14 de jun de 2012

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Infográfico revela análise de audiência dos blogs brasileiros

A boo-box, em parceria com a Navegg, anunciou os resultados de levantamento sobre a audiência de blogs no país. A análise define o perfil do público que acessa esses sites no Brasil, que corresponde a 80 milhões de pessoas com base no seu comportamento de navegação.
Os dados do infográfico foram coletados entre janeiro e março de 2012, com estudo da audiência baseado em uma amostragem de cerca de 4,5 bilhões de visualizações e 7 milhões de cliques. Dentre os critérios, foram levantadas informações sobre a audiência como escolaridade, geolocalização, faixa etária, sexo, acesso por categoria, assuntos de interesse e uso de navegadores e dispositivos.
“Este levantamento é um verdadeiro raio-X da audiência brasileira de blogs. Entender o público e saber como e onde chegar até ele é crucial para direcionar os esforços da comunicação digital”, diz Marco Gomes, fundador e CMO da boo-box. “Cada impressão ou visita nos sites e blogs deixa registrada uma série de informações anônimas, que representam hábitos de navegação, gênero, sexo, idade entre outros. Estes dados, analisados com informações do mercado, geraram as estatísticas que nos permitiram chegar ao retrato fiel do público que acessa blogs”, complementa.
O estudo mostrou que 43% dos usuários possuem ensino superior, enquanto 36% contam com diploma do ensino médio e 21% do ensino básico. Considerando dados da educação no Brasil, no ensino fundamental apenas 17,2% dos alunos das escolas públicas usam a internet, ao passo que, nas escolas particulares, esse número sobe para 74,3%. No ensino médio, o percentual de estudantes das escolas públicas com acesso à internet ainda é muito baixo (37,3%), bem inferior ao constatado nas escolas privadas (83,6%).
Em relação à localização geográfica, as grandes capitais continuam líderes no ranking de acessos: São Paulo com 14%, Rio de Janeiro, com 9%, e Belo Horizonte, com 5%. Sobre o acesso à internet, os índices mostram que as regiões Sul (25,6%) e Sudeste (26,6%) correspondem ao dobro das Regiões Norte (12%) e Nordeste (11,9%). No Distrito Federal, 41% da população está conectada, enquanto em Alagoas, apenas 7,7% utilizam a internet.
Sobre a faixa etária da audiência, metade possui entre 18 e 24 anos e 20% está margem entre 25 a 34, o que indica que a blogosfera ainda é frequentada principalmente por jovens. Os índices menores, de 4% e 7%, consistem nos maiores de 50 anos e aqueles entre zero e 17 anos, respectivamente.
Em relação ao sexo, a maioria corresponde ao público masculino, representando 69% da base. As categorias mais procuradas por eles, em ordem quantitativa decrescente, são entretenimento, esporte, tecnologia e automotivos, que somadas equivalem a 90% de todos os acessos.
Com 4% e equivalente à porcentagem de automotivos, uma categoria que tem crescido é a de moda e beleza, o que confirma o aumento do setor no e-commerce e internet brasileiros - segundo a e-bit, o segmento já é a 6ª categoria de produtos mais vendida no comércio eletrônico do país. Sobre o acesso geral por categorias, a mais procurada é entretenimento, composta por 69%, com temas como música, cinema e teatro. Em seguida, constam esporte (10%), tecnologia (7%), automotivo (7%), moda e beleza (4%), sexo e pornô (2%) e cultura e educação (1%).
O estudo também comparou os meios de acesso aos blogs. A pesquisa revela que, entre os navegadores, o Chrome ultrapassou o Internet Explorer e já é o líder em acessos com 45%. Atrás do Internet Explorer (29%), estão o Firefox (20%), Safari (2%) e Opera (1%). Além disso, a partir da comparação entre o computador e mobile para acesso a blogs, o primeiro ainda segue à frente, com 98%. Os dispositivos móveis correspondem a 2%, o que equivale a 90 milhões de visualizações de blogs.
Veja os dados:
No AdNews
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Kit Privataria Tucana

Exclusivo: 
Blogueiro sujo revela o Memorando Confidencial encontrado no chão após uma das reuniões presididas pelo Dr. Matusalém Toicinho.
Observação: O documento não tem data.
Memorando Confidencial
Ingrediente básicos e indispensáveis da Privataria:
Privatização selvagem — Contratar consultorias “ilibadas” para subavaliar estatais altamente valiosas e rentáveis, de preferência com estoque de capitais e de patrimônio que perdure ao longo dos séculos, como, por exemplo, a Companhia Vale do Rio Doce. Pague para vender e os dividendos serão constantes. Você não imagina a quantidade de amigos e de gente interessada em lhe ajudar vai aparecer.
Pagar para vender —Como mencionado anteriormente, é a maneira pela qual você dá um chute no traseiro e na cara do esforço do povo brasileiro e finge modernizar a economia. Não se incomode com desgastes, o PIG providencia a programação “teflon” para que sua imagem permaneça incólume.
Lavagem de dinheiro — Essencial para repatriar dinheiro não-contabilizado. Não confie a amadores essa tarefa. No Anexo B, você encontra extensa lista de prestadores desse e de outros tipos de serviços.
Navio no Caribe — Não é necessário saber conduzir o navio e a pirataria lhe renderá a multiplicação dos pães e dos milhões. Ou bilhões, caso você siga religiosamente as recomendações de nossas agências de risco.
Decidir.com — Acessa e distribui informações sigilosas de brasileiros para grandes transações. Aproxime-se dessa empresa. É a oportunidade (opportunity) de sua vida!
Equipe do Caribe! — Ricardo Sérgio de Oliveira, Gregório Marín Preciado, Verônica Serra, Alexandre Bourgeois, José Serra, Daniel Dantas etc.
Evasão de divisas — Comparando com os benefícios, é uma atividade pouco onerosa. O mais interessante, você não dispende um centavo, sequer ¼ de cent de dinheiro próprio. Apropriar-se do dinheiro alheio, ainda mais o público, é tarefa para quem está devidamente credenciado por nossa instituição. Pessoas altamente qualificadas e com pelo menos um MBA de uma dezena de milhões (escolha a moeda: R$, US$, €, £ etc.) no currículo.
Enriquecimento instantâneo — Há coisa melhor? Por que perder tempo lutando contra as estatísticas da mega-sena e outras improbabilidades? Abrace nosso modus operandi e adeus pobreza.
Offshores — Of course! Operações por cash, dólar cabo e outras modalidades. Invisibilidade maior do que a da capa mágica do Harry Potter.
No Blog do Agenor Bevilacqua Sobrinho
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Charge online - Bessinha - # 1299

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Enquanto Dilma se omite, UE atuará pelos LGBTTs em todo o mundo

