12 de jun de 2012

RS rescinde contratos com concessionárias de rodovias

Governo pretende devolver estradas federais para a União
Concessionárias serão notificadas sobre fim dos contratros


Aprovado na noite desta terça-feira (12), por 31 votos a 9, projeto que cria Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR). A discussão na Assembleia Legislativa, em Porto Alegre, durou cerca de seis horas. A estatal de pedágios vai gerenciar as praças nas rodovias estaduais a partir do ano que vem.
Além de acabar com os pólos rodoviários, o governo pretende devolver as estradas federais para a União.
Nos próximos dias, as concessionárias que atualmente administram as rodovias no Rio Grande do Sul, serão notificadas sobre a não prorrogação dos contratos.
No Guerrilheiros Virtuais
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Charge online - Bessinha - # 1291

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O exame de sangue de Ronaldinho era blefe

Entre todos o erros, ameaças e patifarias que a direção do Flamengo tem feito com Ronaldinho, a quem tratou como seu orgulho, acolheu e desculpou além de ter acobertado, o pior nem foi a exposição do vídeo que o mostra entrando no quarto de uma mulher no hotel em que o Flamengo estava hospedado em Londrina.
A mais abjeta das atitudes foi o anúncio feito pelo vice-presidente jurídico do clube, Rafael De Piro, de que existiria um exame que  revelava a  presença de álcool em seu sangue.
Pois eis que segundo o chefe do departamento médico do rubro-negro, José Luiz Runco, De Piro pirou, porque o exame simplesmente não existe.
De Piro agora diz que houve um mal-entendido e os advogados do jogador gargalham.
Porque não só o exame não provaria coisa alguma na Justiça do Trabalho como, agora, por inexistente, sua história fabulosa servirá como elemento para eventualmente acionar o Flamengo por danos morais.
No Blog do Juca Kfouri
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Bancada demotucana virou bancada de Cachoeira com Perillo na CPI

Para incautos ou ingênuos, pode parecer o governador Marconi Perillo (PSDB-GO) se saiu bem no depoimento dado na CPI do Cachoeira. Afinal, tarimbado até em debates nas campanhas eleitorais, conseguiu responder quase todas as perguntas com desenvoltura.
Mas será que se saiu bem mesmo?
Vejamos ponto a ponto.
  1. Não mostrou indignação contra a infiltração de Cachoeira em seu governo em Goiás. Se fosse alguém sem rabo preso como quis aparentar, teria que ter mostrado indignação pelo menos com assessores.Na prática defendeu todos os assessores afastados, não fazendo qualquer crítica às condutas ou minimizando.
  2. Ficou medindo palavras para não comprometer Cachoeira e nem Demóstenes. Transpareceu que todos estão no mesmo barco. Se afundar um, afundam todos.
  3. Não contribuiu em nada com a CPI para ajudar a desbaratar o esquema Cachoeira. Pelo contrário, disse até que nem faria juízo de valor sobre o contraventor. Sobre as relações de Cachoeira com a Delta, Perillo quis inocentar o bicheiro, dizendo, com outras palavras, praticamente que ele era uma espécie de gerente comercial que prospectava negócios.
  4. Fosse um governador empenhado no combate à corrupção traria pelo menos algum inquérito de investigação interna do governo, como existem os da CGU no governo federal.
  5. Quanto à venda casa, sua história, para ser verdadeira (pagamento na base da confiança, para depois passar escritura) demonstraria muita proximidade e confiança entre ele e Cachoeira.
    Perillo quis mostrar distância pessoal. Não convenceu. Não existe tamanha informalidade em um negócio de 1,4 milhão, a menos que seja negócios entre familiares ou amigos de muita confiança. Fora isso, nenhum comprador pagaria os cheques sem um contrato de compra e venda para dar segurança.
  6. Também deixou sem respostas os grampos onde Cachoeira aparece negociando a casa e combinando pagamentos. Resolve seu problema perante a justiça, mas não resolve perante o eleitor.
  7. Soou estranho ele dizer que vendeu a casa própria e foi morar de aluguel. Ficou pior quando se sabe que o dono da casa alugada é empreiteiro que tem contratos milionários com o governo do Estado. Marconi diz pagar aluguel de mercado, mas não revelou o valor.
  8. Sobre distanciamento com Cachoeira, também caiu em contradição várias vezes. Ora dizia não saber de suas atividades como bicheiro ou lobista, ora dizia saber até que ele tinha 11 irmãos e que os membros da família do bicheiro eram bem casados com gente da alta sociedade goiana.
  9. Sobre o radialista Luiz Carlos Bordoni, que afirma ter recebido com caixa-2 via empresas de Cachoeira para fazer a campanha de Perillo, também não convenceu. O depoimento do radialista, pode trazer complicações em dobro. Além de confirmar o caixa-2, ainda poderá pegar o tucano na mentira.
  10. Perillo não foi feliz ao tentar usar o "mensalão" como escudo. É a mesma estratégia da revista Veja e de Gilmar Mendes para fugir de dar explicações sobre Cachoeira.
  11. Mais infeliz foi atribuir as investigações a suposta "encomenda" de Lula (coisa repetida por todo o tucanato). O presidente Lula não moveu uma palha para perseguir Perillo (e nenhum adversário) quando tinha o poder da presidência. Por que faria agora, anos depois, quando já não está no cargo? A única "vingança" de Lula foi nas urnas ao derrotar seus adversários, apoiando os aliados, mas isso é a essência da democracia. Vence quem o povo acha melhor. Perillo se enrolou com Cachoeira por conta própria. Ao se posicionar como anti-Lula, desloca-se no espectro político para o lado de José Serra, Gilmar Mendes, revista Veja e Cachoeira, o que espanta o cidadão eleitor.
  12. Perillo mostrou insegurança ao não abrir seus sigilos bancários, e nem sequer telefônico. Na época do chamado "mensalão", Delúbio Soares e José Dirceu abriram seus sigilos espontaneamente. Seus adversários não encontraram nada.
A bancada tucana também foi muito infeliz em não fazer perguntas a Perillo, só elogiá-lo, e ainda aplaudir.
Não precisavam nem fazer perguntas sobre o governador, deixando esse papel para a oposição, mas poderia fazer perguntas sobre o que ele saberia do esquema Cachoeira, mesmo que só tivesse vindo a saber depois, pois, no mínimo o governador deveria ter aberto investigações administrativas e no âmbito da Polícia Civil.
Do jeito que agiram, deixaram transparecer blindagem e comportaram-se como uma autêntica bancada do Cachoeira.
Fazendo uma analogia, ficou parecendo aquelas quadrilhas de bandidos que fazem a festa quando a polícia se afasta da boca de fumo.
Demóstenes também foi saudado quando deu suas primeiras explicações, e depois deu no que deu.
ZéAugusto
No Amigos do Presidente Lula
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Teófilo Stevenson




