27 de out de 2012

Há 10 anos no Brasil... amanhã em São Paulo


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Haddad sobre debates

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Lula lembra 10 anos de governo do PT


lula palanques Lula lembra 10 anos de governo do PT
"Amanhã está fazendo dez anos que ganhamos a eleição, lembra?", foi logo me dizendo o ex-presidente Lula quando liguei para ele na manhã desta sexta-feira (26) para cumprimentá-lo pelo seu aniversário.
O tempo corre tão depressa que já não me lembrava direito daquele 27 de outubro de 2002, quando Lula comemorou no mesmo dia o seu aniversário e a vitória nas eleições para presidente da República.
Como estamos novamente na antevéspera de uma eleição, Lula desistiu de fazer neste sábado, em que completa 67 anos, uma comemoração para lembrar a data da primeira vitória do PT.
Preferiu deixar para organizar com calma, no começo de janeiro, uma série de atividades em que pretende fazer um balanço dos dez anos de governo do PT (oito dele e dois de Dilma).
"Vamos discutir o que era o Brasil antes do governo do PT e o que é agora", anunciou Lula, depois de voltar de mais uma longa maratona de comícios pelo País.
Bastante animado com o que viu, e principalmente com a dianteira que seu candidato Fernando Haddad abriu nas pesquisas para a eleição de domingo em São Paulo, Lula já começou a fazer planos para 2014, sem citar nomes. "Precisamos ter competência para montar uma chapa forte na disputa pelo governo do Estado."
Desde que ele entrou de cabeça nas campanhas do PT, como estava sempre em trânsito, não falava com o velho amigo. Em nenhum momento da nossa breve conversa por telefone, o ex-presidente se queixou de qualquer problema de saúde, o que demonstra que ele está recuperado do tratamento do câncer na laringe, descoberto há exatamente um ano.
Até a voz está voltando ao normal. E combinamos de nos encontrar na próxima semana para colocar os assuntos em dia.
* * *
Como já não me lembrava do momento em que ficamos sabendo da vitória na eleição de 2002, recorro mais uma vez ao meu livro de memórias Do |Golpe ao Planalto — Uma Vida de Repórter (Companhia das Letras), em que conto o que aconteceu:
Às cinco horas da tarde do domingo 27 de outubro de 2002, no dia em que Lula completava 57 anos, foi com muito custo que ele atendeu a meu chamado para vir até onde já se encontravam sua família - a mulher Marisa, os quatro meninos e as noras - e uns poucos amigos, diante do aparelho de televisão (...).
A TV Globo iria anunciar o resultado da pesquisa boca-de-urna da eleição presidencial. O âncora Franklin Martins chamou a repórter, que estava ao lado do presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro: "Agora, ao vivo, vamos conhecer os resultados da pesquisa boca-de-urna com a repórter Mariana Kotscho". Por uma coincidência, a repórter era minha filha mais velha.
"Olha lá, Mara! A Mariana está mesmo com jeito de grávida!": foi o primeiro e único comentário de Lula, como se o resultado anunciado por Montenegro, dando-lhe a vitória por larga margem sobre José Serra, não estivesse acabando de confirmar a primeira eleição de um operário para a Presidência da República do Brasil, depois de três tentativas frustradas.
As pessoas começaram a pular, gritar e se abraçar. Lula, impassível, braços cruzados, olhava para o monitor de TV. Parecia não acreditar no que via e ouvia - ou já esperava por aquele resultado havia muito tempo e por isso não se surpreendeu. Os filhos, também; pareciam assistir ao final de um jogo cujo resultado já conheciam. Com os números da pesquisa aparecendo na tela, não tinha mais erro. A comemoração podia começar, mas o dono da festa resistia. "Porra, Lula, nós ganhamos a eleição!", gritei, e lhe dei um tapa nas costas, para ver se ele caía na real.
Ricardo Kotscho
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Lula Presidente - 10 anos - (8/8)


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Desolação na Consolação

Rua da Consolação, 27 de outubro de 2012, 11h48: O dia seguinte após o debate na Globo
No Maria da Penha Neles!
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Romney critica kit gay de Obama

Romney critica kit gay de Obama
Desesperado com a queda nas pesquisas, Obama pediu para ex-presidente Lula acompanhá-lo em um comício no Bronx
SAN FRANCISCO - O candidato republicano Mitt Romney acusou Barack Obama de distribuir cartilhas em escolas americanas estimulando "o comunismo, a homossexualidade e o pan-arabismo". Segundo Romney, o texto da cartilha diz que "o aluno que prefere um sorriso a um iPhone tem 50% de chances a mais de ser feliz". "Não podemos submeter a liberdade dos mercados aos caprichos dos cidadãos. Há uma inversão enorme de valores aí", explicou Romney.
O candidato republicano deixou claro que é preciso destravar as amarras do crescimento econômico a qualquer custo. "Vou acirrar a regulamentação sobre o aborto, garrotear a religião, perseguir as perversões sexuais e as opções individuais desviantes. As pessoas não podem atrapalhar o PIB", discursou.
"São Paulo se antecipou ao debate político mundial", explicou em palestra Silas Malafaia. "Em breve, a Europa consertará a homossexualidade e sairá da crise", vaticinou.
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Lula Presidente - 10 anos - (6/8)


