25 de fev de 2012

Pat Metheny

Pat Metheny at the North Sea Jazz Festival in 2003 together with the Metropool Orchestra.
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EUA injetou secretamente plutônio em cidadãos sem que eles soubessem, diz site

Os horrores da era nuclear, em termos de reatores e explosões, já são bem conhecidos por todos nós. Por trás da ameaça bem divulgada de morte em massa, encontra-se uma história secreta de projetos nucleares sendo usadas para destruir pessoas.
No final de 1940, cidadãos estadunidenses foram usados como ‘cobaias’ sem que elas soubessem, na qual o governo teria mandado injetar plutônio nas pessoas. No início de 1945, Ebb Cade, um trabalhador do Centro Nuclear de Oak Ridge, se envolveu em um grave acidente de carro. Ele sobreviveu, mas foi obrigado a ficar de repouso com um braço e uma perna quebrada. Quando os médicos o analisaram, verificaram que se tratava de um homem de 53 anos, afro-americano, perfeitamente saudável, que conseguia comer e beber normalmente e não tinha nenhum histórico de doença grave. No dia 10 de abril do mesmo ano, os médicos teriam injetado 4,7 microgramas de plutônio em sua veia. Os relatos não informam quem teria dado a ordem e qual o motivo específico para que Ebb Cade fosse escolhido. Neste ponto alguns dados soam como contraditórios.
Embora o Rádio (elemento radioativo) estivesse sendo elogiado na época por empresas inescrupulosas como algo bom, como um tônico para a saúde, muitas pessoas já tinham desenvolvido câncer e os médicos sabiam que a radiação não era nada saudável. Desde o início do projeto Manhattan, testes foram feitos para ver como o isótopo do Plutônio afetaria os seres vivos. Animais foram alimentados e levaram injeções com o mesmo elemento radioativo, sendo observados posteriormente para constatação de efeitos maléficos.
Nos próximos 5 dias após a injeção, os médicos recolhiam absolutamente qualquer excreção do corpo de Ebb Cade para ver quanto de Plutônio existia em seu corpo. Outros testes eram mais invasivos. Seus ossos não foram colocados no lugar até o dia 15 de abril, tendo várias amostras retiradas de seu osso para detectar quanto de material radioativo teria aderido ao tecido ósseo. Ebb teve 15 de seus dentes arrancados, com o mesmo objetivo.
Ebb Cade nunca foi informado sobre a razão pela qual estava passando por tantos “exames”. De acordo com um relato, em uma manhã, uma enfermeira abriu a porta para encontrar Ebb, mas ele havia fugido durante a noite. Ele morreu em 1953, de insuficiência cardíaca. Este homem foi a primeira pessoa na história a ter Plutônio injetado em seu corpo nos Estados Unidos, mas não o último.
As próximas 3 cobaias eram pacientes que sofriam de câncer, que teriam dado entrada em Billings Hospital em Chicago, para começar o tratamento. Em abril a dezembro, um homem com 60 anos que sofria de câncer de pulmão e uma mulher com câncer de mama e fortes dores por um linfoma de Hodgkin, tiveram Plutônio injetados em seus corpos. Existiu um terceiro paciente, mas os relatórios não falam muito sobre ele. Em vários documentos oficiais que vazaram, não existem muitos detalhes sobre a experiência feita com ele, nem ao menos sobre quando teria morrido. Apenas existem registros de que os médicos teriam injetado 95 microgramas de Plutônio, uma dose 15 vezes mais alta do que já havia sido injetada em alguém.
Alguns relatos mostram que a Universidade de Rochester também iniciou experiências com injeções de Plutônio e Urânio. O diretor do programa, escreveu que quase todos os pacientes apresentavam diagnósticos que significava que eles não eram susceptíveis a viverem mais do que 5 anos. Embora seja verdade que muitos dos pacientes usados como cobaias tivessem a saúde bastante debilidade, a grande maioria viveu além dos 10 anos após as experiências. Quando as investigações começaram sobre este caso absurdo, em 1974, ainda existiam 3 pacientes vivos.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia também participaram desses experimentos. Em maio de 1945, Albert Stevens deu entrada para tratar um câncer de estômago. Ele recebeu injeções de Plutônio e logo após o início das experiências, os médicos perceberam que não existia câncer algum, apenas uma úlcera. Quando Stevens pensou em se afastar da universidade por achar que algo estranho estava ocorrendo, a instituição ofereceu uma bolsa para que permanecesse na área, de modo que o laboratório pudesse continuar testar o material radioativo em seu corpo, mas nunca o informaram sobre que tipo de injeção ele tomava.
Em abril de 1946, Simeão Shaw, um menino de apenas 4 anos que sofria de câncer nos ossos, foi a nova cobaia a ser usada. Seus pais, que lhe haviam trazido da Austrália para o tratamento nos Estados Unidos, foram informados de que a injeção, e posterior remoção de tecido ósseo faziam parte do tratamento contra o câncer. Quando ele ficou com a saúde ainda mais debilitada, seus pais o levaram novamente a Austrália, onde logo em seguida morreu. Seus pais só souberam que seu filho havia sido vítima de experiências não autorizadas 30 anos depois.
Em dezembro de 1946, o Projeto Manhattan ordenou a suspensão da injeção em seres humanos com materiais radioativos. Neste momento a Comissão de Energia Atômica assumiu o erro. Em abril de 1947, possivelmente em resposta aos julgamentos de Nuremberg sobre as experiências, os responsáveis pelo projeto assumiram que orientavam os executores a dizerem que as injeções era uma “nova substância” que poderia inibir o crescimento do câncer, mesmo assim os ensaios continuaram. Um homem de 36 anos chamado Elmer Allen recebeu uma injeção em sua perna esquerda, sendo amputada poucos dias depois.
Embora oficialmente as injeções tenham sido proibidas de serem administradas no final de 1947, várias outras foram aplicadas em 1950, incluindo remoção de tecido ósseo, coleta de excrementos e fluídos. Alguns dos 18 pacientes que receberam a injeção radioativa morreram e tiveram seus corpos exumados para realizar novos testes. O relato dado às famílias foi de que as injeções eram misturas de isótopos para fins puramente médicos. Na verdade, uma investigação séria e concisa só foi realizada por volta do ano de 1970. Os pacientes que ainda estavam vivos foram informados, as famílias dos falecidos foram acionadas e interrogadas.
Apenas um paciente sobreviveu sem saber o que havia acontecido. Os médicos concluíram que ele estava em um estado emocional muito frágil para ser informado sobre o que de fato continha nas injeções. O último sobrevivente dos experimentos com Plutônio foi justamente o senhor Elmer Allen, o homem cuja perna foi amputada. Quando os médicos olharam para seu estado na época, julgavam que ele encontrava-se em bom estado de saúde, informando que, aos 36 anos na época, teria no máximo mais 10 anos de vida. Elmer Allen morreu em 1991, apesar de todo o horror ao qual foi submetido, de forma completamente velada.
O relatório original e completo com 233 páginas pode ser conferido clicando aqui!
No Correio da Elite
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Google vai divulgar dados de usuários; aprenda a se proteger