Se nos ha ido Stevenson. Después de las cuatro de la tarde de ayer llegó la noticia. Ningún otro boxeador amateur brilló tanto en la historia de ese deporte. Podría haber obtenido dos títulos olímpicos adicionales, si no hubiese sido por deberes que los principios internacionalistas impusieron a la Revolución. Ningún dinero del mundo habría sobornado a Stevenson.
¡Gloria eterna a su memoria!




Fidel Castro Ruz
Junio 12 de 2012
3 y 15 p.m.
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Teófilo Stevenson - El Caballero del ring

Víctima de un infarto falleció en La Habana el 11 de junio de 2012 el Tricampeón Olímpico y Mundial Teófilo Stevenson, el más grande boxeador amateur de la historia.
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Collor processa Gurgel e mulher como cúmplices de Cachoeira

O senador Fernando Collor entrou hoje à tarde com cinco representações judiciais contra o brindeiro Procurador Gurgel e a mulher por prevaricação e omissão diante do que sabiam ao receber a Operação Vegas.
Collor chamou a Abril e Policarpo Júnior de criminosos.
Marconi Perillo disse a Collor que se a Operação Vegas tivesse sido conhecida teria influência sobre a eleição de 2010.
Collor salvou a CPI!
Collor descreveu as atividades de Policarpo Júnior, diretor da Veja em Brasília.
Segundo Collor, Policarpo era o centro de toda a organização criminosa.
Segundo Collor, Policarpo intercambiava informações recebidas de Procuradores da República, “a mando de Gurgel” – ainda segundo Collor durante a sessão da CPI – com Carlinhos Cachoeira.
O resultado era o acesso de Cachoeira a inquérito na 11ª Vara de Anápolis, em que Cachoeira era o principal suspeito.
Segundo Collor, Policarpo duplicava esse poder de intercambiar ao publicar “notícias” na revista Veja.
Segundo Collor, o "colonista" Lauro Jardim da Veja não passa de um “borrador”, já que numa das gravações da Polícia Federal, Cachoeira combina publicar uma “notícia” na “colona” dele.
Segundo Collor, a Veja se organizava para fazer o mal.
Para destruir reputações.
E ao longo de oito anos Policarpo Júnior acobertou os crimes de Cachoeira – segundo o testemunho de Collor na sessão da CPI.

Dispositivos legais

Código Penal – Prevaricação (art. 319): Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal:
Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.
Lei 8429/92 – Art. 11: Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente:
(…) II – retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício;
LC 75/93 – Art. 240: As sanções previstas no artigo anterior serão aplicadas:
(…) V – as de demissão, nos casos de:
(…) b) improbidade administrativa, nos termos do art. 37, § 4º, da Constituição Federal;
Constituição Federal -  Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:
(…) § 4º – Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível.
Regimento Interno do CNMP – Art. 82. A representação contra membro do Ministério Público por inércia ou excesso injustificado de prazo na realização de atos processuais ou administrativos poderá ser formulada por Conselheiro, de ofício, ou por qualquer interessado.
§ 1º. A representação será apresentada por petição instruída com os documentos necessários à sua comprovação e será distribuída a um relator.
§ 2º. Não sendo o caso de indeferimento sumário, o relator notificará previamente o representado, encaminhando-lhe cópia da representação e dos documentos que a instruem, facultando-lhe o prazo de quinze dias para que preste as informações que entender cabíveis.
§ 3º. Se houver prova pré-constituída do fato, e o caso exigir providência urgente, o relator poderá fixar desde logo prazo para que a irregularidade seja sanada.
§ 4º. Decorrido o prazo do § 2º com ou sem as informações, o relator, se entender que não é o caso de extinção por perda de objeto, pedirá a inclusão do feito em pauta, a fim de que o Plenário decida sobre a necessidade de instauração de procedimento disciplinar.
§ 5º. As disposições deste artigo são aplicáveis, no que couber, ao pedido de representação por excesso de prazo apresentado contra servidor do Ministério Público.
Regimento Interno do CNMP – Art. 107. O controle dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Ministério Público será exercido pelo Plenário do Conselho, de ofício ou mediante provocação, sempre que restarem contrariados os princípios estabelecidos no art. 37 da Constituição.
Lei 1079/50 – Art. 40. São crimes de responsabilidade do Procurador Geral da República:
1 – emitir parecer, quando, por lei, seja suspeito na causa;
2 – recusar-se a prática de ato que lhe incumba;
3 – ser patentemente desidioso no cumprimento de suas atribuições;
4 – proceder de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo
Constituição Federal – Art. 52. Compete privativamente ao Senado Federal: (…) II – processar e julgar os Ministros do Supremo Tribunal Federal, os membros do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público, o Procurador-Geral da República e o Advogado-Geral da União nos crimes de responsabilidade.
No Conversa Afiada
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O cheque recebido por Perillo - II

Nas cópias dos cheques recebidos por Perillo, o emitente é a Excitant Indústria e Comércio, empresa que, de acordo com a PF, pertence a uma cunhada de Cachoeira - segundo a investigação da Polícia Federal, a Excitant recebeu depósitos da Alberto e Pantoja, empresa fantasma que supostamente abastecia as contas do grupo de Cachoeira.
E Perillo não tem ligação com Cachoeira!

