11 de jul de 2012

Tucanos sofrem novo golpe com denúncias de corrupção no Estado do Tocantins

Eduardo Siqueira Campos está envolvido
em investigações da PF
O PSDB, em dificuldades para controlar os prejuízos causados à legenda pela presença do governador de Goiás, Marconi Perillo, no inquérito que investiga as ligações com o bicheiro Carlos Augusto Ramos, amarga novamente a perda de prestígio de outro líder de peso na legenda já desgastada em outros escândalos de corrupção no Distrito Federal e em São Paulo, onde o arrecadador de fundos para o partido, Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, está com os dias contados para comparecer à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira. Alvo de uma investigação da Polícia Federal, o governador do Tocantins, Siqueira Campos, volta a ser atingido por denúncias de distribuição de propina. Desta vez, as operações fraudulentes ocorreriam por meio de uma agência de publicidade, contratada pelo governo do Estado, que funcionava, até a semana passada, em uma casa de Eduardo Siqueira Campos, filho dele e secretário de Articulação Institucional do Estado.
A Ginga Rara Propaganda, uma das empresas do grupo de Carlinhos Cachoeira, segundo relatório do Coaf (departamento de inteligência do Ministério da Fazenda) entregue à CPMI, recebeu em outubro de 2010 depósito de R$ 275 mil de Claudio Abreu, ex-diretor da Delta, construtora da qual Cachoeira atuava como uma espécie de sócio secreto, na conta do diretor financeiro e sócio da empresa, Tiago Neiva Parrode. Em abril de 2011, segundo escuta lícita da Polícia Federal (PF), Cachoeira avisa Abreu que o governo de Tocantins contrataria oito agências de publicidade, e sugere que eles deveriam entrar no negócio.
– Eles (no governo do Tocantins) vão contratar mais oito (agências). Põe uma lá – ordena Cachoeira.
Quando a licitação foi concluída, no início deste ano, a Ginga Rara foi uma das oito contratadas para gerir uma verba de de R$ 5,2 milhões. Fundada em fevereiro de 2009, na capital goiana, a agência abriu uma filial em Palmas em 2011. O contrato em Tocantins é o único da agência com o poder público. Até a véspera, a casa em nome de Eduardo constava no site da empresa como seu endereço na capital do Tocantins, segundo constataram repórteres do diário conservador paulistano Folha de S. Paulo que também estiveram no suposto endereço da empresa.
“Não havia ninguém no local, protegido por um muro alto e cercas elétricas”, disseram na reportagem.

Coincidência

Para a assessoria de Eduardo Siqueira Campos, o fato de uma agência do esquema Cachoeira ocupar um imóvel do secretário e governador de facto, segundo voz corrente no Estado, não passa de uma coincidência. O imóvel, explica, não foi cedido para agência Ginga Rara Propaganda, mas alugado e Campos não teve “contato ou interferência quanto à escolha do inquilino”. O contrato de aluguel, assinado em fevereiro de 2011, tem as assinaturas de Polyanna Teixeira, mulher de Campos, e Alencar Gonçalves de Oliveira, sócio da agência. O valor do aluguel no documento, que não foi registrado em cartório, é de R$ 1,3 mil mensais, por um período de 18 meses.
A Ginga Rara, por sua vez, explicou que a saída do imóvel, na semana passada, ocorreu porque o contrato estava prestes a expirar. Pelo documento, o contrato venceria no mês que vem. Segundo Antônio Parrode, diretor da Ginga Rara, seu filho Tiago Parrode não tem relação com o dia a dia da empresa. Segundo afirmou, há um erro no cadastro da Associação Brasileira de Publicidade, no qual Tiago consta como diretor financeiro. Ele negou que haja relação entre a empresa e Cláudio Abreu ou qualquer outro investigado na CPI do Cachoeira.

Garota de programa

Eduardo Siqueira Campos, no entanto, já figura no inquérito da Operação Monte Carlo, da PF, em outra situação delicada. Segundo nota, divulgada pelo colunista Leandro Mazzini, no Correio do Brasil, nas gravações realizadas com autorização judicial, há um trecho revelador dos expedientes que eram usados pela quadrilha de Cachoeira para obter vantagens nas suas aproximações de governos. Como a empreiteira Delta Construções tinha interesse em fechar contratos no Tocantins, o contraventor Carlinhos Cachoeira pagou um jantar e contratou uma garota de programa para acompanhar Eduardo Siqueira Campos, o então secretário de Planejamento do Tocantins.
“De acordo com o relatório da Polícia Federal, o jantar de Eduardo Siqueira Campos, ex-deputado e ex-senador, com a garota de programa aconteceu no dia 19 de maio de 2011, em Goiânia. No dia seguinte, segundo interceptação telefônica que consta do inquérito, Cachoeira conversou com o ex-diretor da Delta para a região Centro-Oeste sobre o ‘arranjo’ para agradar ao secretário. Cachoeira reclama do valor da conta, R$ 1 mil, e Abreu o ironiza: ‘Você deu para vir de Brasília só para tomar vinho, bem feito!”, diz a nota.
No Correio do Brasil
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Um caso emblemático

