 das 62 cidades, o que equivale a 37% do total.
O novo partido também conquistou a maioria das prefeituras de Tocantins com 31 prefeitos eleitos. Em segundo lugar ficou o PSC com 11 municípios.
Já o Estado de Rondônia seguiu a tendência do país e teve 28% das suas prefeituras conquistadas pelo PMDB, chegando a 15 municípios.
No Amapá PSB e PT empataram em primeiro lugar no número de municípios conquistados, com três para cada uma das siglas.

 Nordeste 

A região Nordeste, com seus nove estados, acompanhou a tendência brasileira. Alagoas (24%), Maranhão (21%), Paraíba (26%) e Rio Grande do Norte (29%) tiveram a maioria dos seus municípios conquistados pelo PMDB.
O PSB conseguiu dominar a maioria dos municípios em três Estados da região: Ceará (22%), Piauí (24%) e Pernambuco (31%).
Na Bahia o PT foi o partido que mais conquistou municípios, com 94 prefeitos eleitos, o que equivale a 22% do total.
Em Sergipe o PSD foi a sigla mais vencedora, conquistando 12 prefeituras, com 16% do total de municípios do Estado.

Veja também: PT lidera no "G85"
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Mais uma vez o PSDB esbarra em um poste do PT.

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Presidenta recebe prefeito eleito de São Paulo

Presidente Dilma Rousseff recebe no Palácio do Planalto o prefeito eleito de São Paulo, Fernando Haddad.
Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff recebeu nesta segunda-feira (29) o prefeito eleito do município de São Paulo, Fernando Haddad. Ele afirmou que o encontrou serviu para, além de agradecer o apoio da presidenta, estabelecer uma rotina de trabalho.
O prefeito eleito ressaltou a importância de se criar um grupo de trabalho o quanto antes para iniciar a discussão sobre as parcerias que foram anunciadas no plano de governo apresentado durante a campanha, para que sejam implementadas o quanto antes. Haddad, antes de voltar para São Paulo, ainda visita o Ministério da Educação.
No Blog do Planalto
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Desempenho dos partidos no "G85"

O “G85” reúne as 26 capitais* e as 59 cidades do interior com mais de 200 mil eleitores. 
* Brasília é excluída porque não elege prefeito.


Veja também: PT lidera no "G85" e O segundo turno
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