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Provas contra Cachoeira são ilícitas, diz relator de habeas corpus

Desembargador do TRF sugeriu que escutas sejam retiradas de processo.
Um pedido de vista suspendeu a apreciação do pedido de soltura.
O desembargador Tourinho Neto, relator do habeas corpus de Carlinhos Cachoeira, acatou os argumentos da defesa do bicheiro e, em seu voto, considerou ilícitas as provas produzidas contra o contraventor. O magistrado da 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região também sugeriu que as escutas sejam retiradas dos autos do processo. Cachoeira está preso desde fevereiro.
O TRF da 1ª Região começou a analisar nesta terça-feira (12) o habeas corpus, mas um pedido de vista do desembargador Cândido Ribeiro suspendeu a apreciação.
A defesa do bicheiro argumenta no recurso judicial que as provas obtidas por meio de interceptações telefônicas só poderiam ser aceitas se houvesse mais indícios de que Cachoeira comandava uma organização criminosa. Os advogados também afirmam que o sigilo telefônico seria uma garantia constitucional.
Para Tourinho, o juiz da primeira instância que autorizou a PF a realizar as escutas telefônicas não teria demonstrado em seu despacho a real necessidade da utilização desse tipo de prova.
“Não pode haver a banalização das escutas telefônicas com o argumento de combater o crime. O sigilo é norma pétrea na Constituição. O pedido para fazer interceptações telefônicas deve demonstrar sua indispensabilidade para as investigações e não ser requerido por ser mais fácil, prático e cômodo”, afirmou Tourinho.
Apesar de o relator ter sugerido a invalidação das escutas telefônicas produzidas nas Operações da Polícia Federal Vegas e Monte Carlo, ainda é preciso que os outros dois integrantes da 3ª Turma do TRF-1 se manifestem sobre o pedido de habeas corpus. Além de Cândido Ribeiro, falta votar o juiz federal convocado Marcos Augusto Souza.
Ribeiro não tem prazo para retomar a votação, no entanto, a expectativa do tribunal é de que o julgamento seja retomado na próxima semana. A 3ª Turma se reúne às segundas e terças-feiras.

Advogado

Mesmo com o pedido de vista, o advogado de Cachoeira, Márcio Thomaz Bastos, afirmou estar otimista de que seu cliente ganhará a liberdade. O ex-ministro da Justiça do governo Lula acredita que se o TRF invalidar as escutas telefônicas, a investigação que culminou com a prisão do bicheiro ficará "esvaziada".
Segundo Bastos, se a 3ª Turma do TRF conceder o habeas corpus, todas as provas obtidas por meio das interceptações telefônicas e aquelas derivadas das escutas perderiam o valor.
"Neste caso, não haveria sentido mantê-lo preso se nenhuma prova contra ele fosse válida", comentou.
O advogado de Cachoeira também aproveitou os questionamentos levantados pelo relator do processo para criticar o Judiciário. De acordo com Bastos, a Justiça teria "errado" ao autorizar que a PF monitorasse as conversas telefônicas do bicheiro e dos demais acusados de integrar a organização criminosa.
"O voto do desembargador Tourinho foi muito consistente e sólido, mostrando que faltou fundamentação para o pedido para fazer as escutas e para os sucessivos despachos de prorrogação. Havia uma porção de possibilidades probatórias que não foram exploradas. Foram direto naquela que invade a privacidade, que é o grampo", reclamou o defensor.
A mulher de Cachoeira, Andressa Mendonça, acompanhou o julgamento do pedido de habeas corpus. Ela, contudo, não quis falar com a imprensa sobre a situação do marido.
No G1
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Orlando Silva é absolvido na Comissão de Ética da Presidência

A Comissão de Ética da Presidência da República absolveu nesta segunda-feira (11) o ex-ministro do Esporte, Orlando Silva, da denúncia sobre supostas irregularidades no Programa Segundo Tempo. O processo foi aberto em 17 de outubro, baseado em notícias publicadas na revista Veja. Em entrevista dada após a reunião que tomou a decisão, o presidente Sepúlveda Pertence informou que “a Comissão arquivou a denúncia contra Silva por absoluta falta de provas”.
Orlando Silva
Orlando: "Primeira vitória na defesa da verdade"
Orlando Silva, em entrevista ao Vermelho, disse que essa foi a “primeira vitória na cruzada em defesa da justiça e da verdade”. O ex-ministro conta que sabe como é longo o caminho da justiça brasileira e que está percorrendo todos os passos para provar a verdade contra as calúnias que foram divulgadas. Ele lembrou que a denúncia analisada na Comissão de Ética foi iniciada em um processo “a partir de mentiras publicadas na revista Veja”.
“É importante essa decisão da Comissão de Ética, pois depois de longo processo de análise, conclui-se que não existe absolutamente nenhuma prova contra mim”, analisa Orlando, que comentou estar tomando todas as medidas para que a verdade seja restabelecida. “Continuo, por exemplo, com os processos que movo contra os delinquentes que me caluniaram”.
Orlando agradeceu o carinho e a solidariedade de tantos amigos e companheiros que se manifestaram no Facebbok e no Twitter. Comentou também como é injusta a cobertura da imprensa, pois quando foi aberto o processo na Comissão foi feito muito alarde com manchetes garrafais. Já a sua absolvição sai publicada apenas em poucas linhas de um ou outro jornal.

