14 de fev de 2012

2Cellos

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O governo do PSDB

Campanha - " Meu salário é uma palhaçada"
Isso é o que ganha um médico para trabalhar no estado de São Paulo (R$ 414,30)... PALHAÇADA...
Vamos divulgar e ver se algum político toma vergonha na cara...
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Sky se pronuncia oficialmente sobre negociação com Fox Sports

Nesta segunda (13), a operadora de TV paga Sky finalmente se pronunciou sobre a polêmica envolvendo o canal Fox Sports.

Através de seu Twitter oficial, a empresa disse: "#FoxSports: A SKY mantém as negociações com este canal e está empenhada para chegar a uma condição que favoreça os nossos clientes".

Por outro lado, a operadora foi bem dura: "nós não vamos aceitar ofertas inadequadas que impactem em um alto custo na assinatura. A programadora responsável pelo canal é também responsável pelo Speed e FX, que estão no seu pacote, solicite a eles que transmitam os jogos da Libertadores nestes canais".

A Sky finaliza o comunicado no Twitter dizendo que só mantém ainda as negociações com o Fox Sports por conta do compromisso com seus clientes: "o nosso compromisso é zelar pelos nossos clientes, é por isso ainda que nos mantemos em plena negociação. #FoxSports".

A posição da Sky já repercute na internet. Pouco depois, o narrador do Fox Sports, Marco de Vargas, também usou o microblog para provocar: "a partir de agora todos estão livres para pedir jogos do PPV no GNT, Multishow, Globonews, Telecine", disse, referindo-se a canais da Globosat, que detém uma porcentagem nas ações da operadora.

Comenta-se que a Sky estaria dificultando a entrada do novo canal em seu line-up pois seria concorrência ao Sportv. Vale lembrar que o Fox Sports já tirou desta emissora competições importantes, como as copas Libertadores da América e Sulamericana.
O Fox Sports estreou no Brasil no último dia 5, porém pouca gente viu. Isso porque o sinal da emissora esportiva estava incluída apenas na NossaTV, de propriedade de R.R. Soares, e outras operadoras menores, regionais.
Porém, a partir da meia-noite desta terça-feira (14), o Fox Sports substituirá o sinal do Speed Chanel na OiTV, Telefônica, TVA, CTBC, RCA e afiliadas da Neo TV.
Na OiTV, o canal esportivo estará disponível pelo canal 520, na Telefônica e CTBC pelo canal 465, 50 da TVA e 54 pela RCA e afiliadas da Neo TV.
Já a NET diz que segue negociando com o canal e deve liberar o sinal "em breve", enquanto a Sky não vinha se pronunciando até então, o que foi feito somente hoje através do Twitter.
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Soldado griego se niega a reprimir a los manifestantes en la plaza Syntagma

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Cotas Raciais

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E quando somos racistas e nem percebemos?

O brasileiro não é racista.
Nem machista.
Muito menos homofóbico.
Ricos e pobres têm acesso iguais a direitos.
O shopping Higienópolis, em um dos bairros mais ricos de São Paulo, tornou-se palco de manifestação antirracismo neste sábado. Uma arquiteta ouvida pela Folha de S. Paulo discordou do protesto: “Achei ridículo. Afinal de contas, esse negócio de racismo onde é que está?” Questionada a respeito da reclamação dos manifestantes sobre a pequena quantidade de negros no shopping, ela respondeu: “Você viu a quantidade de seguranças negros, de empregados?”
A sinceridade foi tão grande que ela nem se ligou que sua declaração foi como uma cobra comendo seu próprio rabo.
Só havia uma negra na minha sala de aula na graduação em jornalismo na USP.
O que faz sentido. Até porque, como todos sabemos, os negros representam 4% da população brasileira.
Mas isso não importa, porque não existe preconceito por cor de pele.
Ou como diria o genial Laerte:
Ignorar um machucado não faz ele desaparecer.
Confiar no mito da democracia racial brasileira, construído para servir a propósitos, é tão risível quanto ser adulto e esperar um mamífero entregador de chocolate (a.k.a. Coelho).
Encarar pessoas com níveis de direitos diferentes como iguais é manter em circulação coisas que a gente ouve por aí:
- Tinha que ser preto mesmo!…
- Amor, fecha rápido o vidro que tá vindo um escurinho mal encarado.
- Olha, meu filho não é preconceituoso, não. Ele tem amigos negros.
- Eu adoro o Brasil porque é um país onde não existe racismo como nos Estados Unidos. Aqui, brancos e negros vivem em harmonia. Todos com as mesmas oportunidades e desfrutando dos mesmos direitos. O que? Se eu deixaria minha filha casar-se com um negro? Claro! Se ela conhecesse um, poderia sem sombra de dúvida.
- Vê se me entende que eu vou explicar uma vez só. A política de cotas é perigosa e ruim para os próprios negros, pois passarão a se sentir discriminados na sociedade – fato que não ocorre hoje. Além disso, com as cotas, estará ameaçado o princípio de que todos são iguais perante a lei, o que temos conseguido cumprir, apesar das adversidades.
Mas o brasileiro não é homofóbico.
Nem machista.
Muito menos racista.
O blogueiro, um japonês safado e escurinho, é que é um idiota.
No Blog do Sakamoto
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Reportagem revela uma história escabrosa

