7 de set de 2012

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O documentário faz uma análise do nosso consumismo, do poder das elites e a revolução de consciência que está acontecendo.

No DocVerdade
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CIA torturou opositores de Kadafi no governo de George W. Bush, diz ONG

Human Rights Watch (HRW) afirma que depoimentos comprovam o uso de técnicas de afogamento e espancamento
A agência de Inteligência dos EUA, a CIA, torturou opositores ao governo de Muamar Kadafi durante a gestão do ex-presidente George W. Bush, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela ONG de luta pelos direitos humanos Human Rights Watch (HRW). A organização, com sede em Nova York, afirma que depoimentos de 14 ex-detentos líbios e documentos secretos do governo americano e do Reino Unido provam que agentes dos EUA usaram técnicas de afogamento e espancamento contra ativistas que hoje fazem parte do novo governo da Líbia.
Em um relatório de 154 páginas, membros do Grupo Líbio e Islâmico de Luta (LIFG, na sigla em inglês) - que se uniram a rebeldes do Conselho Nacional de Transição (CNA) pela queda de Kadafi - contam que foram capturados pela CIA, torturado e depois entregues ao governo do ditador, que continuava os abusos.
Segundo o depoimento de cinco líderes do LIFG, eles foram levados para duas prisões administradas pelos EUA no Afeganistão e chegaram a ser presos nus a paredes por semanas e sofreram torturas de afogamentos, espancamentos e foram impedidos de tomar banho, ver o sol e até de dormir, enquanto agentes colocavam músicas em som alto para acordá-los.
"Eu passei três meses sendo interrogado, enquanto eles me davam cada dia um tipo de tortura diferente. Às vezes utilizavam água, às vezes não... Às vezes eles tiravam a minha roupa e às vezes me deixavam vestido", conta Khalid al-Sharif, que afirma ter ficado anos em duas diferentes prisões operadas pela CIA no Afeganistão. O ex-detento é hoje o chefe da Guarda Nacional da Líbia, responsável pela segurança dos mais importantes cárceres do país.
O relatório da ONG não foi baseado somente em testemunhas, mas também em textos que vieram a público pela primeira vez. A HRW afirma ter achado - em 3 de setembro de 2011 - provas das torturas em documentos achados nos escritórios do chefe da Inteligência de Kadafi, Musa Kusa, depois que os rebeldes tomaram a cidade de Trípoli.
As entrevistas e os registros mostram que, após o 11 de setembro, os EUA, com a ajuda do Reino Unido, países do Oriente Médio, África e Ásia, prenderam sem motivo diversos membros do LIFG que viviam fora da Líbia e os entregavam ao regime de Kadafi, segundo a ONG. No entanto, Laura Pitter, autora do relatório do HRW, afirma que o fechamento de investigações do promotor John Durham em 2012 - que apuravam abusos contra 101 pessoas detidas pelos EUA - mostra que a política de ignorar práticas de tortura não é específica de Bush.
"As histórias de líbios presos por autoridades dos EUA e depois entregues ao regime de Kadafi deixam claro os atos de abuso, incluindo maus tratos que não necessariamente eram uma ação específica do governo de Bush. O fechamento das investigações de Durham em 30 agosto de 2012, sem que ninguém fosse indiciado, é uma mensagem de que abusos, como os que foram cometidos contra os líbios, continuarão a ser cometidos", afirma.
Autoridades do governo de Bush afirmam que apenas três homens presos nos EUA foram torturados com afogamento. A HRW afirma que, apesar da divulgação de inúmeras evidências, nenhum dos agentes responsáveis pelas torturas em prisões no Afeganistão foi punido. Apenas militares de baixo escalão sofreram pela prática comum nos cárceres, segundo a ONG.
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Os velhinhos assassinos

Na semana passada, ao ler no site da Folha a notícia “Justiça determina abertura de ação penal contra militares por crimes na ditadura”, atravessou o meu espírito uma reprovação. Já no primeiro parágrafo se anunciava:
“Militares que atuaram na repressão durante o regime militar (1964-85) responderão a ação penal por supostos crimes cometidos durante a ditadura”.
Por que e como supostos crimes? Não bastam as seguidas e cumulativas provas,  de testemunhas, de documentos, e até entrevistas de réus confessos, para retirar o véu da dúvida? Mas continuava a notícia:
A Justiça Federal em Marabá (685 km de Belém) aceitou denúncia do Ministério Público Federal e determinou a abertura de ação penal contra o coronel da reserva Sebastião Rodrigues Curió (foto acima) , 77, e contra o tenente-coronel da reserva Lício Maciel, 82”.  
Depois disso, atravessaram o espírito dois espantos. O primeiro foi ver o quanto o assunto justiça e ditadura havia sido o mais comentado e enviado no site em 30 de agosto. O segundo foi conhecer o gênero e grau de comentários que sob a reportagem se abrigavam, dos raivosos defensores do golpe de 64 aos mais complacentes e pacifistas,  sempre na velha fórmula: para  quê tanta confusão, se tudo é morto e passado?
Não vem ao caso aqui mostrar o paradoxo de quem argumenta que, por um lado, a história da ditadura é ultrapassada, e  por outro, manter a feroz defesa do regime que não mais existe, como se os anos da guerra fria estivessem em uma geladeira. Do necrotério de 1970, talvez. Importa mais agora, entre os comentários cordatos, um apelo que li dirigido aos brasileiros de bons corações, nesta esperta frase:     
“Um deles tem 77 anos, o outro tem 82. Não adianta ficar prendendo ex-coronel que fez crimes na ditadura civil-militar. Nossa ditadura foi a mais branda da América Latina, não que eu esteja tentando justificá-la, mas ficar revogando a lei da Anistia pra prender velhinhos é no mínimo covardia. Não sabia que a esquerda queria se vingar de vovôs”.
Vovós, poderia ser dito, para ser mais forte a fragilidade dos velhos coitadinhos. Ora, tenho junto a mim um precioso depoimento de uma senhora que teve a sorte de morar no mesmo edifício do coronel Vilocq, quando ele estava velhinho. Quando ele não mais era uma fortaleza de abuso e violência. Os mais jovens não sabem, mas Vilocq arrastou Gregório Bezerra por uma corda, espancou o bravo comunista sob cano de ferro, e esteve a ponto de enforcá-lo em praça pública em 1964. Quanta força contra um homem rendido e desarmado. Pois bem, assim me contou a privilegiada:
Muitas vezes, viu a conversarem, em voz amena e agradável, lado a lado, em suas  cadeiras de rodas, Darcy Vilocq e Wandenkolk Wanderley, que moravam no mesmo edifício e destino. Olhem que feliz coincidência, lado a lado, a ferocidade e o terror. Um, Wandenkolk, ex-delegado, que usava alicate para arrancar  unhas de comunistas no Recife; outro, Vilocq, sobre quem Gregório fala em suas memórias. Pois ficavam os dois companheiros a cavaquear, pelas tardes, na paz do bucólico bairro de Casa Forte.
De Vilocq, a minha privilegiada amiga informa um pouco mais, neste brilho de ironia involuntária da cena brasileira: uma empregada doméstica, no prédio em que ele morava,  dizia que Vilocq parecia um bebê, de tão inofensivo  e pacífico na velhice. A ponto de ela brincar, muitas vezes com ele, dizendo: “eu vou te pegar, eu vou te pegar”. O bebêzinho, o velhinho sorria, já sem a força de espancar com ferro e obrigar um homem a pisar em pedrinhas, depois de lhe arrancar a pele  dos pés a maçarico.  
Para infelicidade geral, os dois bons velhinhos já não mais existem. O que gostava de unhas com pedaços de carne foi para o céu aos 90 anos, em 2002. O que tentou enfiar no ânus de Gregório Bezerra um cano seguiu para Deus aos 93, em março deste ano. Ficou um vazio nas tardes da história onde mora a minha amiga. Como poderá a justiça humana agora alcançá-los? Com quem brincará a boa moça, empregada doméstica?
Pensemos neles, por eles e para a justiça que não lhes chegou, quando olharmos os idosos e respeitáveis Carlos Alberto Brilhante Ustra, David dos Santos Araujo, Ariovaldo da Hora e Silva, Maurício Lopes Lima, Carlos Alberto Ponzi, Adriano Bessa Ferreira, José Armando Costa, Paulo Avelino Reis, Dulene Aleixo Garcez dos Reis. E outros velhos, muitos outros de Norte a Sul do país, que no tempo de poder foram o terror do Estado no Brasil. Eles ficaram apenas mais velhos, os bons velhinhos assassinos.
Uraniano Motta
No Direto da Redação
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Lista de Torturadores - 8 (atualizada em 10/08/2012)

