12 de jul de 2012

A estratégia do PT nas redes sociais

A Secretaria Nacional de Comunicação do PT selecionou 120 pessoas de todo o Brasil, com tendência pró PT mas não necessariamente filiadas ao partido, consideradas influentes nas mídias sociais.
Entre elas estão cinco de Santa Catarina, sendo uma de Criciúma, uma de Balneário Rincão e outra de Balneário Camboriú. Trata-se de Benedito Possamai, Sabrininha Craft e Zcarlos Ferreira.
Eles receberam comunicado através da própria Internet questionando se poderiam estar em Brasília para participar de evento de Fundação da Rede PT13, que aconteceu no último fim de semana. Lá, foram apresentadas estratégias do partido nas mídias sociais.
“Nosso objetivo é articular de forma integrada com motivação política para multiplicar nossa rede. É uma estratégia nacional em função de ataques constantes da mídia tradicional”, explicou Benedito Possamai.
(Na foto, retirada do Facebook, Benedito com o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha).
No Karina Manarin
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Com o vício da ditadura


Soldados do quartel do 1º Batalhão da Polícia do Exército, onde funcionava o DOI-Codi na ditadura militar, corriam ontem pela manhã na Rua Barão de Mesquita, no Rio, cantando: “Bate, espanca , quebra os ossos. Bate até morrer.” O instrutor então perguntava: “E a cabeça?” Os soldados respondiam: “Arranca a cabeça e joga no mar.” No final o instrutor perguntava: “E quem faz isso?” E os soldados respondiam: “É o Esquadrão Caveira!”.
Ilimar Franco
No O Globo
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A lição de Demóstenes e o fim do Senado

Uma frase proferida pelo ex-senador Demóstenes Torres. Ele disse: "os senhores sabem (...) que pessoas aqui na Casa que quiserem fazer rolo, espaço há".
Digamos que a frase tenha fundamento. O que teria sido a cassação do segundo senador que sofreu esta punição por quebra de decoro em nosso país em 188 anos? Uma profilaxia moral ou um banho de gato?
Porque se o ex-senador tiver razão, temos mais um argumento para que o Senado seja extinto. Um senador custa 33,4 milhões anuais aos cofres públicos. Um deputado federal custa 6,6 milhões anuais.
Ora, qual o sentido de gastarmos tanto a mais para um representante da Federação que não representa a federação? Qual o papel do Senado, enquanto Câmara Alta? Há, assim, tanta diferença em relação à Câmara Baixa?
Segundo Dalmo Dallari, quando o Senado foi criado no Brasil a fundamentação era de se criar um poder legislativo independente. O jurista não entende, a partir deste objetivo, o motivo para existir duas câmaras legislativas federais. Havia, historicamente, outra justificativa: os EUA vivam um problema de representatividade do sul do país em que o índice populacional era baixo (em função da escravidão).
Já o Senado brasileiro foi criado, segundo Dallari, para representar as oligarquias rurais. Segundo o jurista:
(...) o Senado aparece com a Constituição de 1824 e uma das condições para ser senador era ter uma renda anual altíssima, que na ocasião foi expressa em 800 mil réis, uma grande fortuna. Senadores eram homens muito ricos, até porque mulher sequer votava. Desde o início, o Senado brasileiro foi concebido e foi usado como um reduto dos grandes proprietários.
Ora, este fundamento não se alterou significativamente, desde então. Porque a guerra fiscal entre Estados não foi solucionada pelo Senado. A dívida pública dos Estados com a União também não está sendo solucionada pelo Senado. A questão dos roylaties de commodities (petróleo e minérios), sejamos objetivos, é uma negociação entre governadores e governo federal.
O sistema bicameral não tem um fundamento democrático e funcional claro e objetivo. É um gasto desnecessário.
Se esses argumentos já eram suficientes, a frase do ex-senador Demóstenes coloca ainda mais dúvida sobre sua importância.
Rudá Ricci
No de Esquerda em Esquerda
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Como andar nas pedras