As voltas que o mundo dá

Oito meses separam a data em que foi aberto o processo na Comissão de Ética até o dia da absolvição de Orlando Silva. Neste período, a verdade vem cada vez mais à tona. E não se trata apenas da decisão tomada pela Comissão nesta segunda-feira.
A revista Veja, que foi a ponta de lança das calúnias contra Orlando e o PCdoB, passou de acusadora a ré. As gravações obtidas pela Polícia Federal provaram que a revista faz parte da máfia comandada pelo bandido Carlinhos Cachoeira, que se encontra preso. O editor da Veja, Policarpo Júnior, agia como funcionário de Cachoeira, que era o verdadeiro editor da revista. Suspeita-se inclusive, que o bandido pode ter plantado nas suas páginas também as mentiras contra Orlando.
Outro que trocou de cadeira no tribunal foi o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO). Ele era a voz que mais gritava mentiras no plenário do Senado e nos microfones do PIG na crise deflagrada no Ministério do Esporte. Hoje, é um morto vivo que mal aparece no Senado, ou dá as caras apenas em dias de depoimentos em processos que terminarão com a cassação do seu mandato. Também ele é membro da quadrilha do bandido Cachoeira. Só não sai preso do Senado, porque estamos no Brasil.
E quem se lembra do policial bandido João Dias, que serviu como caluniador contra o PCdoB. Poucos meses depois, protagonizou uma série de atos criminosos, sendo preso por mais de uma vez. Uma de tantas que aprontou, foi esparramar 200 mil reais dentro do Palácio dos Buritis, sede do Governo do Distrito Federal. Contido pelos seguranças, bateu em funcionárias, quebrou um dedo de um policial e saiu preso. Sabe-se lá porque, hoje está recluso graças a algum “Cala Boca”.
Quanto aos parlamentares da oposição, que desfilavam calúnias no período, estão bastante ocupados na manhã desta terça-feira. Devem estar inventando argumentos para tentar defender o governador tucano de Goiás, Marconi Perillo, que se encontra sentado como depoente na CPI do Cachoeira. O goiano é acusado de ser sócio, parceiro, subserviente ao bandido Cachoeira, que inclusive foi preso dentro de uma casa que foi do governador.
Kerison Lopes
No Vermelho
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O cheque recebido por Perillo

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Claro e Vivo levam melhores lotes em leilão da tecnologia 4G

A parte mais importante do leilão da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) foi encerrada há pouco, com a venda dos quatro lotes nacionais da tecnologia 4G.
As maiores ganhadoras foram Claro e Vivo, que ficaram com as frequências de maior capacidade de cobertura. Os lances iniciais para cada uma dessas opções partiam de R$ 630,191 milhões.
O valor pago pela Claro foi de R$ 844,519 milhões. Já a Vivo arrematou por pouco mais de R$ 1 bilhão.
As duas últimas frequências nacionais ficaram com a Tim e a Oi, que pagaram, respectivamente R$ 340 milhões e R$ 330 milhões. O lance inicial para esses lotes era de R$ 315 milhões.
Essas quatro operadoras poderão oferecer a tecnologia 4G em todo o país. Elas serão obrigadas a ofertar o serviço também nas zonas rurais, sendo que cada lote correspodente a uma determinada região.
O processo durou toda a manhã. O leilão continua, agora, com lotes menores em disputa.
A tecnologia 4G permitirá que as empresas de telecomunicações aprimorem a qualidade dos serviços de voz e banda larga. Estima-se, por exemplo, que a velocidade da internet com 4G possa superar em dez vezes a média da que é obtida atualmente com 3G no Brasil.
A evolução do sistema, no entanto, dependerá do esforço e do investimento das operadoras.
Segundo cronograma do edital, todos os municípios com mais de 100 mil habitantes terão cobertura 4G até 31 de dezembro de 2016. As cidades sedes da Copa das Confederações estarão cobertas por 4G até 30 de abril de 2013. As sedes e subsedes da Copa do Mundo terão o serviço até 31 de dezembro de 2013.
VIVO
A Vivo terá, além da oportunidade de oferecer a tecnologia 4G por todo país, a obrigação de fornecer também o serviço na área rural estabelecida pela Anatel do interior dos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe e Alagoas.
TIM
A TIM arrematou o terceiro lote. Apesar da faixa arrematada ter menor capacidade, devido às características da própria frequência, também poderá operar em todo o país. Ela terá como obrigação levar a tecnologia para as áreas rurais do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina.
CLARO
A operadora Claro, que ganhou o leilão para o primeiro lote da tecnologia 4G, terá de oferecer o serviço nas zonas rurais da região Norte, dos Estados do Maranhão e Bahia e da grande São Paulo.
OI
A Oi arrematou o quarto e último lote nacional em leilão e deverá oferecer o 4G nas zonas rurais do Centro-Oeste do Rio Grande do Sul.
ZONA RURAL
O patinho feio do leilão era a faixa de 450 MHz, que cobre a região rural. Essa opção demanda grandes investimentos em infraestrutura e oferece um retorno menor, por se tratarem de áreas menos populosas.
Para garantir o acesso também nessas áreas, o edital de licitação previa que, se não houvesse interessados, a responsabilidade por esse fornecimento seja distribuído entre as empresas ganhadoras na faixa de 2,5GHz.
Até 31 de dezembro de 2015, as áreas rurais até 30 km da sede de todos os municípios brasileiros terão cobertura na faixa de 450 MHz, com serviços de voz e dados.
No Falha
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Em homenagem ao dia dos namorados

Cantada – Ferreira Gullar


Você é mais bonita que uma bola prateada
de papel de cigarro
Você é mais bonita que uma poça dágua
límpida
num lugar escondido
Você é mais bonita que uma zebra
que um filhote de onça
que um Boeing 707 em pleno ar
Você é mais bonita que um jardim florido
em frente ao mar em Ipanema
Você é mais bonita que uma refinaria da Petrobrás
de noite
mais bonita que Ursula Andress
que o Palácio da Alvorada
mais bonita que a alvorada
que o mar azul-safira
da República Dominicana

Olha,
você é tão bonita quanto o Rio de Janeiro
em maio
e quase tão bonita
quanto a Revolução Cubana

Sugestão do amigo Itárcio José de Sousa Ferreira
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Classe D supera classe B em consumo de eletroeletrônicos e cosméticos

O consumo da classe D já ultrapassa o da classe B em diversos categorias de produtos como eletroeletrônicos, eletrodomésticos, móveis, itens de higiene e beleza e medicamentos, de acordo com pesquisa do instituto Data Popular.
Em 2011, as famílias deste segmento consumiram R$ 363,3 bilhões, valor correspondente ao PIB do Chile.
Apenas com eletroeletrônicos, por exemplo, a classe D teve um gasto de R$ 10,9 bilhões no ano passado, 25,3% a mais que a classe B. Ela também teve gastos superiores em artigos de higiene e beleza - R$ 9,6 bilhões, 11,6% a mais que a classe B - e medicamentos - total de R$ 16,0 bilhões, 40,4% a mais.
A categoria em que a classe D mais se destaca é o transporte urbano, com um gasto de R$ 14,8 bilhões, 82,7% a mais que a classe B.
"Acreditamos que a classe D tem tudo para ser a nova classe C, mas com outros códigos a serem desvendados", explica Renato Meirelles, sócio diretor do Data Popular.
São classificadas como pertencentes a esta segmento famílias com renda per capita máxima entre R$ 79 e R$ 327. O estudo foi realizado com dados de pesquisas do IBGE e do Data Popular.

