15 de out de 2012

Reza para Serra

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Charge online - Bessinha - # 1521

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Dilma não comparece a evento da SIP e é comparada a Collor

Comitê Anfitrião da Assembleia Geral da SIP critica ausência de Dilma e lembra que foi a segunda vez que o presidente do Brasil não prestigiou o encontro. Em cerimônia, organização atacou novamente os governos da Venezuela, Argentina, Bolívia e Equador. E o governador Alckmin afirmou que a liberdade de expressão tem sido “executada por lemas grandiosos como a democratização da comunicação”.
São Paulo – A presidenta Dilma Rousseff foi convidada e era aguardada na cerimônia oficial de abertura da 68a Assembléia Geral da SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa), nesta segunda-feira (15), em São Paulo. Apesar do evento estar acontecendo desde a última sexta, somente hoje as autoridades brasileiras estariam presentes. Dilma não compareceu, e a SIP ficou ofendida.
“Na segunda vez que a SIP veio ao Brasil, o presidente era Fernando Collor. Convidado para abrir a Assembleia, até o último minuto ele confirmou que participaria. Na véspera, avisou que não viria. Pela segunda vez, coincidentemente, recebemos ontem à noite um telefonema do gabinete da Presidente Rousseff comunicando que ela não viria a São Paulo. Pela segunda vez, o Presidente do Brasil deixa de fazer a abertura, que caberá então ao governador Geraldo Alckmin”, criticou Julio César Mesquita, do Grupo Estado e presidente do Comitê Anfitrião da Assembleia da SIP no Brasil.
Antes do governador tomar a palavra, Mesquita também comparou o início dos anos 90 com o período atual. “Naquele ano, o panorama era diferente. A censura havia desaparecido no continente, com a exceção de Cuba, onde os irmãos Castro controlavam as liberdades, o que ocorre até hoje. Mas, à época, a SIP já antecipava que dois novos inimigos surgiriam: o narcotráfico e os congressos latino-americanos, com projetos de lei para impedir o trabalho dos jornalistas. Agora, o cenário não é animador. Há atentados contra jornalistas no continente (…) e há a volta ao passado negro de governos populistas, fascistas e totalitários, que voltaram a ser realidade na América do Sul, como é o caso da Venezuela, Argentina, Bolívia e Equador, que diariamente atacam as imprensas dessas nações”, afirmou Mesquita.
O governador de São Paulo Geraldo Alckmin ocupou então a tribuna para proferir o mesmo discurso feito em maio deste ano num seminário sobre liberdade de imprensa organizado pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais. Usando as mesmas palavras de outrora, reconheceu que o Brasil vive hoje uma situação de liberdade para o exercício do jornalismo, mas lembrou que a liberdade de expressão “deve ser defendida dia a dia de suas ameaças”.
Para Alckmin, nas Américas essas ameaças são representadas pelo “populismo de viés autoritário”, praticado por governos de países vizinhos, e por “lemas grandiosos como “democratização da comunicação” e “controle social””. “Essa ameaça tem sempre a mesma receita: o poder esmagador do Estado e doses variadas de truculência”, afirmou o governador que comanda a polícia que mais mata no país.
“É obrigação do Estado oferecer educação, formar cidadãos com juízo crítico, capazes de defenderem-se por si próprios. Mas não pode um Estado, em nome da democracia, usar dinheiro publico para proteger a expressão de uns contra a expressão de outros. Não pode imaginar-se como juiz da imprensa. Como conquista civilizatória, a liberdade de expressão não pertence ao universo oficial. Não pode, porque a liberdade não é um bem fornecido pelo Estado, ser um bem usurpado por ele. Abusos da imprensa, e eles existem, se combatem com mais liberdade, com juízes no Judiciário”, disse.
Milton Coleman, presidente da SIP, do The Washington Post, acredita que o Brasil ocupa melhor posição em termos de garantia da liberdade de expressão do que muitos países do continente. “Mas ainda não sabemos os rumos do país quando vemos o governo federal silenciar sobre violações da liberdade de imprensa cometidas por outros países na região”. Segundo Coleman, diversos governos estão usando a aprovação de leis para atacar a democracia em seus países e minar a liberdade de opinião.
O presidente da SIP finalizou seu discurso agradecendo ao Prefeito Gilberto Kassab – também presente – o coquetel oferecido aos delegados do evento pela Prefeitura de São Paulo no Teatro Municipal, na noite deste domingo. “O senhor é bom de festa! Tem futuro depois que sair da Prefeitura”, brincou Coleman.
Na coletiva realizada após a cerimônia, perguntado sobre o que achava das ameaças recebidas pelo repórter da Folha de S. Paulo, André Caramante, pelo Coronel Telhada, eleito vereador pelo PSDB, Alckmin respondeu que Telhada não é mais funcionário público e que o governo estadual ofereceu ao jornalista sua inclusão no programa de proteção à testemunha.
Já o Prefeito Gilberto Kassab preferiu reforçar que “a democracia precisa da imprensa, e a imprensa brasileira é muito eficiente.”
Bia Barbosa
No Correio do Brasil
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Ah, essa regência verbal…