As casas e os sobrados antigos de Parati muitas vezes são fachadas para belos interiores modernos. Você literalmente pula de século quando entra por uma das suas portas. O mesmo não acontece com as ruas da zona histórica, que continuam como eram nos séculos 18 e 19, calçadas com pedras irregulares de vários tamanhos que obrigam o pedestre a andar com muito cuidado. É perigoso pisar desatento no passado, ainda mais depois de uma certa idade.
Quem já foi várias vezes à magnífica Festa Literária Internacional de Parati acaba desenvolvendo o que se pode chamar de uma ciência de andar nas pedras. Nas minhas primeiras idas à Flip, eu precisava escolher entre olhar para o chão e cuidar onde pisava, e olhar ao redor, para ver quem passava perto, geralmente um grande nome da literatura mundial que também dava mais atenção a não torcer o tornozelo do que a qualquer contato social.
Com o tempo, desenvolvi uma técnica para fazer as duas coisas simultaneamente: não cair e não perder a rica procissão humana à minha volta. Piso em uma, duas e três pedras, paro e olho em volta. Uma, duas, três pedras e “Olha o Ian McEwan!” Umas, duas, três pedras e “Olha o Stephen Greenblatt!”
Também descobri uma coisa que os neófitos em Flip e os turistas não conhecem: as capistranas. O calçamento das ruas do centro histórico foi feito na forma de calha rasa, sendo a parte mais baixa o eixo central da rua. Neste foram usadas pedras mais compridas e uniformes e mais alinhadas do que as outras. São as capistranas, que formam uma espécie de trilha à prova de tropeções. Pelo menos para nós, os iniciados.
E não deixa de haver uma certa justeza poética no fato de alguns dos maiores escritores do mundo terem que andar de pedra em pedra, escolhendo as mais aparentemente firmes e seguras e evitando as mais traiçoeiras. De certa maneira, é o que eles fazem quando escrevem. Vão escolhendo as palavras certas para chegar onde querem, evitando a queda e o vexame publico. Parati, para quem anda pelas suas ruas, também é um exercício de estilo.
E no fim todas as pedras levavam à tenda das mesas dos escritores, onde os prazeres deste ano se repetiam, como o de ouvir o Zuenir ler um trecho do seu novo livro “Sagrada família” e ver Shakespeare e Drummond dividirem as honras de poetas da festa.
Luís Fernando Veríssimo
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Charge online - Bessinha - # 1347

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Militares paraguayos negaron presiones del canciller venezolano Nicolás Maduro

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En Paraguay, la fiscalía reconoció que no existe video alguno que demuestre al canciller venezolano, 
Nicolás Maduro, incitando a altos mandos militares paraguayos a una sublevación militar.
De esta manera, los militares paraguayos desmienten a la ministra de Defensa, María Liz García, quien denunció ante los medios de comunicación la supuesta arenga del canciller venezolano para que los militares se sublevaran tras juicio político a Fernando Lugo.
La agente fiscal paraguaya Estella Mary Cano informó este miércoles que militares paraguayos de altos cargos negaron ante la justicia civil del país que el canciller venezolano, Nicolás Maduro, los presionara el 22 de junio para que se sublevaran contra el presidente designado por el Congreso, Federico Franco.
De acuerdo a la ministra de Defensa de Paraguay, María Liz García, el 22 de junio -día de la destitución de Lugo- los militares guaraníes recibieron una supuesta arenga de Maduro, la cual fue denunciada como una intromisión en asuntos internos de Paraguay y terminó por nombrarse al canciller venezolano como Persona non grata.
La fiscal paraguaya ofreció detalles sobre las declaraciones de los uniformados que estuvieron reunidos con una delegación de la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur), encabezada por su secretario general, Alí Rodríguez Araque, y entre los que se encontraba Maduro.
Los militares admitieron que, en el momento en que se procesaba el juicio político a Lugo, se conversó sobre la posibilidad de emitir un comunicado pero no se concretó. En la reunión de militares con los enviados de Unasur se habló también de las posibles consecuencias de la destitución del presidente.
A principios de semana, la fiscal Cano admitió que contrario a lo que había afirmado la ministra de Defensa, “no hay ni cámara ni audio en la sala de reuniones en la que, aparentemente el canciller venezolano intentó sublevar a los militares”.
La grabación difundida, obtenida con las cámaras de seguridad del Palacio de gobierno, no prueba la denuncia de la ministra García respecto a que Maduro arengó a jefes militares para que respaldaran a Lugo.
Este video fue distribuido por orden del presidente designado, Federico Franco, con la intención de demostrar que hubo intromisión en asuntos internos del país durante la crisis del 22 de junio. Sin embargo la cadena informativa teleSUR difundió un video completo en el que se ve no sólo al canciller venezolano, sino a su par ecuatoriano, Ricardo Patiño y a otras delegaciones de los países que conforman la Unasur.
El viernes 22 de junio, el presidente de Paraguay constitucionalmente electo Fernando Lugo fue destituido mediante un juicio político llevado adelante por el Congreso Nacional en menos de 30 horas. Esto, le valió a Paraguay sanciones políticas, como la suspensión temporal de los organismos regionales Mercosur y Unasur.