A revista CartaCapital desta semana mata a charada do Pinheirinho e cria um desafio do qual os grandes diários de circulação nacional não podem escapar, sob pena de lançarem mais uma pá de terra sobre o jornalismo brasileiro.
CartaCapital fez apenas o óbvio: foi investigar a verdadeira história do terreno, na cidade de São José dos Campos, cuja desocupação, autorizada pela Justiça, produziu cenas de violência contra cerca de 1.500 famílias sem moradia legal.
A conclusão é simples: a omissão das autoridades, a decisão judicial e a operação policial compõem um conjunto no qual o Estado se coloca a serviço do notório especulador Naji Robert Nahas, contra os direitos mais fundamentais de milhares de brasileiros.
Tese da legalidade
Na madrugada de 22 de janeiro, um domingo, ou seja, há menos de um mês, a Polícia Militar irrompeu no terreno ocupado irregularmente e retirou os moradores de suas casas, tangendo-os para fora do perímetro da propriedade. Em seguida, máquinas contratadas pelos administradores da massa falida da indústria de café Selecta, suposta proprietária, arrasaram as casas, destruindo móveis, utensílios domésticos, documentos e recordações daquela gente.
Houve muita controvérsia, movida essencialmente por cidadãos indignados através das redes sociais. Na chamada grande imprensa, um silêncio apenas quebrado aqui e ali por manifestações esporádicas de articulistas. Num desses artigos, publicado numa quarta-feira, 1/2, na Folha de S.Paulo, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) procurou defender o governo paulista batucando na tese da legalidade da ação policial.
Em outra manifestação, publicada em 6/2, a secretária de Justiça Eloisa de Souza Arruda também defendeu a desocupação, em entrevista ao Estado de S.Paulo, dizendo, entre outras coisas, que as autoridades apenas cumpriram a lei e que os ocupantes do Pinheirinho “sabiam que estavam em propriedade alheia” e nunca pagaram os impostos. (No caso, o “alheio” se refere ao suposto proprietário, o especulador Naji Nahas e ou seus credores.) Declarou também que “por trás da massa falida (de Naji Nahas) tem funcionários de empresas que esperam há anos seus débitos trabalhistas”.
A imprensa tendeu a apoiar a tese da legalidade da ação policial, omitiu de seus leitores os abusos cometidos por PMs e seguranças particulares depois da desocupação e esqueceu o assunto.
A serviço de Nahas
Dizíamos, no Observatório da Imprensa, na terça-feira (7/2, ver “Os direitos de uns e de outros”), que “um jornalismo decente iria comparar o caso Pinheirinho com a presteza da Justiça e a sanha policial na reintegração de posse de terrenos públicos, por exemplo. Uma pauta minimamente honesta iria buscar as diferenças de tratamento que a Justiça e a polícia dão, por exemplo, a casos como o de Pinheirinho e os das ricas propriedades de veraneio que ocupam terrenos da Marinha ou invadem trechos da Mata Atlântica em todo o litoral do país”.
Pois bem: CartaCapital acaba de demonstrar que a pressa da Justiça em mandar devolver o terreno à massa falida da Selecta tem muitos aspectos suspeitos. Os repórteres da revista realizaram o trabalho que o resto da imprensa brasileira não soube ou não quis fazer: foram examinar a história do terreno que é reclamado por Nahas e descobriram fortes indícios de que a Justiça foi vítima ou cúmplice de um típico “cambalacho”.
Além das velhas suspeitas de grilagem, diz o texto, sobram provas de que o especulador tentou de muitas formas burlar o pagamento de impostos e nunca usou o terreno para outra coisa além de apresentá-lo como garantia para a obtenção de empréstimos bancários.
Nahas se celebrizou por montar uma pirâmide financeira que levou à bancarrota a extinta Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, em 1989, e voltou ao noticiário policial em 2008, ao ser preso na chamada Operação Satiagraha.
A reportagem faz o histórico do terreno de 1,3 milhão de metros quadrados, conhecido anteriormente como Campo dos Alemães, que abrigava a comunidade do Pinheirinho. Deveria ter se transformado em propriedade do Estado, mas foi parar nas mãos de Naji Nahas em 1981, ainda em contrato precário. CartaCapital demonstra claramente que todos os movimentos de Nahas na Justiça se deram no sentido de impedir a venda do terreno em leilão público.
A retirada dos moradores pobres deve valorizar ainda mais o imóvel, que, segundo demonstra a reportagem, não precisava entrar na conta dos débitos da Selecta para que fossem pagos os direitos trabalhistas apontados como justificativa para a reintegração de posse. De mesma forma, não havia outro motivo para tanta pressa na desocupação do imóvel – a não ser como forma de atender ao desejo de lucro do especulador.
Demonstrado pela revista que o único beneficiário da decisão judicial e da ação da Polícia Militar foi Naji Nahas, aguarda-se algum interesse dos jornais em terminar de contar essa história escabrosa.
Luciano Martins Costa
No Observatório da Imprensa
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Kassab subiu no telhado, mas isso é só um detalhe…