Pelo Brasil

A maior parte do consumo das famílias de classe D, R$ 151,7 bilhões (41,8%) ocorreu na região Sudeste. Em segundo lugar, vem a região Nordeste, com R$ 106,7 bilhões (29,4%).
A região Sul contribuiu com 14,1%, o Centro-Oeste, com 7,8% e o Norte, 7,0%.
Das dez cidades com menor percentual de domicílios de classe D, metade se encontra no Rio Grando do Sul e a outra metade em Santa Catarina. Na outra ponta, as dez cidades com maior percentual de famílias do segmento estão nas regiões Nordeste e Norte.
"As pessoas geralmente acreditam que a Classe C é mais presente no Nordeste, mas ela está é concentrada na região Sul. No Nordeste e no Norte, a classe predominante é a D", diz Meirelles.
No Falha
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BRICS com Bê.

O poder econômico global está mudando de mãos.
A causa, é o grupo de países emergentes que se apresenta no cenário econômico internacional, de 10 anos para cá, como um bloco sólido e consistente, que cresce a taxas vistosas ano após ano.
Liderados pela China, os BRICS apontam para a construção de um PIB mundial, em 2015, maior que os países ditos desenvolvidos. Veja gráfico abaixo:
É provável que já neste 2012 estejamos empatados, ou seja, o PIB dos emergentes deve ser igual - ou ligeiramente inferior - ao PIB dos ricos.
Deve-se a vários fatores essa mudança de eixo, mas, essencialmente, pelo fato de termos, nós emergentes, iniciado um período de crescimento interno. Com muita força na China e Índia, mas também no Brasil, Russia e África do Sul.
Essa reversão da curva de poder econômico explica-se, ainda, pelo fracassado modelo ocidental de capitalismo. Enquanto as Nações ditas desenvolvidas cultuaram o "mercado" como uma divindade, lançando-se em aventuras consumistas sem qualquer controle ou medida, os emergentes, todos, tangenciaram as regras neoliberais usando a força de seus Estados para gerir, dirigir e orientar suas economias.
Em outras palavras, a intervenção do Estado nas economias emergentes foi decisiva - e ainda é! - para o crescimento sustentável de nossas sociedades. A geração de riqueza está atrelada, necessariamente, à repartição dos ganhos, seja através de emprego, seja através de programas sociais. Assim é na China, na Índia, Brasil, Russia e Africa do Sul.
A imagem abaixo mostra o salto da China, Brasil e Russia no comparativo das 10 maiores economias do planeta em relação ao PIB mundial, enquanto as economias desenvolvidas se arrastam, com crescimentos irrisórios.
A França, por exemplo, despenca do 5º para o 8º lugar do ranking, enquanto o Brasil salta para o 5º  lugar, seguido pela Russia, em 6º.
Os piores dados ficam com USA, Japão e Alemanha, com perda no percentual do PIB mundial. São justamente estas economias que menos interferem no mercado; onde o consumo das famílias é a base de sustentação, agora, enfraquecidas.
É bom notar que estes dados, colhidos do FMI, estão exageradamente otimistas, pois com a crise na Europa do Euro, as economias desenvolvidas podem sofrer ainda mais danos, enquanto os emergentes ainda têm fôlego para crescer de forma equilibrada.
Resta saber o que seremos capazes de fazer com este poder que estamos conquistando.
O mundo desenvolvido está mudando de endereço. E de cara.
No Sandálias do Pirata
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Perillo não convence

Radialista não trabalhou de graça no segundo turno

Na base do gogó, em seu depoimento na CPI do Cachoeira, o governador Marconi Perillo (PSDB-GO) se diz um santo homem, e seu governo seria imaculado. Na sua versão, ele não teria nada a ver com Cachoeira (a quem poupou de fazer acusações).
Porém os fatos contradizem seu discurso.
Num dos casos, o radialista Luiz Carlos Bordoni afirma que trabalhou na campanha de Perillo por R$ 170 mil. Uma parcela do pagamento, de R$ 45 mil, foi da empresa Alberto e Pantoja, do esquema Cachoeira.
O governador tucano diz que pagou apenas R$ 33.300,00 em um único pagamento declarado à justiça eleitoral, e ainda diz que está processando o radialista.
Porém tem um furo nessa explicação. Esse valor foi pago no primeiro turno, no dia 21 de setembro de 2010.
Depois houve toda a campanha do segundo turno sem nenhum pagamento. É difícil acreditar que profissionais trabalhariam de graça no segundo turno.
ZéAugusto
No Amigos do Presidente Lula
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O Supremo e o mensalão