Retiran a militares paraguayos que desmintieron injerencia de Venezuela

El Gral. Adalberto Garcete y el almirante Benítez, antes de declarar ante
la Fiscalía por el caso de la supuesta intervención del canciller venezolano,
en los asuntos internos del país.
(Foto: Efe)
Las Fuerzas Militares de Paraguay anunciaron este miércoles el paso a retiro de una decena de uniformados paraguayos que sostuvieron que Nicolás Maduro nunca hizo injerencia ni trató de incentivar una sublevación militar.
Los 10 militares que este miércoles desmintieron una presunta injerencia de Venezuela durante la destitución del presidente Fernando Lugo, el pasado 22 de junio, fueron pasados a retiro pocas horas después de haber negado la supuesta “arenga”.
Así lo dieron a conocer los medios locales de ese país suramericano, que indicaron que los generales Adalberto Garcete del Ejército y Juan Carlos Benítez, de la Marina, quienes negaron el martes que el titular de Exteriores de Venezuela promoviera una insurrección militar, fueron retirados este miércoles.
“La Junta de Calificación de las Fuerzas Armadas sesionó hoy (miércoles) de manera extraordinaria y decidió el pase a retiro de 10 oficiales generales”, precisó posteriormente el Comunicado Nº 27 de la Dirección de Comunicación Social de las FF.MM.
El documento oficial también reza que los generales de División, Félix Pedro Moreno, Leonor Cabrera Cabrea, Reinaldo Caballero Barboza, Juan Carlos Ayala Monges, Edgar Demestral Torales; así como el general de Brigada, Alcides Viveros y el contralmirante Germán Giménez Román; también integran la lista.
Además, fue retirado el general de División Ángel Vallovera Antúnez, jefe del Gabinete Militar del presidente Lugo.
Los generales Miguel Christ de la fuerza aérea, Adalberto Garcete del ejército y Juan Carlos Benítez de la marina declararon el martes en la fiscalía que Maduro llegó al gabinete militar del palacio de gobierno el 22 de junio –día en que fue destituido Lugo en un juicio político en el Senado– en compañía del embajador venezolano José Javier Arrúe De Pablo y los secretarios privados de Lugo.
“Los tres generales me dijeron que Maduro no les dio una arenga, así como sabemos lo que significa una arenga en el campo militar, sino hizo una advertencia sobre las sanciones internacionales que recibiría Paraguay por la destitución de Lugo”, relató el miércoles a los periodistas la fiscal Stella Mary Cano.
La supuesta reunión de Maduro con los jefes militares generó la molestia del gobierno local por considerarla una intromisión en asuntos internos paraguayos, de acuerdo con las expresiones del presidente Federico Franco, quien completará el mandato de Lugo hasta agosto de 2013.
El hecho resquebrajó las relaciones diplomáticas entre Paraguay y Venezuela cuyos embajadores fueron retirados de Asunción y Caracas, respectivamente.
Este lunes, la Fiscalía paraguaya dejó sin validez un video que había sido presentado por el gobierno de Federico Franco como "prueba" para desprestigiar a Maduro, quien junto al resto de cancilleres de la Unasur (Unión de Naciones Suramericanas) viajó a Asunción el día del golpe para mediar en la crisis política.
No teleSUR
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O escândalo das taxas básicas de juros