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Olívio Dutra: “PT está virando partido de barganha como os outros”

Se a direção nacional e gaúcha do PT tem uma avaliação de que as eleições municipais de 2012 foram apenas positivas pelo aumento do número de prefeituras em relação ao último pleito, um quadro de força política relevante do partido discorda. O ex-governador do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra disse que o processo eleitoral deve servir como lição sobre os rumos da identidade do PT.
“O PT tem mais se modificado do que modificado a sociedade. Este é um grande problema nosso. Estamos ficando iguais aos partidos tradicionais. Nós não nascemos para nos confirmarmos na institucionalidade e viver da barganha política”, critica. Para Olívio, a sigla que nasceu da luta dos trabalhadores e acumula tradição em formação política e diálogo com os movimentos sociais está se afastando de sua origem. “Não podemos ser o partido da conciliação de interesses. Temos que ser o partido da transformação social. Evidente que não sozinho, mas com alguns em que possamos apresentar projetos de campos populares democráticos”, diz.
A política de colaboração de classes adotada pela direção do Partido dos Trabalhadores a partir da eleição do Lula, em 2002, conduz o PT, na visão de Olívio Dutra ao distanciamento dos ideias petistas que constituíram o partido. “A esquerda do PT, PSTU e PCO devem ao país. Temos que nos unir e não ficar disputando dentro do próprio PT. As correntes internas que antes discutiam ideias agora discutem como se fortalecer e buscar cargos e eleições de seus quadros. Isso é preocupante”, afirma.
Ainda que as considerações do ex-ministro de Lula apontem para um cenário crítico internamente, ele acredita que o PT ainda tem raízes de sustentação que o permitem fazer uma boa reflexão sobre esta transformação política. “Aprendemos mais com as vitórias do que as derrotas. Representamos uma enorme transformação para o povo brasileiro, mas há que se perguntar se conseguimos mudar substancialmente as estruturas do estado que promovem as desigualdades e injustiças no nosso país. Elas estão intactas, apesar de termos tido a oportunidade de estar no governo. O PT tem que ser parte de uma luta social e cultural agora, e não se dispor a ficar na luta por espaços e no afastamento dos movimentos sociais”, salienta.
Rachel Duarte
No Sul21
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Haddad deveria, sim, acabar com as OSs