A tortura, como os demais atos violadores dos direitos do homem, concretamente ou em potencial, representa um ataque e uma ameaça genérica.
No Brasil, a tortura, com o apoio de largos setores civis que serviram de base de sustentação da ditadura, foi o método preferencial de investigação. Esta prática impune ainda subsiste e deve ser denunciada, combatida e os torturadores devem ser punidos de acordo com a Lei.
A lista abaixo é resultado de um trabalho coletivo executado pelos sobreviventes do período da ditadura, com a colaboração de entidades que atuam em defesa dos direitos humanos.
Na lista consta 35 torturadores que atuaram no Estado do Paraná, sendo que desses, 08 torturadores destilaram seus instintos bestiais em Foz do Iguaçu.
- T -
TACIR OMAR MENEZES SAI…………………….. Delegado da PF; lotado no Departamento de Vigilância de BH-MG (1964-1970); era do CCC
TADASHI……………………………………………… Vide Jorge Tadashi Iamada
TAMOTU NAKAO…………………………………… Tenente da PM-SP; chefiou Equipe de Interrogatório do DOI-CODI-SO (1975-1976)
TARCILO………………………………………………. Vide Tharcílio José Duarte Rodrigues
TARGA…………………………………………………. Vide Wander Torga de Castilho
TAUMATURGO………………………………………. Vide Thaumaturgo
TAVARES……………………………………………… Vide Jorge Tavares
Vide José Caldas Tavares
Vide José da Silva Tavares
TEIXEIRA……………………………………………… Vide Athos Cezar Baptista Teixeira
Vide Gladstone Pernassetti Teixeira
Vide Hernani Guimarães Teixeira
Vide Irval Figueiredo Teixeira
Vide José Brandt Teixeira
Vide José Carlos Teixeira
Vide Roberto Ferreira Teixeira de Freitas
Vide Vicente Teixeira
TEIXEIRA……………………………………………… Sargento do Exército; servia no DOI-CODI-RJ (1970)
TELLES………………………………………………… Vide Celso Telles
TELLES………………………………………………… Tenente do Exército; servia no DOI-CODI do Rio de Janeiro (1970)
TELLES………………………………………………… Carcereiro do DOI-CODI-PE (1970-1974)
TEOBALDO…………………………………………… Vide Theobaldo
TEOBALDO LISBOA……………………………….. Agente da PF; lotado no DOI-CODI-RJ (1970 a1973); conhecido como Norminha, Capitão Teobaldo e Doutor Teobaldo; tornou-se Promotor em Parati-RJ (1986)
TEOBALDO, CAPITÃO…………………………….. Vide Teobaldo Lisboa
TEOBALDO, DOUTOR…………………………….. Vide Teobaldo Lisboa
TEÓFILO………………………………………………. Vide Hamilton Holanda Teófilo
TERÊNCIO…………………………………………….. Capitão do Exército; lotado no DOI-CODI do Rio de Janeiro (1970) e, depois, no DOI-CODI-SP; conhecido como Flávio
TESCALONE………………………………………….. Investigador da PF; lotado no DOPS-SP em 1969
THARCÍLIO JOSÉ DUARTE RODRIGUES…….. Terceiro Sargento do Exército; servia no PIC do 1O. BPE-RJ (1964); em 1970 fez o Curso De Informações e Interrogatórios Militares na Escola Militar das Américas
THAUMATURGO SOTERO VAZ…………………. Major da Infantaria do Exército; era pára-quedista; possui cursos de contra-guerrilha na selva feitos na Zona do Canal, com diplomas da School of the Americas, US Arms School of the Americas, United States Army e o The Army Commendation Medal; participou da repressão à Guerrilha do Araguaia; recebeu a Medalha do pacificador (1969); erradamente algumas fontes registram Daumaturgo
THEOBALDO…………………………………………. Vide Teobaldo
THEOBALDO EUGÊNIO BERHENS…………….. Sargento do Exército; servia no BPE de Porto Alegre-RS (1966); conhecido como Ferrugem
THOMAZ………………………………………………. Vide João Thomaz
THOMAZ GARCIA………………………………….. Agente da PF; lotado no DEOPS-SP (1969)
THOMAZ PAULINO ALMEIDA………………….. Sargento da PM-SP; servia nas Equipes de Buscas do DOI-CODI-SP; morreu em janeiro de 1972
THOMAZ PAULINO ROSA………………………… Vide João Thomaz
THOMPSON…………………………………………… Vide Moysés Thompson do Nascimento
Vide Nelson Thompson
THORVALD DALSGARD………………………….. Investigador da PF; atuava em Fortaleza-CE (1970)
TIBIRIÇÁ, DOUTOR………………………………… Vide Carlos Alberto Brilhante Ustra
TIBÚRCIO…………………………………………….. Vide João Thomaz
TIMÓTEO……………………………………………… Vide José Timóteo de Lima soldade PE RJ
TIMÓTHEO LUÍS DE LIMA……………………….. Vide Luiz Timótheo de Lima “Padre”
TOKIOSSHI NAKAHARA…………………………. Agente da PF; lotado no DEOPS-SP (1969)
TOMÁS…………………………………………………. Vide Thomaz
TOMATE………………………………………………. Soldado PM-SP; integrava a Equipe B de Interrogatório do DOI-CODI-SP
TOMÉ, CAPITÃO……………………………………. Vide Doutor Tomé
TOMÉ, DOUTOR…………………………………….. Integrava a Equipe A de Interrogatório do DOI-CODI-SP
TONINHO……………………………………………… Vide Pedro
TONHO………………………………………………… Vide Goulart
TONTO…………………………………………………. Agente do DPF; lotado em Goiás
TARGA…………………………………………………. Vide Wander Torga de Castilho
TORRES……………………………………………….. Vide Ariedisse Barbosa Torres
Vide Carlos Sérgio Torres
Vide Dario Piedade Torres
Vide Jaime Torres
Vide Maurício Dantas Torres
TORRES……………………………………………….. Cabo PM; era Delegado de Polícia no Município do Cabo-Pernambuco (1969)
TORREZAN…………………………………………… Cabo do Exército; servia no PIC-BPE em Brasília (1972-1973)
TRAFALGAR…………………………………………. Tenente do Exército; servia na PE da Vila Militar-RJ (1964)
TRAILLER…………………………………………….. Vide João Carlos Tralli
TRALLI………………………………………………… Vide João Carlos Tralli
TUCUNDUVA………………………………………… Vide Roberto Cardoso de Mello Tucunduva
TUFVESSON………………………………………….. Vide José Carlos de Carvalho Tufvesson
TÚLIO PINAUD MADRUGA……………………… Capitão do Quadro de Material Bélico do Exército; serviu no PIC do BPE-Brasília (1971-1972); conhecido como Meirelles
TURCO…………………………………………………. Soldado PM-SP; integrou a Equipe A de Busca do DOI-CODI-SP (1972-1974); também era Auxiliar de Carceragem; conhecido como Pedro
- U -
UBIRAJARA RIBEIRO DE SOUZA……………… Sargento do Exército; foi jogador de basquete em Minas Gerais, cuja seleção chegou a integrar; serviu na Casa da Morte em Petrópolis; conhecido como Zezão e Zé Gomes
UBIRAJARA, CAPITÃO …………………………. . Delegado da polícia civil de São Paulo. Seu verdadeiro nome é Aparecido Laertes Calandra. Foi encarregado pelo Delegado Romeu Tuma, então diretor da DPF, como encarregado do arquivo do extinto Deops São Paulo, que ficou sob a guarda daquele departamento com o fim da ditadura. O arquivo foi desfigurado e sua consulta totalmente prejudicada.
UBIRAJARA………………………………………….. Vide Homero César Machado
UBIRATAN LIMA…………………………………… Agente do DPF no Ceará (1964-1970)
UBIRATAN PEREIRA DE ANDRADE………….. Tenente do Exército; servia na 7A. CIA. de Guardas em Recife
ULIANA……………………………………………….. Soldado do Exército; serviu no PIC do 1O. BPE-RJ (1969)
ULISSES……………………………………………….. Guarda Penitenciário; servia no Presídio da Ilha Grande (1970)
ULISSES GOMES DA SILVA……………………… Capitão da Infantaria do Exército; servia na PE-RJ (1964)
ULSTRA……………………………………………….. Vide Carlos Alberto Brilhante Ustra
UMBERTO…………………………………………….. Vide Humberto
UMEDA………………………………………………… Vide Alfredo Umeda
USTRA…………………………………………………. Vide Carlos Alberto Brilhante Ustra
- V -
V. NETO……………………………………………….. Vide Ormindo Rodrigues V.Neto
VAGNER MASEI…………………………………….. Vide Wagner Masei
VALDECK…………………………………………….. Carcereiro do DOI-CODI-SP (1970-1973)
VALDEMAR SOUZA ALVES……………………… Sargento do Exército; servia na PE da Vila Militar-RJ
VALDEMIR TENÓRIO SABINO………………….. Segundo Tenente da Infantaria do Exército; servia no 1O. BIB em Barra Mansa-RJ (1971-1973)
VALDIR……………………………………………….. Vide Waldir e Waldyr
VALDIR SIMONETTI……………………………….. Delegado da PF; lotado no DEOPS-SP (1969); em 1985 era Delegado Regional em São José dos Campos-SP
VALDOMIRO…………………………………………. Atuava na Brigada Militar-RS (1970)
VALDOMIRO ANTÔNIO SABINO………………. Capitão da PM-MG; servia em BH (1969)
VALDOMIRO DE OLIVEIRA LEDO…………….. Investigador da PF; lotado no DOPS-SP de1973 a 1974
VALLE…………………………………………………. Vide Armando Amorim do Valle
VALENÇA…………………………………………….. Vide Antônio Rolim Valença
VALÉRIO……………………………………………… Soldado da PM-SP; integrava a Equipe do DOI-CODI-SP
VALIM…………………………………………………. Inspetor da PF; lotado no Ceará (1973)
VALMIR DA FONSECA……………………………. Terceiro Sargento do Exército; servia na Vila Militar-RJ (1964); recebeu a Medalha do Pacificador (1970)
VALMOR………………………………………………. Guarda Civil; lotado no DOPS-RJ 91968-1969)
VALTER……………………………………………….. Vide Walter
VALTER……………………………………………….. Delegado da PF; lotado no DOPS-RS (1970 a1972)
VALTER FERNANDES……………………………… Delegado da PF; lotado na Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969)
VALTER DOS SANTOS…………………………….. Agente da Polícia Federal; lotado no DEOPS-SP
VALVERDE…………………………………………… Vide Antônio Valverde
VANDER………………………………………………. Investigador da PF; lotado no DVS-BH (1968 e 1969)
VANDERLEI PINHEIRO DOS SANTOS………… Agente da repressão em Brasília
VANDERLINO BEZERRA DE LIMA……………. Investigador da PF; lotado no DOPS-PE (1968)
VASCONCELLOS……………………………………. Vide Aluízio Marques de Vasconcellos
VASCONCELLOS……………………………………. Vide Antônio Carlos Vasconcellos
Vide José Pereira de Vasconcellos
Vide Pedro Ivo dos Santos Vasconcellos
VAZ…………………………………………………….. Vide Thaumaturgo Sotero Vaz
VENDRAMINI………………………………………… Vide Euclides Vendramini
VERA…………………………………………………… Vide Carlos Vera
VEREZA……………………………………………….. Vide Rubens Vereza de Azevedo
VETTORATO…………………………………………. Vide João José Vettorato
VIANNA……………………………………………….. Vide Darcy Ulsmar Villocq Vianna
Vide Paulo Afonso Fonseca Viana
VICENTE DE ALBUQUERQUE…………………… Major da Infantaria do Exército; servia no 4O. RI-SP (1969)
VICENTE DOS SANTOS NOGUEIRA………….. Agente da PF; lotado no DOPS-BH-MG (1969)
VIEIRA…………………………………………………. Vide Casemir Vieira
VIETTI…………………………………………………. Atuava no DOI-CODI-BH-MG (1971)
VILLAS BOAS……………………………………….. Vide Antônio Villas Boas
VINÍCIOS……………………………………………… Comissário da Polícia; atuava na Secretaria de Segurança Pública-PE (1964-1970)
VICTOR MARCELINO……………………………… Terceiro Sargento do Exército; servia na Vila Militar-RJ (1968)
VOLMIR PEREIRA ALVES………………………… Sargento do Exército; servia no 18O. RI em Porto Alegre-RS (1966)
VOLNEI DA CUNHA……………………………….. Sargento do Exército; servia no 18O. RI em Porto Alegre-RS (1966)
- W -
WAGNER MASEI……………………………………. Integrava o DOI-CODI-SP (1972)
WALDECK…………………………………………….. Vide Valdeck
WALDES ANTÔNIO DA CUNHA………………… Capitão-de-Mar-e-Guerra; servia no CENIMAR em 1973; em 1985 estava em Washington
WALDYR COELHO…………………………………. Tenente-Coronel do Exército; foi o primeiro comandante da OBAN (1969); comandou o DOI-CODI-SP (1970); transferido para Pindamonhangaba, comandou o Batalhão de Engenharia e Combate (1971); em 1970 recebeu a Medalha do Pacificador
WALDIR JOSÉ DE MELLO BARBOSA…….. Major da Infantaria do Exército; servia no * Batalhão de Infantaria Motorizada e no 1O. BPE-SP (1973); esteve no DOI-CODI-SP; está na Reserva
WALDIR SIMONETTI………………………………. Vide Valdir Simonetti
WALDIR TEIXEIRA GÓES………………………… Major da Infantaria do Exército; servia no 12O. RI em BH-MG (1969)
WALDOMIRO………………………………………… Vide Valdomiro
WALQUÍRIA………………………………………….. Inspetora do DOPS-RS (1970)
WALTER………………………………………………. Vide Valter
WALTER………………………………………………. Cabo Fuzileiro Naval; servia no Pará (1964)
WALTER BRASILEIRO POLIM…………………… Investigador da Polícia Federal; lotado no DOPS-SP (1969-1970); conhecido como Brasileiro; era do esquadrão da Morte
WALTER DA COSTA FERNANDES…………….. Coronel do Corpo de Bombeiros; serviu no DOI-CODI-RJ (1969-1973); fez curso nas Forças Especiais dos EUS; conhecido como Orlando; estava no DECON (1985)
WALTER FERNANDES…………………………….. Vide Valter Fernandes
WALTER MORAES DE MACHADO SUPPO
WALTER DE OLIVEIRA CARVALHO………….. Segundo Sargento do Exército; servia no BPE do Rio de Janeiro (1969)
WALTER RODRIGUES DOS SANTOS………….. Capitão da Artilharia do Exército; servia na PE da Vila Militar-RJ (1968)
WALTER DA SILVA RANGEL………………. Segundo Sargento do Exército; servia no 1O. * da Vila Militar-RJ (1969) e no DOI-CODI-RJ (1970-1974); acusado de envolvimento com contrabandistas; recebeu a Medalha do Pacificador (1969)
WALTER XAVIER DE LIMA……………………… Sargento da aeronáutica; servia no DOI-CODI de Salvador na Bahia (1969-1970)
WANDER TORGA DE CASTILHO………………. Capitão da Artilharia do Exército; serviu em Ribeirão Preto-SP (1969)
WANDERICO ARRUDA DE MORAES………….. Delegado da PF; dirigiu o DOPS-SP (1969)
WANDERLEY………………………………………… Vide Anderson Alves Wanderley
WANDERLEY………………………………………… Sargento do Exército; era do 1O. RO-105 (1972); integrou Equipe de Busca do DOI-CODI-RJ
WANDERLEY TELLECHEA ACOSTA………….. Capitão da Engenharia do Exército; servia no DOI-CODI-RJ (1973); conhecido como Doutor Acosta
WANTUIR…………………………………………….. Era do Exército; antes de 1964 foi segurança do Presidente João Goulart; atuou na Casa da Morte em Petrópolis-RJ (1971); conhecido como Camarão; algumas fontes indicam Wantuyl
WANTUYL……………………………………………. Vide Wantuir
WASHINGTON……………………………………….. Cabo PM-SP; servia em Ribeirão Preto (1969)
WASHINGTON MANOEL VIJANDE DE
SOSA BERMUDEZ…………………………………… Coronel da Cavalaria do Exército; foi Secretário de Segurança Pública no RS (1966); recebeu a Medalha do Pacificador (1971)
WENCESLAU SÁ SOBRINHO…………………….. Vide Venceslau Sá Sobrinho
®WELINGTON RODRIGUES DOS SANTOS… Coronel PM-RJ; serviu no DOI-CODI-RJ durante o Governo Médici; chefiou a 2A. Seção do EM * PM; recebeu a Medalha do Pacificador (1971)
WIENER……………………………………………….. Vide Fernando Eduardo Studart Wiener
WILSON GOMES…………………………………….. Agente da PF; lotado no DOPS-SP (1964)
WILSON DE QUEIROZ GARCIA………………… Inspetor do DPF, lotado no RJ
WOLFANG…………………………………………….. Vide Friedrich Wolfang Derschun
- X -
X-9………………………………………………………. Vide Henrique Pereira da Silva
XAVIER……………………………………………….. Vide Bartolomeu Xavier
Vide Dario Xavier
Vide João Batista Xavier
Vide José Homero Xavier Sampaio
- Z -
ZAMBINSKI…………………………………………… Em 1970, servia no DOI-CODI-RJ
ZAMITH……………………………………………….. Vide José de Ribamar Zamith
ZAMPOLLO…………………………………………… Vide Luís Zampollo
ZAQUEU PEREIRA………………………………….. Guarda Penitenciária; em 1970 servia no Presídio da Ilha Grande (RJ)
ZÉ BONITINHO……………………………………… Vide Oberdan
ZÉ GOMES…………………………………………….. Vide Ubirajara Ribeiro de Souza
ZÉ MARIA CHUMBINHO………………………….. Vide José Maria de Paulo
ZEMO JOSÉ ALMEIDA MOURA…………………. Major da Infantaria do Exército; em 1967 servia no BPE-Brasília; em julho de 1970 foi exonerado do comando da 7A. CIA-PE (Recife); em 1972 comandava a 2A. CIA de Guardas
ZEZÃO…………………………………………………. Vide Ubirajara Ribeiro de Souza
ZORRO…………………………………………………. Investigador da Polícia Federal; em 1971 servia no DEOPS-SP
Veja também: Lista de Torturadores - 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7
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Esse cara não é certo!