A pressão para que o julgamento ocorra antes das eleições desenvolveu-se dentro do próprio STF
Ainda não chegamos às vésperas do julgamento do mensalão, mas o já escrito e dito a respeito não deixa dúvida de que o Supremo Tribunal Federal produziu o clima menos conveniente a uma decisão judicial: a polêmica que ultrapassa os aspectos do caso e lança os seus questionamentos sobre o próprio tribunal.
A pressão pelo julgamento antes das eleições desenvolveu-se dentro do Supremo. No Congresso e fora dele, a oposição mal disse uma ou outra palavra.
Primeiro foram referências um tanto insistentes, que não deveriam ser públicas, feitas por ministros à espera do relatório de Joaquim Barbosa, ministro-relator. Não era necessária muito atenção para perceber-se um fio de cobrança mal encapado, naquelas referências.
Depois, e com maior constância, as citações voltaram-se para o ministro Ricardo Lewandowski, incumbido do relatório de revisão. “Marcaremos quando o ministro Lewandowski entregar o seu relatório” - frases assim repetiram-se à vontade, por alguns ministros. A cobrança subjacente estava sempre lá.
Não há razão alguma para supor-se objetivo político, seja por parte dos ministros que falaram publicamente sobre o julgamento e sua ocasião, seja dos que silenciaram.
Influência, a meu ver, para possíveis ansiedades e para marcar o início do julgamento tão perto das eleições teve a chamada “expulsória” de dois ministros.
Um deles, Cezar Peluso, completa em setembro os 70 anos para a aposentadoria obrigatória. Presidia o Supremo até este ano. O seguinte será Ayres Britto, atual presidente.
O desejo de que ambos estejam no julgamento histórico, até como um grande final em homenagem às respectivas carreiras, teve o seu papel nas pressões e na data de início.
E encontrou uma razão técnica para apresentar-se: os dois conhecem o processo. Ao passo que iniciar o julgamento mais tarde seria fazê-lo com dois novatos, provavelmente demandando tempo para estudar o processo de 50 mil páginas.
Mas nenhuma explicação detém a polêmica e as suspeitas. Situação que se reforça com o lamento petista e a euforia oposicionista, por contar com o julgamento em plena campanha eleitoral. E a essas fontes de enfraquecimento do Supremo sobrepôs-se a contribuição do ministro Gilmar Mendes.
Os insultos violentíssimos que Gilmar Mendes tem dirigido aos petistas deveriam, a rigor, afastá-lo do julgamento. Mesmo porque, se os seus votos forem de absolvição dos réus do partido, a hipótese que lhe atribuem apenas terá mudado de sinal: será dito que foram votos para mostrar que não os contaminou com seus conceitos insultuosos.
O mensalão é um julgamento tão extraordinário por seus aspectos judiciais quanto por outros e variados aspectos.
Janio de Freitas
No Falha
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Maranhão: Suspeito de envolvimento na morte do blogueiro Décio Sá é executado a tiros

Queima de arquivo? Envolvimento com outros crimes? Estas são algumas das perguntas que se passasam pela cabeça dos delegados após a execução de um suspeitos de envolvimento na morte do jornalista e blogueiro Décio Sá.
De acordo com informações repassadas pelo delegado Marcos Afonso, um dos responsáveis pelas investigações do Caso Décio, Valdênio José da Silva, de 38 anos, foi executado com cinco tiros de revólver calibre 38.
Ainda segundo o delegado, Valdênio foi morto dentro da casa onde mora, localizada na Vila Pirâmide, no Araçagi, na madrugada desta terça-feira (12), exatamente 49 dias após a morte de Décio. "Provavelmente ele foi morto com tiros que partiram da janela, pois quando chegamos ao local ela estava aberta. Não podemos descartar a possibilidade de deste crime está ligado com a morte de Décio, mas temos que ver outras linhas de investigação", disse Afonso.
Valdênio foi preso no dia 26 de abril sob suspeita de dar fuga ao assassino do jornalista. Ele foi detido na mesma casa onde foi morto. No dia da prisão, ele estava em companhia de Fábio Roberto Cavalcanti Lima, que continua preso.
Após 30 dias encarcerado, Valdênio foi liberado por não apresentar ligação com o Caso Décio. Já Fábio continua detido, mas por outros crimes.
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Marconi X Marconi

Em 1895, o romancista inglês H.G.Wells escreveu “A Máquina do Tempo”, uma obra literária que relata a história sobre um estudioso que vai ao futuro e descobre que a injustiças sociais de seu tempo ainda persistem, mesmo após grandes mudanças. Se utilizássemos a máquina idealizada por Wells em 1895 para, em 1998, dar um salto aos dias de hoje, perceberíamos o mesmo que o personagem de seu livro viu. As injustiças pioraram.

Marconi Perillo, 35 anos

No ano de 1998, após o PSDB praticamente fechar a coligação que tinha como cabeça de chapa o PMDB, em uma articulação política, a época, considerada o último sopro de independência da “oposição” e após a desistência do Deputado Federal Roberto Balestra em candidatar-se ao Governo, o jovem deputado, então com 35 anos, Marconi Perillo, assumia o posto de candidato ao Governo de Goiás.
Naquele tempo, o jovem de 35 anos, com discurso duríssimo e implacável, surfou na onda favorável da mudança e derrotou 16 anos de hegemonia peemedebista. Bom. Já contei esta história em um artigo passado. Agora, convido você, que lê este blog, a fazer uma vigem imaginária, de volta ao ano de 1998, na noite de 31 de Dezembro daquele ano, horas antes da posse do novo Governador.

A Máquina do Tempo Wells

Vamos imaginar que Marconi Perillo, depois de alguma conversa e muitas explicações, resolvesse aceitar o convite de entrar em uma máquina do tempo e seguisse rumo o futuro e aportasse em 2012. Horas antes de seu depoimento na CPMI. O jovem de 35 anos, iria se deparar com um senhor de 49, cabelos levemente colorizados, costeletas brancas, mais gordo, rosto abatido e envolvido em um escândalo de proporções nacionais.
Muito provavelmente ele se perguntaria o real motivo de já possuir um terceiro mandato? Aquilo que combateu nas eleições que acabara de ganhar em 98. Ficaria surpreso em saber que negociara uma casa de R$ 1.4 milhões de reais de forma tão complicada e o porquê de alugar uma casa de R$6 milhões de reais de uma empreiteira que presta serviços ao Governo.

Marconi desconfiaria de Marconi

O jovem Marconi ficaria mais curioso e perguntaria tudo que aconteceu entre os anos de 1998 e 2012. Sua surpresa seria imensa. Praticamente tudo que combateu com veemência, ele mesmo reproduziria nos mandatos que se seguiram. De alguma forma, ele se tornara um exemplar de espécime jurássico da política, termo que na campanha de 98 ele aprovara o uso contra seus adversários.
O jovem Perillo observaria através de uma TV de Led, ultrafina, o Jornal Nacional da Noite, estarrecido com as coisas que seu Perillo futuro está sendo acusado, piscando excessivamente tentando não crer naquilo que vê e ouve. Ouviria seus discursos, veria professores insatisfeitos, delegados chateados e novos amigos que antes recusara a aproximação. Ficaria se perguntado onde está o amigo do peito Alcides, não acreditaria que o seu vice-governador, que o ajudou tanto em 1998, agora, estaria chateado com o velho Perillo.