A nova política de privacidade do Google entra em vigor em todo o mundo em 1º de março, mas já desperta polêmica entre os internautas. No final de janeiro, a companhia anunciou que iria juntar os dados coletados dos usuários em todos os serviços que oferece, entre eles email, redes sociais e YouTube, para criar uma experiência “simples e intuitiva”.
A ação visa eliminar os obstáculos que a gigante da internet enfrenta para usar informações de um usuário do Gmail para o YouTube, por exemplo. Segundo a empresa, suas mais de 70 políticas diferentes, ou termos de uso assinados pelos internautas, vão ser compactadas em uma principal e 12 outras.
A mudança deve ajudar os anunciantes a encontrarem potenciais clientes e a personalizar as buscas dos usuários, seguindo, por exemplo, informações enviadas em emails.
A Microsoft lançou anúncios dizendo que seus serviços preservam os usuários e reguladores da União Europeia protestaram contra a política, além de pedirem mais tempo antes de sua aplicação para analisar se a privacidade dos usuários estaria devidamente protegida.
O Centro para Democracia Digital dos Estados Unidos também apresentou uma reclamação a Federal Trade Commission (FTC), na qual solicita que o Google seja processado para eliminar a nova politica de privacidade e multado. Caso isso ocorra, a FTC pode impor multas de mais de 16 mil dólares por dia para cada violação.
Mas ainda há tempo para aqueles que quiserem manter seus passos na internet em segredo –antes que o Google construa um perfil permanente que pode incluir informações pessoais como idade, sexo, localização e até mesmo sexualidade – antes da mudança.
Até 29 de fevereiro, é possível apagar o histórico de navegação, que vai limitar a extensão dos tópicos acompanhados pelo Google, que pode incluir os seus “segredos virtuais”.
Veja os três passos abaixo:
1 – Acesse a homepage do Google e faça o login em sua conta de email. Após isso, clique em cima do login na home para habilitar um menu. Entre na opção “Configurações de Conta”.
2 – Encontre a sessão “Serviços” e o link “Veja, ative ou desative o Histórico da web”. Clique em “Acessar Histórico da Web”.
3 – Na próxima página, clique na aba “Remover todo o histórico da Web”.
Desabilitar o histórico não evita que o Google use os dados para fins internos, mas a empresa irá torna-los anônimo em 18 meses. Além disso, a busca personalizada é desativada.
Mesmo que o usuário não esteja logado em seu email, o Google pode traçar o seu perfil pelo IP do computador. Logo, a forma mais segura de limpar um histórico pessoal é logando-se a sua conta.
No Vermelho
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Charge online - Bessinha - # 1066

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O Fator Serra (ou... a vida de um político autista)

Serra é candidato à Prefeitura de São Paulo. Mas impõe, como sempre, condições duras.
A mais importante é a que se refere ao arco de alianças e controle absoluto sobre a campanha eleitoral, situação que aborreceu muitos tucanos durante as eleições presidenciais passadas. Mas Serra continua com o estilo janista de aparecer a qualquer custo, mesmo que alimentando ódio e desconfiança entre seus próprios pares. É um político autista, uma evidente contradição que não abala seu roteiro. Outro problema que cria saia justa entre tucanos (ainda que menor) é a desmoralização das prévias anunciadas pelo partido. Já se estuda até mesmo uma saída jurídica para este imbroglio, já que o prazo de inscrição para a participação nas prévias que ocorrerão dia 4 de março já se esgotou. Uma possibilidade é a participação de Serra e desistência dos outros (o que dificilmente ocorrerá nos casos de José Aníbal e Ricardo Trípoli). Outra saída seria o adiamento da disputa por duas semanas. Mas, para um autista, trata-se de uma mera formalidade.
Serra candidato, quais seriam as possibilidades futuras?
Segundo as pesquisas divulgadas no final do ano passado, Serra possui o maior índice de intenção de votos (18%) mas a maior rejeição (35%). Tem, ainda, o peso da popularidade de Lula (segundo o IBOPE, metade do eleitorado paulistano votará em quem Lula indicar) como obstáculo. Assim, é plausível cogitar como válidas as hipóteses de vitória e derrota em outubro.
No caso de vitória de Serra em outubro, o que ocorreria no PSDB?
Hipótese 01: disputa as eleições presidenciais de 2014. Seria a cartada final, a mais arriscada da carreira de Serra que, possivelmente, criaria uma guerra entre tucanos. Frágil em seu próprio partido, caminhando ainda mais confiante para o discurso conservador, facilitaria a vida do lulismo. Não acredito, entretanto, que a saída da prefeitura para disputar as eleições presidenciais arranharia a imagem de Serra junto ao eleitorado paulistano. Os seus eleitores sabem desta possibilidade e o apóiam por ser anti-lulista.
Hipótese 02: não sai em 2014. Carreira eleitoral encerrada, mas peso político valorizado. A prefeitura com maior orçamento do país nas suas mãos. Vai impor grande pressão e desgaste ao candidato Aécio Neves. Obviamente controlará a campanha no centro-sul, justamente onde tucanos possuem mais votos. Se Aécio ganha, terá Serra como sombra permanente, até mesmo para definir ministério. Alckmin terá que engolir.
Para o lulismo, este é o cenário de festa. Serra criaria uma divisão interna entre tucanos e promoveria a fusão com DEM e, possivelmente, com PPS. Algo que já tateou algumas vezes.
E, em caso de derrota de Serra?
Hipótese 01: Serra teria encerrado sua carreira política, saindo pelas portas dos fundos. Tentará ter alguma influência, mas obviamente não terá nem de longe o cacife de FHC, para citar um ex-aliado tucano. Terá Alckmin comandando, com Aécio Neves, as eleições presidenciais.
Hipótese 02: Serra se filia ao PPS. E tenta atrair o PV. Mesmo assim, será líder nanico de partidos sem expressão real. O PSDB lamentará em público e festejará em encontros privados. Tucanos alimentarão a grande imprensa com vários casos relativos ao estilo Serra de fazer política.
Para o lulismo, este é um cenário promissor, mas teria que aguardar a recomposição do PSDB que poderia sair desta "derrota" mais renovado para os olhos do eleitor. Contudo, tal renovação poderia jogar o discurso do PSDB mais próximo do lulismo, já que o serrismo vem se aproximando rapidamente da lógica conservadora para consolidar um eleitorado cativo.
No Rudá Ricci
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É Serra, de novo, contra o “poste”