Droga!
Tava indo dormir! Adivinha quem não me deixa? Ela mesma, a Rainha da Barão de Limeira!
Ó só essa manchete magnífica só que não:
Depois de me refazer do impacto de um folhacóptero (se helicóptero é um objeto que tem asas em forma de hélices, então um folhacóptero é um objeto que tem asas em forma de folhacó, é isso mesmo produção?) na minha vida, dediquei-me a decifrar o enigma da manchete em questã.
Porque, né? Se você vai atrás, você vai atrás DE algo. Preposição, por favor!!!
Serra e Haddad vão atrás DE votos no segundo turno.
Então, Folhacóptero, você deveria mostrar onde estão os votos DE que Serra e Haddad vão atrás no 2º turno, ou:
Folhacóptero mostra onde estão os votos DE
que Serra e Haddad vão atrás no 2º turno 
Mas, enfim… você é novinho lá pelas bandas da Barão de Limeira, né?  Tão novinho e tão inserido no contexto…
Dá licença que eu vou ter que encerrar o post com o já clássico
PORRA, FOLHA!!!
No Objetivando Disponibilizar
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O kit-gay do Serra. Lembra do aborto?

Do Manual
A homossexualidade não é doença física nem problema psicológico. Hoje já se sabe que ser gay ou lésbica não é uma opção, porque não implica uma escolha.
O homossexual não opta por ser homossexual, assim como o heterossexual não escolhe ser heterossexual, o mesmo acontecendo com os bissexuais.
• É impossível a um homossexual levar ou influenciar outra pessoa a ter a mesma orientação sexual que a dele. Da mesma maneira, não se cura a homossexualidade em consultórios psiquiátricos ou cultos religiosos.
Da Folha Online

Serra distribuiu material igual ao 'kit gay' em SP


Mônica Bergamo
Colunista da Folha
O candidato a prefeito de São Paulo José Serra (PSDB) distribuiu para as escolas paulistas, em 2009, quando era governador, um material semelhante ao que o MEC (Ministério da Educação), na gestão de Fernando Haddad (PT), começava a elaborar para combater a homofobia nas escolas.
O guia do governo de SP é assinado por Serra, pelo então vice-governador Alberto Goldman e pelo então secretário estadual de Educação, Paulo Renato Souza (Leia a notícia aqui)
Até um dos vídeos recomendados pelo kit tucano, "Boneca na Mochila", é igual ao que o ministério estudava divulgar.
Destinado aos professores, o guia aconselha que eles mostrem aos alunos desenhos ou figuras de "duas garotas de mãos dadas, dois garotos de mãos dadas, uma garota e um garoto se beijando no rosto, dois homens se abraçando depois que um deles faz um gol e duas garotas se beijando".
Logo depois, os professores deveriam perguntar aos alunos sobre as "sensações" que as imagens despertavam. E discutir com eles diversidade e homofobia.
"Explique que, em nossa sociedade, tudo o que foge a certo padrão de masculinidade e feminilidade é, muitas vezes, visto com estranhamento. E desse estranhamento surgem os preconceitos e, consequentemente, a discriminação."
As orientações estão no capítulo "Medo de que?", entre as páginas 45 e 53. (Leia a íntegra do kit tucano)
Serra hoje ataca o material do MEC, que chama de "kit gay". Depois de se reunir com o tucano, na semana passada, o pastor Silas Malafaia, do Rio de Janeiro, disse que iria "arrebentar" Haddad divulgando o kit.
O material do MEC não chegou a ser distribuído por causa da reação da bancada de deputados evangélicos.
A Secretaria de Educação de SP, que ontem negou ter distribuído qualquer material sobre o assunto, diz agora que ele foi distribuído apenas a professores, ao contrário do que ocorreria com kit do MEC.
O ministério, por sua vez, informa que os kits, caso fossem aprovados, iriam para 6.000 professores, e não para os estudantes.
Íntegra da nota da secretaria
"A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo esclarece que o material "Preconceito e discriminação no contexto escolar" é distribuído apenas para a equipe docente das escolas, diferentemente do kit sobre homofobia, que foi produzido pelo Ministério da Educação para ser apresentado diretamente aos alunos.
Além de seu público-alvo não ser os estudantes, seu conteúdo se baseia em propostas de abordagens mais sutis de situações a serem discutidas. O uso desse material pelos professores não é obrigatório. Trata-se de um suporte para lidar com assuntos sensíveis, podendo o educador, a seu critério e da equipe pedagógica, aproveitar esse material na medida do seu planejamento, com acompanhamento da coordenação escolar.
Assessoria de Imprensa
Secretaria da Educação do Estado de São Paulo"
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Especulador exige explicações do Banco Central sobre queda nos juros

