7 de jul de 2012

Dividocracia (Debtocracy)

Documentário que revela a crise econômico-social pela qual passam os países periféricos da União Europeia, em especial a Grécia. Vemos como as políticas econômicas neoliberais impostas pelos agentes financeiros da UE levam à bancarrota os países de sua periferia e os deixam maniatados às decisões das grandes corporações financeiras extranacionais. O interesse primordial é sempre a defesa dos ganhos dos grandes grupos financeiros dos países mais fortes, principalmente da Alemanha, em detrimento das maiorias populares dos países de segunda linha como Grécia e Irlanda.
O filme também nos mostra que é possível enfrentar com êxito às pressões dos aparelhos a serviço do capital financeiro mundial (FMI, Banco Mundial, etc.) quando os governantes do país ameaçado têm suficiente dignidade para colocar em primeiro lugar a satisfação das necessidades de seu povo, e não a obsessão por lucros dos magnatas financeiros. É o caso do Equador dirigido por Rafael Correa.
Este documentário expõe a crueldade que move o neoliberalismo em seu afã por ganhar cada vez mais às custas do sacrifício de todos os demais setores da população. Ele também deixa claro que, com a decidida mobilização das maiorias populares, o monstruoso aparato financeiro pode ser derrotado.





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Confirmado, a guerra cibernética já começou

O jornal The New YorkTimes revelou que os serviços secretos dos Estados Unidos e de Israel utilizam uma arma cibernética chamada Stuxnet há quase dois anos para infectar computadores iranianos e de outros países árabes vistos com suspeitas pelo Departamento de Estado. A ação teria apoio formal do presidente Barack Obama.
Na sexta feira,  (1/6) o The Washington Post consultou fontes oficiais do Pentágono que confirmaram a informação, acrescentando que a mais recente versão do Stuxnet está sendo usada numa operação denominada Olympic Games (Jogos Olímpicos)  que tem como alvo especifico o programa nuclear iraniano, que já teria perdido entre duas a seis mil centrifugas usadas para enriquecer urânio.
Pouco antes da publicação da noticia do The New York Times, a empresa de segurança na internet Kaspersky Labs distribuiu a seus  clientes um alerta sobre um vírus chamado Flame que estaria contaminando computadores no Oriente Médio com um poder nunca antes identificado na internet. Segundo a Kaspersky, o Flame é 20 vezes mais poderoso do que o Stuxnet e já teria sido detectado nos territórios palestinos, Sudão Síria, Líbano, Arábia Saudita e Egito.
Segundo técnicos em segurança virtual contatados pelo site CNET News , especializado em notícias sobre internet, o novo vírus foi desenvolvido especificamente para roubar informações em alvos selecionados, e está ativo há pelo menos cinco anos. O site diz que o vírus é tão sofisticado que sómente poderia ser desenvolvido por um órgão governamental ou empresa privada contratada por algum governo.  O CNET News menciona um blog israelense chamado Tikun Olam  segundo o qual especialistas de seu país teriam participado da criação do Flame e de um outro vírus chamado Wiper , identificado por especialistas as Nações Unidas e que estaria espionando todo o sistema petrolífero do Irã.
O que mais impressiona é que as noticias publicadas agora mostram que a batalha cibernética já tem pelo menos cinco anos de existência e nós ainda acreditávamos que ela era um misto de ficção cientifica e jogo político. A empresa Kaspersky, que fabrica softwares anti-virus, adverte que o Flame usa falhas do sistema operacional Windows 7 para instalar Cavalos de Troia [1] em computadores infestados. A diferença é que geralmente os vírus instalados por Cavalos de Troia funcionam autonomamente enquanto o Flame é obedece ordens de um comando externo.
Segundo a empresa, nada impede que o vírus possa se espalhar pelo resto do mundo, o que poderia configurar um novo sistema de monitoramento de redes de computadores em todo o planeta. Com isto, o debate sobre a privacidade online entra num novo patamar. Não se trata mais de discutir se ela é boa ou ruim, legal ou ilegal. A guerra cibernética já acabou com ela de fato e não nos resta alternativa senão alterar nossos comportamentos para conviver com um mundo onde as paredes são de vidro transparente.