Há alguns dias o ex-governador José Serra vem mantendo encontros sistemáticos com Orjan Olsen, presidente da Analítica Consultoria e um dos pesquisadores preferidos do tucanato. Olsen estaria fazendo pesquisas qualitativas em que o nome de Serra é apresentado a grupos de eleitores da cidade de São Paulo para saber quais seriam as possibilidades de uma candidatura dele à prefeitura.
Os resultados não seriam tão desesperadores e Fernando Henrique Cardoso fechou a questão. Serra tem que ser o candidato do PSDB. Ligou para Geraldo Alckmin e pediu ao governador todos os esforços para impedir a realização da prévia do partido marcada para março. E, mais do que isso, pediu garantias de que Serra teria um amplo palanque no primeiro turno. Com o apoio de partidos como PDT e PSB.
Alckmin teria garantido ao ex-presidente que se Serra for candidato não fará jogo duplo. Que o apoiaria sem restrições e que ajudaria a montar uma ampla aliança. Alckmin está negociando com o PSB o apoio a candidatos do partido em São José do Rio Preto e em Campinas. E em relação ao PDT, ofereceria a secretaria do Trabalho para o partido ficar com Serra.
Além desses partidos, Serra ainda teria o apoio do DEM, PPS, PTB, PV e do PSD. Já que Kassab não teria como não apoiá-lo.
Ao ser indagado ontem por um vereador de sua base sobre a possibilidade de Serra ser candidato, Kassab teria dito que as chances eram de 10%. Até anteontem ele só falava em “chance zero”.
No PT, há quem ache que o prefeito fez todo esse movimento de aproximação com o partido para criar um constrangimento futuro. Uma das lideranças que não tem escondido essa opinião é Marta Suplicy. Para ela, Kassab tem feito o jogo de Serra. O que ele quer é montar uma chapa com o ex-governador candidato e seu secretário de Educação, Alexandre Schneider, a vice. Esse seria o seu sonho de consumo. Pois com Serra na prefeitura, Alckmin não reinaria sozinho. E Kassab poderia ser ou candidato a vice ou a senador na chapa dos tucanos.
No PT a dubiedade de alguns movimentos do prefeito tem sido anotada. Por exemplo, quando se reuniu com a direção do PSD para discutir os rumos da eleição em São Paulo, Kassab teria emitido sinais de que ao fim do encontro anunciaria que a prioridade era a aliança com Haddad. Mas quando a reunião acabou, o anunciado foi de que Afif seria o candidato do PSD.
PMDB na mira