Veja só: os postes estão mesmo mijando nos cachorros

Ex-assessor de George Soros, o mega especulador planetário, ex-presidente do Banco Central, ao tempo do presidente Cardoso, atual especulador credenciado com um banco de investimento, Arminio Fraga dá entrevista hoje ao jornal Folha de S. Paulo, onde exige explicações do Bacen sobre a queda gradual das taxas de juros no Brasil.

A bronca do especulador é uma garantia de que a política monetária do governo Dilma está no caminho certo. O jus esperneandi do banqueiro mostra duas coisas: 1) os banqueiros já não estão mais no poder; 2) Depois de trinta anos de política monetária que desincentivava a produção, temos uma política econômica orientada desde o Palácio do Planalto, e não desde a Febraban e os centros financeiros do mundo, como Londres e Nova York.

Nós podemos discordar pontualmente de aspectos e ritmos da política econômica dilmista, mas a direção e o sentido, bem como o comando hegemônico, estão em processo de correção permanente, haja vista os estrilos do especulador símbolo dos quatrocentos mil brasileiros que viveram à tripa forra nas três últimas décadas graças à política de financeiração da vida e dos indivíduos.

Enquanto os banqueiros chiam, o Brasil, aos poucos, recupera a sua soberania.

No Diário Gauche
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STF será julgado por Corte internacional”