 
A campanha de José Serra transformou o modelo de gestão da saúde na capital paulista por entidades privadas em “fetiche”, opina Paulo Spina, do Fórum Popular de Saúde de São Paulo. Segundo ele, as OSs fragmentam o sistema de saúde na cidade e servem para atender a fortes interesses econômicos. “A população já está se colocando contra as privatizações, tanto que a saúde é a principal reclamação.”
Para os moradores de São Paulo, o maior problema da cidade é a saúde, segundo pesquisa do Datafolha de julho deste ano. Mas o candidato a prefeito José Serra (PSDB) insiste em listar as maravilhas do modelo de gestão do setor implementado por ele quando prefeito e consolidado por Gilberto Kassab (PSD). E o candidato petista Fernando Haddad parece ter “comprado” essa ideia.
O tucano “alerta” para o risco de o petista acabar com a administração das Organizações Sociais (OSs) na saúde, se eleito. E o petista se defende garantindo que isso não vai acontecer e se dizendo mais aberto que o próprio partido, historicamente contrário à iniciativa. De acordo com a pesquisa, a saúde é a área mais problemática de São Paulo para 29% dos entrevistados. Oito anos antes, quando ainda não havia OSs no setor e a petista Marta Suplicy tentava a reeleição e foi derrotada por Serra, o índice era de 16%.
“O Haddad deveria, sim, acabar com as OSs”, defende Paulo Spina, do Fórum Popular de Saúde de São Paulo. Em entrevista à Carta Maior, ele rechaça a hipótese propagada pelo tucano de que o fim da gestão mista ocasionaria graves prejuízos aos paulistanos. “O Haddad deveria iniciar um processo de passar a gestão do Sistema Único de Saúde para a gestão pública. Isso não vai ser o caos. Pelo contrário, traria racionalidade para o sistema, uma gestão pública efetiva que melhoraria a saúde do usuário.”
Para Spina, a atuação de mais de 30 OSs na cidade causa a fragmentação do sistema de saúde e serve para atender fortes interesses econômicos em detrimento da prioridade ao bem-estar do paciente. Além disso, relata, o modelo traz como consequência a precarização das condições de trabalho no setor. Confira a entrevista a seguir:
Carta Maior - A campanha eleitoral do Serra vem insistindo que o Haddad, se eleito, acabará com a gestão das OSs na saúde, o que, segundo ele, seria um desastre para a cidade. Qual sua avaliação sobre esse tipo de gestão? É tão fundamental e benéfico como o Serra diz?
Paulo Spina - Nós do Fórum Popular de Saúde somos inteiramente contrários a essa política de OSs, que, no nosso olhar, é uma política de privatização que traz vários problemas para a saúde no município.
CM - Por exemplo?
PS - As OSs contratam sem licitação, é quase uma quarteirização. Hoje são mais de 30 OSs em São Paulo, o que fragmenta todo o sistema de saúde, porque há organizações ligadas a interesses diversos. Nem sempre o interesse do paciente é colocado como prioridade. Além disso, há o interesse econômico. Por exemplo, uma das maiores OSs de São Paulo é a SPDM [Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina], que está entre as cem maiores empresas do Brasil. Ela não vem administrar o sistema público de saúde porque é boazinha, vem porque tem interesse econômico. Então, o governo drena recursos do SUS [Sistema Único de Saúde] para essas OSs que têm empresas por trás.
Há também um processo de precarização do trabalho, que faz o trabalhador da saúde ficar numa situação de assédio moral. O funcionário não consegue defender o usuário. Existem alguns casos de demissão política, como a que ocorreu no Jabaquara. Nessa região caiu muito o número de psiquiatras na atenção básica. Isso por conta do fato de o governo ter parado de investir na gestão pública para investir nas OSs. E a OS de lá [a SPDM] não contrata mais psiquiatras. O número passou de 12 em 2008 para dois em 2012.
Então, o Fórum Popular de Saúde começou uma movimentação em favor da saúde mental. Um dos trabalhadores da OS e que é do Fórum foi demitido. Então, o processo de sucateamento do trabalho é grande. O Haddad, para nós, deveria, sim, acabar com as OSs. Deveria pôr em execução um processo de passar a gestão do Sistema Único de Saúde para a gestão pública. Isso não vai ser o caos. Pelo contrário, traria racionalidade para o sistema, uma gestão pública efetiva que melhoraria a saúde do usuário.
CM - Os defensores desse modelo falam em redução de custos e melhorias na gestão. Isso não é verdade?
PS - O que eles trazem como principal argumento é: como podem contratar e demitir mais rapidamente e podem contratar serviços sem licitação, isso traria agilidade e eficiência. Em nossa avaliação, para se ter eficiência não é preciso haver esses mecanismos, que são uma forma de ir para cima dos trabalhadores. Temos muitos casos de agentes comunitários de saúde que estão adoecendo por causa dessa situação. Se você perguntar para as OSs, elas vão mostrar algumas pesquisas que falam que são eficientes e que diminuem gastos. Mas outros estudos mostram justamente o contrário, que a gestão pública é que economiza mais recursos. É uma disputa que está colocada academicamente. Há estudos dos dois lados. Até porque inclusive algumas OSs têm interesse acadêmico. A SPDM tem como vice-presidente o Ronaldo Laranjeira, pesquisador que defende um tipo de psiquiatria. Então, há o interesse pela pesquisa, mas por apenas um tipo de pesquisa. E nesse contexto vão se produzindo estudos que comprovariam que as OSs são boas, mas a gente duvida da fidedignidade dessas pesquisas.
CM - Por que o Haddad nega que acabará com a gestão das OSs na saúde se já declarou ser contra essa política?