[1] Cavalos de Troia (Trojan Horses) é um jargão cibernético para identificar um programa que se instala no computador para permitir a ação de vírus. Ele abre a porta para a infestação.
Carlos Castilhos
No Observatório da Imprensa
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Mapeados imensos aquíferos de água doce no Saara e em toda África

Entre os medos espalhados por um falso ecologismo está o do fim da água doce e o de uma desertificação planetária. De acordo com a sua patranha propagandística, o mundo, inclusive a Amazônia, estariam a caminho de virar um imenso Saara, por culpa da ‘infausta’ obra do homem!
Descendo, contudo, à realidade, recente mapa geológico elaborado por cientistas britânicos mostra que a África descansa sobre uma “descomunal reserva de água subterrânea” cujos maiores aquíferos ficariam no norte, quer dizer, debaixo do Saara, informou o diário “ABC” de Madri.
O volume total de água sob a superfície atingiria meio milhão de quilômetros cúbicos ou 500 quatrilhões de litros, quantidade suficiente para alimentar a cidade de São Paulo durante 4.453 anos sem levar em conta a reposição do aquífero.
Água das Cataratas Victoria parece quase nada ao lado dos aquíferos mapeados
Água das Cataratas Victoria parece quase nada
ao lado dos aquíferos mapeados
Tal volume equivale a vinte vezes as precipitações anuais em todo o continente africano e é cem vezes maior de tudo o que se conhece na superfície africana.
Alguns poços já podem ser explorados com mínimo investimento, pois a água se encontra a apenas 25 metros de profundidade.
A exceção é a Líbia, onde os aquíferos se encontram a partir de 250 metros. Neles seria necessária uma infraestrutura mais cara e complexa.
Cerca da metade dessas colossais reservas encontram-se na Líbia, na Argélia e no Chade, coincidindo com boa parte do deserto do Saara, explicou Alan MacDonald, o geólogo que liderou a investigação.
“Estas grandes jazidas de água não só poderiam aliviar a situação de mais de 300 milhões de africanos que agora não dispõem de água potável, mas também melhorar a produtividade das plantações”, disse o especialista do instituto científico British Geological Survey.
Download trabalho completo AQUI.
O trabalho final foi publicado com o título “Quantitative maps of groundwater resources in Africa” em “Environmental Research Letters”.
Ver PDF AQUI.
Participaram do trabalho especialistas do University College de Londres e se tratou da primeira investigação de todas as reservas de águas subterrâneas mapeadas do continente.
Os especialistas aproveitaram também os planos hidrológicos elaborados por diversos países e os resultados de 283 estudos regionais prévios.
300 milhões de africanos poderão ter resolvido o problema da água
300 milhões de africanos poderão ter resolvida
a falta de água potável e para irrigação
No norte da África – a região desértica do continente – os depósitos de água têm uma altura de 75 metros e encontram-se protegidos por camadas rochosas de grande resistência, como o granito.
Esses aquíferos não acumulam água de chuva filtrada através da terra, mas remontam a cerca de 5.000 anos, época em que o Saara era formado por hortos, com numerosos lagos e vegetação de savana.
Os aquíferos do Saara não são os únicos na Africa. Os geólogos acharam grandes jazidas na costa da Mauritânia, do Senegal, da Gâmbia, em parte da Guiné-Bissau e do Congo, bem como na região partilhada entre Zâmbia, Angola, Namíbia e Botswana.
“No Chifre da África há aquíferos menores, mas em quantidade suficiente para o consumo humano e não seria caro explorá-los por meio de poços. Além do mais, não seria necessário investir no tratamento da água, porque sua qualidade é muito boa”, esclareceu MacDonald.
O especialista observou que embora esses sistemas possam sustentar 300 milhões de pessoas, seria prudente explorá-los com certos limites. “Na maioria da África as precipitações não são suficientes para recompor os aquíferos, por isso eu recomendaria não tirar uma quantidade de água maior que a recarregada a cada ano pela chuva”, acrescentou.
Trata-se de um conselho de bom senso palmar, o qual falta ao ambientalismo catastrofista (que talvez finja não possuí-lo).
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A Suprema Evolução