O recente escândalo da manipulação da taxa libor (a taxa básica do Banco da Inglaterra) é mais um capítulo terrível na desmontagem do sistema financeiro internacional.
A taxa básica (libor, na Inglaterra, prime, nos Estados Unidos, Selic, no Brasil) serve de parâmetro para a articulação de todo o sistema de empréstimos de longo prazo.
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Tais taxas servem de parâmetro para a troca de reservas entre bancos no chamado mercado interbancário. No final do dia, o banco com saldo em caixa empresta para o banco com déficit pagando a taxa do interbancário. São descartadas os dois lances mais altos e os mais baixos e tira-se uma média do restante. Além de afetar todo o mercado de crédito, essas taxas são alvo de enormes apostas no mercado futuro de juros.
No caso da libor, as jogadas envolveram 20 grandes bancos internacionais.
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Esse mesmo movimento se observa nos Estados Unidos, com jogadas em torno da prime, como se observa em artigo recente de Paul Craig Roberts, que acaba de lançar livro prevendo o colapso financeiro dos EUA (http://migre.me/9Pdpr), tradução de Argemiro Ferreira.
Para combater a crise bancária, EUA e União Europa inundaram os bancos de liquidez, jogando as taxas básicas para perto de zero. Mas a cada ano são US$ 1,5 trilhão de déficit público sendo financiado com novas emissões.
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Há inúmeros jogos com títulos públicos. O resgate desses títulos é pelo chamado valor de face – por exemplo, 100. Se um título tem um prazo de, digamos, 10 anos a uma taxa de 1,5% ao ano, no lançamento será vendido a 85 (100 – 1,5 x 10). Suponha que a taxa caia para 1%. Imediatamente o valor dos títulos sobe para 90. Multipliquem-se esses 5 pontos por trilhões de dólares e se terá uma pálida noção dos valores envolvidos.
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Esse mesmo jogo ocorre no Brasil com a Selic. Desde que foi introduzida como elemento de política monetária em 1999 (com a criação das metas inflacionárias) criou-se, ali, o mais potente processo de enriquecimento que o país conheceu, fora de período de crises cambiais.
A cada definição da Selic, movimentavam-se apostas extraordinárias nos mercados futuros. E o Banco Central, de qualquer tempo, mantinha um contato cúmplice com consultorias de mercado, antecipando tendências. No período Henrique Meirelles, era comum uma reunião fechada com traders do mercado, antes de cada reunião do COPOM (Comitê de Política Monetária do Banco Central).
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Rompeu-se esse cumplicidade em agosto do ano passado, quando o BC derrubou a Selic – provocando enorme estardalhaço de consultores e jornalistas membros da confraria da Selic. Depois, o BC continuou derrubando as taxas com resistência cada vez menor, porque suas apostas já estavam novamente alinhadas com as do BC.
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No mercado de apostas, pode-se ganhar tanto na alta quanto na baixa, seja com libor, prime ou Selic. Se as taxas de juros aumentam, o preço do título cai. Digamos que caia de 85 para 82. O apostador vende um contrato futuro a 85. Quando o preço à vista cai para 82, ele lucra os 3 de diferença.
E aí se entra em uma espiral de descrédito perigosa para a regulação frouxa do mercado financeiro internacional.
Luis Nassif
No Advivo
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Gilmar Mendes procurou a Wikipédia para reclamar de perfil

Gilmar Mendes procurou a Wikipédia para reclamar de perfil
Segundo Mônica Bergamo, da Folha, ministro chamou a atenção para ataques postados pela mesma pessoa, o récem-formado Chico Venâncio, e disse que deve ser "profissional do petismo"
O ministro Gilmar Mendes anda furioso com o Wikipedia. Segundo a colunista da Folha, Mônica Bergamo, ele chegou a dizer que o autor de repetidos ataques a ele deve ser "profissional do petismo". Leia:
O ministro Gilmar Mendes, do STF, procurou a Wikipédia para reclamar da edição de seu perfil. Chamou a atenção de Mendes "ataques" postados pela mesma pessoa: Chico Venâncio, recém-formado em relações internacionais pela Universidade de Brasília. "Deve ser profissional do petismo", diz Mendes. Ele estuda que providências tomar, já que editor da Wikipédia não tem personalidade jurídica.

Currículo


Francisco Carvalho Venâncio, 23, tem status de eliminador, colaborador que pode apagar conteúdo inadequado. Ele explica que se baseia em fontes, como a "Carta Capital". "Não posso sumir com informações publicadas e que não foram desmentidas", justifica-se. Diz não ser filiado ao PT. Mendes estranha que só fatos positivos sejam apagados.