Para o PT a candidatura de Serra não é imbatível. Entre outras coisas, porque mesmo com um amplo palanque no primeiro turno, o tucano teria muita dificuldade em ampliar no segundo. Sendo Serra o candidato e tudo caminhando do jeito que está hoje, outras três candidaturas teriam potencial. A de Haddad, a de Chalita e a de Russomano, que tem a Igreja Universal por trás. A IURD pretende usá-lo como puxador de votos pra montar uma bancada pelo PRB. Os bispos têm falado em eleger de 5 a 6 vereadores, o que resultaria numa bancada de 10% da Câmara Municipal, que tem um total de 55 vereadores.
Se Serra fosse para um segundo turno contra Haddad, Chalita e Russomano seriam decisivos. A Universal tem se aproximado muito de Alckmin e poderia até apoiar Serra usando o argumento de que Haddad é o pai do “kit gay”. Mas isso seria um rompimento declarado com o governo Dilma. E talvez não seja o melhor momento para isso. Chalita e o PMDB não teriam como apoiar Serra.
O acordo com o PMDB não passa neste momento por tentar tirar Chalita do jogo (pode ser que se torne o objetivo), mas de garantir seu apoio num eventual segundo turno com Serra. E neste sentido foi que se costurou o veto de ontem do Diretório Estadual ao apoio do PT ao candidato Gil Arantes, do DEM.
O adversário de Gil na cidade é Furlan, do PMDB. E o vice-presidente Michel Temer estaria costurando uma aproximação entre Furlan e o PT. Furlan já estaria inclinado a aceitar o acordo, abrindo as portas para o PT participar do seu governo com até três secretarias.
O acordo com o PMDB também estaria esquentando em Santos, onde o prefeito João Paulo Tavares Papa também gostaria de ter o partido como vice na chapa do candidato que vier a apoiar. Em Santos, o difícil está sendo convencer a deputada estadual Telma de Souza a abrir mão da sua candidatura.
Em Santo André, Nilson Bonome, do PMDB, que era o supersecretário do prefeito Aidan, do PTB, deixou o governo anunciando sua candidatura, mas já estaria conversando com o deputado estadual Grana para fazer parte da sua chapa.
Todas essas costuras com o PMDB teriam como objetivo pavimentar um caminho para uma aliança mais ampla em 2014, que poderia ter na cabeça de chapa ou um petista ou um peemedebista. Até porque nem os petistas descartam a surpresa Chalita. Se ele vier a ganhar a eleição em São Paulo, o PMDB passa a ser uma força com reais condições de costurar uma grande aliança no estado.
A aliança com Kassab subiu no telhado. Mas o jogo das eleições em São Paulo está sendo jogado de uma maneira muito mais intrincada do que a cobertura política está noticiando. Não é só Kassab e o PT que estão se mexendo. Há desde a IURD, passando por Serra, Alckmin, Paulinho da Força, PSB, Temer e prefeitos de cidades importantes neste tabuleiro.
No Blog do Rovai
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Charge online - Bessinha - # 1045