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O Lado Negro do Chocolate

Para os que gostam de chocolate, esse documentário pode deixar um gosto amargo na boca, pois a Costa do Marfim, o principal produtor de cacau de mundo, utiliza-se enormemente de mão de obra semi-escrava infantil. O jornalista Miki Mistrati investiga os fatos que saem da África e nos levam até corporações gigantescas, como a Nestlé na Europa.
No DocVerdade
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Anatel fixa tarifas para telefones populares de famílias inscritas no Cadastro Único

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Golpe no Paraguai revela nova face da Operação Condor, diz ativista

Em entrevista à Carta Maior, o mais importante ativista dos direitos humanos paraguaio, Martin Almada, disse que o golpe que destituiu Fernando Lugo da presidência revela a atualidade da Operação Condor, a maior ação articulada de terrorismo de estado já imposta ao povo latino-americano. Para Almada, essa nova Condor é muito mais abrangente do que a iniciada em 1964, no Brasil: é mais suave, global e revestida de uma capa pseudodemocrática, por meio da cooptação dos parlamentos.
Brasília - Em entrevista exclusiva à Carta Maior, o mais importante ativista dos direitos humanos paraguaio, Martin Almada, disse que o recente golpe que destituiu Fernando Lugo da presidência do seu país revela a atualidade da Operação Condor, considerada a maior ação articulada de terrorismo de estado já imposta ao povo latino-americano.
Prêmio Nobel da Paz alternativo, foi Almada quem descobriu, no Paraguai, na década de 90, o chamado “arquivo do terror”, que contém os principais registros conhecidos da Operação Condor, a articulação dos aparelhos repressivos do Brasil, Chile, Argentina, Paraguai e Uruguai que, a partir da década de 1960, sob a coordenação dos Estados Unidos, garantiram o extermínio das forças resistentes à implantação de um modelo econômico favorável aos interesses das oligarquias locais e das multinacionais que elas representam.
O ativista está em Brasília justamente para participar, nesta quinta (5), de um seminário sobre a Operação, promovido pela Comissão Parlamentar Memória, Verdade e Justiça da Câmara.
Confira a entrevista:
- Como se deu a articulação do golpe que destitui Fernando Lugo da presidência do Paraguai?
Foi uma trama muito bem montada pela direita paraguaia. E quando digo direita paraguaia, me refiro à oligarquia Vicuna, aos grandes fazendeiros, me refiro aos donos da terra, os plantadores de soja transgênica, me refiro às multinacionais, como a Cargil e a Monsanto, e também aos partidos tradicionais ligados a essas oligarquias. É um caso muito particular de golpe.
- Mas é possível compará-lo, por exemplo, com o golpe que ocorreu em Honduras?
Ao contrário do que muitos dizem, não se pode comparar. Foram golpes completamente diferentes. Em Honduras, o exército norte-americano interviu, junto com as tropas hondurenhas. A embaixada americana teve uma atuação clara. O presidente caiu em sua cama. No Paraguai, tudo foi articulado via parlamento, que é a instituição mais corrupta do país. No fundo, é claro, sem aparecer, também estava a embaixada americana. Mas sua participação se deu através das organizações não governamentais (ONGs) e dos órgãos de inteligência. Normalmente, um golpe de estado, como ocorreu em Honduras, se dá com tiroteio, bomba, pólvora, morte. No Paraguai, não houve tiroteio, não houve pólvora. O que rolou foi muito dinheiro, muitos dólares.
- E como se comportou a imprensa paraguaia?