Enciclopédia online


A Wikipédia conta com cerca de 1.500 editores ativos em português. Além deles, há os eliminadores e um conselho de arbitragem analisa conflitos entre usuários.
No 247
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Brasil e Estados Unidos criam grupo de trabalho para avaliar dispensa de vistos


O Ministério das Relações Exteriores e o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos decidiram nesta quarta-feira (11) criar um grupo de trabalho para propor medidas e procedimentos a fim de possibilitar que cidadãos dos Estados Unidos e do Brasil viajem entre os dois países sem necessitar de visto de entrada, tal como foi discutido durante visita da presidenta Dilma Rousseff a Washington em 9 de abril.
Naquela ocasião, Dilma e Obama divulgaram comunicado conjunto em que “se comprometeram a trabalhar em estreita colaboração para atender aos requisitos do Programa de Dispensa de Vistos dos Estados Unidos e da legislação brasileira aplicável, de maneira a possibilitar que cidadãos dos EUA e do Brasil viajem entre os dois países sem necessitar de visto”. A primeira reunião do grupo deverá ser realizada em Washington até novembro deste ano.
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Vereadora do PP de São Joaquim-SC é presa por extorsão

Vereadora Estela Maris Marioti Chiodelli
Durou apenas duas sessões da câmara o mandato da vereadora Estela Maris Marioti Chiodelli (PP-SC). Ela já foi vereadora em outro mandato e Secretária de Educação, Cultura e Desporto na gestão José Nérito.
Estela assumiu no lugar de Flares Melo, que foi afastado temporariamente pela Câmara depois de ser preso na Operação Bola de Neve.
Foto Correio Lageano
A vereadora foi presa sob a acusação de extorsão contra a prefeita Marlene Kayser da Rosa (PP-SC). Ela estaria tentando extorquir R$ 25 mil da prefeita, para não divulgar fotos de um baile ocorrido em maio deste ano em São Joaquim, que teve a participação da prefeita.
As provas foram entregues à Polícia civil que decretou a prisão temporária da Vereadora por cinco dias e que poderá se converter em prisão preventiva até o termino das investigações.
Como em São Joaquim não há mais prisão feminina a vereadora foi encaminhada para o presídio em Lages.

Prefeita divulga nota oficial sobre prisão de vereadora


Prefeita Marlene de Fátima Kayser da Rosa
Em relação aos fatos ocorridos na tarde desta terça-feira, dia 10 de julho de 2012, a Prefeita Municipal de São Joaquim Sra. Marlene de Fátima Kayser da Rosa vem por meio desta elucidar os seguintes fatos:
1. No dia 28 de junho de 2012 esteve em seu gabinete na Prefeitura Municipal de São Joaquim a Sra. Estela Maris Mariot Chiodelli, vereadora municipal. A mesma alegou necessidade de audiência com a Prefeita para tratar de assuntos do município, porém ao adentrar no recinto apresentou supostas fotos do Baile das Mulheres, acontecido em maio deste ano, onde apareceriam imagens da Prefeita realizando brincadeiras com as demais participantes. Diante do exposto a vereadora exigiu o pagamento de 25 mil reais para que as fotos não fossem publicadas na internet ou entregues a políticos do município e do Estado de Santa Catarina sendo que seu prazo seria até o dia 05 de julho de 2012;
2. No dia 05 de julho de 2012, data limite para a resposta sobre o pagamento ou não da quantia solicitada, a Prefeita recebeu uma ligação em seu gabinete onde a vereadora se fez passar por uma representante da AMURES – Associação dos Municípios da Região Serrana, e indagou sobre o pagamento solicitado;
3. No dia 10 de julho de 2012 novamente a vereadora ligou para o gabinete passando-se por outra pessoa e solicitou que a Prefeita fosse a residência da vereadora para acertar sobre o pagamento, a Prefeita atendeu ao chamado da mesma e adentrando no local gravou a tentativa de extorsão realizada pela vereadora. Logo após apresentou as provas a Polícia Civil de São Joaquim que procedeu às ações cabíveis;
A Prefeita Marlene de Fátima Kayser da Rosa lamenta que este fato tenha tomado essas proporções, porém não admite chantagem de ordem nenhuma em relação a sua vida pessoal e pública.
São Joaquim, 11 de julho de 2012.
Gabinete da Prefeita Municipal de São Joaquim.
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Soy Chávez de corazón

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