PS - Uma possibilidade é que as propagandas do Serra tornaram as OSs quase um fetiche. Como se o paciente do SUS fosse realmente atendido pelo Hospital Albert Einstein, pelo Sírio-Libanês. Na verdade é atendido por um trabalhador de uma unidade administrada por esses hospitais. O atendimento é incomparável. Acho que esse fetiche está colocado muito fortemente na propaganda do Serra. Realmente hoje são muitos trabalhadores que estão sendo contratados por OSs, porque o investimento na gestão pública parou, e há muito tempo não tem concurso. Então é o dilema: “se eu for contra isso, primeiro estarei indo contra essa ideia que parece estar disseminada na população e, depois, contra esses trabalhadores”. É como se fosse acabar com o emprego dessas pessoas.
Essa preocupação é um erro, pois a população está percebendo que ser atendida por alguém com uniforme do Albert Einsten não é a mesma coisa que estar no hospital particular. A população já está se colocando contra as privatizações, tanto que o sistema de saúde é a principal reclamação na cidade de São Paulo. O Haddad deveria explicar que os funcionários das OSs não seriam demitidos, que esse modelo não vai acabar de uma hora da outra, que se criaria um processo para esses trabalhadores passarem para uma gestão pública efetiva.
Outra possibilidade que explicaria por que o Haddad está recuando nesse ponto é o fato de existir setores do PT que têm defendido essa política e aplicado em outros locais do Brasil, às vezes com nomes diferentes. Acho que é uma disputa que está dentro do PT.
CM - Mas aqui em São Paulo o PT sempre foi contra. Pelo menos a bancada do partido na Câmara dos Vereadores sempre votou contra as leis que estabeleceram esse modelo. Acredita que isso pode mudar numa gestão Haddad ou acha que seu discurso é puramente eleitoral?
PS - Com o Haddad dizendo na TV que não vai acabar com as OSs, indo fazer eventos com as marcelinas, imagino que vai haver intervenções para controlar mais. Mas isso é impossível. A lei, como está agora, escancara. Eles podem quarteirizar.
CM – Mas a bancada do PT na Câmara e a base do partido em São Paulo vão aceitar? Acha que pode se criar uma tensão entre esses setores e o Haddad?
PS - Acho que vai ter certa tensão sim. Claro, uma boa parte da militância do PT se coloca contra as OSs. Mas acho que os vereadores se dividem. Talvez alguns possam ir mais para o lado do pragmatismo. Mas tenho convicção de que uma vereadora como a Juliana Cardoso, que foi a segunda mais votada [do PT], vai ser contra. Especulando, é possível que o Haddad traga a São Paulo a alternativa privatista do PT, a chamada Fundação Estatal de Direito Privado. Tem em São Bernardo, na Bahia... É uma forma de privatização diferente. Também a consideramos uma forma de privatização, mas traz algumas melhorias se compararmos com as OSs. Por exemplo, impede a quarteirização e prevê um pouco mais de controle da gestão pública.
No entanto, mantém o vínculo com o interesse privado. É possível acontecer o mesmo em São Paulo. Mas veja como não muda muito: o mesmo grupo econômico que controlava as OSs em São Bernardo do Campo se qualificou como fundação e assumiu a administração, com outros critérios. Não se mexe na ética que está por trás do modelo, pois os interesses continuam.
CM - Como poderia ser feita a transferência da gestão das OSs para o poder público novamente?
PS - Tem de ser uma substituição gradual, para não deixar o usuário sem serviço. Por exemplo, à medida que os contratos forem vencendo, ir substituindo. No primeiro ano de gestão, pode ser realizado um grande concurso para contratar trabalhadores públicos, para passar os trabalhadores das OSs para os cargos públicos. Nesse caso, teria que haver um enfrentamento com a Lei de Responsabilidade Fiscal, pois se você contrata um trabalhador por concurso ele entra na conta da lei – quando é terceirizado, não.
CM - A campanha de Serra afirma que Haddad encerraria o trabalho de entidades respeitáveis no setor. Qual o perfil dessas entidades que gerem unidades de saúde em São Paulo?
PS - Uma das características das OSs que estão na cidade de São Paulo é que por trás delas estão grandes empresas. São grandes potências econômicas. Algumas têm ligação com a universidade, com o a Fundação Faculdade de Medicina, ligada à USP, e a SPDM, ligada à Escola Paulista de Medicina. Essa situação atrela as pesquisas nesses locais. Hoje, por exemplo, há uma proposta do governo do estado de São Paulo que a gente vê com muito cuidado, com muita restrição: a AME-Psiquiatria. Do nosso ponto de vista, vai contra a Reforma Psiquiátrica, que é uma grande conquista do movimento de luta antimanicomial. E é uma proposta orquestrada pela SPDM, que implementou esse modelo na Vila Maria e quer implementar no Butantã. É um modelo que serve a uma ideia de pesquisa contrária ao que está colocado na Lei do SUS e na Lei da Reforma Psiquiátrica.
Uma aberração é o caso da Seconci [Serviço Social da Indústria da Construção Civil], que protagonizou um dos maiores escândalos recentes. A entidade estava recebendo dinheiro para administrar 31 UBS [Unidades Básicas de Saúde], mas na prática, por conta de problemas jurídicos, estavam administrando só 14. O Tribunal de Contas do Município investigou e descobriu que o dinheiro das outras 17 estava sendo investido no mercado financeiro em nome da Seconci. Isso caracteriza um mau uso de dinheiro público.
Igor Ojeda
No Carta Maior
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Diretor de Veja revela "acordo" com Valério e farsa contra Lula