Ao que parece, termina, no dia 4, mais uma pantomima das que costumam marcar a política brasileira.
Serra, dizem os jornais, assumirá amanhã sua candidatura, ainda que com o pró-forma de submeter-se a uma prévia no PSDB que só existe porque ele, durante todo o tempo, negaceou – mais do que negociou – com este o seu fado político de só ter, afinal, este caminho político.
Negaceou porque sabe que a posição de prefeito de São Paulo, depois de eleger-se para o cargo, e para o Governo do Estado, que poderia ser “quase uma “nomeação” para Serra, não será fácil de alcançar.
Serra tem vivos na memória os resultados da eleição presidencial de 2010, onde teve apenas escassos 7,3% de vantagem sobre Dilma Rousseff, no segundo turno, e apenas 2,2% a mais no primeiro – quando teve votação 10 pontos abaixo da de Geraldo Alckmin.
Muito pouco para quem se considera “a mais perfeita tradução” da elite paulista, e concorrendo contra aquela a quem chamavam de um “poste” político, Dilma Rousseff.
Quando Lula optou – e levou o PT a ceder – por Fernando Haddad, não estava seguindo um mero capricho político.
Jogou com o fato de que ele é um fato novo no quadro político, como Dilma o foi.
Abriu caminho para fraturar a unidade – já quebrada desde a derrota de Alckmin para Kassab, nas eleições municipais passadas – a aliança entre os tucanos e o DEM – que em SP é, hoje, o PSD.
Por mais que o nome de Serra cole os cacos dessa aliança, por ser irrefutável a sua condição de símbolo – e já não chefe – da direita, é improvável que a máquina municipal trabalhe furiosamente por ele.
Afinal, se Haddad se abria a uma composição antes com os de Kassab, porque não comporia depois. E Serra? Bem, já se tornou lugar comum dizer que Serra não tem amigos ou aliados…
E, terceiro, Haddad, justamente por não ter ainda uma impressão prévia sobre seu nome no povão, será aquilo que Lula sabe ser imensamente poderoso: a sua projeção.
E Serra morre de medo de enfrentar Lula.
Mesmo que seja uma imagem projetada no que, pejorativamente, chamam de um “poste” político.
Convenhamos: para quem uma simples bolinha de papel já causa traumatismo, bater de frente em outro “poste” é algo que explica bem o temor de Serra.
Fernando Brito
No Tijolaço
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Malafaia apóia “viúvas” da ditadura

O “tele-evangelista” Silas Malafaia é um direitista convicto que adora aparecer. Agora ele diz “estranhar” o recuo dos presidentes dos três clubes militares que, saudosos da ditadura, publicaram um “manifesto” com críticas ao governo Dilma Rousseff, levaram um puxão de orelha do comando das Forças Armadas e tiveram que enfiar o rabo entre as pernas – retirando a nota do ar.
“Acho estranhíssimo esse recuo. Meu pai é ex-combatente, e militar é gente de posição. Imagino como deve ter sido grande a pressão do governo para eles terem voltado atrás”, lamentou o pastor bravateiro. O que ele queria? Uma crise militar, um novo golpe e uma nova ditadura? Esta é a sua pregação aos milicos de pijama para combater as “abortistas”, os gays e os comunistas?
“Baixar o porrete” e “entrar de pau”
Na semana passada, Silas Malafaia recebeu a péssima notícia de que o Ministério Público Federal (MPF) quer que ele se retrate de seus comentários preconceituosos e homofóbicos no programa “Vitória em Cristo”, exibido pela Rede Bandeirantes. Em julho do ano passado, ele pregou “baixar o porrete” e “entrar de pau” contra os participantes da Parada Gay.
Ouvido pelo MPF, o pastor justificou que eram apenas gírias. Mas a desculpa não convenceu o Procurador Regional dos Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias: “Mais do que expressar uma opinião, as palavras do réu em programa veiculado em rede nacional configuram um discurso de ódio, não condizente com as funções constitucionais da comunicação social”.
Fanatismo moralista patético
De acordo com o pedido do MPF, a retratação deverá ter, no mínimo, o dobro do tempo usado nos comentários preconceituosos. A ação também atinge a TV Bandeirantes. “A emissora é uma concessionária do serviço público federal de radiodifusão e deve compatibilizar a sua atuação com preceitos fundamentais como o direito à honra e a não discriminação”, justificou o MPF.
Apesar deste revés, o pastor não contém sua língua ferina. Ele já é famoso por seu patético fanatismo moralista. No final de 2011, ele mordeu a língua por causa de uma entrevista à revista Época. “Eu vou arrebentar o Toni Reis [presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis]... Eu vou fornicar esse bandido, esse safado. Eu vou arrombar com esses...”.
Serra e a cruzada direitista
Silas Malafaia também é conhecido por suas opiniões políticas direitistas. Na campanha presidencial do ano passado, ele se juntou aos milicos de pijama do Clube Militar e aos fascistas da TFP e do Opus Dei no apoio ao tucano José Serra. Chegou a gravar vídeos raivosos contra Dilma Rousseff, mas sua pregação não obteve a benção divina e seu candidato levou uma surra nas urnas.
Isto não significa que ele não seja um “predestinado”. Suas opiniões são motivo de chacota, mas seus “negócios” vão muito bem. A sua Assembléia de Deus Vitória em Cristo recolhe dos fiéis cerca R$ 40 milhões por ano. Seu programa evangélico é transmitido, com milionários custos, pela Rede TV, Band e CNT. Dublado em inglês, ele também atinge 200 países via satélite.
Vendilhão dos templos eletrônicos
Em 2010, a sua igreja comprou nos EUA o jato Gulfstream III por US$ 4 milhões. O avião tem autonomia para oito horas de vôo, doze lugares, sofá, cozinha e sistema individual de entretenimento. É um “favor de Deus”, conforme está escrito em inglês na sua fuselagem. Mas o pastor garante que não recebe nada da igreja e que vive do dinheiro de sua empresa, a Editora Central Gospel.
É esse pastor bravateiro, alvo de inúmeras investigações por desvio de dinheiro e enriquecimento ilícito, que agora manifesta seu apoio às “viúvas” da ditadura militar. O triste é que este “vendilhão dos templos eletrônicos”, como bem caracterizou o jornalista Luiz Cláudio Cunha, faz as suas “pregações” moralistas e direitistas usando vasto horário nas concessões públicas de televisão.
Altamiro Borges
No Blog do Miro
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Itália vai cancelar isenção tributária da Igreja

O governo italiano anunciou nesta sexta-feira medidas destinadas a acabar com as isenções tributárias para propriedades comerciais pertencentes à Igreja Católica, o que deve resultar numa arrecadação adicional de até 600 milhões de euros.
O primeiro-ministro italiano, Mario Monti, incluiu essa medida, que afeta também outras organizações não-lucrativas, em um pacote mais amplo de desregulamentação que atualmente tramita no Parlamento da Itália.
A Igreja é dona de muitos hospitais, hotéis e pensões, que gozam de isenção tributária por serem parcialmente ocupados por freiras e padres, ou por terem uma capela. A nova lei elimina essa brecha, que isentava de impostos muitos estabelecimentos predominantemente comerciais.
Em dezembro, Monti pediu aos italianos que fizessem sacrifícios para salvar o país da crise da dívida na zona do euro. Em 48 horas depois da aprovação do pacote, mais de 130 mil pessoas aderiram a uma petição pela Internet exigindo o fim dos privilégios tributários para a Igreja.
O pacote deve ser votado na semana que vem pelo Senado e deverá, depois, seguir para a Câmara.
Steve Scherer
No Reuters
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Igreja

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O Papa e a Rainha

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A economia européia entre a estupidez e a ganância