No próximo dia 9 de outubro completam-se 22 anos da morte do cadete Márcio Lapoente da Silveira na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN). Por sugestão do Grupo Tortura Nunca Mais,  familiares de Márcio  entraram com uma ação na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA). Isso aconteceu em 2004.
Foi reconhecido então ter sido o cadete Márcio, de 19 anos, vítima de torturas e maus tratos que o levaram à morte. Um caso considerado pela OEA como grave violação aos direitos humanos.
Ficou decidido também que na AMAN, em Resende, será inaugurada uma placa em homenagem a Márcio e aos cadetes falecidos em atividade de instrução no decorrer do Curso de Formação de Oficiais.  O Exército brasileiro reconheceu a sentença, mas alguns militares da reserva, em linguagem odiosa de sempre, não  aceitam a decisão e alguns disseram que reagirão. A placa será fixada e permanentemente mantida nas instalações da Academia Militar das Agulhas Negras com os seguintes dizeres:
“Homenagem do Exército Brasileiro e da Academia Militar das Agulhas Negras aos cadetes falecidos em atividade de instrução no decorrer do Curso de Formação de Oficiais.Homenagem do Exército Brasileiro e da Academia Militar das Agulhas Negras decorrente do Acordo de Solução Amistosa junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, referente ao Cadete Lapoente da Silveira.”
O acordo entre a família do Cadete e o Exército ficou de ser divulgado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, no Diário Oficial e em um quarto de página em um jornal de ampla circulação nacional. A Advocacia-Geral da União e o Ministério da Defesa darão publicidade em seus sítios na Internet.
 Aguarda-se a realização da cerimônia. Será uma forma também de demonstrar que o processo democrático avança no Brasil e que os defensores da democracia não se intimidam diante da lingugem de ódio dos militares da reserva, gênero óleo queimado da história.
Na OEA, o Estado brasileiro se comprometeu a ampliar o ensino de direitos humanos no currículo de formação militar, conforme previsão da Estratégia Nacional de Defesa, aprovada pelo Decreto n. 6.703, de 18 de dezembro de 2008. E também, por meio da Secretaria de Direitos Humanos, se comprometeu a solicitar ao Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH) que analise 23 casos de supostas violações aos direitos humanos ocorridas no âmbito das Forças Armadas, conforme estudo elaborado pelo Grupo Tortura Nunca Mais (GTNM/RJ).
Para complementar, os próprios militares deveriam aceitar as sugestões crescentes no sentido de reformar o currículo da Academia Militar das Agulhas Negras, adaptá-lo à realidade atual, totalmente diferente dos tempos hediondos da ditadura e da Guerra Fria.
Mário Augusto Jakobskind
No Direto da Redação
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A Globo vai blindar Havelange e Teixeira?

Como se sabe, Teixeira, Havelange, a CBF e a Fifa no Brasil são uma extensão do poder da Globo.
Saiu na Folha:

Teixeira e Havelange receberam R$ 40 milhões de suborno da ISL


O ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, 65, e o presidente de honra da Fifa, João Havelange, 96, receberam 19,25 milhões de francos suíços (R$ 40 milhões) em subornos da ISL. O envolvimento foi confirmado no dossiê do caso liberado hoje pela Justiça Suíça (veja a íntegra, em inglês (em PDF)
A ISL foi durante a década de 1990 e o início da última década a principal parceira comercial da Fifa. Quando foi a falência, um processo judicial na Suíça demonstrou que houve pagamentos de mais 100 milhões de francos suíços para dirigentes em troca de benefícios nas negociações comerciais, envolvendo direitos de televisão e marketing.
Apesar das acusações de envolvimento dos cartolas brasileiras –feitas pela emissora britânica BBC e pelo jornal suíço “Handelszeitung”–, o processo judicial sempre foi mantido em sigilo até hoje quando foi liberado para jornalistas que tinham entrado com ação pedindo a transparência integral dele. A Folha teve acesso ao dossiê por meio de um dos jornais que o obtiveram hoje.
Na ação, está descrito que Teixeira ganhou 12,74 milhões de francos suíços (equivalente hoje a R$ 26,5 milhões) por meio da empresa Sanud, cuja ligação com o cartola já tinha sido estabelecida por meio da CPI do Futebol, no Senado. A Renford Investments Ltd foi outra empresa, com ligações com Havelange e Teixeira, que recebeu 5 milhões de francos suíços (R$ 10 milhões). Não sabe qual a divisão do dinheiro entre os dois neste caso.
(…)
Como se sabe, Teixeira, Havelange, a CBF e a Fifa no Brasil são uma extensão do poder da Globo.
Do alto da sua rústica arrogância, Ricardo Teixeira chegou a dizer que, enquanto o jornal nacional o blindasse, ele não tinha o que temer.
Quem o desblindou foi a TV Record, que deu repercurssão à denúncia da BBC.
Foi a BBC que tirou a tampa desse processo que desmascara Havelange e Teixeira na Suíça.
Foi o repórter da BBC quem eternizou aquela pergunta “did you accept the bribe, Mr. Teixeira?”
Até agora, a Globo blindou a dupla Havelange e Teixeira.
Vamos ver se o programa da Fátima, do Bial e todos os outros do Ali Kamel tratam da Copa do Mundo, do Brasileirinho e da corrupção no futebol brasileiro.
Em tempo:
Liga o Vasco para perguntar se o Cala a Boca Galvão vai chamar o did you accept the bribe para o próximo “Bem, amigos”.
Porque bem amigos eles eram.
Paulo Henrique Amorim
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Corregedoria recomenda processo contra Leréia e inocenta Otoni e Sandes Júnior

Deputados foram denunciados por supostos envolvimentos com o contraventor Carlinhos Cachoeira
Comissão de sindicância: há indícios
de uma relação muito próxima entre Leréia e Cachoeira.
A comissão de sindicância da Corregedoria Parlamentar recomendou, nesta quarta-feira, a abertura de processo por quebra de decoro contra o deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO). Segundo o relator da representação, deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), há indícios de uma relação muito próxima entre Leréia e o contraventor Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, que estava tentando exercer influência no governo de Goiás por meio do deputado.
O relator disse que ainda não poderia dar maiores detalhes do processo porque ele continuará secreto até que a Mesa Diretora da Câmara avalie se fará a denúncia formal contra o deputado no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar.

Inocentados

Na mesma reunião, em outra decisão, a comissão de sindicância resolveu arquivar as denúncias contra os deputados Rubens Otoni (PT-GO) e Sandes Júnior (PP-GO). “Poderíamos mandar os casos para o Conselho de Ética, mas a própria Policia Federal [PF] não encontrou indícios do envolvimento dos deputados”, ressaltou Jerônimo Goergen.
O corregedor da Câmara, deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), disse que, se somente houver fatos novos, esses deputados poderão ser novamente investigados pela Corregedoria. Segundo ele, os relatórios que inocentaram Sandes Júnior e Rubens Otoni se basearam nas escutas telefônicas que estão em posse da CPMI do Cachoeira e nos depoimentos dos delegados da PF naquele colegiado.

Caso a caso

Na avaliação de Goergen, há bastante diferença entre os casos. Apesar de os três deputados terem sido citados nas gravações das operações Vegas e Monte Carlo da PF, os delegados que cuidam do caso negaram que tenham encontrado indícios contra dois deles.
O deputado Leréia admitiu ser amigo pessoal de Cachoeira, mas segundo Goergen as relações também são políticas e de negócios. Além de possivelmente serem sócios, o contraventor tentou usar a influência do deputado junto ao governo de Goiás, comandado pelo PSDB, para derrubar dirigentes da polícia e obter favorecimento em contratos.
Já sobre Rubens Ottoni, Goergen disse que as acusações são de 2004, e mesmo a gravação divulgada recentemente em que ele e Cachoeira negociam valores para a campanha do deputado não foi definitiva para condená-lo. “Estão vendo que Cachoeira gravava todo mundo, e isso não quer dizer que o deputado esteja envolvido no esquema de corrupção”, disse.
Sobre Sandes Júnior, nem mesmo uma gravação foi encontrada. “Se nem a polícia encontrou provas, nós não podemos fazer esse julgamento político, que seria como uma condenação”, Goergen.