:
Em entrevista ao Globo, Eurípedes Alcântara, que comanda a publicação de Roberto Civita, disse ter feito acordo com Marcos Valério e que, por isso, não apresentou as provas da “entrevista” que o empresário teria concedido à revista, afirmando que Lula seria o “chefe do mensalão” denunciado por Roberto Gurgel. Eurípedes, no entanto, diz que ainda pode vir a apresentar suas provas, numa ameaça velada ao ex-presidente. Como foi dito aqui, era (e ainda é) apenas um blefe. Veja joga truco com a democracia, mas não tem o Zap
No 247
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Policías militares de Sâo Paulo piden oraciones contra la violencia

El jueves pasado, mil policías militares rezaron cogidos por la mano contra la violencia en São Paulo donde en este año han sido ya asesinados 85 de ellos, todos cruelmente ejecutados.
Violencia contra policias en São Paulo
Sâo Paulo, la ciudad más grande de América Latina, está viviendo un momento de particular violencia, debido quizás a la pugna por la conquista en las urnas de la importante alcaldía de la ciudad que se dilucidará mañana domingo.

No pasa día en los últimos meses sin que algún policía militar sea asesinado a sangre fría fuera de su trabajo, algunos como Joel Juvencio da Silva frente a sus familiares, mientras volvía de un culto religioso evangélico.

Ese recrudecimiento de la violencia contra los policías militares, ha llevado al movimiento de Policías Militares de Cristo, que cuenta con 20 años de vida y que recluta en Sâo Paulo a 2.000 de los cien mil que defienden la ciudad, a crear una red de oraciones en todo Brasil en defensa de sus vidas.
Policías en oración en São Paulo (2)
El Movimiento PMs de Cristo pertenece a las iglesias cristianas evangélicas y pretende “valorizar la figura humana del policía”, muchas veces puesta en entredicho por las prácticas de corrupción de algunos de ellos y por el exceso de violencia usado en sus métodos de trabajo.

Es tan fuerte este Movimiento en Sâo Paulo que el gobierno de la ciudad ha dedicado un día especial a ellos. Su lema es que “la oración puede ser un inicio para el recate de la seguridad” de la ciudad. Oración que unida a las armas, ayudaría a mantener a la ciudad en paz.

Como metáfora de esta búsqueda de oraciones, los policías militares han escogido la historia bíblica de Nehemías que tres siglos antes de Cristo ayudó en la reconstrucción de las murallas de Jerusalén aumentando su seguridad.

Según los policías, São Paulo sería hoy como una ciudad sin murallas, es decir, con poca seguridad y una red de oraciones podría ayudar a reconstruir esa muralla de seguridad.

Una ciudad sin murallas, dice el teniente coronel Alexandre Marcondes Terra, no funciona, como no funciona sin policías y sin oraciones.
Neemias Los policías evangélicos de São Paulo están creando una red de oraciones en todo el país durante dos meses, el tiempo que Nehemías tardó en recinstruir la muralla de Jerusalén. La idea es que durante esos dos meses en las 24 horas del día haya siempre algún policía en oración pidiendo ayuda contra la violencia desencadenada en São Paulo contra ellos.

En la publicación Carta Capital, el teólogo, Leonailda Silveira Campos, especialista en Antropología de las Religiones, catedrático de la Universidad Metodista de Sâo Paulo, explica que la religión “es un elemento clave en grupos profesionales que viven en un clima de incertidumbre”. Según él “durante las guerras, las Fuerzas Armadas siempre llevaron a sus capellanes a las trincheras para fortalecer a los soldados en la batalla contra lo imponderable”.

En ciudades de especial violencia como en las ciudades de Sâo Paulo y Rio, la oración puede significar para los policías militares que tienen que encarar cada día la violencia y la muerte una “ayuda psicológica”, dice el teólogo.

Quizás haya quién sonría ante las imágenes de duros policías militares cogidos por las manos en oración pidiendo a Dios ayuda contra la violencia perpetrada contra ellos mismos.

Sería no conocer a Brasil, donde la fe lo impregna todo y donde las iglesias evangélicas cuentan ya con 42 millones de fieles y son muy activas también en las cárceles y en los cuarteles.

Brasil también es esto: policías militares pidiendo, armas en la mano, oraciones contra la violencia.
Policias militares cogidos porl a mano en oración
Juan Arias
No El País
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Entidades se dizem alarmadas com discurso do governo Alckmin sobre violência da PM