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Greve de Bombeiros na Bélgica: Tropa de Choque Sifu!

Enquanto por aqui a polícia só não desce o cacete quando a manifestação é em causa própria, na Bélgica a tropa de choque teve trabalho para conter o protesto dos bombeiros:

Cadê o spray de pimenta agora?
No Cachete
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Melhor definição de Capitalismo que já li

"O capitalismo é um sistema de roubo planetário exacerbado. Pode-se dizer que o capitalismo é uma ordem democrática e pacífica, mas é um regime de depredadores, é um regime de banditismo universal. E digo banditismo de maneira objetiva: chamo bandido a qualquer um que considere que a única lei de sua atividade é seu próprio proveito. Mas um sistema como este que, por um lado, tem a capacidade de se estender e, por outro, de deslocar seu centro de gravidade é um sistema que está longe de estar moribundo". - Alain Badiou, filósofo francês comunista
No Tudo em Cima
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Burgos, a versão espanhola de José Serra

Burgos falseó su currículum durante tres legislaturas en el Congreso
El secretario de Estado de la Seguridad Social declaró de 1993 a 2004 que era “licenciado en Medicina”
Tomás Burgos, durante su toma de posesión. / EFE
Un portavoz del Ministerio de Empleo y Seguridad Social atribuyó a “un error técnico, un fallo de coordinación o de comunicación” el hecho de que en la biografía del secretario de Estado de la Seguridad Social, Tomás Burgos, que se difundió en la referencia oficial del Consejo de Ministros del pasado 30 de diciembre, tras su nombramiento, se le atribuyera la condición de “médico”; un título que no tiene, ya que no completó los estudios de Medicina en la Universidad de Valladolid. “Burgos nunca ha dicho que sea médico, ni ha falseado su currículum, ni ha actuado de mala fe. Está lo suficientemente cualificado como para no tener que atribuirse méritos de los que carece”, añadió.
Fuentes de Moncloa indicaron que la referencia del Consejo de Ministros se confeccionó a partir de la información facilitada por el departamento que dirige Fátima Báñez, que el mismo 30 de diciembre difundió una nota de prensa en la que se definía a Burgos como “médico y experto en gestión sanitaria”.
El problema, sin embargo, no radica en si el origen del error estuvo en Presidencia del Gobierno o en el Ministerio de Empleo, sino en la responsabilidad del propio secretario de Estado.
Un rastreo por los archivos de la página web del Congreso revela que no es la primera vez que Burgos se atribuye falsamente la condición de médico. En su ficha personal correspondiente a la legislatura 1993-96, la primera en la que fue diputado, se dice que es “licenciado en Medicina”. En su currículum de la legislatura 1996-2000 se añade a lo anterior: “y Cirugía”. Y en su ficha de diputado de la legislatura 2000-04 vuelve a la denominación más simple de “licenciado en Medicina”. Es decir, durante 11 años, desde 1993 a 2004, Burgos declaró al Congreso que tenía un título del que carecía. La mención desapareció de su ficha en las legislaturas 2004-08 y 2008-11, para reaparecer, aunque de forma más lacónica, en su currículum de la legislatura actual, en la que solo se dice: “Medicina y Cirugía. Universidad de Valladolid”.
Los datos que figuran en las fichas del Congreso los aportan los propios diputados al inicio de cada legislatura, cuando rellenan y firman un formulario en el que autorizan su difusión a través de la página web. La actualización es obligada pues, por ejemplo, Burgos hizo constar a partir de 1996 su estado civil: soltero.
“Uno puede poner que es Premio Nobel de Medicina. Nadie se ocupa de comprobarlo. Se presume la veracidad”, explica un veterano parlamentario.
El País pidió este lunes al secretario de Estado de la Seguridad Social su versión sobre estos hechos, pero no obtuvo respuesta.
A última hora de la tarde, la Secretaría de Estado de Comunicación corrigió la referencia del Consejo de Ministros del pasado 30 de diciembre. Donde antes decía que Burgos era “médico”, ahora pone que “tiene formación universitaria en Medicina por la Universidad de Valladolid”.
No Ficha Corrida
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Serra e o espírito de 32