Qualquer jovem estudante de graduação em Economia que tenha se familiarizado com noções elementares dessa disciplina sabe que, numa situação de recessão, a única receita para a retomada da economia requer a recuperação da demanda efetiva via aumento dos gastos públicos ou das exportações, junto com algum corte de impostos. No meu tempo de estudante, nos anos 70, aprendia-se isso no livro clássico de Paul Samuelson, e não me lembro de ninguém do ramo que pusesse em dúvida essa linha de pensamento keynesiano.
A rigor, nem é necessário ser economista para chegar à mesma conclusão. Bastam alguns conceitos econômicos elementares. A recessão tem muitas causas, inclusive o fim de um ciclo de especulação financeira, mas na essência ela acontece quando a procura de bens e serviços é inferior à oferta, desestimulando o investimento.
Para revertê-la, não há como confiar no aumento de investimentos do setor privado porque ninguém vai investir se a demanda de seus produtos, por efeito da própria recessão, estiver em declínio ou estagnada.
Nesse contexto, a recuperação da recessão só pode vir de duas fontes: um forte aumento de exportações (demanda externa) ou um incremento do gasto público autônomo. É claro que os neoliberais preferem a primeira alternativa, porque ela não envolve uma possível transferência de renda de ricos para pobres através do orçamento público deficitário.
Sim, porque se o caminho escolhido for o aumento do gasto público deficitário, o governo terá de financiá-lo de alguma forma. No último caso, isso exigirá expansão monetária que traz o risco de diluir o patrimônio financeiro dos ricos.
Aqui, porém, cabe uma observação no sentido de evitar que se caia na armadilha ideológica neoliberal relativa à política monetária. Em nenhum sistema monetário-fiscal do mundo moderno o governo ou o banco central emitem dinheiro para cobrir déficit público. O que acontece, geralmente, é que o tesouro emite dívida pública para financiar o déficit e o banco central emite dinheiro, não para comprar diretamente títulos públicos, mas para aumentar a disponibilidade de dinheiro no mercado e facilitar a compra dos títulos públicos pelos bancos privados.
Esses conceitos elementares são suficientes para uma crítica dos fundamentos essenciais das duas correntes de política econômica atualmente em curso no mundo, a norte-americana de Barak Obama e a alemã de Angela Merkel. Caveat, porque os bandidos viraram mocinhos, e os mocinhos bandidos: a política de Obama se moveu em sentido inequivocamente progressista, enquanto a política de Merkel, apoiada por Cameron e Sarcozy, é indiscutivelmente regressiva. E a Europa se pôs de joelhos diante do modelo alemão.
Qual é, em última instância, a receita alemã para o enfrentamento da crise financeira (e de demanda) na Europa? Simplesmente seguir o caminho da própria economia alemã, ou seja, aumentar as exportações. O aumento das exportações puxa o emprego e a demanda interna, gerando um círculo virtuoso de demanda e investimento. Do ponto de vista distributivo, isso evita transferências de renda para pobres seja ao nível do orçamento público, seja ao nível das relações trabalhistas: para exportar mais os custos salariais devem ser baixos.
O problema com essa estratégia é que ela se aplica com eficácia só quando uma economia em crise se confronta com muitas economias saudáveis: por meio de uma desvalorização da moeda ou de outros mecanismos, ela aumenta sua capacidade de exportação, criando receita para abater suas dívidas e seu déficit.
Contudo, no caso europeu atual, não havendo a possibilidade de desvalorizar a moeda nos países do euro, sua alternativa é reduzir os gastos públicos e a própria demanda interna, inclusive mediante o corte de salários no setor público e no setor privado (a Grécia implementou a inacreditável medida de reduzir o salário mínimo em 20%!).
Por outro lado, a Alemanha começou a sentir no último trimestre do ano passado, com um decréscimo do PIB de 0,2%, as consequências de sua estratégia exportadora numa situação em que boa parte do mundo, inclusive a eurozona - que garante 40% de suas exportações - não tem condições de importar. Depois de um crescimento de 3% no ano passado, a derrocada de suas exportações e de sua economia é inevitável este ano, mesmo porque seus mercados tradicionais estão saturados, como os próprios Estados Unidos e a China. Talvez com isso sua arrogância neoliberal ceda ao princípio da realidade.
Já os Estados Unidos de Obama tentou o que lhes foi possível diante da imbecilidade do Partido Republicano: o governo tem feito um déficit saudável e o Fed garantiu, através de dois ciclos de emissão monetária (QE1 e QE2), dinheiro barato para que os bancos privados comprem os títulos emitidos pelo setor público para financiar o déficit. É muito mais democrático e socialmente mais justo do que a fórmula teuto-européia.
Da Europa sob o tacão alemão, pode-se dizer que seu destino é consumir-se num incêndio social jamais previsto, do qual a crise grega de recorrente decréscimo do PIB e de alto desemprego é o prenúncio geral.

P.S. É lamentável que, pelo que anunciou há duas semanas nosso Ministério da Fazenda, também o Brasil, depois de políticas fiscais progressistas a partir de 2009, esteja caindo na tentação alemã de cortar gastos públicos com a economia sob ameaça de recessão. Talvez isso se reverta depois que o BC anunciou uma pífia taxa de crescimento em 2011. Voltarei ao assunto.
J. Carlos de Assis
Economista e professor da UEPB, presidente do Intersul e co-autor, com Francisco Antonio Doria, do recém lançado O Universo Neoliberal em Desencanto (Civilização Brasileira).
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Jornalista da Globo continua no time da Escolinha do Gilmar

O apresentador e repórter político da Rede Globo Heraldo Pereira, autor de bizarra ação judicial contra o jornalista e blogueiro Paulo Henrique Amorim, foi flagrado pelo Cloaca News, em maio de 2009, como membro do corpo docente do IDP - Instituto Brasiliense de Direito Público, modelar instituição de ensino pertencente ao ministro do STF Gilmar Mendes (em 2010, a propósito, o magistrado esteve envolvido em uma feroz batalha societária com Inocêncio Mártires Coelho, ex-procurador geral da República e parceiro de Mendes no negócio). Heraldo, que naquela ocasião era "mestrando em Direito pela UnB" estava designado na Escolinha como responsável pelo módulo VI do Curso de Introdução ao Direito para Profissionais de Comunicação.
Três dias após a revelação feita por este blog - reproduzida por muitos outros - , a página do IDP na internet com as informações de tal curso foi retirada do ar. Na mesma época, a blogosfera descobriu – e mostrou - que o nome de Heraldo Pereira figurava no website da TV Justiça como "conselheiro estratégico" da emissora. Curiosamente, o jornalista pinga-fogo saiu-se com a conversa fiada de que fora convidado, sim, a integrar tal Conselho, mas que declinou da honraria.
O fato é que o astro global mantém, de fato, estreita ligação com a Escolinha do Professor Gilmar. Como se vê na imagem abaixo, capturada ontem, sexta-feira, 24, no website da Justiça do Trabalho do Distrito Federal – e já autenticada por este escaldado blog -, mestre Heraldo faz parte do seleto corpo docente do Curso de Formação Inicial de Magistrados, promovido pelo CSJT, e a sigla "IDP" aparece como que anexada ao sobrenome do jornalista-causídico, talvez para dar algum estofo acadêmico ao reserva de William Bonner. O curso ministrado por Pereira – Psicologia e Comunicação – trata do "estudo do relacionamento interpessoal, dos meios de comunicação social e do relacionamento do magistrado com a sociedade e a mídia".
Agora que matamos a cobra, clique aqui para ver o pau.
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Medíocres Torquemadas