Crescimento na taxa de homicídios é de 96% em setembro na comparação com 2011; governador volta a pregar linha dura e Secretaria de Segurança Pública fala em aumento de crimes passionais
Entidades se dizem alarmadas com discurso do governo Alckmin sobre violência da PM
O ano começou com a violência policial na cracolândia 
e termina com números que assustam
  Com média de 4,5 homicídios por dia na cidade de São Paulo, o mês de setembro passou a liderar a série histórica publicada desde janeiro de 2011 pela Secretaria de Segurança Pública do Estado. Os 135 casos registrados no mês passado representam um crescimento de 96% na comparação com o mesmo período de 2011. Nos seis primeiros meses de 2012 o número passou de 900 e o crescimento foi de cerca de 23% em relação ao primeiro semestre do ano passado.
Para a diretora-executiva do grupo Conectas Direitos Humanos, Lucia Nader, estes aumentos consecutivos nos casos de homicídios em São Paulo revelam um quadro preocupante. “Onde a violência e o uso da força aparecem como recurso preferencial para a resolução dos impasses na maior cidade do País", afirma, em nota emitida pela entidade. Após a divulgação dos números pela secretaria, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou que a ordem de seu governo é para “ir para cima”, na mesma linha daquilo que vinha pregando desde o começo da série de estatísticas negativas.
Hoje, o secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, disse durante entrevista coletiva que vai reforçar o número de policiais nas ruas e fazer operações secretas para tentar conter as mortes de policiais no estado. Desde ontem, um policial e outras seis pessoas foram assassindas em São Paulo.
Já alarmante, a situação pode ser ainda pior, já que a Secretaria de Segurança não contabiliza como homicídio doloso os casos que considera como “resistências seguidas de morte” (nos confrontos com policiais, por exemplo), os roubos e os furtos seguidos de morte. De acordo com declarações do Comando Geral da Polícia Militar, o que mais contribuiu para o aumento foram os homicídios passionais, quando ocorrem após brigas em casa ou no trânsito. Para o comando, apenas 5 dos 85 PM mortos desde o início do ano foram assassinados em setembro.
Capão Redondo e Parque Santo Antonio foram os locais com maior número de mortes 18, mais de um a cada dois dias. “Estamos alarmados com a forma como o governo interpreta esses números e reage a essa realidade. As autoridades da área de Segurança Pública de São Paulo fazem uso recorrente de um vocabulário de guerra para justificar o uso da força letal, como se o gatilho fosse, em última instância, o juiz, o tribunal e a pena que recai na maioria das vezes sobre pessoas pobres, negras e de periferia", afirma Lucia.
Para a coordenadora e fundadora do Grupo Mães de Maio, Débora Maria da Silva, a situação do aumento nos números de homicídio ao longo de 2012 evidencia uma situação de calamidade no estado de São Paulo. Segundo ela, os grupos que representam moradores da periferia que sofrem com esta situação vão pedir, mais uma vez, intervenção do Ministério da Justiça junto às autoridades paulistas da área de segurança.
O Mães de Maio foi criado após a onda de ataques do Primeiro Comando da Capital (PCC) ocorridos em maio de 2006 e que resultaram em mais de 600 pessoas mortas, a maior parte entre moradores da periferia, durante ações repressivas da polícia. “Nós estamos cada vez mais sitiados, com medo de sair de casa, e assustados com a postura das autoridades nesta guerra. Eles, cada vez mais, apresentam um discurso fascista e que encoraja a formação e a ação de grupos de extermínio”, afirma.
Raimundo Oliveira
No Rede Brasil Atual
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O dia em que a esperança venceu!


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Lula em Cuiabá: É Lúdio!

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Charge online - Bessinha - # 1545

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Conservadora, oportunista, equivocada: os muitos adjetivos da campanha de Serra