Enquanto a Presidenta Dilma prossegue em seu silêncio desqualificador sobre as violências praticadas contra travestis, transexuais, gays e lésbicas; enquanto o nosso Congresso se mantem refém da ínfima bancada Evangélica...
Nesta quarta-feira o Parlamento Europeu aprovou Resolução criando a Representação Especial para os Direitos Humanos, com atribuição de lutar contra todas as formas de discriminação - seja deficiência, origem etnica ou racial, orientação sexual ou identidade de gênero.
Em outras palavras, da mesma forma que deveria também ser aqui no Brasil, dado que nossa Constituição desde 1988 assim o determina. Mas até os dias atuais, entretanto, o bloco evangélico e católico vem conseguindo impedir a promulgação de lei criminalizadora dessas práticas, como determina o inciso XLI do artigo 5º de nossa Carta Cidadã.
Essa Representação Especial foi criada pelo Parlamento da UE com uma missão prioritária: Garantir a eficácia dos Direitos Humanos das populações de travestis, transexuais, gays e lésbicas emk todo o mundo, em qualquer que seja o lugar em que se verifiquem violações.
Significa dizer que ao invés do tradicional critério territorial, essa Representação Especial, que ficará a cargo da Alta Representante para Assuntos Exteriores e Política de Segurança, Catherine Ashton, atuará a partir de sua área temática.
Segundo os termos da Resolução, ela deverá atuar de maneira "forte, independente e flexível" - precisamente o que não acontece no Brasil, onde, humilhados, vemos as maiores autoridades do Executivo Nacional se submeterem à visão de mundo do bloco teocrata e, assim, acovardadas, não se empenharem na aprovação da Lei Complementar antidiscriminação (PLC 122/06), além de negarem a divulgação e distribuição dos materiais produzidos (com recursos públicos) para campanhas de combate às práticas discriminatórias motivadas pela homofobia.
Se pronunciaram sobre a sua criação os dois copresidentes do Intergrupo LGBT do Parlamento Europeu. Ulrike Lunacek, felicitou a União Europeia pela decisão, comentando que a UE jamais havia se manifestado de forma veemente contra as violações de direitos em relação à população LGBT. Na ocasião, Ulrike manifestou-se confiante de que a pessoa a ser escolhida para ocupar o cargo desempenhará as suas funções de maneira postura decidida e forte. Já Michael Cashman insistiu nessa mesma ideia e se mostrou confiante de que Catherine Ashton acertará em sua escolha para o cargo.
Enquanto isso no Brasil, a Presidenta que jurou ser uma intransigente defensora dos Direitos Humanos preferiu - depois da vergonhosa frase que proferiu em maio do ano passado - adotar a política do completo silêncio.
Se omitiu no dia mundial de combate à homofobia (17 de maio), na abertura da II Conferência Nacional de Políticas Públicas para LGBTs e, pelo andar da carruagem, tambem se manterá no mesmo silêncio aviltante daqui a duas semanas, em 26 de junho, quando se comemorará o Dia Internacional de Luta LGBT.
E o Brasil ainda pretende ser tratado como uma liderança em termos internacionais...
Parodiando o Boca do Inferno, Gregório de Matos, Tristre Brasil!
Referência: http://www.enewspaper.mx/archivos/71921?utm_source=feedburner&utm_medium=twitter&utm_campaign=Feed%3A+enewspaper+%28eNEWSPAPER%29
No Boteco Comer de Matula
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Um sujo fênix

Depois de ser removido arbitrariamente pelo Blogspot/Google, assim como aconteceu com seu sucessor, o blog Replicante, o novo Limpinho & Cheiroso entrou no ar, definitivamente, nesta quinta-feira, dia 14. Como este que vos escreve já tinha adquirido o domínio “Limpinho e Cheiroso” (nome em homenagem a José Serra, que não gosta de blogueiros sujos), resolveu apenas mudar de plataforma – foi para o Wordpress – e, num futuro próximo, o blog virará “.com”, sendo hospedado em um sítio fora do País para não ser novamente “denunciado”.
Gostaria de agradecer publicamente a ajuda inestimável e a solidariedade de amigos, de alguns blogueiros e do pessoal que me segue no Facebook e no Twitter. Vou utilizar o chavão: “Não vou citar nomes, pois tenho receio de esquecer alguém.”
A luta continua. 
(Per) Siga este blog sujíssimo porque é excelente. Clique djá aqui: http://novobloglimpinhoecheiroso.wordpress.com/.
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O recurso enviado por João da Costa à Executiva Nacional do PT

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Gaúcho assume Banco do Vaticano

O gaúcho Ronaldo Hermann Schmitz
O novo presidente do Banco do Vaticano é o economista gaúcho Ronaldo Hermann Schmitz. Nascido em 30 de outubro de 1938 em Porto Alegre, ele era vice-presidente do Banco do Vaticano na gestão de Ettore Gotti Tedeschi, recém destituído. Depois do ensino médio no Rio de Janeiro, Schmitz estudou Administração de Empresas e Economia entre os anos de 1958 e 1962 na Universidade de Colônia. Após vários cargos em empresas menores, em 1980 ele foi nomeado para a Diretoria Executiva da BASF. Depois, em 1990, ingressou como Gerente Geral do Deutsche Bank.
A história de sua ascensão ao cargo é típica do Vaticano. No último dia 25 de maio, o Conselho de Supervisão do Instituto para as Obras de Religião (IOR), conhecido como o Banco do Vaticano, destituiu o então presidente da instituição, o economista italiano Ettore Gotti Tedeschi. O comunicado, expedido pelo Escritório de Imprensa da Santa Sé, era duro: “O Conselho adotou por unanimidade a decisão de destituir o Presidente, por não ter desempenhado várias funções de importância primordial para seu cargo”.
Após conhecer a decisão do Conselho, Gotti Tedeschi disse no mesmo dia à agência italiana ANSA: “Estou entre a ansiedade de explicar a verdade e não querer incomodar o Santo Padre”. ”Meu amor pelo Papa prevalece inclusive sobre a defesa de minha reputação que foi posta em questão”, acrescentou. O comunicado não precisava as razões da destituição.
Marcinkus: "“Não se pode dirigir a Igreja
 apenas com Ave Maria”
“Não se pode dirigir a Igreja apenas com Ave Maria”. Esta frase foi proferida pelo falecido arcebispo Paul Casimir Marcinkus, responsável pela gestão, a partir de 1971, do Banco do Vaticano. Parece verdade.
O IOR foi fundado em 1942 numa iniciativa do papa Pacelli (Pio XII). Hoje, é governado por um Conselho de Administração formado por 5 laicos — um deles presidente –, e existe uma Comissão de Cardeais que o fiscalizam.
Muito se falou sobre a permanência de Marcinkus no IOR durante o pontificado do papa Wojtyla (João Paulo II). Durante aquele período, 100 milhões de dólares foram repassados para a federação sindical polonesa Solidarnosc (Solidariedade), dirigida por Lech Walesa, ponta-de-lança do papa Wojtyla em sua cruzada pelo fim do comunismo. Na era pós-Marcinkus, como escreveu Gianluigi Nuzzi no best seller Vaticano S/A, surgiu um novo e sofisticado sistema de contas cifradas tendo como artífice o cardeal Donato de Bonis: “Contas cifradas de banqueiros, empresários e políticos de ponta”.
Ettore Gotti Tedeschi, o presidente destituído
Para salvar o IOR das chamas do inferno e cuidar de um patrimônio líquido avaliado em 5 bilhões de euros, o papa Bento XVI confiou a sua presidência, em setembro de 2009, ao financista católico e docente universitário Ettore Gotti Tedeschi. Em fevereiro passado, após ser acusado de encobrir casos de clérigos pedófilos, o IOR complicou-se com o sequestro, pela Magistratura italiana, de 23 milhões de euros. Tudo por suspeita de lavagem de dinheiro em bancos italianos e em operações proibidas pela União Europeia.
Agora, Gotti Tedeschi, com uma vida de serviços prestados no Vaticano, espera por uma conversa com Ratzinger. Já se fala que assumirá outro cargo de prestígio.
No citado comunicado, o Conselho Supervisor do IOR assinalava que se iniciava um “processo de busca de um novo e excelente Presidente, que ajudaria o Instituto a restabelecer relações amplas e eficazes entre com a comunidade financeira, apoiadas no mútuo respeito dos padrões bancários internacionalmente aceitos”.
Milton Ribeiro
No Sul21
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Charge online - Bessinha - # 1298