Especialista em Direito Penal afirma que alguns pontos do julgamento não foram respeitados pelo ministros do Supremo, colocando em perigo o Estado democrático de direito
O advogado Pedro Paulo Guerra de Medeiros diz que o julgamento da Ação Penal 470, popularmente chamada de mensalão, está sendo uma sucessão de problemas causados pelos ministros e que deverá ser a origem de um constrangimento para o Brasil. “É praticamente certo que esse julgamento será levado a organismos internacionais, como a Corte Interamericana de Direitos Humanos, pela forma arbitrária como está se processando esse julgamento”, explicou.
Pedro Paulo é especialista em Direito Penal, conselheiro da OAB-GO e professor universitário. Em entrevista ao DM, ele detalha os principais pontos de discórdia sobre o julgamento e o que deverá ser objeto de questionamento em uma corte internacional para rever as possíveis condenações.
“Alguns pontos não respeitados pelos ministros do Supremo Tribunal Federal estão colocando em grave perigo o estado democrático de direito, situação que não podemos permitir, pois a democracia é um valor muito caro para a sociedade brasileira. O direito a uma revisão do julgamento e o princípio do juiz natural são alguns desses quesitos que estão sendo afrontados pelos eminentes componentes do STF”, frisa.
Para o advogado, a forma deste processamento está se assemelhando a um tribunal de exceção ou mesmo aos julgamentos da inquisição, o que tira o caráter democrático da mais alta Corte do País. “Precisamos impedir violações, sob pena de criarmos um monstro incontrolável que se voltará contra nós no futuro.”
Diário da Manhã – O julgamento do mensalão é passível de ser revisto?
Pedro Paulo Medeiros – Sim, por certo que deverá ser. Esse julgamento, assim como qualquer ato de poder público do Estado brasileiro, pode ser submetido à Corte Interamericana de Direitos Humanos se existir alguma nuance a caracterizar que esse ato afronta a Convenção Americana de Direitos Humanos. Essa convenção é um tratado internacional de direitos humanos, da qual o Brasil é signatário. De forma soberana, o Brasil aderiu a esse tratado e se comprometeu a cumpri-lo. Dessa forma, algumas premissas são de cumprimento obrigatório e estão sendo violadas nesse julgamento.
DM – De forma mais direta, quais são essas violações?
Pedro Paulo Medeiros – Neste caso concreto, o Supremo Tribunal Federal está julgando e condenando acusados. Nós, advogados, entendemos que está afrontando a Convenção Americana em alguns pontos bem claros. O primeiro é que está se dando um julgamento parcial, pois o mesmo juiz que colheu as provas na fase de inquérito, ministro Joaquim Barbosa, é o mesmo juiz que está agora julgando. Isso é muito próximo do que víamos na inquisição, até porque também não está estabelecido o contraditório. Outro ponto crucial nesse julgamento é a inexistência de um duplo grau de jurisdição. Esse princípio reza que o cidadão tenha sempre o direito de recorrer a uma instância acima quanto à sua eventual condenação. Como já estão sendo julgados pelo mais alto Tribunal do País, esses acusados não terão direito à revisão de seu caso, como se os ministros do STF fossem infalíveis e seus atos sejam de forma dogmática irrecorríveis.
DM – Esta convenção prevê possibilidade de recurso?
Pedro Paulo Medeiros – Justamente nesse ponto, está havendo a mais grave agressão. A Convenção Americana de Direitos Humanos estabelece que em casos de julgamentos criminais o indivíduo terá sempre direito de recorrer a alguma instância superior, o que não existe no Brasil. Em resumo, os acusados que forem condenados no STF têm o direito previsto na convenção de recurso de revisão para seus casos e não há previsão no ordenamento brasileiro para isso. Dois casos semelhantes já foram levados à Corte, e neles a Corte admitiu que houve violações e determinou que fossem corrigidas as distorções. No caso Las Palmeras, a Corte Interamericana mandou processar novamente um determinado réu (na Colômbia), porque o juiz do processo era o mesmo que o tinha investigado anteriormente. Uma mesma pessoa não pode ocupar esses dois polos, ou seja, não pode ser investigador e julgador no mesmo processo, sob pena de repetirmos a inquisição e o regime militar autoritário que há pouco nos cerceava os direitos mais simples. No caso Barreto Leiva contra Venezuela, se depreende precedente indicativo de que o julgamento da Ação Penal 470 no STF poderá ser revisado para se conferir o duplo grau de jurisdição para todos os réus, incluindo-se os que gozam de foro especial por prerrogativa de função. Além da violação ao princípio do juiz natural, que é um direito previsto na convenção americana de o cidadão não ser julgado por juiz que não tenha competência expressa para fazê-lo.
DM – Caso a Corte Americana julgue contra o STF, qual é o resultado prático?
Pedro Paulo Medeiros – A Corte prolata uma decisão para o Brasil para que o Supremo cumpra o que foi pactuado na convenção. O Brasil tem de cumprir de bom grado, corrigindo as distorções, ou sofrerá sanções internacionais, como embargos, e estará dando uma demonstração para a comunidade internacional de que não cumpre normas que ele mesmo prega: respeito e cumprimento. Não se pode conceber que o Brasil tenha esta postura, principalmente quando quer ser ator de primeira grandeza no cenário internacional, inclusive postulando um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.
DM – Há opiniões sobre a falta de contraditório no processo. Isso procede?
Pedro Paulo Medeiros – Sim, esse é um dos argumentos dos defensores. Basta prestar atenção nos votos dos ministros que condenam os envolvidos. Eles estão aceitando indícios como provas e elementos colhidos fora do processo, como dados da Comissão Parlamentar de Inquérito dos Correios ou mesmo durante o inquérito. Está patente que esses elementos não passaram pelo contraditório e pela ampla defesa. É regra no direito brasileiro que, remonta a toda a doutrina jurídica, que só se pode utilizar elementos colhidos em juízo, com a presença de advogados, de membros do Ministério Público e com a garantia do amplo direito de defesa e do magno contraditório, como está preconizado na Constituição Federal e que a democracia brasileira ainda mantém como soberana. São preceitos inabaláveis, que também estão contidos na Convenção Americana de Direitos Humanos e que, portanto, devem ser levados à apreciação da Corte Interamericana.
DM – O Supremo está fugindo à sua tradição e fazendo um julgamento mais político que jurídico?
Pedro Paulo Medeiros – Acredito que o Supremo está transpondo sua jurisprudência de décadas, que era absolutamente libertária, constitucional e garantista. Estão fazendo um julgamento diferente do que foi feito em décadas, muito mais duro, julgando por indícios, sem provas juntadas aos autos e atropelando preceitos constitucionais. Espero que seja o único e que isso não se repita, mas de que isso vai virar um precedente muito perigoso, não temos dúvida.
DM – Qual o efeito posterior a isso?
Pedro Paulo Medeiros – Qualquer juiz de primeira instância se sentirá avalizado para tomar decisões idênticas, desrespeitando garantias constitucionais e praticando inquisições à vontade. Nos rincões, com pessoas simples, advogados simples vão sofrer horrores nas mãos de inquisidores com o poder da caneta para sentenciar. Juízes vão se sentir muito à vontade para julgar na base do “ouvi dizer”. Imagine só que terror não será uma situação assim! O Supremo está criando um paradigma perigosíssimo ao julgar por indícios e condenar. As pessoas estão achando muito bom isso agora, porque o STF está julgando o rico, bonito e famoso distante, o bem situado. O dia em que isso começar a acontecer na casa delas, verão o monstro que criaram e que se tornou incontrolável. Na época do regime militar, da ditadura dos militares, eles prendiam as pessoas, torturavam e as deixavam incomunicáveis, e achavam que estavam agindo dentro da legalidade e da legitimidade, com toda a naturalidade possível, dentro da mais perfeita justiça. Tinham seus fundamentos para prender sem fundamento, para julgar por “ouvir dizer” e para condenar sem provas, tudo muito próximo do que está sendo feito nesse processo do mensalão. Terminantemente, as provas produzidas perante o Supremo Tribunal Federal sob o contraditório não comprovam as acusações.
Hélmiton Prateado
No Justiceira de Esquerda
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Hasta la Victoria, crónicas de un momento histórico