Mesa Diretora

A recomendação da Corregedoria deve ser encaminhada à Mesa Diretora da Câmara, que decide se encaminha ou não processos de cassação contra os três deputados. Geralmente essa decisão é apenas formal, mas pode demorar, porque não há reuniões da Mesa marcadas para antes do recesso.
Como frisou o próprio corregedor, nada impede que, mesmo após a sindicância, partidos políticos façam denúncias contra os mesmos deputados diretamente ao Conselho de Ética. Nesse caso, seriam abertos processos independentemente da decisão das sindicâncias.
Marcello Larcher
No Agência Câmara de Notícias
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Charge online - Bessinha - # 1346

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Em BH: Pesquisa mostra empate entre Lacerda e Patrus

O instituto EMData divulgou nesta quarta-feira os números da primeira pesquisa eleitoral sobre a disputa pela prefeitura de Belo Horizonte (MG). O atual prefeito Márcio Lacerda (PSB) tem 34% das intenções de voto, mas o ex-ministro do Desenvolvimento Social e ex-prefeito de BH, Patrus Ananias (PT), já está com 29%. Mesmo tendo entrado apenas há menos de duas semanas na disputa, Patrus já está tecnicamente empatado com Lacerda, uma vez que a margem de erro é de quatro pontos percentuais.
Como era previsível, a campanha em BH será um furacão e um jogo de vida ou morte para Aécio Neves e Lula.

Mais informações sobre a pesquisa de intenção de votos em BH

  • Na modalidade espontânea, em que os nomes não são apresentados ao eleitor, os números foram 13% e 12%.
  • Ambos são bem conhecidos por exatos 43% dos entrevistados.
  • 38% dos eleitores de Lacerda admitiram que poderiam escolher outro nome; 44% dos eleitores de Patrus demonstraram disposição para votar em outro.
  • Patrus é rejeitado por 24% dos entrevistados; Lacerda, por 32%
  • 25% dos entrevistados afirmaram preferir o PT
  • 45% afirmaram que gostariam da atual administração ter continuidade (o PT faz parte da atual administração, o que faz desta questão algo vago ou inconsistente)
  • A preferência dos candidatos entre homens é a mesma, 34% para cada, mas Lacerda leva vantagem em relação às mulheres: 34% das eleitoras estão dispostas a votar nele, enquanto 26% escolheram o petista.
  • Por faixa etária, Lacerda tem mais aceitação entre os que estão na faixa etária entre 35 e 44 anos (39%) e menor entre aqueles com mais de 60 anos (26%). Este último grupo é justamente aquele em que Patrus recebeu o maior índice de aprovação, 35%. Na outra ponta, tem o menor percentual de votos entre jovens de 16 a 24 anos (17%).
  • Os temas prioritários para o eleitor da capital mineira são: saúde (para 45% dos entrevistados) e segurança pública (14%), seguido de combate ao tráfico de drogas (9%). Sobre este item, uma observação: vários candidatos, como o do PV e o próprio Marcio Lacerda, destacavam o tema da mobilidade urbana. Este blog sempre avaliou um equívoco grosseiro, pouco afeto ao grande público. Saúde e segurança são apontados como os mais problemáticos em inúmeras pesquisas realizadas em BH nos últimos dois anos.
No de Esquerda em Esquerda
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Karl Marx vira estampa de cartão de crédito na Alemanha

A imagem foi escolhida em uma votação na internet

O filósofo alemão Karl Marx, fundador das bases teóricas do comunismo, virou estampa de cartão de crédito em Chemnitz, no centro-leste da Alemanha. 
O banco local Sparkasse Chemnitz, criou um cartão de bandeira Mastercard cuja ilustração é um busto de Marx, construído em 1953. 
A imagem foi escolhida em uma votação popular pela internet, e superou em votos outras 10 importantes instalações da cidade, como castelos da Idade Média e o escudo de um time de futebol da região. O busto recebeu 35% dos votos.

No Sul21
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Ministério da Saúde facilita o acesso ao medicamento oseltamivir

O tratamento com tamiflu é oferecido gratuitamente
 na rede pública de saúde. 
Há estoque suficiente para atender toda a população
O Ministério da Saúde retirou o medicamento oseltamivir – de nome comercial tamiflu – da “lista de substâncias sujeitas a controle especial”. A partir de agora, o remédio, que é usado no tratamento da gripe, passa a ser comercializado nas farmácias de todo o país como os demais medicamentos com receita médica simples, sem a necessidade de controle especial em duas vias (original e cópia). A determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada no Diário Oficial da União, visa facilitar o acesso da população ao medicamento. O antiviral já é oferecido no Sistema Único de Saúde (SUS), gratuitamente, às pessoas que necessitam. Para retirar o antiviral, no entanto, o paciente deve apresentar prescrição médica, emitida tanto por profissionais da rede pública, como da rede privada.
Com esta iniciativa, o Ministério da Saúde reforça o Protocolo de Tratamento de Influenza – 2011, que atualizou os profissionais de saúde quanto ao tratamento dos casos de gripe, ratificando junto aos médicos a prescrição e orientação para o acesso rápido ao antiviral oseltamivir. A determinação é clara: O tratamento com o remédio deve ser iniciado o mais rápido possível, após os primeiros sintomas, sem aguardar resultados de laboratório ou sinais de agravamento, nas pessoas que apresentarem a síndrome gripal e fazem parte dos grupos vulneráveis para complicações – como gestantes, crianças pequenas, idosos, obesos e portadores de doenças crônicas.
Já os pacientes com síndrome gripal, que não pertencem aos grupos de risco, devem receber o medicamento imediatamente caso apresentem sinais de agravamento, como falta de ar ou persistência da febre por mais de três dias. Para atingir sua eficácia máxima, o antiviral deve ser iniciado nas primeiras 48 horas após o início da doença. Entretanto, mesmo ultrapassado esse período o Ministério da Saúde indica a prescrição do medicamento.