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Uma aula sobre os governos tucanos de Minas Gerais

Deputado Sávio Souza Cruz, da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, faz uma retrospectiva muito consistente sobre os 10 últimos anos do governo de Minas. Ele aborda o que aconteceu com as finanças de Minas, os servidores, segurança e saúde. Uma aula, um video que não pode deixar de ser visto por qualquer um que se importa com este Estado e para quem quer conhecer um pouco do que ocorre com a politica em Minas. Vale a pena.
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PL dos Free Shops é aprovado em Comissão no Senado

De autoria do deputado federal Marco Maia, atual presidente da Câmara, o projeto de lei prevê a criação das lojas francas nas cidades que estão "coladas" às cidades estrangeiras.   
Foto da agenda do dia 14/03 - Comitiva gaúcha pede agilidade ao presidente Marco Maia para votação do PL dos Free Shops  
A matéria foi aprovada na manhã desta quinta-feira (14) na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), do Senado Federal. O Projeto de Lei 6316/2009, de autoria de Marco Maia, está tramitando no Senado como Projeto de Lei de Iniciativa da Câmara (PLC 11/2012), que permite a instalação de free shops nas fronteiras terrestres do Brasil, segue agora para apreciação da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Após aprovação na última Comissão, o Projeto de Lei segue para sanção presidencial.
Marco Maia é autor da proposta e trabalha junto a várias lideranças para a sua aprovação, uma vez que, a proposta é de extrema importância para o desenvolvimento das cidades ‘gêmeas’. "É comum ver moradores atravessarem a fronteira em busca de produtos de baixo preço. Muitos brasileiros trabalham e investem nas lojas dos outros países. Então, a proposta é acabar com essa distorção e trazer todos os benefícios dos free shops para os comerciantes e consumidores do nosso país", destaca Marco Maia.
No RS, os que se adequam ao projeto são os municípios de: Aceguá, Barra do Quaraí, Chuí, Itaqui, Jaguarão, Porto Xavier, Quaraí, Santana do Livramento, São Borja e Uruguaiana.
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Serra vai largar Aref na estrada?

Saiu na Folha: Ex-diretora diz que multinacional pagou propina para liberar obras.
Saiu na Folha:

Ex-diretora diz que multinacional pagou propina para liberar obras

Brookfield teria pago, segundo ex-funcionária, a ex-diretor da prefeitura Aref e ao vereador Aurélio Miguel. Aref e o parlamentar negam as acusações; empresa afirma que não compactua com atos ilícitos
ROGÉRIO PAGNAN
EVANDRO SPINELLI
DE SÃO PAULO

Uma ex-diretora financeira da BGE, empresa do grupo Brookfield, diz que a multinacional pagou, entre 2008 e 2010, R$ 1,6 milhão em propinas para liberar obras irregulares nos shoppings Higienópolis e Paulista, em SP.
Em entrevista à Folha, Daniela Gonzalez afirma que a empresa que administra vários shoppings pagou propina a Hussain Aref Saab, ex-diretor do setor de aprovação de prédios da prefeitura, e ao vereador Aurélio Miguel (PR).
Aref adquiriu 106 imóveis nos cerca de sete anos em que dirigiu o Aprov, conforme o “TV Folha” revelou em 13 de maio. A suspeita é que cobrava propina para a liberação de obras irregulares.
Segundo Daniela, Aref recebeu suborno dos dois shoppings em vários momentos.
Em um deles, no valor de R$ 133 mil, teria facilitado a liberação de obra no Higienópolis, apesar de o local não cumprir exigências legais.
(…)
Como se sabe, quem nomeou Aref foi o Prefeito Padim Pade Cerra, o Breve.
A informação preciosa é da própria Folha.
Agora, veja no Estadão:

Devassa total

O Ministério Público está agora fazendo cumprindo mandados de busca e apreensão na casa e na empresa de Hussain Aref Saab, ex-diretor afastado do setor de aprovação de prédios da Prefeitura de São Paulo.
A ex-diretora financeira da BGE, Daniela Gonzalez, acusou Aref e o vereador Aurélio Miguel (PR) de recebem R$ 1,6 milhão em propina para liberação de obras irregulares nos shoppings Higienópolis e Paulista.
O prefeito Cerra, o Breve, nomeou e Kassab, seu vice, manteve Aref no cargo.
Será que Cerra abandonará Aref, um líder ferido, desvalido, na estrada, como fez com Paulo Preto?
Kassab talvez não possa ajudar Aref.
Kassab não consegue chegar aos lugares, por causa da política de transportes dos tucanos, que governam São Paulo há 18 anos.
Nem de helicóptero.
O Kassab perdeu compromisso por causa do trânsito da Chuíça!

Até ele

Kassab não conseguiu chegar, anteontem pela manhã, a evento marcado na BM&F Bovespa. Culpa do… trânsito. Pesadíssimo, desde o heliporto mais próximo onde pousou.
Enquanto isso, o Padim Pade Cerra, provavelmente de luto fechado com o passamento do honorável Bispo de Guarulhos, escreve ilegível artigo no Estadão… contra o Lula !
É uma fixação freudiana.
Paulo Henrique Amorim
No Conversa Afiada
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Lei Tourinho pode livrar Cachoeira e todo o bando