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7 de setembro: cada governo faz o seu

Em setembro de 2002, nos estertores do governo do PSDB, o risco-Brasil atingia 2.443 pontos.
Medida de vulnerabilidade de uma economia - do ponto de vista dos credores - cada 100 pontos de risco equivale a 1% de taxa adicional de juro. A chance de um calote brasileiro então era tida como muito alta.
Para quebrar as resistências ao passar o chapéu o governo FHC via-se obrigado a pagar uma sobretaxa de quase 24,5% acima do juro vigente nos EUA. Numa operação externa feita esta semana pelo governo Dilma, esse plus registrou um recorde histórico de baixa: foi de apenas 1,1%.
O oposto vivido no governo do PSDB reduz a margem de soberania de um país a zero. A independência política é ornamental. Canta-se o Hino, hasteia-se a bandeira. Entrega-se tudo o mais que dá sustento à palavra Nação.
Sem o manejo endógeno das contas externas é impensável fazer política de desenvolvimento ou articular a defesa da industrialização. Menos ainda avançar na defesa da principal fronteira da soberania no século XXI: a justiça social.
Delega-se a sorte e o azar aos banqueiros. Em setembro de 2002, depois de 8 anos nas mãos do PSDB, o Brasil era isso: um pangaré faminto tratado a sabugo e chicote de marmelo pelos mercados.
FHC cumpria exigências velhas, fazia concessões novas, arrastava a empáfia num tanque de areia movediça; a cada passo afundava mais a perna.
Em setembro de 2002 a lama já oscilava no estreito intervalo entre o lábio e o nariz.
Dez anos depois, neste setembro de 2012, o risco país é de 110 pontos. Sim, a 'herança pesada' de Lula, na douta avaliação do sociólogo encabrestado pelos banqueiros em 2002, permitiu que o Tesouro Nacional colocasse nesta 4ª feira US$ 1,3 bilhão em títulos de 10 anos no mercado internacional, pagando apenas 1,1% acima do juro norte-americano.
O menor piso da história teve uma das maiores procuras do mercado. Diferente do calvário vivido em setembro de 2002, a demanda pelos papéis brasileiros foi quatro vezes superior à oferta.
O risco-país em si não define a qualidade de vida de uma nação.
A Argentina tem um risco elevado porque impôs um desconto de 70% da dívida aos seus credores em 2001. Usou a folga para melhorar substancialmente as condições de vida de seu povo e de seu crescimento.
Não foi essa a lógica que depositou a soberania brasileira nas mãos dos mercados em 2002.
Ao contrário. A taxa de juro havida disparado e beirava os 25% (hoje o Brasil tem uma taxa de juro real inferior a 2%) ; a inflação passava de 12%, com o desemprego igualmente rompendo esse patamar.
A dívida interna decolara. Mais de um terço dela estava dolarizada, o que restringia a margem de manobra para fomentar a exportação sem quebrar as contas fiscais.
O Brasil escorria na ampulheta da história.
As reservas disponíveis de US$ 36 bi (hoje são dez vezes maiores) cobriam apenas 1/6 do endividamento interno em dólares. O país fora esmurrado por equívocos estratégicos, socado pela ganância dos interesses unilaterais: estava quebrado por fora, sangrava por dentro.
A contrapartida no imaginário nacional era devastadora.
Uma pesquisa do Sebrae de 2002 identificou "a baixa auto-estima e a valorização apenas do que vem de fora como os maiores problemas e os principais pontos fracos do nosso povo". Antes, o Latinobarômetro já havia constatado a mesma ladeira abaixo: o brasileiro era o povo com 'a mais baixa auto-estima de toda a América Latina'.
A ideia de bem comum e de interesse público se esfarelava. Medo e incerteza eram explorados pelo conservadorismo que manipulava assim os sentimentos gerados por sua estratégia de 'inserção nos mercados globalizados'.
O governo do PSDB já havia apelado ao guichê do FMI em 1999 para tomar US$ 40 bi em regime de urgência. Boa parte do patrimônio nacional fora privatizado. 'Torrado', como disse a Presidenta Dilma no pronunciamemto pelo 7 de setembro nesta 5ªfeira, 'para pagar dívida, gerando monopólio e ineficiência...'
E mesmo assim, em dezembro de 2002 o estoque total da dívida externa líquida (pública e privada, menos reservas) era de US$ 189,5 bilhões.
O país devia quase 38% do PIB. Precisava de mais de três anos de exportações (então de US$ 60,4 bi, contra US$ 256 bi em 2011) para pagar a dívida.
O então candidato da coalizão demotucana à presidência, José Serra, tirou da gaveta o que lhe restava, ademais de ser a sua especialidade: o terrorismo eleitoral.
À falta de melhor argumento ele alarmava a classe média: a vitória de Lula levaria a 'argentinização' do país - isso, quando a Argentina afundava no mesmo pântano neoliberal criado por Menén e Cavallo.
A crise mundial que se arrasta desde 2008 é mais grave, mais abrangente e corrosiva do que aquela de 2002.
A contabilidade do país, no entanto, espelha resultados opostos.
Embora a desigualdade resista e cobre audácia para ser enfrentada, os índices de pobreza, fome, desemprego, informalidade, apartheid universitário e de crédito, entre outros, repousam em níveis inéditos.
40 milhões de brasileiros deixaram a pobreza desde 2003; outros 30 milhões ascenderam na pirâmide de renda. O Brasil é hoje o país menos desigual de sua história.
Altivez e soberania deixaram de ser adorno retórico na atuação do Itamaraty.
Como farsa, porém, sobrevivências do passado batem à porta do presente com aspirações de influenciar o futuro.
Foi essa a pretensão de FHC na patética tentativa de depositar uma 'herança pesada' de Lula no colo de Dilma.
A falta de pejo recebeu pronta admoestação da Presidenta que tratou o tucano como um fraudador da história.
Em nota oficial, Dilma foi ao ponto e reavivou aos distraídos a realidade constrangedora daquele final de governo, quando o 7 de Setembro era uma contradição em termos espetada no calendário nacional.
"Não recebi um país sob intervenção do FMI ou sob ameaça de apagão”, disse a nota da Presidência da República nesta 2ª feira, antecipando em quatro dias os festejos e o sentido da palavra 'independência' no Brasil de 7 de setembro de 2012.
Saul Leblon
No Blog das Frases
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O “novo” (velho) conglomerado