As igrejas, sempre de costas para o futuro, continuam intolerantes às renovações. No tempo do domínio católico no Ocidente, os contestadores de falsas verdades eram atirados à fogueira, amaldiçoados pela Inquisição, que não dava trégua a supostas heresias.
Nos dias de hoje, impotentes para ditar condenações capitais, os inquisidores ordenam aos fiéis a punição de políticos que defendem propostas dissidentes à doutrina que pregam. O aborto e a defesa da homofobia são os exemplos mais gritantes. E irritantes. Em reação, eles promovem nas eleições a “queima” de votos dos hereges e, com isso, cerceiam a liberdade do eleitor e intimidam os candidatos.
Acuado
Assim agem os pregadores das igrejas evangélicas. São os novos inquisidores.
Essa réplica tardia e infeliz do Tribunal de Inquisição materializou-se no Congresso, onde foi depor o ministro Gilberto Carvalho, na terça-feira 15 de fevereiro. Carvalho, secretário-geral da Presidência da República, viu-se forçado a expiar publicamente “pecados” cometidos aos olhos da poderosa bancada evangélica, transformada em braço executivo de diversas igrejas religiosas.
“O pedido de desculpas, de perdão, não foi pelas minhas palavras, e sim pelos sentimentos que provocaram”, disse o ministro.
Qual foi a heresia? Gilberto Carvalho, durante o Fórum Social Mundial, manifestou preocupação política com os evangélicos: “A oposição virou pó (…) a próxima batalha ideológica será com os conservadores evangélicos que têm uma visão de mundo controlada pelos pastores de televisão”.
Carvalho é católico fervoroso, mas também é militante político. Petista. Em razão do cargo, não foi cauteloso, embora tenha falado ingênuas obviedades. Não pregou o cerceamento de qualquer manifestação religiosa. Mas foi o suficiente para despertar a ferocidade adormecida da Frente Parlamentar Evangélica, na qual se destaca o senador capixaba Magno Malta, que, entre outras ofensas, chamou o ministro de “irresponsável”.
Um parlamentar ateu presente ao encontro fechado à imprensa descreve assim o ambiente naquele dia: “Os olhos dos senhores parlamentares disparavam chispas de fogo, ódio, raiva e intolerância diante daquele enviado do Maligno que se tornara ministro (…). O clima era pesado. Aquela reunião e a Inquisição têm tudo a ver. Tenho certeza que não exagero. O problema para eles era não poder acender a fogueira. Restavam-lhes as línguas de fogo, prontas a queimar o demônio pecador”.
Serelepe, o deputado Anthony Garotinho, ex-governador do Rio e evangélico atuante, também se destacou na ocasião. Sem sucesso, tentou forçar o ministro a assinar um documento desmentindo as declarações publicadas, mas diferentes do que falou, garantiu Gilberto Carvalho. O inquisidor fez, pelo menos, uma declaração expressiva e inteiramente adequada ao ambiente criado.
“O perdão está para a Igreja assim como a anistia está para a política”, comparou Garotinho.
Igreja e política. O desempenho de Garotinho aproximou ainda mais aquela reunião no Congresso do espírito obscurantista assumido pelos evangélicos. Nesse sentido, fazem uma repetição tardia do catolicismo primitivo.
Os votos dos evangélicos, arma que usam no processo político, talvez não sejam eleitoralmente decisivos. São muitos, é certo. O suficiente para acuar candidatos em busca de votos. Com eles acuaram Dilma e Serra, na eleição de 2010, e transformaram a competição em espetáculo para exibição de medíocres Torquemadas.
Mauricio Dias
No CartaCapital
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Pinheirinho e o desprezo tucano pela sociedade

Uma das mais esperadas audiências públicas do país – a que se debruçaria sobre a violenta expulsão dos moradores do Pinheirinho, bairro de São José dos Campos (interior paulista), em 22 de janeiro – deu-se, nesta quinta-feira, na Comissão de Direitos Humanos do Senado. Mas, apesar de convidadas, as principais autoridades responsáveis pela destruição completa de um bairro popular inteiro simplesmente não compareceram.
Até parece que foi tudo combinado. Nada do prefeito de São José dos Campos, Eduardo Cury (PSDB); nem da secretária de Justiça de São Paulo, Eloisa Arruda; muito menos do presidente do Tribunal de Justiça do Estado, Ivan Sartori; ou demais autoridades envolvidas no caso.
Essas autoridades deram as costas não apenas a um convite feito pelo Senado, mas aos cidadãos que exigem respostas sobre o caso em que os protagonistas são, em sua maioria, tucanos. Coube a eles expulsar a cassetetes quase 9 mil pessoas de suas casas.
Deixaram de explicar a lógica por trás da ação
Ao não comparecerem à audiência pública no Senado deixaram, mais uma vez, de explicar qual é a lógica que justifica como um preceito constitucional – a exemplo do direito fundamental à moradia – foi submetido ao direito de crédito de uma massa falida em que os principais credores, hoje, são a prefeitura de São José dos Campos e a União. Ou seja, o próprio setor público, cuja função é zelar pelo bem estar do cidadão, principalmente o mais desassistido.
O fato é que nenhum discurso anti-petista proclamado em função deste trágico episódio – alguns dos quais se parecem com as antigas ladainhas anti-comunistas - poderá encobrir a vergonhosa decisão judicial e a violência praticada pela polícia sob as ordens dos governos tucanos. Muito menos conseguirá encobrir a total ausência do critério social e de justiça na decisão judicial e na ação do governo do PSDB.
Desprezo tucano
A ausência no Senado dos responsáveis pela reintegração de posse no Pinheirinho só confirma o tradicional desprezo tucano pelo papel de fiscalização do Legislativo. Basta ver como liquidaram na Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP), abrindo mão de qualquer resquício de fiscalização. Seus representantes estão sempre seguros de que a mídia vai lhes proteger e sempre se escondem atrás de um discurso anti-petista.
Mas, registre-se, a covarde e vergonhosa ação judicial e policial no Pinheirinho já está inscrita entre as maiores violações de direitos humanos do ano, inclusive, no âmbito mundial.
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Pyongyang amenaza con “guerra santa” en respuesta a los ejercicios de EEUU y Corea del Sur