A lei é igual para todos, aprendemos desde pequenos na escola. Alguém ainda acredita nisso? A cada dia, o nosso Judiciário nos dá exemplos de que alguns são mais iguais do que os outros perante a lei, dependendo dos juízes e dos advogados envolvidos nos processos.
Assim, vão se incorporando ao nosso cotidiano expressões como "a polícia prende e a Justiça manda soltar", "cadeia só foi feita para pobre, preto e puta", "quem tem dinheiro para contratar um bom advogado não fica em cana".
O que vemos, na prática, é que cada juiz faz a sua própria lei, de acordo com suas interpretações particulares. Temos agora a Lei Tourinho. Apresentada na terça-feira pelo desembargador Fernando da Costa Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da Primeira Região, de Brasília, a nova lei pode livrar da cadeia não só Carlinhos Cachoeira, mas todos os 81 denunciados pela Polícia Federal na operação Monte Carlo (apenas seis ainda estão presos).
Como relator do habeas corpus que pede a nulidade do processo, Tourinho Neto acatou na íntegra a tese da defesa patrocinada pela equipe do ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, ao considerar ilegais as escutas telefônicas da PF e, portanto, nulas todas as provas decorrentes destes grampos.
Com o mesmo argumento, lembrou a edição da "Folha" desta quarta-feira, o Superior Tribunal de Justiça já havia anulado as provas de outras operações da PF, como a Castelo de Areia, que investigou a construtora Camargo Corrêa num caso semelhante ao que agora envolve a empreiteira Delta.
Cachoeira só não está solto ainda porque um dos três integrantes da 3ª turma do TRF1, o desembargador Cândido Vieira, pediu vista e o julgamento do processo foi adiado para a próxima semana.
Basta, portanto, apenas mais um voto, não só para o contraventor sair da cadeia, mas para enterrar toda a operação policial que investigou por um ano a rede de corrupção, tráfico de influência, lavagem de dinheiro e exploração de jogos ilegais por ele comandada, que levou à criação da CPI do Cachoeira.
A anulação das provas coloca em risco também o inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal contra o senador Demóstenes Torres, que era do DEM de Goiás, apontado como braço político do esquema, e a própria CPI do Cachoeira, que perderia seu objetivo inicial de apurar as ligações do "empresário de jogos" com políticos, policiais, magistrados e empresários.
Mela tudo, em resumo. Tourinho Neto é o mesmo magistrado que já havia autorizado, em abril, a transferência de Cachoeira do presídio federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, para o da Papuda, em Brasília.
No dia 30 de maio, o desembargador tomou outra decisão a favor do cliente de Márcio Thomaz Bastos ao suspender audiências marcadas para a 11ª Vara Federal, aceitando a tese de cerceamento da defesa.
Ontem, ao defender a soltura de Cachoeira, Tourinho Neto argumentou: "Quem corrompeu? Quem foi corrompido? Qual foi a sonegação tributária? Essa interceptação telefônica não pode ser autorizada apenas em meros indícios. Não pode haver a banalização da interceptação telefônica para combater o crime". É esta, exatamente, a tese da defesa.
Caso a Lei Tourinho entre mesmo em vigor, a partir de agora qualquer pessoa, desde que possa contar com bons advogados, antes mesmo de começar a investigação deveria ser avisada para tomar cuidado com o que fala porque seus telefones estão grampeados. Só assim se evitaria a "banalização da interceptação telefônica". É isso mesmo?
Já se sabia que os que são mais do que os outros iguais perante a lei dificilmente chegam a ser julgados, muito menos condenados, mas agora não poderiam nem mesmo ser investigados.
É a inversão do processo de investigar, denunciar, julgar e, se for o caso, condenar. Quer dizer, a polícia precisaria, antes, reunir todas as provas, para só depois ser autorizada a fazer escutas telefônicas. Seria mais uma vitória da impunidade e a Polícia Federal poderia se dedicar apenas a atividades de benemerência.
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Soltar Cachoeira e anular provas é vitória do crime organizado e miopia judicial

O desembargador Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, mostrou no seu voto o quanto a Justiça é míope.
Uma Justiça incapaz de notar a força de uma organização criminosa que se infiltra no Estado nacional (não somente Goiás e Distrito Federal), atua parasitariamente para obter fabulosos e ilegais lucros, e promove a cooptação de políticos, como o senador Demóstenes Torres e dois deputados.
Para o desembargador Tourinho Neto, a decisão judicial do juiz de primeiro grau que deferiu a escuta telefônica estava fundamentada em meros indícios, ou melhor, em indicativos insuficientes.
A respeito, esqueceu-se Torinho Neto do resultado obtido, ou seja, a plena confirmação dos indicativos, com apreensões de máquinas de jogos eletrônicos de azar, comprovação de associação da organização chefiada por Cachoeira à Construtora Delta, condutas criminosas variadas e envolvimento, até a raiz dos pelos da barba, do farsante senador Demóstenes Torres e de deputados.
Em resumo, os resultados confirmaram os indícios que, evidentemente, não podem ser tidos como insuficientes. A insuficiência, no caso e com o devido respeito, está na decisão de Tourinho Neto.
Imagine, prezado leitor deste Portal Terra, falar-se em indícios insuficientes num estado como Goiás, onde é público e notório que Cachoeira explora a jogatina eletrônica de azar. Como mostrou a mídia, a jogatina eletrônica proibida movimenta o “PIB” de várias cidades goianas e as torna dependentes economicamente de Cachoeira.
Que Cachoeira é notório delinquente só não sabia o governador Marconi Perillo. Ontem, perante a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, o governador de Goiás afirmou que conhecia Cachoeira como empresário. Além de não corar (avermelhar a face) com a mentira, demostrou Perillo haver esquecido que Cachoeira protagonizou a queda de Waldomiro Diniz, homem da confiança do então ministro José Dirceu com sala no Palácio do Planalto. Fora isso, Perillo esqueceu da CPI dos bingos, que concluiu pelo indiciamento de Cachoeira. Diante de tantos esquecimentos, Perillo telefonou para cumprimentar Cachoeira pelo aniversário e deu-lhe um “puxão de orelha” por Cachoeira não tê-lo convidado para a festa do natalício.
No voto, o desembargador Tourinho Neto destaca, como a repetir o que já ocorreu na canhestra decisão do Superior Tribunal de Justiça ao enterrar a Operação Castelo de Areia, nulidade decorrente de prova colhida com base em denúncia anônima.
Como mostrou a Polícia Federal, cerca de 20 dias antes de requerer o grampo telefônico, a autoridade de polícia judiciária ouviu pessoas, promoveu diligências e realizou constatações. Só diante desse fartíssimo material de confirmação da denúncia anônima é que foi postulada a interceptação. E a decisão judicial fundamentou-se, diante da suficiência do trazido com o inquérito, na necessidade do grampo para complementação da apuração, comprovação de materialidades, de autorias e participações delinquenciais.
Em que mundo o desembargador Tourinho Neto vive?
Certamente num mundo anterior a 1941, ou seja, à entrada em vigor do Código de Processo Penal (CPP). Como está escrito na exposição de motivos do CPP, esta legislação (ainda em vigor) “não deixa respiradouro para o frívolo curialismo, que se compraz em espiolhar (catar) nulidades”.
Pano rápido. Os indícios eram suficientes e, no particular, a decisão de Tourinho Neto, pela nulidade das provas e soltura de Cachoeira, foi míope. E basta atentar para o resultado para se verificar que a Operação Monte Carlo não foi uma aventura como imagina o desembargador Tourinho Neto.
Wálter Fanganiello Maierovitch
No Sem Fronteiras
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Omissão milionária