O julgamento do chamado “mensalão” e o esforço que vem sendo feito pela mídia, sustentado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, de separar a presidenta Dilma do presidente Lula, configura um novo momento da luta política no país e exige uma nova atitude da esquerda para disputar os rumos da revolução democrática em curso no Brasil.
A tentativa de separar Lula e Dilma, como se o projeto de governo da presidenta fosse uma ruptura com tudo que Lula representou para o país, nos seus dois governos, redundou num fracasso completo. Só quem não conhece Dilma poderia achar que ela embarcaria nesta armadilha primária. Mas a tática da direita e da centro-direita brasileira, no contexto político que vive o país e a América Latina, não foi ingênua. Ela revela uma estratégia bem concebida para restaurar a hegemonia do “conglomerado” centro-direitista que já reinou no país.
Os protagonistas desta estratégia têm uma visão voltada, não somente para as próximas duas eleições presidenciais, mas também para o esfacelamento do principal partido de massas da esquerda brasileira. Com seus acertos, erros, desvios e crises -que de resto atingem toda esquerda mundial no “pós muro”- o PT vem mudando a estrutura de classes da sociedade brasileira e reorganizando os interesses destas classes no cenário da “grande política”, aquela que decide os rumos da democracia e dos modelos de desenvolvimento.
O PT, através dos nossos governos de “coalizão”, vem promovendo uma ascensão extraordinária das classes populares, no plano social e também no universo da política. O “incômodo PT”, formado por Lula, é o suporte principal, com seus aliados de esquerda, das mudanças na letárgica desigualdade social que imobilizava o país. O ascenso social de dezenas de milhões, conjugado com as novas perspectivas para uma parte do empresariado compartilhar de um novo projeto de nação – cooperativa, soberana e interdependente na globalização – pode abrir um novo ciclo de mudanças.
A espetacularização do julgamento do “mensalão”, colocado como marco “inaugural” da corrupção no Brasil e os vínculos deste processo manipulado com o PT, como instituição; a insistência dos vínculos do “mensalão” com a figura do ex-Presidente Lula; a demonização da política e a glorificação da gestão pública “técnica”, isenta de “política”, que passa a ser sinônimo de pureza institucional (tática sempre praticada pelo fascismo em momentos de crise); a “revisão” do governo Lula, especialmente promovida por manifestações do principal líder da oposição (FHC, o único que restou em avançada idade), tudo isso aclara a tentativa de reorganização de um bloco político e social, neoconservador e neoliberal, que já havia colocado o país numa situação dramática. Como já registrou um editorial da Carta Maior:
“Para ficar apenas no alicerce fiscal/monetário: em dezembro de 2002 – último mês do PSDB na Presidência da República – a relação dívida/PIB atingia estratosféricos 63,2%, praticamente o dobro dos 30,2% existentes no início do ciclo tucano, em 1994. Anote-se: isso, depois de um salto da carga fiscal, que passou de 28,6% para 35% no período. Hoje a relação dívida/PIB é de 35%; a previsão para 2013 é de 32,7%” – (03/09/2012 – Saul Leblon).
Este bloco organiza a direita intelectual de corte liberal e neoliberal, com o apoio ideológico dos grandes meios de comunicação (que jamais engoliram Lula e o PT), visando recuperar o partido tucano. Arruinado pelas suas lutas internas e fracionado pelos seus interesses regionais e empresariais divergentes, é preciso dar ao PSDB algum novo conteúdo para que ele possa renascer. Os Democratas não conseguiram cumprir esta função, o PMDB está dividido segundo os seus interesses regionais fracionários e o PSDB é o único sobrevivente autêntico do projeto representado pelos dois governos de FHC.
A tática supostamente renovadora deste “novo“ conglomerado não leva em consideração, porém, três mudanças fundamentais, que o país sofreu nos últimos dez anos. Estas mudanças possivelmente impeçam a restauração neoliberal:
Primeiro, o país já tem um universo empresarial novo, que se fortaleceu nos governos Lula, ao qual não mais interessa o projeto neoliberal em crise. Novos processos de acumulação “via” mercado interno, pré-sal, construção civil pesada e habitacional, setor de fabricação de máquinas e equipamentos, produção de bioenergia, produção de alimentos para consumo interno, negócios originários das políticas de cooperação e construção de infraestrutura – tudo orientado por ações normativas do Estado – afastaram amplos setores burgueses (tradicionalmente submissos à ideia de uma nação “associada e dependente”) dos seus antigos comandantes. Agora estes setores vinculam a reprodução do seu capital e dos seus negócios a outro modelo de desenvolvimento, ao qual o neoliberalismo só atrapalha.
Segundo, como o projeto pretendido pelo “novo” conglomerado não difere muito daquele do presidente FHC, e é uma restauração, ele tem impedimentos sociais de monta. A combinação ousada de reorganização financeira do Estado, com investimentos em infraestrutura, políticas de inclusão produtiva e educacional voltadas para as comunidades de baixa renda e, ainda, a incidência soberana do país no cenário internacional, constituíram bases populares fortes no país, em defesa do projeto comandado por Lula. Os governos Lula recuperaram a nossa autoestima, reduziram as desigualdades sociais e regionais, que sempre marcaram a história do Brasil e promoveram dezenas de milhões a condições de mínima dignidade. Ao não levar em consideração estas mudanças, o “novo” conglomerado tucano, mais a mídia e a intelectualidade liberal e neoliberal, descolam-se do sentimento popular e não conseguem promover o seu “novo” projeto.
Terceiro, a organização do “novo” conglomerado não leva em consideração, também, a existência nos dias de hoje das redes sociais, das novas tecnologias de informação, das redes de comunicação e informação alternativas, que formam núcleos de resistência e de produção de uma opinião pública livre. São os novos espaços autônomos que não estão subordinados aos velhos métodos de manipulação que permeiam a maior parte da grande imprensa. O controle da produção e formação da opinião não é mais aquele legado pela ditadura, já que há um amplo espaço autônomo de promoção da circulação da informação e da opinião, que é impossível de controlar.
Concordemos ou não com as sentenças que advirão do “mensalão”, elas deverão ser respeitadas por todos e por nós. É o Estado de Direito funcionando. Especialmente nós, do Partido dos Trabalhadores, devemos tirar lições políticas e jurídicas do episódio. Analisar todas as causas que abriram as maiores feridas na nossa história não significa inculpar pessoas ou buscar bodes expiatórios, pois a função de um partido político socialista não é a de ser sucursal de um Tribunal ou de uma Delegacia de Polícia. A função de um partido como o nosso é promover a condução intelectual e moral de um contingente do povo para levá-lo a melhores níveis de emancipação política e social.
O nosso patrimônio é maior do que este legado do “mensalão”. O nosso dever, agora, é compreender que se abre um novo cenário na luta política do Brasil e que devemos compor uma força política orgânica e plural, que amarre fortemente as convicções da esquerda democrática e socialista com os ideais progressistas da centro-esquerda e do centro-democrático. É um novo patamar de unidade política que deve ser pautado pelos partidos de esquerda, em conjunto, para organizar e dirigir esses novos contingentes sociais, que se organizaram na estrutura de classes da sociedade e cujo futuro não tem chances de ser beneficiado pelo “novo” e velho conglomerado.
Tarso Genro, Governador do Estado do Rio Grande do Sul.
No RS Urgente
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Grande Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro

Louis Moreau Gottschalk (1829-1869)
Grande Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro
Arthur Moreira Lima em Três Movimentos
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Pleno do STF - Denúncia contra ex-deputado federal Celso Russomano

Por maioria, o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou, no dia 19 de maio de 2011, o pedido do ex-deputado federal Celso Russomano (PP-SP) sic [atual PRB-SP] de alterar decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, em junho de 2008, determinou a abertura de ação penal para investigar se o político cometeu crime de falsidade ideológica previsto no Código Eleitoral. A decisão foi tomada no julgamento do Inquérito (INQ) 1645. O ex-deputado será processado pela Justiça de primeira instância. Assista ao julgamento.
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Sabe com quem está falando?