Corea del Norte amenaza con desatar “guerra santa” en respuesta a los ejercicios de EEUU y Corea del Sur
Corea del Norte profirió amenazas de lanzar una “guerra santa” como respuesta a los ejercicios militares conjuntos planeados por EEUU y Corea del Sur, comunicaron hoy medios noticiosos, al mencionar las respectivas declaraciones de portavoces del Comité de Defensa de la República Democrática Popular de Corea (RDPC).
El Comité interpreta dichas maniobras, que deben efectuarse del 27 de febrero al 9 de marzo, como “una tácita declaración de guerra” a la RDPC, informó France Presse.
Las Fuerzas Armadas de Corea del Sur realizaron el 20 de febrero unas prácticas militares con disparos, que se desarrollaron cerca de la isla de Yeonpyeong, región en que pasa la línea divisoria disputada entre Corea del Norte y Corea del Sur.
Al recibir el aviso de Seúl sobre esas prácticas, Pyongyang las caracterizó como “una provocación militar premeditada” y advirtió que empleará fuerza en caso de ser atacado el territorio norcoreano.
A finales de noviembre de 2010, cerca de Yeonpyeong se produjo un conflicto armado. Según Seúl, la isla fue bombardeada desde el Norte, los militares surcoreanos abrieron fuego de respuesta. Murieron dos civiles y dos militares de Corea del Sur, otros 17 militares recibieron heridas.
La Guerra de Corea de 1950-1953 terminó con la firma de un armisticio y todavía no ha concluido oficialmente. EEUU, cuyas tropas combatieron en la península bajo la bandera de la ONU, se niega a firmar paz con Pyongyang y a reconocer a Corea del Norte. Unos 28 mil militares estadounidenses siguen estacionados en Corea del Sur.
No RIANovosti
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Charge online - Bessinha - # 1065

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Após morte de jovem, MPT quer processar Vasco por trabalho infantil

Enterro de Wendel, adolescente de 14 anos que faleceu durante
teste para entrar nas categorias de base do Vasco.
 Foto: Alexandre Araújo/Lancepress!
O Vasco vai enfrentar o Fluminense, neste domingo, valendo o título de campeão do primeiro turno do Campeonato Carioca. Mas mesmo que o time de São Januário leve a Taça Guanabara para casa, os festejos não vão apagar  uma história trágica envolvendo recentemente o clube – muito menos suas consequências.
A morte de Wendel Junior Venâncio da Silva, de 14 anos, durante teste de futebol no Vasco, no último dia 9, fez o Ministério Público do Trabalho desistir de negociar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) e decidir processar o clube. A ação na Justiça terá como base irregularidades trabalhistas nas categorias de base, incluindo exploração de trabalho infantil, segundo informou a Daniel Santini, aqui da Repórter Brasil, a procuradora Danielle Cramer, do Ministério Público do Trabalho  da 1ª Região (Rio de Janeiro).
O esporte deve ajudar no desenvolvimento de crianças e adolescentes e contribuir para que conquistem seus sonhos e não se tornar instrumento de degradação da sua qualidade de vida. Nem todos ficam milionários, muitos se perdem pelo caminho a um custo alto. É papel do Estado fiscalizar isso, mas também da sociedade. Quais torcedores gostariam que o sucesso do seu time fosse baseado na exploração infantil?
Abaixo, reproduzo os principais trechos da primeira reportagem:
Wendel faleceu de morte súbita enquanto participava de uma seleção para entrar nas categorias de base da equipe. A tragédia chamou atenção de autoridades para problemas nas categorias de base não só do Vasco, mas em todo o país. Com base no episódio, representantes da Organização Internacional do Trabalho (OIT), do Fórum Nacional pela Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI) e de Conselhos Estaduais de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente se mobilizam para intensificar a cobrança por mudanças. O grupo conta com o apoio do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que teme que a exploração de adolescentes no futebol aumente com a realização da Copa do Mundo ao Brasil, e da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, do Governo Federal.  A OIT defende a reformulação nas categorias de base de todos os clubes brasileiros.
“Estamos negociando [o TAC] há mais de um ano. O clube toda vez se compromete a assinar, mas não assina. Sempre propõe novas cláusulas. Cansamos de esperar boa vontade e vamos partir para a Justiça”, argumenta a procuradora Danielle.
A diretoria do clube carioca ressalta que a morte de Wendel ocorreu em um teste e que, mesmo que as providências exigidas fossem tomadas, dificilmente a tragédia poderia ter sido evitada. “Ele estava participando de um teste leve, não de competição. Era um menino que desde os 9 anos jogava futebol de competição na cidade dele [São João Nepomuceno (MG)]. Tinha sido campeão em todos os anos e foi titular da seleção local. Ele estava aparentemente apto para a prática de esporte. Foi uma grande fatalidade. Se esse menino tivesse falecido em qualquer outro lugar, ninguém estaria falando nada”, sustenta Aníbal Rouxinol, vice-presidente jurídico do clube.
Entre os problemas apontados pelo MPT está a ausência de registro dos adolescentes de 14 anos a 16 anos que compõem as equipes de base na categoria de aprendiz, o que, de acordo com as autoridades ouvidas pela reportagem, configura trabalho infantil.
Lei Pelé
- O Vasco nega a exploração de adolescentes “Entendo e respeito [o posicionamento das autoridades], mas a Lei Pelé me impede de fazer qualquer registro de menor de 16 anos”, coloca o representante jurídico do clube. O artigo 29 da Lei Pelé estabelece que “o atleta não profissional em formação, maior de 14 e menor de 20 anos de idade, poderá receber auxílio financeiro da entidade de prática desportiva formadora, sob a forma de bolsa de aprendizagem livremente pactuada mediante contrato formal, sem que seja gerado vínculo empregatício entre as partes”. Apesar de a Lei Pelé não deixar clara a obrigatoriedade, o artigo 403 da Lei 10.097/2000 é direto quanto à necessidade de registro para adolescentes com mais de 14 anos exercendo atividades profissionais: “É proibido qualquer trabalho a menores de 16 anos de idade, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos”.
Rafael Dias Marques, da Coordenação Nacional de Combate à Exploração do Trabalho de Crianças e Adolescentes do MPT, diz que não há dúvidas quanto à necessidade de registro para atletas das categorias de base de equipes de futebol. Ao ser informado pela reportagem de que a interpretação de Luiz Henrique Ramos Lopes, da Divisão de Fiscalização do Trabalho Infantil do MTE, responsável por fiscalizar irregularidades, é a mesma que a do MPT, o representante do clube afirmou que tal decisão pode ser revista.
“Posso estar enganado. Nada é definitivo. A gente vai discutir esse ponto também, mas acho muito difícil fazermos registro de aprendiz para todos. O Vasco tem hoje inúmeros atletas, o governo federal deveria inclusive nos ajudar. Os clubes atravessam dificuldades no Brasil”, diz Aníbal, ainda esperançoso de chegar a um acordo com as autoridades. 

“O Ministério Público [do Trabalho] quer fazer um grande evento porque o Vasco é o primeiro clube a assinar um TAC. O Vasco é sempre o primeiro em tudo. Nós vamos assinar. Ficamos de marcar uma data, houve uma série de complicações, a agenda do presidente [e ex-jogador Roberto Dinamite] é muito ‘impressada’ porque ele é também deputado estadual”, completa
Direitos da criança e do adolescente
- Além do MPT, o Ministério Público Estadual (MP/RJ) também cogita processar o clube por violações de direitos da criança e do adolescente. “Estamos estudando se entraremos com as medidas judiciais cabíveis. Acompanhamos a situação há bastante tempo e fomos surpreendidos pela morte deste menino que faleceu em local que não conhecíamos”, relata a promotora Clisanger Ferreira Gonçalvez Luzes, que atua junto com a procuradora Danielle no caso.