 06/08/2009 - 15:52 - Atualizado em 07/08/2009 - 18:17 

O senador Álvaro Dias, um dos que mais cobram transparência, não declarou R$ 6 milhões à Justiça
 Reprodução
OPACO
Álvaro Dias, no Senado, e as casas que ele está construindo em Brasília com o dinheiro não declarado à Justiça Eleitoral
O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) é um dos que mais usam o palanque para exigir transparência do governo e de seus adversários. Mas, quando o assunto são suas próprias contas, ele não demonstra ter os cuidados que tanto cobra. Em 2006, Dias informou à Justiça Eleitoral que tinha um patrimônio de R$ 1,9 milhão dividido em 15 imóveis: apartamentos, fazendas e lotes em Brasília e no Paraná. O patrimônio de Dias, no entanto, era pelo menos quatro vezes maior. Ele tinha outros R$ 6 milhões em aplicações financeiras.
O saldo das contas não declaradas de Álvaro Dias foi mostrado a ÉPOCA pelo próprio senador, inadvertidamente, quando a revista perguntou sobre quatro bens em nome da empresa ADTrade, de sua propriedade, que não apareciam em sua declaração à Justiça Eleitoral. Para explicar, ele abriu seu sigilo fiscal. Ali, constavam os valores das aplicações.
A omissão desses dados à Justiça Eleitoral é questionável, mas não pode ser considerada ilegal. A lei determina apenas que o candidato declare “bens”. Na interpretação conveniente, a lei não exige que o candidato declare “direitos”, como contas bancárias e aplicações em fundos de investimento.
No Congresso, vários parlamentares listam suas contas e aplicações aos tribunais eleitorais, inclusive o irmão de Álvaro, o também senador Osmar Dias (PDT-PR). Osmar declarou mais de R$ 500 mil em aplicações e poupanças. Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) listou quase R$ 150 mil depositados. Francisco Dornelles (PP-RJ) informou R$ 1,5 milhão em fundos de investimento. O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-MA), atual alvo de uma série de denúncias, declarou quase R$ 3 milhões da mesma forma. Há poucos dias, Sarney foi denunciado por não ter informado à Justiça Eleitoral a respeito da casa que mora em Brasília.
Na interpretação de dois dos maiores especialistas de Direito eleitoral, Fernando Neves e Eduardo Alckmin, o espírito da lei é de transparência: “É conveniente que o político declare contas bancárias e aplicações financeiras para que o eleitor possa comparar o patrimônio no início e no fim do mandato”, diz Neves. “Não há irregularidade, mas é importante para evitar confusões no caso de um acréscimo patrimonial durante o mandato”, afirma Alckmin.
Álvaro Dias diz que o dinheiro não consta em sua declaração porque queria se preservar. “Não houve má intenção”, afirma. Em conversas reservadas, ele tem dito que o objetivo da omissão era manter a segurança de familiares.
O dinheiro não declarado de Álvaro Dias, segundo ele, é fruto da venda de uma fazenda de 36 hectares em Maringá, Paraná, por R$ 5,3 milhões. As terras, presente de seu pai, foram vendidas em 2002. O dinheiro rendeu em aplicações, até que, em 2007, Álvaro Dias comprou um terreno no Setor de Mansões Dom Bosco, em Brasília, uma das áreas mais valorizadas da capital. No local, estão sendo construídas cinco casas, cada uma avaliada em cerca de R$ 3 milhões.
Quando as casas forem vendidas, o patrimônio de Álvaro Dias crescerá ainda mais. Nada ilegal. Mas, a bem da transparência, não custa declarar.
Matheus Leitão
No Época
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Temendo derrota, PSDB adia votação do Conselho sobre Protógenes

Diante de uma iminente derrota, o PSDB apresentou um pedido de vista e adiou a votação do relatório do deputado Amauri Teixeira (PT-BA), apresentado no Conselho de Ética da Câmara, e que analisa a conduta do deputado Protógenes Queiróz (PCdoB-SP).
A Representação foi feita pelo próprio PSDB e se baseia em gravações que tentam ligar o deputado comunista com o araponga Idalberto Matias Araújo, conhecido como Dadá.
A votação foi remarcada para outra reunião do Conselho de Ética, no dia 04 de julho. Presente na reunião, Protógenes reclamou do adiamento. Ele disse que isso vem atrapalhando sua atuação parlamentar e provocando sofrimento a ele e à sua família.
A ação do PSDB de adiar a decisão tem justamente a intenção de desgastar a imagem do parlamentar. Em entrevista após o encerramento da reunião, o relator acusou o PSDB de estar fazendo “jogo político” para tentar prolongar o desgaste de Protógenes. A base governista tinha maioria na reunião e poderia derrotar os tucanos na votação e assim aprovar o arquivamento da Representação.

Revanchismo

A representação dos tucanos tem uma clara conotação revanchista. Por sua atuação implacável contra a corrupção, Protógenes tem sido uma pedra no sapato do PSDB. É de autoria, por exemplo, o requerimento da CPI da Privataria Tucana, que quer investigar os roubos praticados pelos tucanos nas privatizações do governo Fernando Henrique.
Em sua defesa, o deputado Protógenes lembrou aos deputados que ele próprio é autor do pedido de CPI que originou a Comissão mista de apura os crimes da quadrilha de Carlinhos Cachoeira, da qual o araponga Dadá faz parte.
“Seria uma contradição qualquer envolvimento direto ou indireto com o referido esquema, fato este rechaçado com os depoimentos dos Delegados de Polícia Federal Raul e Matheus, ambos coordenadores das Operações Las Vegas e Monte Carlo”, afirmou Protógenes.
Nos depoimentos para a CPI do Cachoeira, os delegados referidos afirmaram que a conversa interceptada entre Dadá e Protógenes não diz respeito às irregularidades cometidas pela organização. As ligações que constam a voz do deputado do PCdoB são relacionadas a procedimentos instaurados ao tempo da operação Satyagraha, que resultou na prisão e condenação a 10 anos de prisão do banqueiro Daniel Dantas. Na época, Dadá trabalhava na Inteligência Militar da Aeronáutica.