Registro de los momentos previos a los comicios presidenciales que se realizaron en Venezuela el pasado domingo 7 de octubre, además del sentir de los venezolanos ante la cita electoral. El trabajo audiovisual comenzó desde la frontera con Colombia hasta llegar a Caracas, recorrido en el cual se fueron recopilando testimonios de los ciudadanos sobre su percepción y expectativas ante las elecciones presidenciales.
Duração: 54min 40s
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SIP elege Argentina e Equador como alvos principais

Sessão da Comissão de Liberdade de Imprensa e Informação dedicou maior tempo para apresentar ações dos governos Kirchner e Correa que, na visão da organização, representam "amplas atentados à liberdade de imprensa". De leis aprovadas ao uso de cadeias nacionais na TV e distribuição da verba publicitária, tudo foi relacionado à censura. No dia 7 de dezembro, vence o prazo do Grupo Clarín para adequar seu patrimônio à Lei de Medios da Argentina.
São Paulo - No próximo dia 7 de dezembro, expira o prazo definido pela Corte Suprema de Justiça da Argentina para a medida cautelar, obtida pelo Grupo Clarín, que impede a aplicação de dois artigos da Lei de Medios às atividades econômicas do grupo. Um deles, o art. 161, determina que os grupos que ultrapassem os limites de outorgas definidos pela nova lei devem iniciar um processo de adequação de suas licenças. Pela Lei de Meios, nenhum grupo de comunicação no país pode ter mais do que 24 outorgas de TV a cabo e 10 de rádio e televisão aberta. O Grupo Clarín, além do jornal impresso, tem 4 canais de televisão, 1 rádio FM e 9 rádios AM, além de dez vezes mais licenças de cabo do que o número autorizado pela Lei de Medios.
Diante da proximidade da data e reconhecendo a influência que a iniciativa de Cristina Kirchner tem tido nos países vizinhos em prol da democratização dos meios de comunicação de massa, a 68ª Assembléia Geral da SIP, que acontece até esta terça-feira (16) em São Paulo, centrou sua crítica no que definiu por "hostilidade contra a imprensa" por parte do governo argentino. A sessão da Comissão de Liberdade de Imprensa e Informação da SIP foi aberta na manhã desde domingo (14) pela apresentação, de mais de 40 minutos, do representante da SIP no país, Daniel Dessein.
Dessein fez a leitura completa do relatório (disponível AQUI), que afirma que "várias resoluções do governo, manobras judiciais, declarações ofensivas e ameaçadoras de funcionários públicos, medidas contra a mídia e ameaças e agressões físicas a jornalistas delineiam um cenário sombrio para o exercício do jornalismo e o direito de todos os cidadãos se expressarem livremente" - considerando que a liberdade de expressão dos cidadãos se dá através da grande imprensa argentina.
Sobrio também foi o vídeo elaborado pelo Clarín, e apresentado na sequência da leitura do relatório, mostrando o "crescimento da censura" no país. Numa ágil edição de imagens e trilha sonora de suspense, o vídeo elenca as ações da Presidenta Kirchner contra a imprensa e afirma que seu objetivo é "consagrar o medo, a autocensura e o silêncio". Afirma que "organismos do governo são escritórios para reprimir cidadãos que querem se expressar".
Entre as ações tachadas como violadoras da liberdade de imprensa estão a amplificação da rede de comunicação oficial, "mecanismos discriminatórios" de distribuição da publicidade oficial, "abuso ilegítimo" de cadeias nacionais na televisão, cobertura parcial de eventos por parte de algumas emissoras de TV, que estariam vinculadas ao governo federal, e "aplicação seletiva" da Lei de Meios. Segundo a SIP, há vários meios de comunicação - o relatório não citou quais - que não se ajustam ao previsto na lei, aprovada há três anos, e que não foram "intimidados" a cumprir o que ela estipula.
O final do vídeo traz um questionamento sobre a versão oficial do que acontecerá no dia 7 de dezembro. Segundo os constitucionalistas ouvidos pelo Clarín, nada. Se até lá a Corte Suprema de Justiça não se decidir sobre a constitucionalidade dos artigos questionados pelo grupo e não prorrogar a validade da medida cautelar, apenas começará a contar o prazo para que o Clarín se adeque à nova lei. Para o grupo, isso não é nada. Para o governo Kirchner, será uma vitória da lei criada para, entre outros pontos, combater a concentração da propriedade da mídia na Argentina.