Em inspeções anteriores realizadas em São Januário, sede do Vasco, Clisanger diz ter encontrando jovens em condições inadequadas, em “dormitórios precários e banheiros em péssimos estados”, e ressalta que, apesar da negociação de ajustes em curso, o clube nunca informou as autoridades sobre a existência de outro espaço para treinos e testes de garotos.
O Vasco alega que o centro de treinamento onde o adolescente faleceu em Itaguaí (RJ), a 69 km da capital fluminense, ainda não pertence ao clube, apesar de haver uma negociação em curso para sua aquisição. E nega que os atletas da categoria de base tenham sido instalados anteriormente em condições inadequadas.

A morte ocorreu em meio a um dos testes realizados pela equipe para selecionar novos talentos. Cada processo de seleção é composto por três fases. O jovem havia sido aprovado pela primeira e acabou tendo um mal súbito após 12 minutos da segunda fase. Não havia médicos no local.
“Entre as adequações que vínhamos cobrando está a observação de direitos mínimos como assistência médica e alimentar durante o período de testes. Ainda que não exista uma relação de trabalho, esses garotos em período de testes tem que ter proteção. A adoção de medidas preventivas poderia evitar ocorrências como esta”, complementa a procuradora Danielle. A diretoria do clube comunica que, após o episódio, todos os testes passaram a contar com médicos de plantão por determinação do presidente Roberto Dinamite.
Base legal
- “Temos defendido a limitação do período de testes, que eles aconteçam durante um breve período no começo do ano para que os alunos não percam o período letivo na escola. Hoje, muitos tentam fazer testes em vários clubes e acabam perdendo o semestre”, acrescenta a procuradora do trabalho. “Isso não é só no Vasco. Acontece no Brasil todo. É difícil colocar essa questão. Os clubes visam o alto rendimento e acabam esquecendo que tem ali um adolescente que, além de jogar futebol, tem outros direitos”, completa.

O MP/RJ também considera que o problema não se limita ao Vasco e pretende estender a fiscalização a outros clubes. “Os clubes exploram o sonho dos meninos de serem jogadores de futebol e se aproveitam da carência de recursos financeiros e econômicos das famílias. Muitos vêm de todo o Brasil para tentar a sorte nesses grandes clubes. Essa questão é bastante preocupante porque apenas uma parcela dos que tentam conseguem se tornar profissionais, que dirá atletas com fama e dinheiro. E muitos acabam sem educação, convivência familiar e comunitária”, diz a promotora Clisanger.
Não é só no Rio de Janeiro que problemas têm sido constatados. Em Minas Gerais, clubes como o Atlético Mineiro e o Cruzeiro também foram pressionados recentemente a firmar acordos. No Paraná, também há discussões em curso nesse sentido. Em função da realização da Copa do Mundo no Brasil em 2014 e das Olimpíadas no Rio de Janeiro em 2016, as autoridades temem que o número de adolescentes explorados aumente no mesmo ritmo que o sonho de sucesso por meio do esporte. O MTE prepara uma série ações para tentar regularizar a questão. Hoje, no Brasil, nenhum clube tem cursos validados no sistema nacional de aprendizagem para fazer os registros considerados necessários pelas autoridades.
No Blog do Sakamoto
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OMS admite omitir efeitos de dano à saúde pelo flúor

Uma menção no site da Organização Mundial da Saúde (OMS) admite que houveram sugestões por membro ou membros da reunião do Grupo de Trabalho de Aspectos Químicos em Tóquio, realizada em 2002, para omitir a informação sobre os “efeitos adversos à saúde” do flúor para “evitar uma polêmica”.
“Na reunião do Grupo de Trabalho de Aspectos Químicos (Tóquio, 2002), o grupo foi informado de que a monografia estava sendo finalizada, e houve uma discussão considerável sobre vários aspectos do projeto, incluindo uma sugestão de que a monografia não deve misturar a discussão sobre o benefício do uso de flúor com efeitos adversos à saúde para evitar polêmica. A monografia não foi discutida na reunião das Orientações para a água potável do Grupo de Qualidade de Trabalho (Genebra, 2004). O documento está em edição e layout (2005). A apresentação para os Grupos de Trabalho do Programa de Saúde Oral da OMS sobre a importância da fluoretação foi feita em 2005.”
A OMS deliberadamente omite informações cruciais sobre os efeitos prejudiciais do fluoreto nas suas futuras publicações, que por sua vez funcionam como princípios orientadores, quase que mandamentos, para os estados de todo o mundo.
Dr Richard Shames, graduado em Harvard e na Universidade da Pensilvânia, após uma investigação aprofundada sobre os efeitos do flúor sobre o sistema biológico humano, observou:
“(…) Os campos de concentração nazistas utilizavam água fluoretada para suprimir a vontade e o vigor dos reclusos. Isso parece ter acontecido durante os anos 1930 e foi o primeiro exemplo conhecido de água fluoretada, para uma população específica.”
O fluoreto, em qualquer quantidade, é nada menos do que uma arma química. Considerando que é aplicada a populações inteiras ou a certos grupos dentro de uma população, a definição é a guerra química, uma ferramenta mais útil para os eugenistas que têm a intenção do despovoamento do planeta.
Fontes:Infowars, Noticias Alternativas, Prova Final
No Burgos
Veja também: A Mentira do Flúor / The Fluoride Deception
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Rio Grande: Fepam concede licença de instalação ao Oceanário Brasil

 Reproduzo artigo publicado em 12/07/11 

A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), do Rio Grande do Sul, concedeu, nesta segunda-feira (11), a Licença de Instalação (LI) para o Oceanário Brasil, projeto que a Universidade Federal do Rio Grande (Furg) pretende implantar em Parque Ecológico, localizado entre o Cassino e os Molhes da Barra, em uma área de 176 hectares do lado do Oceano Atlântico. A licença aprova a execução da obra no local estabelecido e, a previsão é de que o oceanário fique pronto no final de 2012.
Oceanário Brasil - FURG/Rio Grande
De acordo com a secretária estadual de Meio Ambiente, Jussara Cony, esse projeto trata de uma inovação para o RS e Brasil e que, por isso, todos que contribuíram conjuntamente pela implantação estão de parabéns. "O processo deu entrada na Fepam em 2009 e foi um dos primeiros que tomamos conhecimento do significado, com a audiência concedida ao reitor João Carlos Cousin. Desde esse momento, respeitando a legislação e em consonância com a grandeza nos aspectos científico, tecnológico, econômico, educacional e ambiental, foi dada a agilidade necessária para o licenciamento", destacou Jussara.