 
Com episódios beirando o fascismo, a estratégia eleitoral do tucano nestas eleições pode ser qualificada de várias formas, menos de bem-sucedida. Para analistas, Serra não soube compreender o perfil do eleitor paulistano em geral nem o do simpatizante do seu próprio partido. “O Serra morreu politicamente. O máximo que ele consegue é ser senador, não mais uma peça central do tabuleiro, embora não seja possível ser taxativo em política”, opina o filósofo Vladimir Safatle.
“Caminho sem volta”. Assim a Folha de S. Paulo definiu, em seu editorial de 13 de outubro, a aliança de José Serra com setores ultraconservadores. Sim, a estratégia de campanha do candidato tucano à Prefeitura de São Paulo foi demais até para o jornal que sempre o apoiou. E mesmo quadros do PSDB, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, estariam criticando duramente tal postura.
“É uma campanha de direita”, opina Lincoln Secco, professor do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP). Para ele, Serra tentou copiar o candidato Celso Russomano (PRB), que teria posto em marcha uma campanha “sem consistência ideológica, mas capaz de popularizar temas conservadores misturados com a ‘defesa dos pobres’ e com uma atitude supostamente moderna, que é neoliberal”. Talvez por isso, analisa Secco, o tucano tenha chegado ao segundo turno. “A imagem que ele sempre projetou não foi de esquerda, mas a de um técnico. Hoje, por necessidade de ocupar outro campo da política, faz um discurso conservador.”
O episódio mais recente da estratégia de campanha do candidato do PSDB beirou o fascismo. À rádio CBN, respondendo a um eleitor sobre o que faria para acabar com a violência nas escolas, Serra afirmou que faria um convênio com a Fundação Casa (antiga Febem, famosa pelos maus-tratos contra internos menores de idade) para identificar jovens com propensão ao crime e ao consumo de drogas dentro das instituições municipais de ensino.
Sua completa adesão à política de “linha-dura” no combate ao crime já havia ficado evidente no dia 10, quando, em um ato de campanha no bairro de Pirituba, elogiou o vereador eleito do PSDB Coronel Paulo Telhada, que o acompanhava. Ex-comandante da Rota, Telhada é alvo de três pedidos de impugnação de sua candidatura pelo Ministério Público, uma delas por incitação à violência.
Com 36 mortes em supostos confrontos no currículo, ele incentivou indiretamente o assassinato do repórter da Folha de S. Paulo André Caramante após este publicar uma matéria em que relatava seus virulentos comentários contra “marginais” no Facebook. “Quem defende bandido é bandido também. Bala nesses safados”, escreveu. Indagado sobre tais denúncias, Serra respondeu: “[Telhada] foi um homem muito competente [quando comandou a Rota], seguindo as orientações do governo: uma política firme que respeita dos direitos humanos”.
Exemplos como esse deram o tom de boa parte de sua campanha eleitoral. A primeira grande cartada conservadora repetiu a tática utilizada nas eleições presidenciais em 2010, quando o tucano e sua equipe exploraram a questão da descriminalização do aborto para atingir a então candidata petista Dilma Rousseff. Não deu certo.
Dessa vez, o tema escolhido foi o kit anti-homofobia elaborado no ano passado pelo Ministério da Educação (MEC) quando Fernando Haddad comandava a pasta. O material, que seria destinado a professores do ensino médio, recebeu duras críticas de setores conservadores, que o acusavam de “incentivar” a homossexualidade infantil. Com a repercussão, o MEC suspendeu a distribuição. Nestas eleições, o tema foi levantado pelo pastor Silas Malafaia, da Associação Vitória em Cristo, e explorado por Serra em entrevistas. Chegou a falar que o kit do MEC era de “indução a comportamentos”, pois seria distribuído aos alunos – o ministério desmentiu dizendo que o material seria destinado apenas aos professores.
Não deu certo. As pesquisas eleitorais indicaram que a exploração do tema fez Serra perder pontos, recuperados recentemente após o assunto ter saído da pauta. Para o professor de Filosofia da USP Vladimir Safatle, o candidato do PSDB “é uma pessoa muito equivocada do ponto de vista eleitoral. Ele cometeu dois erros seguidos”, diz, fazendo referência à campanha de 2010. Segundo Safatle, o eleitor médio tucano tem uma peculiaridade aparentemente não percebida por Serra: é conservador politicamente e economicamente, mas é liberal em relação aos valores morais. “Esse tipo de conservadorismo, baseado nos costumes, não consegue mobilizar esse eleitorado. Ao contrário, ele gosta de se ver como moderno”, analisa. Para o filósofo da USP, boa parte da provável derrota eleitoral do tucano – se a votação de domingo confirmar as pesquisas – deve ser creditada “única e exclusivamente” a ele próprio.
Safatle acredita que, mais do que conservadora, a campanha de José Serra à prefeitura paulistana é “muito oportunista e bastante e hipócrita”, pois o tucano não seria um conservador orgânico. “Quando ele percebeu que existia um eleitorado conservador tentou organizar isso a partir da pauta tradicional do conservadorismo paulistano, baseada nos costumes. Mas não era o melhor de seus enunciadores. Outras pessoas teriam mais credibilidade”, opina.
Na visão de Lincoln Secco, é um erro acreditar que a maioria do eleitorado muda o voto por causa de questões comportamentais do candidato. “Marta Suplicy insinuou uma campanha homofóbica bem menos ostensiva em 2004 contra Kassab e perdeu. Muitos evangélicos votam de acordo com sua consciência. As pessoas saem da igreja e tomam ônibus. Ficam doentes e vão ao posto de saúde. E rezam também. Elas sabem que a esfera da política está bem longe de ser divina.”
O futuro de Serra
Se as pesquisas eleitorais se confirmarem no domingo, Serra sairá derrotado por uma margem razoável. Especula-se que a cúpula do tucanato esteja contando com essa perspectiva para excluir o candidato à Prefeitura de São Paulo do núcleo duro do partido. Segundo o jornal digital “Brasil 247”, Fernando Henrique Cardoso, o senador Aécio Neves, o atual governador paulista Geraldo Alckmin e o candidato a prefeito de Manaus Arthur Virgílio estariam articulando o “sepultamento político” do ex-ministro da Saúde. De acordo com o site, os figurões do PSDB estão preocupados com o discurso extremamente conservador utilizado por Serra na campanha eleitoral.
“Não acredito que FHC e Aécio Neves tenham problemas com conteúdos de direita. Eles sabem que dependem desse campo ideológico. O que eles procuram é não se isolar ali e José Serra representa esse isolamento radical na agenda conservadora. Por temperamento, o ex-presidente e o ex-governador de Minas Gerais são mais moderados”, analisa Lincoln Secco. Para o historiador, Serra ainda tem força interna para ser novamente candidato a prefeito, senador ou até governador, mas “resta saber se o PSDB vai aceitar mais uma vez perder com ele”.
Já Safatle é mais cético quanto ao futuro do tucano. “O Serra morreu politicamente. O máximo que ele consegue é ser senador, não mais uma peça central do tabuleiro, embora não seja possível ser taxativo em política. Ele perdeu várias eleições, forçou a base do tucanato, tentou estratégias que deram errado. E é uma pessoa muito difícil, agressiva, que fomenta a divisão.”
Igor Ojeda
No Carta Maior
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Falsificador recebeu mais de R$ 500 mil da campanha de Serra