De volta à Máquina do Tempo

Uma semana depois de presenciar o futuro, o jovem Perillo pediria para voltar ao passado, mas, não na noite de 31 de dezembro de 1998 e sim, no dia 01 de Julho de 1998, quando ele, de alguma forma, repensaria seus discursos, sabendo que no futuro, ele se tornaria tudo que um dia combateu. O futuro, que usa o destino como uma estrada sem luz, nos permite apenas caminhar, sem saber que lugar parar.
Marconi daria sentido ao velho ditado: “Você pode até errar no rumo. Mas, nunca errar o rumo.”
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Governo Escuta no estádio Beira-Rio

Participe do debate

Dia 12 de junho, a partir das 15h, será o momento de tirar todas as suas dúvidas sobre a Copa do Mundo de 2014, que acontece no Brasil. O Estádio Beira-Rio receberá jornalistas, autoridades e esportistas para debater tudo que envolverá esse mega evento.
O Governo Escuta terá transmissão ao vivo pelo site do Gabinete Digital e pela TV Com. Você pode participar de várias maneiras, inclusive através do seu celular, enviando mensagens sem custos.

Participe

Você poderá interagir durante todo o evento, que vai das 15h as 17h, das seguintes formas:

Pela Internet

via chat no site do Gabinete Digital
através do e-mail gabinetedigital@gg.rs.gov.br
pelas redes sociais: twitter @gabinetedigital

Por telefone celular

via SMS – envie mensagens sem custo para o número 27556
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É a Hora da Verdade para a presidenta Dilma

Se Dilma Rousseff não reagir à altura, a autoridade presidencial ficará em cacos. 
Não pode mais, de jeito nenhum, transigir com  as manobras dos militares empenhados em esconder os podres da ditadura de 1964/85, depois que a Folha de S. Paulo, na edição desta 3ª feira (12), expôs publicamente tais manobras. 
É simplesmente estarrecedor o relato do repórter Rubens Valente, da sucursal de Brasília! Eis os trechos principais:
"Dias antes da entrada em vigor da Lei de Acesso à Informação, o Ministério da Defesa recorreu a brechas legais para ampliar o segredo sobre documentos militares, o que pode prorrogar em até 15 anos o prazo para que eles venham a público.

A nova lei, que criou regras detalhadas para que os cidadãos tenham acesso a dados públicos, entrou em vigor no último dia 16.

Pouco antes, porém, o ministério usou um antigo decreto, que a pasta sabia que seria substituído pela nova norma, e elevou o grau de sigilo de inúmeros documentos 'confidenciais'.
 Pelas regras que caducaram no dia 16, os documentos 'confidenciais' tinham sigilo de dez anos.
Com a Lei de Acesso, esses papéis teriam que ser reclassificados, já que não há mais documentos 'confidenciais', apenas 'reservados' (cinco anos de sigilo), 'secretos' (15 anos) e 'ultrassecretos' (25 anos, renováveis por igual tempo).
Em vez de torná-los 'reservados' ou liberá-los, o ministério transformou-os todos em 'secretos'. Com isso, eles poderão ficar inacessíveis ao público por mais 15 anos. ...
A Folha apurou com um oficial que atuou na aplicação das medidas que elas atingiram todos os setores que produzem documentos sigilosos.
Segundo o oficial, ao final de 'um mutirão' a maioria dos documentos então considerada 'confidencial' foi tornada 'secreta', e o restante foi liberado".
Saltava aos olhos que os militares vinham brincando de esconde-esconde no Araguaia, tudo fazendo para não serem encontrados os restos mortais dos guerrilheiros por eles executados. Mas, os que tinham o dever de darem um fim à comédia preferiram o caminho fácil da omissão.
Agora, no entanto, não há mais como fazer vistas grossas. Ou Dilma Rouseff é a comandante suprema das Forças Armadas, conforme está na Constituição Federal, ou não passa de títere dos militares.
A Anistia Internacional considerou que, em seu primeiro ano de governo, ela foi uma "decepção" em termos de direitos humanos. 
Vai piorar ainda mais se engolir este desafio dos fardados. Aí, em vez de decepção, caberá falarmos em avacalhação e capitulação...
No Náufrago da Utopia
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Censura do PSDB leva à renúncia coletiva na Biblioteca Nacional

Os dez membros do conselho editorial da Revista de História, publicada pela Biblioteca Nacional, anunciaram nesta segunda-feira (11) que renunciam aos seus cargos. O pedido foi anunciado em uma carta assinada pelos dez intelectuais, entre professores e escritores, que compunham o colegiado.
Nomes como Alberto da Costa e Silva, membro da Academia Brasileira de Letras, Lília Moritz Schwarcz, professora da USP e Ronaldo Vainfas, professor da Universidade Federal Fluminense, alegaram conflitos com Jean-Louis de Lacerda Soares, presidente da Sabin (Sociedade dos Amigos da Biblioteca Nacional) que gere os recursos que permitem publicar a revista.
As rusgas entre o conselho e a presidência da sociedade vêm sendo expostas desde a demissão do editor Luciano Figueiredo, supostamente (?) por retaliação política.
Os conselheiros já haviam ameaçado renunciar após a Sabin demitir Figueiredo "por razões administrativas internas" não especificadas, sem consultar o conselho.
Semanas antes, o então editor havia demitido o jornalista Celso de Castro Barbosa após divergências relacionadas a uma resenha escrita por ele sobre o livro "A Privataria Tucana", do jornalista Amaury Ribeiro Jr., publicada no site da revista.
Em um de seus trechos, a resenha diz que o livro joga "uma pá de cal na aura de honestidade de certos tucanos". Em outro, afirma que José Serra "é quem tem a imagem mais chamuscada, para não dizer estorricada, ao fim da "Privataria Tucana".
O texto gerou protestos públicos do PSDB e foi tirado do ar, mas, segundo a Sabin, nem a demissão de Castro Barbosa por Figueiredo nem a deste pela sociedade tiveram qualquer componente de pressão política (faz-me rir...).
Falha
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Perillo. Só grilo.