Estoque

Só neste ano, o Ministério da Saúde enviou, às secretarias estaduais de saúde, 418,8 mil caixas do remédio. Antes desta distribuição, no entanto, os estados já estavam abastecidos do medicamento. Cada caixa contém 10 comprimidos, suficientes para um tratamento completo. Nenhum dos 26 estados e Distrito Federal apresenta carência do antiviral. “Pelo contrário, o Ministério da Saúde tem acompanhado os estoques junto às secretarias estaduais de Saúde e, na medida em que forem consumidos, novos lotes serão enviados. O Ministério da Saúde mantém estoque estratégico de oseltamivir”, afirma a secretária substituta de Vigilância em Saúde, Sônia Brito.
A secretária substituta destaca a importância do tratamento precoce com o antiviral oseltamivir para reduzir a possibilidade da gripe evoluir a complicações e desencadear óbitos. “Por isso, é preciso que o remédio seja usado imediatamente, após o início dos primeiros sintomas de síndrome gripal”, assegurou Sonia Brito. Os sintomas são surgimento simultâneo de febre, tosse ou dor na garganta, cefaleia (dor de cabeça) ou mialgia (dor nos músculos) ou artralgia (dor nas articulações). Já o agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastro-intestinais ou dor muscular intensa.
Amanda Costa
No Ministério da Saúde
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Esmeralda Rico ou Yoani Sánchez

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A crise dos outros

A edição de terça-feira (10/7) do Estado de S. Paulo publica um artigo do jornalista David Carr, do New York Times, com o título “Jornais americanos demoram para reagir à crise”. Entre os exemplos de consequências da crise econômica sobre a qualidade jornalística, o texto aponta o caso de um diário da Califórnia que publicou na primeira página o conteúdo de um blog que havia sido postado duas semanas antes.
Outra referência é o fato de que alguns conteúdos de interesse estritamente local, publicados em jornais importantes como Chicago Tribune, Chicago Sun-Times, San Francisco Chronicle e Houston Chronicle fora escritos nas Filipinas por jornalistas terceirizados.
O autor afirma que “entre fiascos operacionais e as fracassadas tentativas de reduzir custos de uma hora para outra, está claro que o negócio dos jornais impressos, que teme há 15 anos uma crise cada vez mais próxima, luta para se manter na superfície”.
A frase tem conotações terríveis para a indústria dos jornais: se não há sinais de recuperação desde o advento da internet, isso significa que a mídia tradicional tem poucos meios e tempo escasso para reverter a situação, apesar de haver, conforme o artigo, “pessoas inteligentes tentando inovar e uma grande quantidade de bom jornalismo publicada todos os dias”.
Corte de empregos
Na opinião de David Carr, “a indústria dos jornais se mostra cada vez mais parecida com a siderúrgica, a automobilística e a têxtil”. O texto observa que mesmo o socorro recente de investidores, como Warren Buffet, que comprou vários jornais, tem produzido pouco resultado prático, porque ele adquiriu as operações jornalísticas mas deixou com o antigo dono as obrigações com os planos de pensão, cujos custos ameaçam chegar a um ponto insustentável.
Sabe-se que grandes grupos têm tentado demitir jornalistas oferecendo-lhes participação em novos empreendimentos que envolvem operações digitais, mas David Carr observa que muitos profissionais importantes rejeitam essas propostas por falta de garantia de receita.
O articulista repete o que tem sido dito neste Observatório: “a tentativa de cortar gastos e buscar atalhos ignora um fato fundamental – o jornalismo de qualidade, independentemente da plataforma, é a única proteção garantida contra a irrelevância”.
Observe-se agora a notícia publicada na sexta-feira (6/7), pelo portal Comunique-se: “Folha, Band, iGe Diário do Grande ABC demitem jornalistas”.
A reportagem, anunciada com uma frase que lembra o pássaro sombrio cujo nome é impronunciável e que já devastou muitas redações, comenta ainda que o Jornal da Tarde, do grupo Estado de S.Paulo, também demitiu vinte jornalistas na semana anterior e pode deixar de circular aos domingos.
O Comunique-se afirma que pelo menos cinco jornalistas foram dispensados da Folha, lembrando que desde o final de junho o jornal cobra pelo acesso ao conteúdo produzido na versão online e que a direção da Folha prometeu recentemente investir na melhoria da qualidade do noticiário.
Como diz um comentário postado no pé da notícia do portal por uma leitora chamada Francis França: “Alguém por favor me explica como ‘investir na melhoria da qualidade’ combina com cortes na redação?”
Qualidade jornalística
Este Observatório tem comentado, nos últimos dias, movimentos de grandes empresas de comunicação no sentido de deslocar a produção jornalística dos processos direcionados ao papel, para priorizar no futuro próximo as plataformas digitais móveis (ver “O risco das mudanças nas redações” e “Mudança de plataforma e a audiência”).
É parte das convicções de muitos especialistas que o futuro pertence aos tablets e outros aparelhos portáteis de pequenas dimensões, como os smartphones. Também se sabe que as grandes empresas de tecnologia digital estão investindo na criação de sistemas integrados entre esses aparelhos móveis e a televisão inteligente, que irá funcionar como uma central de comunicação e de monitoramento de equipamentos, tanto nos escritórios como no ambiente doméstico. Portanto, é esperado para breve um novo impacto tecnológico contra as mídias estáticas, como jornais e revistas de papel e televisão unidirecional.
Diante da iminência de ter que produzir conteúdo multimídia que irá rapidamente esvaziar o interesse por jornais e revistas tradicionais, as redações deveriam estar imersas num processo de inovação, não no velho e desgastante recurso dos cortes e demissões.
“Cortar gastos e buscar atalhos”, como afirma David Carr, não é a melhor maneira de preservar a qualidade jornalística. Sem qualidade jornalística, não há como uma empresa tradicional de comunicação se destacar em meio aos milhares de novos concorrentes no ambiente digital.
Luciano Martins Costa
No Observatório da Imprensa
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Suprema Corte paraguaia acata ação de inconstitucionalidade contra impeachment de Lugo