O relatório

O relatório apresentado pelo deputado Amaury Teixeira surpreendeu os deputados da base da presidente Dilma. O texto não avaliou o mérito das acusações apresentadas pelos tucanos, mas indicou que é necessário ampliar a investigação para outros documentos em poder da CPI. “O que existe de acusação [contra Protógenes] atualmente é muito frágil para um voto pela quebra de decoro, mas precisamos analisar se existe algo maior”, declarou o relator.
Vários deputados do PCdoB e do PT estiveram na sessão para defender a honra de Protógenes e o arquivamento da Representação, inclusive o líder Gilmar Tatto (PT-SP). Antes do pedido de vista apresentado pelo deputado tucano Carlos Sampaio (SP), o deputado Sibá Machado (PT-AC) chegou a apresentar uma proposta de voto em separado defendendo o arquivamento.
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Decisão a favor de líderes da Renascer pode favorecer 30 réus do mensalão

Advogados dos indiciados afirmam que entendimento de cinco ministros quanto ao crime de lavagem de dinheiro cria jurisprudência para anulação de algumas condenações
Advogados dos réus do mensalão agora apostam em
entendimento do ministro Marco Aurélio Mello que
inocentou casal Hernandes
A concessão de um habeas corpus responsável pelo arquivamento de uma ação penal contra os líderes da Igreja Renascer em Cristo, Estevan Hernandes Filho e Sonia Haddad Moraes Hernandes pode beneficiar até 30 réus do processo do mensalão. Segundo os advogados de alguns dos indiciados, a decisão de cinco ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o conceito de “organização criminosa” e crime de lavagem de dinheiro abre um precedente favorável à maioria dos réus do mensalão, considerado o maior escândalo do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Os fundadores da Igreja Renascer respondiam a um processo na Primeira Vara Criminal de São Paulo pelo crime de suposta lavagem de dinheiro realizado por meio de organização criminosa. Na denúncia, os bispos se valeriam de uma estrutura religiosa para desviar doações de fiéis em proveito próprio.
Entretanto, os ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, Cármen Lúcia, Dias Tóffoli, Luiz Fux e Rosa Webber, entenderem que não consta na legislação penal brasileira o crime de “organização criminosa”. Dessa maneira, os ministros entenderam que, nessa situação específica, também não existiu o crime de lavagem de dinheiro. Isso porque, na legislação brasileira, só ocorre lavagem de dinheiro se ela for precedente de um crime. A discussão sobre a figura da “organização criminosa” tramita no Supremo deste 2009.
Alguns advogados dos réus do mensalão afirmaram que vão aproveitar esse entendimento de cinco ministros visando maximizar a chance de defesa dos indiciados. Na visão dos advogados, a denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) liga o crime de lavagem de dinheiro à formação de uma “organização criminosa”. Os defensores dos réus mensalão apontam esse entendimento quando o procurador Roberto Gurgel diz, na denúncia, que foi formada uma “sofisticada organização criminosa, dividida em setores de atuação, que se estruturou profissionalmente para a prática de crimes como peculato, lavagem de dinheiro, corrupção ativa, gestão fraudulenta, além das mais diversas formas de fraude”.
Essa interpretação do código penal conforme os próprios advogados dos réus do mensalão, no entanto, será utilizado apenas para livrar os réus do crime de lavagem de dinheiro. Dos 38 indiciados, 30 respondem por mais de um crime, como formação de quadrilha e peculato. “Finalmente o Supremo tem um entendimento claro sobre esses temas e, sem dúvida nenhuma, é um elemento a mais para a defesa de todos”, afirmou um dos advogados do réu do mensalão.
Brecha de ministros podem livrar Roberto Jefferson
 da acusação de lavagem de dinheiro
Destas 30 pessoas que podem ser beneficiadas, três respondem à apenas ao ilícito de lavagem de dinheiro e podem ser inocentadas com base nestas novas alegações dos advogados: os ex-deputados federais Luiz Carlos da Silva (professor Luizinho – do PT), João Magno (PT) e José Luiz Alves (ex-chefe de gabinete do Ministério dos Transportes).
Esse fato novo também aumenta as chances de que os outros 27 indiciados pelo crime de lavagem de dinheiro sejam inocentados, pelo menos por essa alegação. No entanto, essa interpretação do código penal não é aplicada para os outros crimes pelos quais eles respondem. Nessa lista, estão o empresário Marcos Valério, apontado como suposto operador do mensalão; o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson; o deputado federal Valdemar Costa Neto (PR) e o publicitário Duda Mendonça.
Alguns advogados dos réus do mensalão já estão com a cópia do acórdão dos ministros da Primeira Turma do STF visando anexar nos autos do processo. O julgamento do mensalão começará no dia 1º de agosto e não há movimentação dos advogados visando alterar o calendário estipulado pelo Supremo.
Wilson Lima
No iG
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Charge online - Bessinha - # 1297

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Collor consegue notificar Gurgel e a mulher

Como se sabe, Gurgel mandou investigar Agnello Queiroz e Marconi Perillo. Agora, o Demóstenes, nada…
O Conselho Nacional do Ministério Público concedeu prazo de 15 dias para que o brindeiro Gurgel e a mulher se defendam da acusação de prevaricação feita pelo Senador Fernando Collor na sessão da CPI em que depôs Marconi Perillo.
Como se sabe, o brindeiro Gurgel nesta quarta-feira resolveu se levantar da cadeira em que repousou quando recebeu a Operação Vegas: agora mandou investigar Agnello Queiroz e Marconi Perillo.
Agora, o Demóstenes, nada…
Paulo Henrique Amorim
No Conversa Afiada
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Perillo e assessores se contradizem sobre venda de casa de luxo

Governador contou uma versão em seu depoimento na CPI; assessoria contou outra
O governador de Goiás, Marconi Perillo, no intervalo de seu depoimento à CPI do Cachoeira
O Globo / André Coelho
BRASÍLIA - O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e sua assessoria entraram em contradição sobre a quitação da casa no condomínio Alphaville, em Goiânia, vendida para o professor Walter Paulo Santiago e que estava sendo ocupada por Carlinhos Cachoeira, quando foi preso, em fevereiro deste ano.
A casa fora adquirida por Perillo e sua mulher, Valéria Peixoto Perillo, em 22 de novembro de 2006. Na época, de acordo com os documentos do 4º Cartório de Goiânia, Perillo pagou R$ 202 mil com recursos próprios e financiou R$ 348 mil. O imóvel custou R$ 550 mil e foi adquirido do casal Waldir Lourenço de Lima e Maria Inês Nunes. O financiamento da Caixa Econômica Federal (CEF) deveria ser pago em 15 anos, com prestação inicial de R$ 6.709,82. Em 18 de março do ano passado, o governador liquidou o financiamento.
Na terça-feira, ao depor na CPI do Cachoeira, Perillo repetiu a história de que o ex-vereador Wladimir Garcez adquiriu a mansão e, como pagamento, lhe deu três cheques, totalizando R$ 1,4 milhão. Os cheques pertenciam à confecção Excitant, e foram assinados pelo sobrinho de Cachoeira, Leonardo Ramos. O governador também afirmou que utilizou o primeiro cheque para quitar o financiamento.
— Vale registrar, senhores e senhoras senadores e deputados, que boa parte, aliás, a maior parte dos recursos que pagaram essa casa era oriundo de empréstimo que fiz junto à Caixa Econômica Federal, e que só foi quitado definitivamente quando recebi os cheques — declarou Marconi na terça-feira.
No entanto, quando O Globo publicou reportagem questionando a quitação do financiamento, em 11 de maio, a assessoria disse, por meio de email, que “a quitação da casa foi feita com recursos de venda de bens e empréstimos. Tudo devidamente declarado no Imposto de Renda exercício 2011.”
Nesta quarta-feira, confrontada com a versão de Marconi, a assessoria deu outra versão. “Em 10 de maio, sem acesso naquele momento ao governador, recorri à memória de Lúcio Fiúza para responder a uma pergunta que você me fazia, e informei que a quitação da casa se dera com a venda de bens e empréstimos. Hoje, ao apresentar esta sua nova pergunta ao governador Marconi Perillo, soube que, na verdade, a quitação se deu com os recursos advindos da venda de um bem imóvel, isto é, a própria casa”, informou a assessoria.
No O Globo
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Nêumanne reclama dos tucanos