 
Os advogados da coligação Para Mudar e Renovar São Paulo acusaram frontalmente a campanha de José Serra pela confeção do site falso atacando o adversário.
O responsável é Huayana Batista Tejo, presidente da empresa Soluções Originais em Desenvolvimento e Arte Ltda., ou SODA Virtual, contratada por R$ 250 mil pela campanha de Serra. Até 2a feira, a empresa já havia recebido R$ 531 mil da campanha de Serra.
A empresa foi responsável tanto pelo site falso quanto pelo jogo “Missão Impossível”, veiculado no Facebook.
No cache do Google, é possível saber mais sobre Huayana. Ele atuou também na campanha de 2010, para presidência da República.
Na Rede do PSDB, nas mensagens dirigidas a Huayana, lê-se as seguintes:
  • Casado gestor público,com Leandra pedagoga e pai de Marianna, Gastronoma, todos SERRISTAS, assessor do Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá, evangélicos, crentes que devemos banir a maior quadrilha de todos os tempos e eleger Serra Presidente do Brasil.
  • Sou SERRA 45! E NO DIA 31 NÃO DEIXEM A BRUXA VENCER! DIGA SIM A VIDA E SIM AO BRASIL! VOTE 45!
Luis Nassif
No Advivo
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Robôs ligam para casa de eleitores atacando Haddad

A campanha de José Serra (PSDB) à Prefeitura de São Paulo de São Paulo está repetindo a mesma baixaria que promoveu, em 2010, contra a então candidata à presidência Dilma Rousseff (PT).
Nesta tarde, robôs começaram a disparar ligações para atacar o candidato Fernando Haddad (PT), desqualificando e mentindo sobre as suas propostas. Alguns leitores nos alertaram sobre isso. Checamos. E confirmamos. No início da tarde, estava acontecendo especialmente nos bairros da periferia, como Penha, Itaquera e Cidade A.E. Carvalho, na Zona Leste da capital. Porém, à medida que a noite avançou recebemos denúncias — e os comentários postados comprovam — de que os robôs do Serra estão agindo em toda a cidade.
Legalmente essas ligações são permitidas. Podem inclusive repetir as mentiras que Serra vem dizendo no horário eleitoral e não há o que fazer. A Justiça Eleitoral paulista já se pronunciou favoravelmente ao tucano em vários questionamentos feitos pela campanha petista.
Portanto, os paulistanos precisam ficar muito alertas. Quando se acha que Serra já atingiu o fundo do poço em termos de jogo sujo, rasteiro, descobre-se que ele pode ir além. Logo, preparem-se para baixarias até domingo. E denunciem!
PS do Viomundo: Se alguém conseguir gravar uma dessas ligações, por favor, nos envie. É importante para documentá-las.
Conceição Lemes
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Bilhete Único de 6 horas é ideia de Levy Fidelix. O resto é cópia.

Mobilidade urbana é o tema mais discutido entre Serra e Haddad. O plano de Levy Fidelix para ampliação da duração do Bilhete Único de 3 para 6 horas entrou na pauta dos debates entre ambos os candidatos.
Clique e confira o vídeo com a ideia original: “Levy Fidelix garante Bilhete Único de 6 horas”.
No PRTB
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A cachola de Serra

Em certa altura do debate realizado na sexta-feira, dia 26, pelas Organizações Globo, José Serra para defender sua história sobre Bilhete Único saiu com essa: “Não tirei a ideia da cartola, tirei da cachola.”
Porém, a ideia não é dele. Foi proposta do 1º turno do Levy Fidelix (PRTB). Imediatamente, o Twitter bombou com a história. O incansável Paulo Cezar Pereio (@Pereio1) detonou o candidato tucano: “Serra tirou a ideia da cachola, mas da cachola do Levy Fidelix.”
O próprio Fidelix, defendendo a paternidade do projeto, postou: A ideia original de ampliar a duração do Bilhete Único é minha. Todos sabem disso! http://bit.ly/PvBkxo
Ou seja, José Serra continua o mesmo mentiroso de sempre.
No Limpinho & Cheiroso
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Concessionária pública pode sonegar informação?

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Novo diretor da Central Globo de Jornalismo instala emissora no centro das dúvidas jurídicas sobre até onde vai o poder de uma empresa que depende do aval do Estado para funcionar; Ali Kamel apresentou sua mão de ferro ao público ao ordenar a não divulgação de pesquisa eleitoral que apontava larga vantagem de Fernando Haddad sobre José Serra, na eleição de São Paulo, porque resultado desgostou João Roberto Marinho; atenção ao patrão deixou William Bonner, do Jornal Nacional, e William Waack, do Jornal da Globo, com cara de Homer Simpson; sem protestar, eles aquiesceram à lei de silêncio
No 247
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