Sabe com quem... Celso Russomano (PP-SP) bateu boca ontem no estacionamento da Câmara com um taxista que obstruía a passagem de seu carro. Aos berros, o deputado destratou o motorista.
...está falando? Em seguida, chamou um segurança para deter o taxista, que já havia se desculpado. Quando o passageiro tentou acalmar Russomano, o parlamentar disparou: "Não me chame de você! Sou deputado federal!".
Renata Lo Prete
Painel da Folha de S. Paulo
07 de setembro de 2006


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Língua nos Jornais

Quando comecei a escrever em jornal, e depois em sites, meu projeto era discutir “análises” de fatos linguísticos feitas na mídia. A constatação é que, em geral, são simplórias. Na melhor das hipóteses, corrigem-se erros a partir de algum quebra-galho do tipo manual de redação ou, pior, de listas de erros e soluções. A ideia, pasmem, é defender a língua, ou mesmo a gramática. Ninguém se dá conta de que uma língua não é só sua modalidade escrita (ou sua ortografia!), nem mesmo só a norma dita culta, e, principalmente, que nem esta é uniforme.
Digo que essa é a melhor das hipóteses porque há coisas bem mais horrorosas, como relacionar usos informais da língua com incapacidade de pensar, por exemplo. Ninguém lê sobre diversidade linguística (inter e intralinguística) e sobre mudanças pelas quais as línguas – inclusive a nossa – passaram e continuam passando. Um dos resultados é que pessoas que escrevem “certo” pensam que escrevem como Machado ou Vieira ou Camões, o que só mostra que não conhecem esses autores.
Vou comentar alguns casos da semana. A propósito de um bilhete (que os fotógrafos captaram) que Dilma passou a duas ministras, em uma reunião, um leitor da Folha escreveu: “Sobre o bilhete de Dilma, a nossa “presidenta”, feriu a gramática. Usa-se “porque” ao responder e “por que” ao indagar” (Márcio Félix de Freitas, em 01/09/2012).
A explicação está longe do que dizem as gramáticas, que explicam que “por que” se usa em interrogativas, sim, mas nunca que “porque” se usa para “responder”. Informam que é para juntar uma oração causal ou explicativa a alguma outra. Nada se diz sobre introduzir respostas. Que pode ser um dos casos, mas só um.
O pior, porém, não é a explicação fajuta. O pior é a redação do bilhete. Pela gramática que o Sr. Márcio supostamente segue, o começo deveria ser (é uma alternativa entre outras) “Em seu bilhete (…), feriu a gramática”.
“Sobre o bilhete, a presidenta feriu” seria um daqueles vícios de linguagem, um anacoluto – segundo a gramatiquinha simplificada de Márcio Félix. Segundo as listas de erros, o locutor deveria continuar o pensamento (sejamos cordiais) que começa com “Sobre o bilhete”. Tal continuação poderia ser: “tenho uma observação a fazer” (entre outras).
Invertendo a ordem, a coisa fica clara: “tenho uma observação … sobre o bilhete” é uma estrutura aceitável. “Nossa presidenta feriu (…) sobre o bilhete” deixa claro que este final e aquele começo não poderiam fazer parte da mesma “estrutura”. Ele também poderia aproveitar a chance para usar dois pontos no lugar da vírgula. E tudo se ajeitaria. O leitor pode fazer o teste.
Mas, antes que pensem que virei corretor, explico que o Sr. Márcio não errou. Só errou pela gramática que ele quis valorizar (mas não conseguiu aplicar) e que ele dá a entender que é a única. A construção que emprega pode ser bem explicada pelas gramáticas funcionalistas: o começo é uma “apresentação” do tema, ou do tópico, sobre o qual, em seguida, o locutor faz uma declaração.
A crítica é que ele não consegue seguir a gramática que acusa outros de não seguir. E, convenhamos, em uma questão menor – a ortografia. Não estou dizendo que leis ortográficas não precisam ser seguidas, mas insisto que se trata de uma questão menor – tanto que elas podem ser revogadas por lei, o que não acontece com estruturas sintáticas. A carta é um caso de roto falando do esfarrapado…
Aliás, o Brasil está cheio de gente que sabe ortografia! Fico espantado com tanta sabedoria! Somos um país de revisores! Sabichões têm orgasmos diante da chance de criticar a grafia do nome da bola da Copa (brazuca) e esse “por que” da Dilma. É o lado mais lamentável e pobre do nosso bacharelismo.
* * *
A ombudsman da Folha (02/09/2012) resume várias cartas que reclamam de erros gramaticais. Leitores citam formas como “servidor que manter greve…”, “quanto menos se expor, melhor…”; e um faz a seguinte pergunta: “Estaria a Folha liderando algum movimento para eliminar o modo subjuntivo do nosso idioma?”.
Suzana Singer informa que há no jornal um Programa Qualidade, com cinco pessoas, que promove ações para melhorar o conhecimento de gramática na redação. E conclui: “É utópico pensar que um jornal diário terá um “erro zero”, mas o leitor está certo ao exigir que ao menos os “grotescos”, aqueles que doem no ouvido, sejam eliminados”.
Duas observações distintas: não sei se os membros do Programa Qualidade conhecem bem a questão. Minha aposta é que não, mas juro que gostaria de estar enganado. Se não se derem conta de que todas as variações podem ter uma boa explicação baseada na análise da língua falada, em como fatores faixa etária dos jornalistas e, principalmente, nos rumos da deriva da língua, pode ser que os resultados pretendidos não apareçam nunca!
É que não se trata apenas de saber gramática. Há muitas evidências de que certas questões (como o futuro do subjuntivo de certos verbos irregulares e a flexão do verbo “haver”) são mais do que batidas na escola, com resultado quase nulo.
Outra questão é o que dói no ouvido. Como deveria ser óbvio, aquelas formas não doem no ouvido dos que as escreveram. O que deve doer nos deles são expuser e mantiver…
Por falar nisso, a ombudsman escreve, em outro trecho: “Em vez de antecipação, o jornal deveria focar o que está em pauta”. No meu ouvido, por exemplo, o que dói é focar. Mas isso é entre mim e meu otorrinolaringologista…
Sírio Possenti, linguista, professor na Unicamp
No Blog do Sírio
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Charge online - Bessinha - #1449

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A mídia e os políticos

A inveja dói. Não bastou cair nos braços de Clinton para ser “o cara”.
Foto: Lula Marques / Folhapress
Quando me convidam para falar em público, quase sempre plateias universitárias, às vezes, se a situação recomenda, proponho: levante o braço quem já leu um livro de Fernando Henrique Cardoso. Ao cabo de décadas de palestras, vi ao todo três braços erguidos. O príncipe dos sociólogos é lido por pouquíssimos.
Fama usurpada? Anos atrás, em conversa com um caro amigo, ousei citar o líder comunista italiano Massimo D’Alema, o qual, sem referir-se ao sociólogo, disse do político: “Fernando Henrique é um presidente de exportação”. O caro amigo me convidou com extrema firmeza a passar o resto dos meus dias na Itália e nunca mais falou comigo. E nem sei se ele leu algum livro do seu herói.
Avento a hipótese de que haja quem coloque FHC sobre um pedestal inviável e lhe atribua um peso específico inexistente, a configurar um mistério brasileiro digno da análise dos cultores do absurdo. Entendo que a presidenta Dilma fique indignada com o artigo que o presidente da reeleição comprada publicou no Estadão de domingo 2 de setembro para denunciar no chamado “mensalão” a herança de Lula. Mas vale a pena abrir portas abertas ou conversar com as paredes para replicar a um texto ditado, antes de mais nada, pela inveja?
Há quem diga que mesmo em Higienópolis, o bairro heráldico de São Paulo, o morador FHC deixou de ser assunto há muito tempo. E quanto há de sofrer o esquecido, devorado pela constatação de que Lula não foi presidente de exportação para ser reconhecido internacionalmente como “o cara” sem precisar atirar-se nos braços do presidente americano. À época da Presidência tucana, Clinton, avalista do neoliberalismo mundial, ao qual FHC aderiu sofregamente.
Estranho, de todo modo, que as autoridades brasileiras atualmente no poder atribuam importância a uma mídia disposta a desancá-las in limine e a priori para apoiar maciçamente o tucanato, com resultados tragicômicos, como se viu em 2002, 2006 e 2010. Nesta semana, a espantosa Veja registra a mudança histórica representada pelas “condenações de mensaleiros”. “O Brasil reencontra o rumo ético”, afirma, e nisto conta com a imediata concordância de Época, a global.
Simples explicar tanto regozijo: Veja e Época consideram-se pontas de lança da mídia enfim vencedora. Sem entrar no mérito da palavra errada, mensaleiros, entregam-se ao estado de graça os mesmos que silenciaram em relação ao “mensalão” tucano, das privatizações em diante. Cabe perguntar por que o Brasil não começou a mudar então.
Os políticos, em geral, ainda não entenderam que esta mídia, pronta a antecipar os veredictos do Supremo, serve exclusivamente à minoria privilegiada, a lhe repetir as frases feitas, a lhe engolir as mentiras, a acreditar em suas invenções qual fossem a própria verdade factual, sem dar-se conta, é óbvio, das omissões. E para impedir a convocação de Policarpo Jr. diretor da sucursal de Veja em Brasília, parceiro de Carlinhos Cachoeira em algumas clamorosas contravenções, destinada à apuração da CPI, basta e sobra que um representante da Abril baixe na capital federal e converse com quem de direito, habilitado a dar um jeito. Ah, sim, o famoso jeitinho brasileiro. Daí, a moral: o Brasil não é o Reino Unido, que manda para casa o senhor Murdoch.
Veja e Época celebram a mudança que lhes convém, expõem-se, contudo, a um risco. E se o Supremo tomar gosto pela fidelidade à deusa vendada e depois do processo em curso partir para outro, o julgamento das falcatruas tucanas? Os dias não têm sido luminosos para o PSDB, à vista, inclusive, da luta intestina a ser precipitada pela possível (provável?) derrota de José Serra na iminente eleição paulistana. Quem será o próximo candidato tucano à Presidência da República, o anti-Dilma? Nuvens plúmbeas estacionam no horizonte.
Desde já, CartaCapital avisa. Tão logo termine o julgamento do chamado “mensalão petista”, nossa capa vai soletrar: E AGORA VAMOS AO MENSALÃO TUCANO. Temos um excelente enredo a desenrolar. Se mudança houve, que seja.
Mino Carta
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Charge online - Bessinha - # 1448

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Russomano Universal

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Lista de Torturadores - 7 (atualizada em 10/08/2012)