Para o presidente da Fepam, Carlos Fernando Niedersberg, é uma grande satisfação assinar hoje a LI do Oceanário Brasil por ter a dimensão da importância do empreendimento para a FURG e para a cidade de Rio Grande. "Com certeza será um importante espaço de divulgação cientifica e grande atrativo turístico para a região."
Com um investimento de R$ 140 milhões, o Oceanário Brasil será dividido em Ala Norte, Sul, Leste, Oeste e Central. Os projetos científico, o de lazer e o turístico deverão contar com Centro de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação Oceanográfica, área de apoio técnico, Espaço Artesanal de Economia Solidária, mirante, teleférico, quiosques, lago e estacionamento. Deverão reproduzir todos os ecossistemas brasileiros, contando com vários aquários. Trata-se de um projeto inédito no País e de grande alcance turístico, científico, tecnológico e educacional, com o qual a Furg pretende alavancar o desenvolvimento da região.
Oceanário Brasil - FURG/Rio Grande
Rio Grande
Rio Grande, terra do Barão de Itararé, é uma cidade intrinsecamente ligada ao mar, que possui grande biodiversidade e muitos estudos reconhecidos direcionados ao ambiente marinho. Apesar de viver em uma cidade litorânea, desfrutando da gastronomia típica, do lazer e da renda que a atividade no mar proporciona, a população muitas vezes nem imagina as riquezas que o mar possui. Com o Oceanário, os moradores, estudantes, pesquisadores e turistas terão a oportunidade de conhecer os segredos do Oceano Atlântico e sua relação com as bacias hidrográficas brasileiras.
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Molhes da Barra de Rio Grande terão qualificação

A ideia é realizar o processo de qualificação dos molhes em conjunto com os vagoneteiros e a ONG Núcleo de Educação e Monitoramento Ambiental (Nema). O trabalho deve ser de sustentabilidade ambiental, sócio-econômico e turístico.
Após a obra de ampliação dos Molhes da Barra, realizada pelo Governo Federal, o Porto do Rio Grande ficou responsável pelo cuidado da estrutura dos molhes, considerado um dos mais importantes pontos turísticos do Litoral Sul, por suas belezas naturais, espécies marinhas e grandiosidade. O Superintendente do Porto do Rio Grande, Dirceu Lopes, diz que o espaço dos molhes sempre foi uma atração turística não planejada, e que agora deverá ser qualificado e receber um memorial.
"Os molhes são um espaço de visitação pública que as pessoas faziam de forma voluntária. A ideia agora é realizar o processo de qualificação dos molhes, em conjunto com os vagoneteiros e a ONG Núcleo de Estudos Ambientais (Nema)", ressalta ele. O trabalho deve ser de sustentabilidade ambiental, sócio-econômico e turístico, que resgate a história da construção dos molhes da barra, contada através de fotos e textos que remontam desde a concepção até a construção efetiva nos dias de hoje. "A idéia é utilizar o local do antigo farol para a construção deste memorial", afirma Dirceu.
Segurança e orientação
Conforme ele, o projeto busca zelar pela segurança dos visitantes, por isso haverá um processo de orientação dos passeios, entrega de folders com instruções, e informações serão distribuídas permanentemente, chamando a atenção de quem usa este bem para os aspectos de educação ambiental e segurança. O desenvolvimento do projeto deverá ser discutido com todos os envolvidos, para que este seja um espaço de visitação e conhecimento público das belezas de todo conjunto dos Molhes Leste e Oeste.
Os vagoneteiros, responsáveis pelo passeio, serão de extrema importância para a realização plena do projeto. "Todos deverão participar, seja no processo de capacitação, na questão do aprendizado de outras línguas, atendimento à população, melhorias nas vagonetas, que são seu instrumento de trabalho, e nas condições para que permaneçam fazendo seu trabalho. Eles são fundamentais para que o processo tenha êxito", concluiu o Superintendente do Porto.
Grupo de Trabalho
A SUPRG já criou o Grupo de Trabalho do Plano Turístico dos Molhes da Barra, que inclui setores como engenharia, arquitetura, meio ambiente, jurídico e comunicação. As reuniões estão ocorrendo semanalmente para dar andamento nos trabalhos. O projeto é divido em três etapas em curto, médio e longo prazo, sendo que a primeira fase é considerada emergencial e as atividades serão realizadas ainda neste veraneio. A SUPRG já realizou uma reunião com os vagoneteiros, quando mais de cinquenta estiveram presentes e colocaram suas reivindicações e sugestões.
Assessoria de Imprensa Palácio Piratini
Assessoria de Comunicação da SUPRG
No Hidrovias Interiores
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Casoy diz que Lula matou dona da Daslu

Boris CCCasoy perde totalmente a noção, diz que Lula matou Eliana Tranchesi e acaba engasgando com o próprio veneno
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Chávez en Cuba: Aquí estamos llenos de fe y esperanza

El presidente de Venezuela Hugo Chávez agradeció este viernes las oraciones que todo el pueblo venezolano ha elevado para que la operación a la que será sometido en Cuba, sea un éxito.
Comentó, en un contacto telefónico con el programa Contragolpe, que transmite VTV, que llegó, pasadas las 9:00 (hora venezolana), a La Habana para tratarse una lesión que le fue detectada en el mismo lugar donde le fue extraído un tumor en junio de 2011.
Desde este espacio televisivo, Alexis Romero, pastor capellán del Palacio de Miraflores, elevó una oración por la pronta sanación del Presidente.
“Aquí estamos llenos de fe y esperanza”, respondió Chávez, luego de estas plegarias y deseos de buena voluntad expresados por un grupo de religiosos que participaron en el programa.
Comentó que la ministra de Salud, Eugenia Sader, será su vocera para informar al país sobre su estado.
“Tengo fe en que todo va a salir bien”, agregó Chávez, quien manifestó que este fin de semana será para preparar la intervención quirúrgico a la cual será sometido.
Foto: Teresa ManigliaFoto: Teresa Maniglia
Foto: Teresa Maniglia
Foto: Teresa Maniglia
Fotos: Teresa Maniglia
No CubaDebate
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Violência de seguranças da CPTM: tucanos adoram o povo!

Cena presenciada no dia 19/02/12 em torno de 00:30 no trem da CPTM - Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, na linha 7-Rubi, entre a estação Jaraguá e Vila Clarice.
O homem abordado como sendo vendedor ambulante já vinha sentado desde algumas estações, portava uma sacola, mas naquele momento não vendia nada. Inicialmente dois seguranças começam a abordagem (entre eles o que agarra o homem pelo pescoço logo depois).
Estes dois chamam outros dois que estavam ao fundo do trem conversando com três garotas que vinham sentadas. Enquanto tiravam o homem do trem com violência chamavam os outros seguranças que estavam na estação Vila Clarice, os quais atravessaram as escadas rapidamente para chegar até lá.
Temendo que vissem que eu observava e filmava a cena toda deixei as escadas, tentei dizer ao funcionário da bilheteria que estava ocorrendo uma agressão desnecessária do outro lado e que eu havia registrado em vídeo, o qual não mostrou muito interesse e apenas pegou na mão o telefone.
Saí da estação rapidamente já que estava com a minha namorada, era tarde da noite e pela violência que tinha presenciado imaginei que algo pior pudesse nos acontecer.
Além dos cada vez mais frequentes acidentes na linha, nota-se a qualidade do serviço pelo tipo de segurança terceirizada e mal preparada que contratam.
Texto: Wellington (usuário que presenciou os fatos)
No Diário da CPTM
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Os 10 mais homofóbicos do Brasil

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