Ministério Público terá 18 dias úteis para decidir se o processo político contra o ex-presidente pode ser anulado
Suprema Corte do Paraguai acatou a ação dos advogados de defesa do ex-presidente Fernando Lugo que alegam inconstitucionalidade no processo político estabelecido no Senado que determinou a cassação do seu mandato. O presidente da Corte, Victor Núñez, confirmou a informação e afirmou que a ação já se encontra nas mãos do Ministério Público.
O procurador do Estado responsável por analisar a ação será Javier Diaz Verón. Ele terá 18 dias úteis para dar o seu parecer. O procurador irá dar o seu parecer sobre se o processo político que destituiu o poder de Lugo será anulado ou não.
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Dom Eugenio Salles: ótima relação com os jornais antes da morte e depois dela

Muito impressionantes os obituários publicados hoje sobre dom Eugenio Salles. Li, reli e fui conferir de novo o nome do retratado, pois achei que devia haver algum equívoco. Pensei que se tratasse de algum obituário tardio do saudoso dom Helder Câmara, este sim um santinho, que deixou suas pegadas missionárias, como exemplo de caridade cristã. Ele pregava uma igreja voltada para os pobres, era um exemplo de desprendimento, humildade, absoluta ausência de qualquer tipo de vaidade ou arrogância, um sacerdote de "pés descalços", totalmente solidário aos jovens perseguidos pela ditadura e, por isso mesmo, ele próprio um perseguido e removido, devido às políticas do clero, do Rio de Janeiro, então centro dos acontecimentos nacionais, para Olinda...
Dom Helder foi chamado de "Arcebispo Vermelho", teve seu acesso à mídia vetado pelo AI-5, foi pessoalmente perseguido pelo ditador Médici e, como contraponto a tantas maldades, dom Helder só havia plantado coisas boas: construiu a Cruzada São Sebastião no Jardim de Alah, fundou a Comissão de Justiça e Paz, fundou o Banco da Providência, que multiplicou e até hoje multiplica bondades aos pobres neste estado. Faz pensar que, não fosse por dom Helder, a posição da Igreja Católica no Rio de Janeiro, onde não tem mais a liderança que tinha, estaria bem pior...
Curiosamente, foi justamente durante o "período dom Eugenio" que a Igreja Católica no Rio de Janeiro e, por consequência, no Brasil - já que o Rio, sabemos, era, pois era mesmo, no tempo passado, o tambor de ressonância nacional, formava opinião, dava o exemplo - viu acontecer o início e a precipitação de seu declínio. Pois não vamos atribuir apenas à competência das igrejas evangélicas, das seitas pentecostais ou, como querem alguns, à "ingenuidade dos fiéis", a queda da Igreja Católica nesse ranking...
"Você é 100% responsável pelo que lhe acontece", disse-me outro dia uma adepta da Mandala olhando-me dentro dos olhos. Estava certa. Somos mesmo. Assim foi com a Igreja Católica no Brasil. Com dom Eugenio à frente, fechando os olhos às maldades cometidas durante a ditadura, fechando seus ouvidos e os portões do Sumaré aos familiares dos jovens ditos "subversivos", que lá iam levar suas súplicas, como fez com minha mãe, Zuzu Angel (e isso está documentado), e hoje, supreendentemente, os jornais querem nos fazer acreditar que ocorreu justo o contrário!...
Era público e notório e mais do que sabido naquela época que dom Eugenio endossava que fossem chamados de "padres vermelhos" (alcunha que, então, mesclava rejeição e pânico) aqueles religiosos que abrigavam, sob suas batinas poídas, em suas paróquias suburbanas, os jovens que tentavam escapar das torturas e das sentenças de morte sumária...
Mas não é isso que os obituários de hoje contam...