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Explore o mapa da corrupção mundial

Banco Mundial lança banco de dados expondo casos de desvio de dinheiro público enviado para bancos internacionais. No Brasil, Maluf, Daniel Dantas e o Propinoduto estão na lista
Daniel Dantas
O Banco Mundial lançou um banco de dados que reúne informações sobre 150 casos  internacionais onde houve, comprovadamente, a movimentação bancária de um montante igual ou superior a US$ 1 milhão relacionado à corrupção e desvio de dinheiro.
Os dados foram obtidos através de investigações, que ocorreram entre 1980 e 2011, feitas a partir de documentos (processos e  registros corporativos) e entrevistas com auditores e instituições financeiras. O internauta pode buscar por país casos de pedido de retorno de dinheiro desviado em contas bancárias no exterior.
A proposta é estruturar um mapeamento global de iniciativas dedicadas a promover a transparência, visando coibir a corrupção ao redor do mundo.
Batizado de “The Grand Corruption Cases Database Project”, o projeto teve origem num relatório publicado pelo Banco Mundial no final de 2011 chamado “mestres da manipulação de marionetes”, que investigou como governantes corruptos se utilizam das próprias estruturas legais dos governos para mascarar condutas indevidas.
Segundo o relatório, a corrupção movimenta cerca de US$ 40 bilhões por ano no mundo. O estudo também investigou os caminhos pelos quais o dinheiro é desviado dentro de mecanismos financeiros legais e revelou as falhas do sistema bancário e corporativo que é utilizado como fachada para crimes de lavagem de dinheiro e corrupção.
Maluf e Daniel Dantas integram a lista dos mais corruptos do mundo
Numa pesquisa rápida no banco de dados é possível encontrar nomes  conhecidos do público brasileiro como o banqueiro Daniel Dantas e Paulo Maluf, ex-governador e ex-prefeito de São Paulo. Dantas é citado pelo caso do Grupo Opportunity, em 2008, quando teve US$ 46 milhões bloqueados em contas do Reino Unido e foi condenado por corrupção na tentativa de suborno de US$ 1 milhão para que um investigador desistisse das acusações contra ele, sua irmã e sócia, Veronica Dantas, e seu filho.
Edemar Cid Ferreira
Além de Dantas, outro banqueiro foi parar na lista do Banco Mundial: Edemar Cid Ferreira, fundador e ex-presidente do Banco Santos. Ferreira foi condenado, em 2006, pela justiça brasileira a uma pena de 21 anos pelos crimes contra o sistema financeiro e lavagem de dinheiro. Durante o processo, o juiz do caso determinou a busca e apreensão de bens adquiridos com o dinheiro ilegal. Entre os bens apreendidos estavam obras de arte avaliadas entre US$ 20 e US$ 30 milhões, de artistas do porte de Roy Liechenstein, Jean Michel Basquiat e Joaquin Torres Garcia. Segundo os dados do processo, US$ 8 milhões ainda estão sendo monitorados pela justiça.
Paulo Maluf é citado pelo banco de dados duas vezes. Na primeira oportunidade, Maluf acusado pelo Procurador-geral de Nova Iorque de movimentar uma quantia de US$ 140 milhões no Banco Safra, entre 1993 e 1996. Durante esse período, era prefeito da cidade de São Paulo e participou de um esquema de desvio de verbas durante a construção da arterial Avenida Água Espraiada. O dinheiro foi transferido para contas de Nova York e, posteriormente, enviado para paraísos fiscais nas Ilhas do Canal no Reino Unido e, segundo as investigações, parte do dinheiro retornou ao Brasil para gastos com despesas pessoais e campanhas políticas.
Paulo Maluf
Num outro processo, o ex-prefeito é acusado de desviar dinheiro oriundo de pagamentos fraudulentos para contas em bancos em Nova York e na Ilha de Jersey, no Reino Unido. Maluf e seu filho foram enquadrados nos crimes de apropriação indébita e lavagem de dinheiro e tiveram US$ 26 milhões bloqueados em contas de duas empresas, Durant Internacional Corporation e Kildare Finance Limited, que seriam de propriedade do político. As transferências de dinheiro entre as contas levantaram a suspeita da promotoria de Nova York, que decretou a prisão de Maluf colocando-o na lista dos mais procurados da Interpol em 2011.
Outro caso que aparece no banco de dados do Banco Mundial é o Propinoduto, investigado desde 2003, após a descoberta de envio de remessas de dinheiro a bancos suíços, feito por funcionários da Administração Tributária do Rio de Janeiro. Liderados por Rodrigo Silveirinha Corrêa, todos os 22 envolvidos foram condenados pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro por conta do recebimento de propina em troca de benefícios fiscais. Dos cerca de US$ 45 milhões desviados pelo grupo de Silveirinha, US$ 30 milhões já foram repatriados, e retornou aos cofres públicos brasileiros.
Ex-ditadores do Haiti, Egito e empresa Halliburton estão na lista
O levante egípcio – que teve como uma das causas a indignação do povo com a corrupção institucionalizada no país – motivou uma série de denúncias ao Procurador-Geral que serviram de base para uma investigação da ONU sobre desvios realizados durante o governo de Hosni Mubarak.
Apontada como destino principal do dinheiro ilegal, a Suíça concentrava cerca de US$ 1bilhão, fruto de corrupção, que pertenciam a Mubarak e outros membros do governo. Assim que a fraude foi descoberta, o Conselho da União Europeia determinou uma série de medidas restritivas que tinham como objetivo o congelamento de bens de todos os investigados.
Jean Claude “Baby Doc” Duvalier, ex-ditador do Haiti, e sua família também foram acusados de enriquecimento ilícito pelo desvio de dinheiro público. As investigações identificaram grandes quantidades de dinheiro depositadas em paraísos fiscais na Suíça e no Reino Unido que somam cerca de US$ 550 milhões. Baby Doc responde a processos por crimes financeiros desde que foi deposto e deixou o Haiti em 1986, através dos quais teve o sigilo financeiro quebrado e, assim como Mubarak, sofreu medidas restritivas. Apesar de apelar seguidas vezes na justiça britânica, as acusações e o congelamento de bens foram mantidos.
Além dos ex-ditadores, a Halliburton, uma das maiores companhias de gás e petróleo do mundo também figura a lista de corrupção. O caso ocorreu durante os anos 1990, quando a KBR, subsidiária da Halliburton, foi acusada de subornar as autoridades nigerianas com US$ 180 milhões para garantir contratos para a construção de uma usina de gás no país.
À época, as acusações recaíram sobre o então chefe-executivo da empresa, Dick Cheney, que depois veio a se tornar vice-presidente durante o governo Bush. Em 2010 a Halliburton fez um acordo com o governo nigeriano em que se comprometeu a pagar US$ 32.5 milhões e mais US$ 2.5 milhões pelos honorários dos advogados. Além disso, a empresa se comprometeu a ajudar o governo a reaver parte do dinheiro que está congelado em contas bancárias suíças, que tinham como titular o agente de um empreendimento conjunto de fomento à indústria de gás nigeriana.
O banco de dados pode ser acessado por este link: http://star.worldbank.org/corruption-cases/
No Pública
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Vendas no varejo crescem 0,8% em abril