Discordando dessa leitura do governo e afirmando que nada acontecerá no dia 7, o vídeo termina com três fortes perguntas acusatórias: "O que se busca então com o relato oficial?", "Preparar o terreno para outra coisa?", "Terminar com o Estado de Direito na Argentina?". Para quem não conhece a realidade no país, parece assistir a um documentário pré-ditadura no território vizinho.
Após a exibição do vídeo, foi sugerido, pelos representantes de outros jornais argentinos presentes, que a SIP faça uma missão internacional à Argentina no dia 7 de Dezembro, para acompanhar os acontecimentos políticos no país. O diretor do jornal Los Andes, de Mendoza, destacou a importância de uma "ação enérgica da SIP", "porque a sociedade argentina está amordaçada pela autocensura e ficou sem referências institucionais".
Um empresário uruguaio comparou o caso Clarín com o que aconteceu com a RCTV, na Venezuela. Ao que o dono de um jornal de Caracas acrescentou: "É uma epidemia. A estratégia da Venezuela está sendo imitada por outros países".
Imprensa equatoriana: sem consenso sobre o caso Assange
O segundo destaque dos relatórios foi o do Equador. Num extenso informe de 9 páginas - o maior da Comissão (disponível AQUI) -, a SIP denunciou decisões judiciais, iniciativas de projetos de lei e medidas do Presidente Rafael Correa que atacariam a liberdade de imprensa. Segundo o relatório, os três poderes do país agem contra os meios de comunicação.
"O regime continua usando recursos públicos para atacar e "desmentir" sistematicamente as publicações da mídia, jornalistas e pessoas com opiniões distintas da sua. O Presidente Rafael Correa promove a ideia de que a mídia privada deve ser rejeitada porque busca o enriquecimento dos seus donos e, por isso, mantém a proibição aos seus ministros de dar entrevistas ao que ele chama de "mídia mercantilista" (Ecuavisa e Teleamazonas, além dos diários El Universo, El Comercio, Hoy e La Hora).
Essa decisão conta com respaldo legal, já que a Justiça indefiriu mandato de segurança que pretendia classificá-la como inconstitucional", diz um trecho do documento. "As instituições estão sendo atacadas e controladas pelos políticos e gangues de delinquentes, e quem for perseguido fica praticamente indefeso", analisa outro.
A SIP também afirma que o "fechamento" de canais de rádio e televisão regionais - que segundo as autoridades do Equador não cumpriam as normas técnicas e econômicas vigentes - se deu por retaliação política. O inquérito da Procuradoria Geral sobre o articulista Miguel Macias Carmigniani, do jornal El Comercio, também foi considerado uma violação à liberdade de imprensa. A comunidade LGBT do Equador questionou seu artigo "Famílias alternativas?", considerando que o conteúdo publicado incita o ódio, o que é proibido pela Constituição.
A SIP, no entanto, não se posicionou sobre o asilo político dado pelo governo de Correa ao fundador do WikiLeaks, Julian Assange, na embaixada do país em Londres. O caso é apenas citado no documento com caráter informativo. Questionado pela Carta Maior sobre como a imprensa equatoriana vê o asilo político a uma das principais vítimas de violação da liberdade de expressão nos dias de hoje, o vice-presidente para o Equador na SIP afirmou que "não há posição única por parte dos veículos". "Alguns consideram que o asilo é legítimo, outros não. Cada meio teve uma opinião", descreveu.
Ao longo do dia foram apresentados os informes da maior parte dos países membros. Além de Argentina e Equador, a presidência da Comissão, sem coincidências, também considerou "extremamente preocupantes" os casos da Venezuela, Bolívia e Cuba.
À tarde, quando se perguntavam por que a sociedade latino-americana "não reage" e "não está preocupada, como a SIP está, com a defesa da liberdade de imprensa no continente", um jornalista do Paraguai deu uma sugestão que merece consideração: "A SIP deveria fazer uma pesquisa sobre o que pensa a população e se o que a sociedade entende como como liberdade de expressão é o mesmo que nós, da SIP, entendemos".
Bia Barbosa
No Carta Maior
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Lembra do Mão Santa?