A tortura, como os demais atos violadores dos direitos do homem, concretamente ou em potencial, representa um ataque e uma ameaça genérica.
No Brasil, a tortura, com o apoio de largos setores civis que serviram de base de sustentação da ditadura, foi o método preferencial de investigação. Esta prática impune ainda subsiste e deve ser denunciada, combatida e os torturadores devem ser punidos de acordo com a Lei.
A lista abaixo é resultado de um trabalho coletivo executado pelos sobreviventes do período da ditadura, com a colaboração de entidades que atuam em defesa dos direitos humanos.
Na lista consta 35 torturadores que atuaram no Estado do Paraná, sendo que desses, 08 torturadores destilaram seus instintos bestiais em Foz do Iguaçu.
- Q -
QUARESMA…………………………………………… Vide Airton Souto Maior Quaresma
QUASS…………………………………………………. Vide Edward Quass
QUEIROZ……………………………………………… Vide Devanir Antônio de Castro Queiroz
QUINCAS……………………………………………… Vide Diniz
- R -
RAFAEL……………………………………………….. Soldado do Exército; servia no PIC do 1O. BPE-RJ (1969)
RAFAEL CRUZ………………………………………. Atuava em BH-MG (1971)
RAIMUNDO…………………………………………… Vide Raymundo
RAIMUNDO OSTERSON NOGUEIRA………….. Tenente do Exército; anteriormente fora Sargento; atuou no Serviço de Investigações Criminais do 1O. BPE-RJ, desde 1964
RALPH GRUNEWALD FILHO……………………. Tenente Coronel da Infantaria do Exército; chefiou o IPM da Guerrilha de Caparaó em Juiz de Fora-MG (1967); recebeu a Medalha do Pacificador; era conivente
RAMALHO……………………………………………. Vide Bismarck Baracuthy Amâncio Ramalho
RAMIRO, CABO……………………………………… Vide Jamiro Francisco de Paulo
RAMIRO, TENENTE………………………………… Vide Pedro Antônio Mira Grancieri
RANGEL……………………………………………….. Vide Olavo de Lima Rangel
Vide Olavo de Lima Rangel
Vide Orlando de Souza Rangel
Vide Walter da Silva Rangel
RANULFO LUIZ DOS SANTOS ………………… Investigador da PF; lotado no DOPS-Pernambuco (1968)
RATO…………………………………………………… Atuava na Escola de Aprendizes de Marinheiros, em Fortaleza-CE (1973)
RAUL CARECA………………………………………. Vide Raul Nogueira de Lima
RAUL, DOUTOR…………………………………….. Delegado da PF; integrava a Equipe A de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1969-1970); depois foi removido para São Carlos-SP
RAUL FERREIRA……………………………………. Delegado da PF; lotado no DOPS-SP (1969-1970); conhecido como Pudim; era do Esquadrão da Morte; foi Delegado em São Caetano do Sul e depois na Divisão da Polícia Federal (1983)
RAUL JOSÉ RIBEIRO………………………………. Tenente Coronel da Infantaria do Exército; servia na 6A. Cia. da PE-RS (1964)
®RAUL NOGUEIRA DE LIMA…………………. Delegado do DEOPS-SP; lotado no DOI-CODI-SP (1969); era do CCC; conhecido como Raul Careca; foi condenado a doze anos de cadeia por assassinato cometido em 1976, cumpriu pena até 198*
RAYMUNDO………………………………………….. Vide Raimundo
RAYMUNDO RONALDO CAMPOS……………… Capitão da Cavalaria do Exército; servia no DOI-CODI-RJ (1971); conhecido como Doutor Aranha; está na Reserva como general (1986)
RAYMUNDO VICTOR DA COSTA
RAMOS SHARP………………………………………. Capitão de Fragata; servia no CENIMAR-RJ (1964); passou para a Reserva Naval e exercia a Vice-Presidência da Cia. Paulista de Transporte Marítimo (1983)
RIBEIRO RÉGIS………………………………………………….. Agente de Polícia; lotado no DOPS-RS (1966)
REINALDO ROBSON
HONORATO DOS SANTOS……………………….. Agente da PF; lotado no DOPS-PR (1975)
REIS…………………………………………………….. Vide Aquino de Farias dos Reis
Vide Dulene Aleixo Garcez dos Reis
Vide José Reis de Oliveira
Vide Justo Moss Sim]oes dos Reis
Vide Messias Martins dos Reis
Vide Paulo Avelino dos Reis
RENATO, DOUTOR…………………………………. Capitão do Exército; servia no DOI-CODI-RJ (1973)
RENATO……………………………………………….. Agente da PF; era Delegado do DOPS-RS (1966)
RENATO D’ANDRÉA………………………………. Delegado da PF; lotado no DEOPS-SP; integrou o DOI-CODI-SP desde 1970
RENATO DENARDIN GUIMARÃES…………….. Capitão da Cavalaria do Exército; servia no 3O. BC em Vila Velha-ES (1972)
RENATO PAIVA LAMOUNIER…………………… Major Aviador; servia no CISA (1971); conhecido como Doutor Pedro Paulo, Pana e Pene
RENATO RIBEIRO SOARES………………………. Delegado da PF; lotado em Ribeirão Preto (1969); excomungado por ter torturado uma freira (Madre Maurina Borges)
RENATO RODRIGUES NUNES…………………… Agente da PF; lotado no DOPS-RJ (1969)
RENÊ…………………………………………………… Sargento do Exército; servia no BPE-Paraná (1969)
REZENDE……………………………………………… Vide Antônio Nogueira Lara Rezende
Vide José Muniz Rezende
Vide José Perpétuo de Rezende
RIBAS………………………………………………….. Vide Rui Edmar Ribas
RIBEIRO……………………………………………….. Vide Carlos Ribeiro
Vide Gildo Ribeiro
Vide João Ribeiro
Vide Luiz Salomão Ribeiro
Vide Marco Antônio Ribeiro
Vide Raul José Ribeiro
RIBEIRO……………………………………………….. Sargento do Exército; servia no PIC do BPE-Brasília (1970-1972)
RICARDO……………………………………………… Vide Aderval Monteiro
RICARDO AGNESE FAYAD………………………. Major Médico do Exército; serviu no DOI-CODI-RJ (1970-1971); atuou também na Casa da Morte, em Petrópolis-RJ; em 1983 estava no 4O. Benge-BA; era conivente; único da sua turma a ganhar a Medalha do Pacificador
RICARDO SÉRGIO DA FONSECA FRANÇA…………. Capitão da Engenharia do Exército; recebeu a Medalha do Pacificador (1973)
RINGO…………………………………………………. Integrou a Equipe de Busca do DOI-CODI-SP (1971-1972)
RISADINHA…………………………………………… Vide Paulo Bordini
®RISCALA CORBAGE…………………………… Capitão da PM-RJ; serviu no DOI-CODI-RJ (1970-1971); conhecido como Doutor Nagib; recebeu a Medalha do Pacificador (197 *); em 1986 era Tenente Coronel, cedido à Segurança do BANERJ
RIVADÁVIA ACIOLLY……………………………. Atuava no DOI-CODI-Recife-PE (1972)
RIVEL GOMES DA ROCHA………………………. Investigador da Delegacia de Roubos e Furtos de Pernambuco (1969-1971); antes fora Cabo PM-PE
ROBERT LENTZ PLASSING………………………. Investigador da PF; integrou o DOI-CODI-RJ, onde era conhecido como Samuca
ROBERTO, DOUTOR……………………………….. Vide Ailton Guimarães Jorge
Vide Freddie Perdigão Poeck
ROBERTO…………………………………………. Capitão do Exército; integrava a Equipe B de Interrogatório do DOI-CODI-RJ (19 *); foi para o DOI-CODI-SP em 1973; conhecido como Flávio
ROBERTO……………………………………………… Sargento da aeronáutica; desde 1969; Carcereiro do DOI-CODI-SP; atuou na Equipe B (1971-1972); era do CCC e atacou atores da peça Roda Viva; conhecido como Bento e Padre
ROBERTO ARTONI…………………………………. Segundo Sargento do Exército; servia no 2O.BPE-SP (1968); recebeu a Medalha do Pacificador (1973); estava na 2A. Auditoria de Guerra (1983)
ROBERTO AUGUSTO DE
MATTOS DUQUE ESTRADA……………………… Capitão da Infantaria do Exército; servia no DOI-CODI-RJ (1971); recebeu a Medalha do Pacificador
ROBERTO CÂMARA LIMA YPIRANGA
DOS GUARANYS……………………………………. Capitão Aviador; servia no PARASAR (1967-1969); foi Chefe da Segurança da Seleção Brasileira de Futebol (1970); tornou-se Diretor da FUNAI, já então estava no posto de Coronel (1983)
ROBERTO FELIPE DE ARAÚJO PORTO………. Delegado Regional da PF no Ceará (1972); anteriormente fora Sargento do Exército; conhecido como Doutor Porto; designado Superintendente da PF no Pará (1986)
ROBERTO FERREIRA TEIXEIRA DE FREITAS. Vice-Almirante; chefiou o CENIMAR desde o dia 03 de abril, dois dias após o golpe; passou para a Reserva Naval em 1974
ROBERTO GUIMARÃES…………………………… Delegado da PF; lotado no DEOPS-SP (1969-1971); conhecido como Dim
ROBERTO HIPÓLYTO DA COSTA……………… Brigadeiro; em 1964 servia na Base Aérea de Canoas-RS, onde foi acusado de fuzilar o Coronel Aviador Alfeu de Alcântara Monteiro; era ligado ao PARASAR (1968-1969)
ROBERTO PONTUSCHKA FILHO……………….. Capitão do Armamento do Exército; servia no DOI-CODI-SP (1969-1970); depois passou a atuar na 2A. Auditoria da CJM (1971)
ROBERTO SILVA……………………………………. Atuava no DOI-CODI do Paraná (1975)
ROBINE BIZENIL……………………………………. Vide Rubens Robine Bizerril
ROCA…………………………………………………… Vide Cláudio Luís dos Santos Roca
ROCHA………………………………………………… Vide Flávio Hugo Lima da Rocha
Vide Humberto Rocha
Vide Jesu do Nascimento Rocha