Os meios de comunicação estavam todos a serviço do golpe. É por isso que digo que foi um golpe perfeito: quando o presidente golpista assumiu, se cantou o hino nacional com uma orquestra. E uma orquestra de câmara. Foi um golpe planificado com muita antecipação.
- E onde estava o povo, os movimentos organizados que não saíram às ruas?
O presidente Lugo cometeu muitos erros. Primeiro, quando ocorreu a morte de sete policiais e onze camponeses, eu penso, como defensor dos direitos humanos, que tanto a polícia quanto os camponeses eram inocentes. Aquele conflito foi uma trama. Os policiais usavam colete à prova de balas, mas os tiros ultrapassaram estes coletes. E nós sabemos que as armas usadas pelos camponeses são muito artesanais. Não teriam essa capacidade. O que nós imaginamos é que haviam infiltrados com armas muito potentes. E Lugo, após o conflito, fez uma declaração péssima: condenou os camponeses e prestou condolências aos familiares dos policiais. Isso caiu muito mal. Segundo, Lugo firmou uma lei repressiva, uma lei de tolerância zero. Outro erro de Lugo foi firmar acordo com a Colômbia para assessorar a polícia paraguaia.
- Para tentar se manter no poder, ele fez concessões à direita que o desgastaram com as classes populares. É isso?
Exatamente. Então, no momento do golpe, o povo não saiu às ruas. Na verdade, foram dois motivos. Primeiro, a frustração, a indignação e o desencanto com Lugo. Segundo, no Paraguai, as pessoas com mais de 40 anos têm muito medo. Porque nós não vivemos 20 anos de ditadura. Nós vivemos 60. Então, só os jovens saíram às ruas. Aliás sempre, no Paraguai, as manifestações de ruas são protagonizadas por jovens, que tem uma coragem admirável.
- Como o senhor avalia a posição dos demais países do Mercosul e da Unasul de condenarem o golpe?
Este golpe foi um golpe ao Mercosul, um golpe à Unasul, porque Lugo tinha boas relações com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, com o presidente da Bolívia, Evo Morales... e isso desagradava. Lugo, com todos os seus defeitos, melhorou a saúde do povo, melhorou a educação, deu alimentação nas escolas, comida, merenda. Nem tudo estava mal. Mas ao invés de premiar Lugo, o castigaram. É por isso que acreditamos que foi um golpe à unidade regional. Uma conspiração contra a unidade da região, contra a pátria grande com que sonhou Martin Bolívar para todos os latinoamericanos. Isso atenta contra todos. Pode ocorrer, amanhã, aqui, na Argentina... na Bolívia tentam um golpe de estado, no Equador também.
- Então, como na Operação Condor, é uma ameaça a toda a América Latina?
O golpe no Paraguai é a Condor se revelando. É prova que a Condor está se revelando com outro método. Uma Condor mais moderna, mais suave e mais parlamentar.
- E como o campo progressista pode reagir?
Esta reunião aqui no parlamento brasileiro para tratar da Operação Condor, por exemplo, é de extrema importância. Porque já é possível identificar três fases desta Operação. A primeira, que começou aqui no Brasil, em 1964, com a queda do presidente João Goulart, era uma Condor bilateral: Brasil-Argentina, Brasil-Paraguai, Brasil-Uruguai. A segunda, em 1975, já era uma Condor multilateral, com um acordo ratificado entre as ditaduras dos cinco países. Agora, a Condor é global. Depois dos eventos de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos, se revelou que havia centros clandestinos de tortura americanos até na Europa. Portanto, há uma Condor global. E nós temos que entender o que é a Operação Condor, como ela funciona, quem a dirige... porque quem dirige a Condor é também quem dirige a Organização das Nações Unidas, o Pentágono, a máfia das drogas...
Najla Passos
No Carta Maior
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Brasil seguirá como destino favorito para investimento externo, diz ONU