Ele não consegue se eleger em seu berço político...


No PIG
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Serra esqueceu de mentir

José Serra passou a vida toda falando que foi pobre e estudou em escola pública.
Pois na sexta-feira ele desmentiu a si mesmo.
Ao participar de uma missa católica, o tucano contou que estudou em colégio Salesiano quando criança. A escola católica é um instituto privado.
http://goo.gl/B1szh
Por ironia do destino, nas eleições presidenciais em 2002, José Serra empenhou-se em desconstruir a imagem do oponente Ciro Gomes com um fato semelhante.
ZéAugusto
No Amigos do Presidente Lula
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À Folha e ao Estado, Serra fala como derrotado

Sua vitória suprema não é mais a prefeitura de São Paulo; já basta ao candidato tucano a condenação dos petistas na Ação Penal 470; afora isso, dá-lhe mensalão, kit-gay e Malafaia; sobre São Paulo, nenhuma palavra ou proposta concreta
Candidato à prefeitura de São Paulo em clara desvantagem (as pesquisa lhe colocam 12 pontos atrás de Fernando Hadadd), José Serra falou aos dois principais jornais da cidade, Folha e Estado de S. Paulo, sobre os temais com os quais pretende pontuar a campanha municipal de 2012: mensalão, kit-gay e Silas Malafaia. Sobre os problemas da maior metrópole, nenhuma palavra.  
Confira alguns trechos na Folha:
Mensalão
O maior julgamento contra corruptos da história do Brasil condenou figuras da mais alta relevância no PT. Indiretamente, o próprio governo Lula. Lula e Dirceu estão querendo usar a eleição em São Paulo como cortina de fumaça. Querem dizer que, se ganharem, é como se não tivesse havido mensalão. É absurdo.
Rejeição
Vem das mesmas pesquisas que não pegaram que eu chegaria em primeiro lugar.
Dianteira de Haddad no segundo turno
O PT sempre foi muito ruim de serviço no Executivo. Eles deixaram a cidade falida. Há ainda o fato de que os pontos mais fracos do PT são educação e saúde. Sempre.
Sobre Haddad
O Enem fracassou em parte pela incapacidade operacional de fazê-lo, mas também pelo equívoco das mudanças realizadas. Eu não diria que a culpa é do Haddad, ele é apenas despreparado para a educação.
Sobre o ProUni
É um programa de bolsas, nada mais. Não sou contra, mas está longe de ser uma inovação. Em São Paulo já tinha isso. Eles apenas fizeram algo mais massivo e com desconto de impostos. Cada bolsa é um gasto. Diminui receitas do governo.
Vínculo entre Haddad e Mensalão
Ele é do partido do mensalão. O Zé Dirceu é muito importante para o PT e para ele. Numa campanha, você carrega consigo sua biografia, suas companhias e o currículo do seu partido.
Religião na campanha
Haddad foi à missa hojee até comungou. Isso não é buscar apoio religioso? Agora, eu não sou cristão de boca de urna.
Kit-gay
Nós fizemos a melhor campanha contra Aids do mundo. O papel da comunidade gay foi decisivo. Nunca saiu nenhum filme da campanha que eu não tivesse revisado. O Haddad fez uma coisa desastrada. Era um material de doutrinação, malfeito.
Silas Malafaia
Não criticam o Malafaia, criticam que não esteja com eles. No Rio, Malafaia apoiou o Eduardo Paes, cujo vice é do PT. Quando não apoia Haddad, aí é satanizado.
E também no Estadão:
Desvantagem nas pesquisas
As pesquisas sempre são um retrato, e nesta campanha têm sido um retrato borrado. Poucas vezes as pesquisas desviaram tanto as análises quanto nessa eleição.
Estratégia no segundo turno
O 2.º turno tem uma característica de quantidade que muda a qualidade. É mais intenso. Não tenho estratégia diferente, mas sei que tudo vai se intensificar. Eleição é escolha, comparação. Biografia, capacidade de realizar, de ter prioridades, fazer acontecer, com quem você anda, quem te cerca, tudo isso pesa.
Plano de governo que ainda não saiu
Eu não parei de apresentar propostas a cada dia, isso que é importante. O programa (registrado) no TRE é para valer. Agora estamos organizando as temáticas, pegando contribuições dos partidos que estão entrando. Por exemplo, a questão das creches. Vamos criar um auxílio-creche, uma bolsa para as mães que estiverem na fila. É uma ideia que veio do PPS. Do PDT tem coisas importantes, como (corrigir) a diversidade das velocidades limites na mesma via.
Bilhete único mensal proposto por Haddad
A proposta do bilhete mensal não é redução de custo. Aí é que está a enganação. A outra não tinha cabimento. Não é que cause dano, só não tem relevância, e foi apresentado como grande ideia, a meu ver por estratégia eleitoral e porque não pensaram muito.
Mensalão
O mensalão é um processo em cima do PT e do seu governo. E não é só processo, agora é condenação. O empenho deles é que passe desapercebido, mas não passa.
Partidos mensaleiros com Serra, como PTB e PT
O (Roberto) Jefferson foi quem denunciou o mensalão. Pode ter gente de outros partidos, mas o mensalão é do PT.
Mensalão mineiro e tucano
É a reação tipicamente petista. Bate carteira e grita ‘ladrão’ para dispersar a atenção. O PT no governo foi um retrocesso em termos de moralidade pública.
Kit-gay
O pior foi a área educacional propriamente dita. Quem tem que se explicar sobre o kit é ele, a Dilma, que revogou (a distribuição), e o TCU, que está cobrando os R$ 800 mil gastos nisso. Quando eu era ministro, não saia uma peça publicitária ou educacional sem que antes eu tivesse revisado o conteúdo. É inadmissível. Mas a questão é a gestão, que vai deixar marcas desastrosas para o futuro: a desmoralização do Enem, as maiores greves da história desde o governo Figueiredo.
Silas Malafaia
O Silas Malafaia apoiou o Eduardo Paes com vice do PT no Rio. Ele foi do conselhão do Lula, aquele conselho de desenvolvimento social. O problema é que, declarando apoio a mim, passou a ser inimigo do PT. Eu não vi a crítica mais aprofundada, mas tem um erro incrível, inclusive de matemática, quando no fundo faz apologia do bissexualismo. Diz é bom ser bissexual porque você aumenta em 50% a chance de ter programa no fim de semana. Não é 50%, é 100%. Segundo, isso não é combater homofobia, é uma espécie de doutrina. O problema do kit gay é acima de tudo pedagógico. Quer doutrinar, em vez de educar.
No 247
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Dia do Professor