Como não contam da mágoa de padres jovens, brilhantes pregadores, que conseguiam lotar as missas de suas paróquias com legiões de fiéis, multidões de católicos, jovens padres que ganhavam visibilidade, convites, apareciam na imprensa, somavam admirações e logo eram removidos por dom Eugenio para paróquias bem distantes, como se fossem ironicamente punidos, em vez de serem premiados, pelo belo trabalho que realizavam para a Igreja Católica. Os bons pregadores eram afastados...
Alguns desses padres, que poderiam ter feito belíssimas carreiras no clero, foram podados na origem. Uns caíram no mais completo esquecimento. Outros entraram em depressão. Soube de alguns que abandonaram a batina. Não era de boa política sobressair-se na "era dom Eugenio Salles"...
Duplo castigo: para os padres e para os paroquianos, que assim iam acumulando decepções com sua religião. Outro fator que contribuiu para o declínio católico no Rio nesse período foi a série de proibições tolas, que, em vez de inspirar bondade, em vez de agregar seguidores, só motivaram afastamentos...
Nas cerimônias de casamento, foram proibidas músicas classificadas como "não sacras", e sabe-se lá por quais critérios. Então, por exemplo, uma jovem chamada Luciana não podia mais entrar na igreja ao som da singela cantiga "Luciana", de Edmundo Souto e Paulinho Tapajós, como esteve tão em moda. Caprichos, arbitrariedades, tolices, que só afastavam os católicos de sua igreja...
Batizados só podiam ser coletivos. Padres só eram autorizados a celebrar batizados e casamentos na igreja, não mais em residências, sítios, casas de festas. O que antes era corriqueiro passou a ser proibido. Então, tornou-se usual acontecerem casamentos de católicos oficiados por pastores protestantes. Logo, o oficiante mais procurado, era o pastor Jonas Rezende, pai da atriz Lidia Brondi, lembram? Que aliás prega lindamente. A sociedade católica do Rio de Janeiro acostumou-se a escutar as belíssimas preleções do pastor Jonas, seus inspiradíssimos sermões matrimoniais...
Tudo passou a ser difícil na Igreja Católica no Rio de Janeiro. Conseguir marcar uma missa de sétimo dia, só com pistolão. Uma extrema unção em casa, só gente muito bem relacionada. Vários pátios paroquiais laterais às igrejas, onde os fiéis antes confraternizavam, onde aconteciam as quermesses, os bazares, as reuniões pós-missas, antigos centros de convívio, foram entregues à especulação imobiliária. Viraram edifícios, shopping centers. Antigas igrejas foram passadas nos cobres. Instalaram-se em andares de prédio. Outras se tornaram construções espremidas entre um edifício e outro, como aconteceu com a Nossa Senhora da Paz. Igrejas sem horário pra abrir nem pra fechar, "por questões de segurança"...
A Igreja Católica, no Rio, sob a égide de dom Eugenio Salles, foi cada vez mais se distanciando dos pobres e se aproximando, cultivando, cortejando as estruturas do poder. Isso não poderia acabar bem. Acabou no menor percentual de católicos no país: 45,8%...
Não há, neste texto, qualquer intenção de ressentimento. Apenas o desejo jornalístico da correção histórica. Dom Eugenio padeceu na terra de um mal de saúde. Os pecados, já pagou por eles. Em seus últimos tempos de vida, a lucidez e a ausência dela alternaram-se. Atenciosos, o arcebispo dom Orani Tempesta, assim como o cardeal-arcebispo anterior, dom Eusébio, mantinham o antigo cardeal do Rio, dom Eugenio, vivendo na residência do Sumaré, com todos os cuidados, a família, a estrutura proporcionada pela Arquidiocese, a que não mais teria direito, por já estar afastado do cargo...
Dom Eugenio teve, em vida, uma grande habilidade: manter ótimas relações com os grandes jornais, para os quais contribuiu regularmente com artigos. Ótimas relações com os jornais, os jornalistas e os donos dos jornais antes da morte. E, como vimos pelo que foi publicado no dia de hoje, também após ela. E são os jornais que legam os registros que escrevem a História...
Hildegard Angel
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Charge online - Bessinha - # 1345