Urubóloga corta os pulsos
O Brasil deve se manter entre os destinos favoritos para os maiores investidores internacionais, revela uma pesquisa feita pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) e apresentada nesta quinta-feira como parte do relatório anual de investimentos da entidade.
Segundo os chefes das grandes empresas internacionais consultados pela Unctad, os dez destinos favoritos para os investimentos até 2014 são China, Estados Unidos, Índia, Indonésia, Brasil, Austrália, Grã-Bretanha, Alemanha, Rússia e Tailândia.
O estudo mostra ainda que em 2011 os investimentos destinados aos países desenvolvidos registraram um aumento de 21%, a US$ 748 bilhões, e os destinados aos países em desenvolvimento cresceram 11%, para atingir o nível recorde de US$ 684 bilhões.
Entre as grandes potências econômicas, a União Europeia atraiu no ano passado investimentos estrangeiros diretos de US$ 420 bilhões; os Estados Unidos foi o destino de investimentos no valor de US$ 227 bilhões; a China recebeu US$ 123 bilhões; Hong Kong, US$ 83 bilhões; o Brasil, US$ 66 bilhões; a Rússia, US$ 52 bilhões.
Os investimentos estrangeiros diretos nas economias em desenvolvimento registraram um aumento de 25%, situando-se em US$ 92 bilhões.
Apesar disso, pelo terceiro ano consecutivo os investimentos destinados à África e aos países menos avançados retrocederam. A causa dessa contração é amplamente explicada as desinvestimentos na África do Norte.
A UE foi a maior fonte, investindo US$ 561 bilhões no exterior; os Estados Unidos atingiram o recorde de US$ 396 bilhões, o Japão investiu US$ 114 bilhões; Hong Kong, US$ 81 bilhões; a Rússia, US$ 67 bilhões; e a China, US$ 65 bilhões.
De acordo com a Unctad, os IED, que subiram 16% no ano passado, para atingir US$ 1,524 trilhão, devem perder dinamismo em 2012.
Este ano "o ressurgimento da incerteza econômica" e uma eventual desaceleração do crescimento nos países emergentes "podem minar o dinamismo" destes investimentos. Em 2011, o nível de investimentos estrangeiros diretos foi 22% inferior em relação ao ponto máximo de 2007 (1,9 trilhão), revelou a CNUCED em seu informe.
Apesar disso, o investimento é claramente maior em comparação ao seu nível mais baixo, o de 2009, quando foram registrados US$ 1,2 trilhão.
Para 2012, a agência da ONU prevê investimentos estrangeiros diretos de US$ 1,6 trilhão. Este valor deve ser de US$ 1,8 trilhão em 2013 e de US$ 1,9 trilhão em 2014, se não for registrado um choque macroeconômico. A Unctad chegou a estas estimativas com base nos dados dos cinco primeiros meses do ano, que mostram uma redução das fusões e aquisições internacionais e dos investimentos.
No Terra
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Filme revela estratégias dos EUA para garantir dominação mundial

Dirigido por Diogo Gomes do Santos, o filme A paz é o caminho expõe as estratégias dos Estados Unidos para a dominação da América Latina, Oriente Médio e África. Realizado pelo Cebrapaz (Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz), o filme é uma ferramenta a serviço da luta por uma cultura de paz diante de um mundo militarizado. O média-metragem vem participando de mostras e festivais de cinema e vídeo, além de ser exibido pelo circuito alternativo.

No Burgos
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Começa a campanha eleitoral


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Quem é louco?

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Banco do Brasil: o mais sólido do mundo

De acordo com ranking global da agência de notação financeira norte-americana Weiss Ratings, o Banco do Brasil é a instituição financeira mais sólida do mundo.
A posição do banco brasileiro indica segurança financeira capaz de passar por crises econômicas.
Na sequência, o ranking foi pontuado com as seguintes instituições:
  1. Banco do Brasil (Brasil)
  2. Hang Seng Bank (Hong Kong)
  3. Turkiye Garanti (Turquia)
  4. Qatar National Bank (Qatar)
  5. Akbank (Turquia)
  6. Banco Mandiri (Indonésia)
  7. Al Rajhi Bank (Arábia Saudita)
  8. Grupo Financiero Santander (México)
  9. Samba Bank (Arábia Saudita)
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Charge do Ivan

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Charge online - Bessinha - # 1338

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