Parabéns professore(a)s!

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Polícia ainda não tem pistas sobre paradeiro do prefeito tucano

A Polícia Civil ainda não tem pistas sobre o paradeiro do prefeito do município de Serra do Mel, no Oeste Potiguar, foragido desde a última quinta-feira. Josivan Bibiano de Azevedo (PSDB) teve a prisão decretada pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJ-RN), após ter se ausentado do Estado sem ter comunicado o fato à Justiça. Ele é apontado como o mandante da execução do jornalista blogueiro e presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) na cidade, Ednaldo Figueira.
De acordo com informações da Polícia Civil, o prefeito Josivan Bibiano já havia sido preso em dezembro passado, durante a Operação “Matadores de Aluguel”, que investigou o assassinato de Figueira. O blogueiro foi morto no dia 15 de julho do ano passado, com seis disparos de arma de fogo, quando retornava para casa após o trabalho.
Conforme as investigações, o crime teria sido encomendado pelo prefeito de Serra do Mel porque a vítima mantinha um site na internet onde tecia críticas aos políticos do município e da região, que compreende Mossoró. No entanto, ele foi solto dias depois, após se comprometer a cumprir uma série de determinações, entre elas a de nãose ausentar do Estado sem comunicar o fato à Justiça.
A nova prisão de Josivan Bibiano foi decretada por ele não ter cumprido o acordo e agora, quando ele for localizado e preso, deverá ficar detido no quartel do Comando Geral da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, em Natal, por ter foro privilegiado. “Estamos com oito equipes nas ruas para cumprir o mandado de prisão”, afirmou o delegado da Divisão de Polícia do Oeste (Divipoe), Odilon Teodósio.
O delegado lembrou que o auxílio da população é muito importante para a localização e prisão do acusado e, para isso, disponibilizou o telefone (84) 3314-9595 para quem tiver informações sobre o paradeiro do prefeito. Além destes, há ainda os números 190, da Polícia Militar e o disque-denúncia 181. A ligação pode ser anônima.
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Da importância do acento agudo na leitura da Bíblia, ou: Senhor, não permitais que energúmenos leiam a Vossa Palavra!

E eis que o Pastor não sabe a diferença entre adultera e adúltera.
E se acha o fodão pra interpretar texto da Bíblia…
Por que ninguém me falou deste vídeo antes?
Só mesmo a Cíntia Nunes pra me enviar esta pérola…
O_o
No Objetivando Disponibilizar
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