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Adeus, Demóstenes

56 SIM
19 NÃO
5 ABSTENÇÕES
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Humberto Costa pede a cassação de Demóstenes Torres no Plenário do Senado

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Está chegando ao fim a farsa de Demóstenes?

Quando o plenário do Senado Federal se reunir na tarde desta quarta-feira para decidir o destino do senador goiano Demóstenes Torres (ex-DEM), estará chegando ao fim — ou não — uma das maiores farsas já vistas no Parlamento brasileiro.
Tudo indica que o antigo queridinho da imprensa de Brasília, apresentado ao País como o denunciador-geral da República, o último dos honestos, terá seu mandato cassado pelo conjunto da obra, revelada após a prisão do seu amigo e parceiro Carlinhos Cachoeira, mas ninguém pode garantir esse desfecho porque o voto é secreto.
Enquete publicada na edição da Folha de terça-feira informa que 52 dos 81 senadores declararam que vão votar pela cassação de Demóstenes (bastam 41 para que perca o mandato).
O próprio jornal, porém, lembra que, em 2007, 43 senadores também haviam se manifestado numa enquete a favor da cassação de Renan Calheiros (PMDB-AL), acusado de receber uma espécie de ajuda de custo de uma empreiteira, mas na hora do vamos ver apenas 35 confirmaram o voto.
Um deles foi justamente Demóstenes Torres, que fez questão de abrir seu voto com pompa e circustância: "Vou votar da mesma forma que votei da outra vez, pela perda do mandato do senador Renan. Se não serve para ser presidente, não serve para ser senador", pontificou na tribuna, no dia 5 de dezembro de 2007.
Agora, nas voltas que a vida dá, o advogado de Demóstenes, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, ameaça ir ao Supremo Tribunal Federal se algum senador abrir seu voto amanhã.
Pois é exatamente isso que o País espera dos seus representantes: que cada um revele como votou e dê seus motivos. Se, por acaso, Demóstenes for absolvido, e a farsa não chegar ao fim, os eleitores têm o direito de saber quem foi responsável pela desmoralização do Senado Federal.
Por confiar nos milagres do voto secreto, Demóstenes cumpriu sua promessa de ir à tribuna todos os dias, mesmo falando para ninguém no plenário, como aconteceu mais uma vez na segunda-feira.
Cada dia mais patético, o senador goiano nem piscou ao proclamar sua inocência, contra todas as provas e evidências das suas relações especiais com o "empresário de jogos" Carlinhos Cachoeira, de quem foi acusado de ser "despachante de luxo". Naquele que pode ter sido um dos seus últimos atos como senador, Demóstenes teve a coragem de dizer:
"E a verdade é que não quebrei o decoro parlamentar, não cometi ilegalidades, não menti em discurso no plenário do Senado, não percebi vantagem indevida, não pratiquei irregularidades, não me envolvi em qualquer crime ou contravenção, não conhecia as atividades de Carlinhos Cachoeira investigadas pela Operação Monte Carlo".
Só faltou dizer que, ao contrário do que todos pensam, o Demóstenes Torres de quem tanto falam não é ele. Se o ainda senador acredita mesmo no que está dizendo, seu caso é bem mais grave do que se imaginava quando acumulou por muito tempo os papéis de baluarte no combate à corrupção e a de interlocutor preferencial de Carlinhos Cachoeira no Congresso Nacional, sem que ninguém da imprensa desconfiasse.
Como grande ator, o nosso inverossímil personagem conseguiu representar ao mesmo tempo o protagonista e o antagonista de uma farsa que nem os melhores autores de ficção seriam capazes de criar.
Após as últimas cenas em que falou sozinho na tribuna, indiferente ao desprezo dos antigos colegas e dos seus admiradores na imprensa, o nome da peça poderia ser algo na linha "O Grande Cara de Pau".
Ricardo Kotscho
No Viomundo
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