Vide Luiz Soares de Souza Rocha
Vide Márcio Rocha
Vide Mário Cândido da Rocha
Vide Munhoz da Rocha
Vide Rivel Gomes da Rocha
Vide Romeu Rocha
RODRIGO SARAIVA……………………………….. Inspetor da PF; lotado na Delegacia de Roubos e Furtos-BH-MG (1969)
RODRIGUES………………………………………….. Vide Antônio Luiz Rodrigues
Vide Eduardo Rodrigues
Vide Elmo Rodrigues
Vide Orlando Augusto Rodrigues
Vide Sérgio Rodrigues
RODRIGUES………………………………………….. Vide Tharcílio José Duarte Rodrigues
Vide Walter Rodrigues
ROGÉRIO FERREIRA ESTEVES…………………. Capitão-Tenente da Marinha; atuava no CENIMAR (1973); conhecido como Estevão
ROGÉRIO GOMES DE MATTOS DO NASCIMENTO…… Membro do CCC e colaborador do DOPS-Pernambuco (1968-1969)
ROGÉRIO PIRES…………………………………….. Agente da PF; atuava em Fortaleza-CE (1971)
ROHRSETZER………………………………………… Vide Átila Rohrsetzer
ROLIM…………………………………………………. Vide Ítalo Rolim
ROMANINI……………………………………………. Vide Ney Hamilton de Castilho Romanini
ROMARIZ……………………………………………… Vide Ismar Moura Romariz
ROMEU………………………………………………… Atuava no Quartel da Brigada Militar em Três Passos_RS (1970)
ROMEU ROCHA……………………………………… Detetive da Polícia; lotado na Delegacia de Roubos e Furtos-BH-MG (1969)
ROMUALDO………………………………………….. Integrava a Equipe B de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1973-1974)
RÔMULO FERREIRA DOS SANTOS……………. Tenente-Coronel da PM-RJ; atuou no SNI e no DOI-CODI-RJ; conhecido como Mamão; comandou o Centro de Recomplemento e de Especialização, em Niteróio-RJ (1985)
RONALD DE CARVALHO CRUZ………………… Capitão da Infantaria do Exército; servia na Vila Militar-RJ (1969)
RONALD JOSÉ MOTTA BAPTISTA DE LEÃO.. Capitão da Infantaria do Exército; atuou no PIC-1O.BPE-RJ (1970-1971); recebeu a Medalha do Pacificador (1971); está na Reserva com o posto de Coronel (1987); era o Doutor
RONALDO, CAPITÃO……………………………… Vide Orestes
RONALDO CÂMARA BARRA……………………. Capitão da Infantaria do Exército; servia no Batalhão de Fronteira, em Foz de Iguaçu, no Estado do Paraná (1965)
RONALDO SOARES DA MATA………………….. Primeiro Tenente da PM-MG; serviu na Colônia Penal Magalhães Pinto-BH-MG (1970)
RONALDO DE SOUZA…………………………….. Segundo Tenente do Exército; servia em BH-MG (1969)
RONCONI……………………………………………… Vide Ary Ronconi Moutinho
ROSA…………………………………………………… Vide Francisco Rosa
Vide Francisco Rosa
Vide Haroldo Azevedo da Rosa
Vide João Thomaz
ROSA…………………………………………………… Vide Maynard Marques Santa Rosa
Vide Milton Paulo Santa Rosa
Vide Paulo Koscky Rosa
Vide Paulo Rosa
Vide Thomaz Paulino Rosa
ROSA…………………………………………………… Soldado do Exército; servia no 1O. BPE-RJ em 1969
ROSAS…………………………………………………. Vide Jair Arvelos Rosas
ROSANTE……………………………………………… Vide Orlando Rosante
ROSSI…………………………………………………… Soldado da PM-SP; era Auxiliar de Carceragem e integrante da Equipe B do DOI-CODI-SP, desde 1970; conhecido como Luís
ROSSONI………………………………………………. Vide Atílio Rossoni
RUBENS MARINS DE SOUZA………………………………………… Atuava no Esquadrão da Morte; em Petrópolis-RJ (1971) estava na Casa da Morte; conhecido como Laecato; é negro
RUBENS JOSÉ FERREIRA……………………. Major da PM-MG; era Chefe da G-2-BH (196*
RUBENS MARTINS DE SOUZA………………….. Terceiro Sargento do Exército; servia no 1O.BPE-Barra Mansa-RJ (1971-1973)
®RUBENS PAIM SAMPAIO*…………………… Major da Infantaria; servia no CIE-RJ (1970)
RUBENS DE PAULO………………………………… Terceiro Sargento da PM-SP; integrou a Equipe A de Interrogatório do DOI-CODI-SP ( * a 1974)
RUBENS ROBINE BIZERRIL……………………… Major da Infantaria do Exército; serviu no 10O. BC-Goiânia; recebeu a Medalha do Pacificador
RUBENS DE SOUZA PACHECO…………………. Delegado da PF; lotado no DEOPS-SP (1967 a1970); conhecido como Pachequinho; era do CCC
RUBENS VEREZA DE AZEVEDO……………….. Capitão de Fragata da Armada; atuava no CENIMAR (1964)
RUDÁ CAVALCANTI DE ALMEIDA…………… Capitão da Infantaria do Exército; servia no DOI-CODI-RJ (1969); recebeu a Medalha do Pacificador (1972)
RUI……………………………………………………… Vide Ruy
RUI ALBERTO RIZARDI DUARTE……………… Tenente do Exército; serviu em Porto Alegre-RS (1966); em 1985 era Diretor do Departamento de História da Faculdade de História da Universidade do Acre
RUI EDMAR RIBAS…………………………………. Tenente da PM-MG; servia em BH-MG (1969)
RUI PRADO FRANCESCHINI…………………….. Delegado da Polícia; atuava no DOPS e na 40A. Delegacia Policial-SP (1968-1970)
RUI ULHOA CANTO…………………………… Delegado da PF; lotado no DOPS-SP (196* )
RUM MONTILLA……………………………………. Vide Dario Xavier
RUSSINHO……………………………………………. Vide Angelino Moliterno
- S -
SÁ……………………………………………………….. Vide Cláudio Moreira de Sá
SÁ GINESTRA……………………………………….. Vide Vencesláu de Sá Sobrinho
SABINO………………………………………………… Vide Miguel Laginestra
Vide Valdomiro Antônio Sabino
SABÓIA………………………………………………… Vide Júlio Sabóia de Araújo Jorge
SACA-ROLHAS, DOUTOR………………………… Vide Solimar Adilson Aragão
SAKAI………………………………………………….. Sargento do Exército; servia no PIC do BPE-SP (1969-1971)
SALGADINHO……………………………………….. Agente da PF; lotado no DOPS0RS (1970)
SALIM NICOLÁU MINA…………………………… Delegado da PF; lotado em Ribeirão Preto-SP (1969)
SALLES………………………………………………… Cabo Fuzileiro Naval; servia no RJ (1968)
SÁLVIO FERNANDES DO MONTE……………… Investigador da Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969-1970); era do Esquadrão da Morte; em 1983 estava no 2O. DP-SP
SAMICO……………………………………………….. Vide Armando Samico
SAMPAIO……………………………………………… Vide Astrogildo Pereira Sampaio
SAMPAIO……………………………………………… Vide Deusdedith da Cruz Sampaio
Vide Fabriano Livonio Sampaio
Vide josé Homero Xavier Sampaio
Vide Rubens Paim Sampaio
SAMUCA………………………………………………. Vide Robert Lentz Plassing
Vide Samuel
SAMUEL, TENENTE………………………………… Vide Samuel
SAMUEL……………………………………………….. Soldado PM-SP; era carcereiro da Equipe A de 1974; conhecido como Benjamin, Samuca e Tenente Samuel
SAMUEL……………………………………………….. Integrava a Equipe B de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1974); provavelmente é o anterior
SAMUEL……………………………………………….. Inspetor da PF; atuava no DOPS-PR 91969); deslocado para o CENIMAR-RJ (1970)
SAMUEL PEREIRA BORBA………………………. Escrivão da Delegacia de Ordem Social do DEOPS-SP (1969-1971); era do Esquadrão da Morte
SANTA CRUZ………………………………………… Agente da PF; lotado no DOI-CODI-Pernambuco
SANTA ROSA………………………………………… Vide Maynard Marques de Santa Rosa
SANTANA…………………………………………….. Vide Domingos Simão Amaro Santana
Vide Schubert Gonzaga de Santana
SANTANA…………………………………………….. Integrava a Equipe de Busca do DOI-CODI-SP (1971-1973)
SANTIAGO……………………………………………. Vide Sylvio Santiago
SANTOS……………………………………………….. Vide Agostinho dos Santos Neto
Vide André Luiz dos Santos
Vide Astral Manhães dos Santos
Vide Davi Araújo dos Santos
Vide Elias dos santos
Vide José Carlos Oliveira dos Santos
Vide José Corrêa dos Santos
Vide Mário de Mello Santos
Vide Ranulfo Luiz dos Santos
Vide Reinaldo Robson Honorato dos Santos
Vide Rômulo Ferreira dos Santos
Vide Sebastião dos Santos
Vide Valter dos Santos
Vide Vanderlei Pinheiro dos Santos
Vide Walter Rodrigues dos Santos
Vide Wellington Rodrigues dos Santos
SANTOS…………………………………………… Cabo do Exército; servia no DOI-CODI da ID* e no DOPS-BH-MG (1971)
SARAIVA……………………………………………… Vide Haydin Bates Saraiva
Vide Rodrigo Saraiva
SARAIVA……………………………………………… Sargento do Exército; servia na Fortaleza Santa Cruz (1971-1975); era conivente
SARGENTO…………………………………………… Era da 2A. Seção do 1O.RO 105 (1971); participou da Equipe de Buscas do DOI-CODI-RJ
SARMENTO…………………………………………… Vide Nelson Galvão Sarmento
Vide Seseno Sarmento
SARMENTO…………………………………………… Carcereiro do DEOPS-SP desde 1969
SARRA…………………………………………………. Vide Almir Sarraceni
SARRACENI………………………………………….. Vide Almir Sarraceni
SATANAZ……………………………………………… Vide Crêunio Satanaz
SATANAZ……………………………………………… Era da Equipe de Buscas do DOI-CODI-SP (1971-1972)
SAULO…………………………………………………. Sargento do Exército; servia no BPE-BH (1969)
SAWAYA………………………………………………. Vide Paulo Henrique Sawaya Júnior
SCHELIGA…………………………………………….. Vide Carlos de Souza Scheliga