Em abril de 2012, o comércio varejista cresceu 0,8% no volume de vendas e 0,6% na receita nominal, ambas as variações com relação ao mês anterior, ajustadas sazonalmente. Nas demais comparações, obtidas das séries originais (sem ajuste), o varejo nacional obteve, em termos de volume de vendas, acréscimos da ordem de 6,0% sobre abril do ano anterior, 9,2% no acumulado do quadrimestre e 7,2% no acumulado dos últimos 12 meses. Para os mesmos indicadores, a receita nominal de vendas apresentou taxas de variação de 7,5%, 12,2% e de 11,4%, respectivamente. A publicação completa da pesquisa pode ser acessada na página www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/comercio/pmc/.
Entre as atividades, oito têm variação positiva
Nesse quarto mês do ano, oito das dez atividades pesquisadas obtiveram variações positivas para o volume de vendas, com ajuste sazonal na comparação com março de 2012. Os resultados foram: combustíveis e lubrificantes (2,5%); material de construção (1,8%); móveis e eletrodomésticos (1,5%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (1,3%); tecidos, vestuário e calçados (1,1%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%); veículos e motos, partes e peças (0,2%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,1%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,8%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-2,9%).
Já na relação abril de 2012 contra abril de 2011 (série sem ajuste), para o varejo, seis das oito atividades apresentaram resultados positivos: 12,1% em móveis e eletrodomésticos; 3,6% para hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; 33,2% em equipamentos e material para escritório, informática e comunicação; 6,4% para combustíveis e lubrificantes; 9,2% para artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos; 2,7% para outros artigos de uso pessoal e doméstico; -4,3% em livros, jornais, revistas e papelaria e -1,1% em tecidos, vestuário e calçados.
Móveis e eletrodomésticos, com variação de 12,1% no volume de vendas em relação a abril de 2011, foi o maior impacto na formação da taxa (35%). Este resultado reflete a política do governo de incentivo ao consumo através da redução de alíquotas de IPI para a chamada linha branca, além da manutenção do crédito, da estabilidade do emprego e do crescimento da renda. No acumulado do ano a taxa foi de 15,0% e, nos últimos 12 meses, de 15,8%.
Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com variação de 3,6% no volume de vendas em abril sobre igual mês de 2011, após um trimestre exercendo a principal contribuição, volta a ser o segundo maior impacto na formação da taxa de varejo (31%). Em termos acumulados, a taxa para os quatro primeiros meses do ano foi de 9,3% e para os últimos 12 meses, de 5,6%. O chamado efeito páscoa explica esse resultado, uma vez que, em 2012, as compras se diluíram entre os meses de março e abril, enquanto no ano anterior se concentraram em abril, resultando numa base de comparação mais elevada.
Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, com o terceiro maior impacto na formação da taxa global (12%), registrou variação de 33,2% no volume de vendas, em relação a abril de 2011. Em termos acumulados, as taxas foram de 31,5% em 2012 e 27,0% nos últimos 12 meses. A atividade continua com desempenho positivo em função da redução dos preços dos produtos do segmento (-9,9% nos últimos 12 meses para microcomputador no IPCA).
Com variação negativa de 1,1% em relação a abril de 2011, tecidos, vestuário e calçados exerceu a menor influência na formação do varejo. Houve um crescimento abaixo da média, devido à alta de preços do setor (variação de 6,5% nos últimos 12 meses para vestuário contra 5,1% do índice geral de preços, segundo o IPCA). Em termos acumulados, a atividade registra taxas de variação da ordem de 0,4%, no ano, e de 1,7% nos últimos 12 meses.
Varejo ampliado cresce 0,7% em abril
O comércio varejista ampliado, que inclui o varejo e mais as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, registrou, em relação ao mês anterior (com ajuste sazonal), crescimento de 0,7% tanto para o volume de vendas quanto para a receita nominal. Comparado com o mesmo mês do ano anterior (sem ajuste sazonal), as variações foram de 2,9% para o volume de vendas e de 3,7% para a receita nominal. Nos acumulados do ano e dos últimos 12 meses o setor apresentou taxas de variação de 6,2% e 6,0% para o volume e 8,0% e 8,4% para a receita nominal de vendas, respectivamente.
No que tange ao volume de vendas, a atividade de veículos, motos, partes e peças registrou alta de 0,2% em relação a março. Este resultado inverte o sinal negativo que há três meses vem ocorrendo no segmento, mas ainda não capta a medida de redução de IPI tomada pelo governo, que ocorreu em maio do corrente ano. Comparando com abril do ano anterior, a variação foi de -4,4%. Em termos de acumulados, as variações foram as seguintes: -0,3% no quadrimestre e 3,3% nos últimos 12 meses.
Quanto a material de construção, as variações para o volume de vendas foram de 1,8% sobre o mês anterior, de 12,9% em relação a abril de 2011 e de 13,3% e 9,4% nos acumulados do quadrimestre e dos últimos 12 meses, respectivamente. O aumento da massa de salários, a oferta de crédito, somados à lista de produtos do segmento que ainda continuam com isenção de IPI, influenciam estas variações.
Resultados foram positivos em todos os estados na comparação com abril de 2011
No que tange ao volume de vendas, todas as unidades da federação apresentaram resultados positivos na comparação com abril de 2011. Os destaques foram: Roraima (24,0%); Amapá (15,7%); Acre (13,0%); Tocantins (13,0%) e Mato Grosso do Sul (12,5%). Quanto à participação na composição da taxa do varejo, sobressaíram São Paulo (6,7%); Paraná (8,8%); Minas Gerais (5,5%); Rio Grande do Sul (6,6%) e Bahia com 7,9%.
Em relação ao varejo ampliado, seis dos 27 estados apresentaram resultados negativos para o volume de vendas na comparação com abril de 2011: Roraima (12,3%); Tocantins (12,1%); Mato Grosso (11,2%); Bahia (8,7%) e Alagoas (7,8%). As maiores variações negativas foram: Espírito Santo (-19,6%), Maranhão (-4,9%) e Santa Catarina (-4,7%). Em termos de impacto no resultado global do setor, os destaques foram São Paulo (6,6%); Bahia (8,7%); Paraná (4,9%); Rio Grande do Sul (4,5%) e Mato Grosso com 11,2%.
Os resultados com ajuste sazonal, para o volume de vendas, apontam para 22 estados com resultados positivos na comparação mês/mês anterior. As maiores variações foram em Roraima (6,9%); Bahia (3,5%); Ceará (3,1%); Goiás (2,6%) e Maranhão com 2,2%.
No IBGE
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Charge online - Bessinha - # 1296

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