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Procurador-geral de Minas impede investigação sobre Aécio

Os deputados Rogério Correa (PT) e Sávio Souza Cruz (PMDB) pediram à Promotoria a apuração dos repasses do governo mineiro a empresas de comunicação que têm integrantes da família do ex-governador e senador como sócios
A Procuradoria-Geral de Justiça de Minas Gerais decidiu chamar para si a decisão de impedir que Aécio Neves fosse investigado. Os deputados Rogério Correa (PT) e Sávio Souza Cruz (PMDB) pediram à Promotoria a apuração dos repasses do governo mineiro a empresas de comunicação que têm integrantes da família do ex-governador e senador como sócios. O caso causou a indignação do promotor João Medeiros. Leia na matéria de Thiago Herdy, do Globo:
A Procuradoria-Geral de Justiça de Minas Gerais decidiu avocar a representação levada pelos deputados Rogério Correa (PT) e Sávio Souza Cruz (PMDB) à Promotoria de Defesa do Patrimônio Público com pedido de investigação dos repasses do governo mineiro a empresas de comunicação que têm integrantes da família do ex-governador e senador Aécio Neves (PSDB) como sócios.
Os deputados haviam feito a representação na promotoria em protesto contra a investigação conduzida no ano passado pelo Procurador-Geral de Justiça, Alceu Tadeu Marques — indicado para o cargo pela primeira vez por Aécio —, considerada por eles insuficiente.
A avocação ocorreu sob a argumentação de que os fatos denunciados teriam tido continuidade no atual governo e, por isso, deveriam estar sob a guarda do procurador-geral. O ato impede que o caso seja investigado pela promotoria e causou indignação no promotor do Patrimônio Público João Medeiros, que já havia iniciado suas apurações.
— O fato trazido ao conhecimento da promotoria é preciso no tempo e espaço e se refere ao período em que Aécio era o governador. A PGJ fez uma ginástica argumentativa absurda para justificar este ato de força — criticou o promotor, que estuda medidas para trazer a investigação de volta para sua alçada.
No 247
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Serra diz que é contra a lei que criminaliza homofobia

O blog Vote Contra a Homofobia publicou no último sábado, 9, um vídeo onde o pré-candidato tucano à prefeitura de São Paulo, José Serra, afirma que caso fosse eleito presidente, vetaria o projeto de lei 122/06, que criminaliza a homofobia e protege homossexuais de serem vítimas de discursos de ódio e intolerância.
O vídeo é de  outubro de 2010, quando Serra concorria à Presidência da República. Ele  discursa para pastores da igreja Assembleia de Deus e afirma que o veto teria o objetivo de garantir aos religiosos “o direito de pregar contra práticas homossexuais aos seus fiéis”.
Este discurso  é um exemplo da forma como Serra constrói suas campanhas políticas, esvaziando o debate  de problemas estruturais em nome de um discurso preconceituoso e moralista. Mais: mostra a sua real posição acerca do debate dos direitos no país, em especial aos que resvalam em questões morais. Serra não é só contra a lei que criminaliza a homofobia. Nos quase 8 anos do governo Serra-Kassab, os investimentos que deveriam ser utilizados nesta área foram cortados. Assista o vídeo abaixo.

No Blog do Rovai
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Dia d@s Namorad@s

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Onde há democracia no mundo?

No auge da guerra fria, os EUA impunham intervenções militares onde consideravam que a “democracia” estava em perigo. Tinham primeiro que caracterizar o governo como ditatorial ou que haveria um risco de um golpe que liquidaria a democracia. No Brasil foi assim, como as manchetes da imprensa o comprovam.
Depois da guerra fria as coisas ficaram mais complexas para os EUA. Se consideram que o selo democrático é conquistado conforme os critérios liberais – eleições periódicas, pluralidade partidária, separação dos poderes, imprensa livre (“livre” quer dizer privada), em vários países surgiram e se consolidaram governos que obedecem a esses critérios, mas que desenvolvem políticas que contrariam os interesses norteamericanos.
Uma nova moda surgiu com a visão de Fareed Zakaria (ex-editor do Newswek, atualmente na Time) jornalista nascido na Índia, naturalizado norteamericano, com a ideia de que há governos que cumprem com os rituais do liberalismo, mas que não seriam democráticos, porque não incentivam o capitalismo, que seria o habitat natural da democracia. Entre esses governos estariam os da Venezuela, do Irã, da Bolívia, do Equador, entre outros.
Agora um outro politólogo norteamericano, William Dobson, publica um livro na busca dos “neoditadores” e a imprensa daqui, colonizada, reproduz imediatamente a lengalenga deles. Significativamente a preocupação “democrática” dele se volta justo para países cujos governos tem antagonismos com os EUA: Irã, Venezuela, Rússia, China. Para ficar evidente que seu problema não é com o sistema politico ou a estrutura social – democráticos ou não -, mas com as posições politicas e ideológicas desses governos.
Nem pensar em países como a Arábia Saudita, o Kuait, o Yemen, o Marrocos, o Afeganistão, o Iraque, Honduras, entre outros, que não têm nada de democráticos, nem pelos estreitos critérios liberais. Mas que são aliados incondicionais dos EUA. Não é democrático quem é nacionalista, quem desenvolve políticas internas de caráter popular, quem não se subordina aos interesses dos EUA.
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Charge online - Bessinha - # 1288

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“Serra mandou algemar jornalista do Estadão num poste”, diz Ciro Gomes

Entrevista concedida pelo ex-ministro da Fazenda Ciro Gomes no programa "Brasil em Discussão", de Heródoto Barbeiro e Ricardo Kotscho, no dia 20 /05/ 2012, revela mais uma vez o lado nefasto, fascista e estarrecedor de José Serra, o "cão cocho" da política brasileira!!!
Do Blog do Esmael
No PTrem das Treze
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