SCHUBERT GONZAGA DE SANTANA………… Capitão PM-MG; servia em BH (1969)
SCOLARICK………………………………………….. Vide Maurílio Scoralick
SCORALICK………………………………………….. Vide Vide Maurílio Scoralick
SEBASTIÃO ALVIM………………………………… Coronel da Artilharia do Exército; presidiu o IPM do CRUSP (1968-1969)
SEBASTIÃO CÉSAR CALHEIROS……………….. Capitão da PM-RJ; foi Diretor do Presídio da Ilha Grande (1970-1971); como Coronel, comandava o 13O.BPM-RJ (1986)
SEBASTIÃO GERALDO DA PAIXÃO…………… Capitão da Infantaria do Exército; servia no 12O.RI-BH (1969)
SEBASTIÃO RODRIGUES DE MOURA………… Capitão da Infantaria do Exército; serviu no RJ (1970); em fevereiro de 1972 foi transferido para o Comando Militar do Planalto, atuando no SNI e na repressão à Guerrilha do Araguaia; ganhou a Medalha do Pacificador (1972); foi Deputado Federal pelo PDS (1982-1986); conhecido como Major Curió
SEBASTIÃO DOS SANTOS……………………….. Agente da PF; lotado no DOPS-PE (1972)
SEEBURGUER……………………………………….. Vide Jean Paul Nicolla Seeburguer
SEELIG…………………………………………………. Vide Pedro Carlos seelig
SEGREDO……………………………………………… Vide José Oscar Azambuja Segredo
SENA…………………………………………………… Vide Joaquim Cândido da Costa Sena
SEORALICK JOSÉ DO CARMO …………….. Policial, MG
SÉRGIO………………………………………………… Vide Edvaldo Sérgio Maciel
SÉRGIO ALEX TOLEDO DE CASTRO………….. Agente da PF; era do DOPS-RJ; lotado no CENIMAR (1964); fazia-se passar por Tenente Fuzileiro Naval
SÉRGIO DE AZEVEDO MAZZA…………………. Sargento do Exército; servia no PIC do 1O.BPE-RJ (1964-1969)
SÉRGIO CASADEY FLORÊNCIO………………… Foi colaborador do CENIMAR em BH-MG; e joalheiro
SÉRGIO CASTRO PONTES
SÉRGIO FERNANDO PARANHOS FLEURY….. Delegado da PF; dirigiu a OBAN e o Sítio 31 de Março; acusado de manter ligações com a CIA; recebeu a Medalha do Pacificador; conhecido como Comandante Barreto
SÉRGIO HENRIQUE DE LYRA BARBOSA……. Capitão de Corveta; servia no CENIMAR em 1973
SÉRGIO LÍBANO GARCIA………………………… Capitão do Material Bélico do Exército; serviu no PIC do 1O.BPE-RJ (1969)
SÉRGIO MAURÍCIO MARQUES…………………. Primeiro Tenente do Exército; era da Infantaria; serviu no 1O. BPE-RJ (1971)
SÉRGIO RODRIGUES………………………………. Agente da Polícia Civil; lotado no RJ
SÉRGIO DOS SANTOS LIMA…………………….. Capitão da Infantaria do Exército; servia no 10O.BC-Goiás (1972)
SÉRGIO DE SOUZA FLEURY…………………….. Primeiro Tenente da Artilharia do Exército; servia no 3O.REC-MEC em Porto Alegre-RS (1970-1972)
SERPA………………………………………………….. Vide Ibirá Fernando Serpa
SÉRVULO MOTTA LIMA………………………….. General do Exército; foi Secretário de Segurança Pública de São Paulo (1971); era conivente
SESHIRO KANO……………………………………… Capitão-de-Fragata Fuzileiro Naval; serviu no CENIMAR (1973)
SEVERINO…………………………………………….. Cabo da Aeronáutica
SEVERINO PEREIRA DA SILVA………………… Investigador da PF; lotado no DOPS-Pernambuco (1971-1973)
SEVERO……………………………………………….. Era da Casa da Morte em Petrópolis-RJ; conhecido como Raul (1971)
SHARP…………………………………………………. Vide Raymundo Victor da Costa Ramos Sharp
SHELIGAN……………………………………………. Vide Carlos de Souza Scheliga
SAI………………………………………………………. Vide Tacir Omar Menezes Sai
SIDNEY………………………………………………… Investigador da PF; era carcereiro do DOI-CODI-SP (1971-1972)
SIDNEY GUEDES……………………………………. Terceiro Sargento do Exército; servia no 1O. BIB em Barra Mansa-RJ (1971-1972)
SILAS…………………………………………………… Vide Sylas
SILAS SILVA NICOLETTI…………………………. Investigador da PF; lotado no DOPS-SP desde 1969; era do Esquadrão da Morte
SILÉSIO GUSMÃO………………………………….. Vide Siselisio Gusmão
SILVA………………………………………………….. Vide Abílio José da Silva
Vide Adilson Cardoso Guimarães Silva
Vide Álvaro Barbosa da Silva
Vide Amilcar Lobo Moreira da Silva
Vide Ariovaldo Hora da Silva
Vide Armando Honório da Silva
Vide Astorige Corrêa de Paula e Silva
Vide Benedito Antônio da Silva
Vide Benedito Rodrigues da Silva
Vide Da Silva
Vide Djalma Oliveira da Silva
Vide Ênio Cardoso da Silva
Vide Enir Barcelos da Silva
Vide Fausto Venâncio da Silva Filho
Vide Francisco Antônio Coutinho e Silva
Vide Henrique Pereira da Silva
Vide Hugo Póvoa da Silva
Vide José Leopoldino e Silva
Vide José Luiz da Silva
Vide Luís da Silva
Vide Moacir Silva
Vide Nelson da Silva Moura
Vide Newton Vassalo da Silva
Vide Nilo Canepa Silva
Vide Nilo Cardoso da Silva
Vide Oscar Luiz da Silva
Vide Paulo Raynarde Miranda e Silva
Vide Paulo Roberto da Silva
Vide Pedro Moreira da Silva
Vide Roberto Silva
Vide Severino Pereira da Silva
Vide Ulisses Gomes da Silva
SILVA, ANTONIO FREITAS DA Policial do DOPS, Rio de Janeiro
SILVA, DOUTOR……………………………………. Vide Carlos Alberto Brilhante Ustra
SILVA………………………………………………….. Sargento da PM-Maranhão; servia em São Luiz (1972)
SILVA JARDIM………………………………………. Tenente Médico do Exército; servia na 1A. Cia. da PE da Vila Militar-RJ
SILVEIRA……………………………………………… Vide Emílio Dantas da Silveira
SILVESTRE……………………………………………. Vide Nilo Hervelha
SILVESTRE DE OLIVEIRA……………………….. Vide José Silvestre de Oliveira
SÍLVIO…………………………………………………. Vide Sylvio
SÍLVIO…………………………………………………. Escrivão da Polícia; integrou a Equipe B de Interrogatório do DOI-CODI-SP (1972-1973)
SÍLVIO BRACK………………………………………. Capitão de Fragata; servia no CENIMAR (1973)
SÍLVIO CORRÊA DE ANDRADE………………… General do Exército; chefiou o DPF-SP (1968-1970); era conivente
®SIMAS……………………………………………… Integrou a Equipe de Buscas do DOI-CODI-* (1972); é vendedor de livros
SIMEÃO DE FARIA FILHO……………………….. Advogado e Promotor da Auditoria Militar da 4A. CJM-SP (1964)
SIMÕES………………………………………………… Sargento do Exército; servia no BPE-SP em 1969
SIMONETTI…………………………………………… Vide Valdir Simonetti
SINGILO……………………………………………….. Vide Alcides Singilo
SIQUEIRA…………………………………………….. Vide Franklin Líbero de Siqueira
SISELÍSIO GUSMÃO……………………………….. Tenente da Infantaria do Exército; serviu no 10O.BC em Goiânia (1964); como Capitão, serviu no BPE-Brasília (1972)
SIZENO SARMENTO……………………………….. General de Exército; comandou o I Exército (1970); nomeado Ministro do STM; era conivente; ganhou a Medalha do Pacificador
SOARES……………………………………………….. Vide Carlos Alberto Martins Soares
Vide Renato Ribeiro Soares
SÓCRATES……………………………………………. Atuava no DOPS-BH-MG (1971)
SODRÉ…………………………………………………. Soldado da PM-SP; era da Equipe B e Auxiliar de Carceragem do DOI-CODI-SP desde 1971
SOFIA………………………………………………….. Vide Geraldo Sofia
SOLIMAR ADILSON ARAGÃO………………….. Inspetor da PF; lotado no DOPS-RJ desde 1964; também atuava no CENIMAR-RJ; esteve atuando aindo no DOI-CODI-RJ (1970); conhecido como Doutor Cláudio e Doutor Saca-Rolhas; em algumas fontes seu nome é Solimão Moura Carneiro
SOLIMÃO MOURA CARNEIRO………………….. Vide Solimar Adilson Aragão
SOPHIA………………………………………………… Vide Geraldo Sofia
SOUZA…………………………………………………. Vide Cléber Luiz de Souza
Vide Dynalmo Domingos de Souza
Vide Itamar Fernandes de Souza
Vide Jacy Ochesendorf e Souza
Vide João Alves de Souza
Vide Joaquim Artur Lopes de Souza
Vide José Magalhães de Souza
Vide Jurandyr Ochesendorf e Souza
Vide Luiz Alberto Nunes de Souza
Vide Paulo Artur de Souza
Vide Paulo César Alves de Souza
Vide Ronaldo de Souza
Vide Rubens Martins de Souza
Vide Ubirajara Ribeiro de Souza
STETISON MACHADO DE CARVALHO……….. Brigadeiro; foi subchefe do EMFA; era responsável pelo A-2 (1972); recebeu a Medalha do Pacificador (1969)
STORRY……………………………………………….. Vide Franklin Storry
STUDART, COMANDANTE………………………. Vide Fernando Eduardo Studart Wiener
SYLAS………………………………………………….. Vide Silas
SILAS BISPO FECH…………………………………. Cabo da PM-SP; integrava Equipe de Busca do DOI-CODI-SP (1970-1972); conhecido como Flecha; morreu em janeiro de 1972
SYLVIO………………………………………………… Vide Sílvio
SYLVIO COUTO COELHO DA FROTA………… General de Exército; comandou o I Exército (1972-1974); Ministro do Exército (1974-1976); era conivente
SYLVIO SANTIAGO………………………………… Terceiro Sargento da PM-SP; serviu no 2O.BPE
Veja também: Lista de Torturadores - 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 8
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