A campanha de 1932, que depois seria, em 1964, reciclada
pelo "Ouro para o bem do Brasil".
Do bem, nem se sabe, já o ouro...
A notícia dada hoje pela Folha de S. Paulo, de que José Serra negocia (sic) com Geraldo Alckmin sua candidatura à prefeitura paulistana é a prova de que a política, por mais hipocrisia e arranjos que abrigue, sempre leva as disputas para algo que representa, de fato, o conflito de projetos políticos.
Serra, candidato, é um perigo e uma esperança.
É evidente que ele é, de longe, um candidato com mais chances de vitória do que os “famosos quem” que disputam a indicação tucana para o pleito. Aliás, a história de que eles seriam “o principal obstáculo” à candidatura Serra é de rolar de rir.
E também é um quase definitivo golpe contra a articulação de Lula que, livrando Kassab da posição de “saco de pancadas”, pudesse enfraquecer ainda mais o tucanato paulista e tirar-lhe, em outubro, a sustentação do terceiro ou quarto governo em importância nacional, o da municipalidade paulistana.
Mas, ao inverso destes riscos, caminha um fator desafiante.
Serra na disputa traduz o que foi, para além das aparências “constitucionalistas” , o movimento de 1932: a reação das oligarquias ao processo de transformação do Brasil que a Revolução de 30 havia desencadeado.
Claor que a paráfrase tem suas diferenças objetivas, e muitas, mas esta é a essência desta disputa.
Um “famoso quem” como candidato tucano seria aquele brado dos oficiais do Batalhão Universitário Paulista – qualquer coincidência é mera ironia – que gritavam em francês “salve-se quem puder” diante da entrada de Vargas em Itararé.
É verdade que Lula, hoje, como o Vargas do segundo mandato, quer soluções menos cruentas, e que bom que seja assim.
A inclusão de Gilbertto Kassab numa aliança vitoriosa deveria ter soado como a garantia de que há espaço – e tem mesmo de haver - para a riqueza e tipicidade paulistas no Brasil que está sendo reconstruído. Mas que é preciso reverter o modelo concentrador riqueza e semi-separatista que se acentuou após o golpe de 64, e que São Paulo pode ter outro destino que não o de ponto de drenagem da riqueza brasileira.
A candidatura Serra torna mais evidente esta reorganização do Brasil, porque não será por questões essencialmente municipais da paulicéia que ele terá votos, mas pela reação, raivosa e irracional, a um novo projeto de Brasil: inclusivo, desevolvimentista e equilibrado regionalmente. E que São Paulo não precisa ser Wall Street para ser Nova York, que jamais seria o que é se o resto dos EUA fossem um país miserável.
É para evitar isso que Lula vinha se movendo, nas suas difíceis condições pessoais e enfrentando um enorme desgaste – que só ele, com o seu crédito pessoal poderia enfrentar – ao defender uma aliança com Kassab.
Sabe que a candidatura Serra é feia e perigosa como um estertor, que tem o esgar, jamais o sorriso, que tem a morte e o ódio, jamais a vida e o amor ao ser humano.
Mas é, ao mesmo tempo, o sinal da fraqueza da fera em agonia, expresso em dentes e garras implacáveis por sua própria sobrevivência.
Sabe que, morto o PSDB em São Paulo, a direita brasileira, espalhada por todo o país, estará muito perto de jogar ao mar o grupo servil e elitista no qual se representa e munir-se de novas caras, novos líderes e, sobretudo, de projetos diferentes daqueles que, há uma década, tornaram-se intragáveis para o povo brasileiro.
No Tijolaço
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Instiuto Millenium dá ultimato a Serra

Merval Pereira e Carlos Alberto Sardenberg, porta vozes oficiais do Instituto Millenium, mandaram hoje (14/02/2012) um recado a José Serra.
Curto e grosso: Serra você está em fim de carreira, contente-se com a prefeitura de São Paulo e declare publicamente que o candidato à presidência da República em 2014 é Aécio Neves. Se aceitar o "conselho" dos porta vozes do Millenium, terá todo apoio da midiazona tradicional que sempre o apoiou, caso contrário, pegue seu chapéu e saia de fininho.
É pegar ou largar!
Ouça aqui, o "conselho espiritual" dado ao Serra pelos conselheiros do Milenium.


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Debilóide reaparece no julgamento de Lindemberg

André Luiz dos Santos, o Pateta da Cruz
Identificado o elemento que faz esse papel ridículo: trata-se do empresário André Luiz dos Santos, de Ponte Alta (MG). Só faltou esclarecer o que a empresa faz e quem cuida dela enquanto o dono tem esses surtos.
Outras aparições do Debilóide:
Votação do Código Florestal
Julgamento dos Nardoni
Escola do Realengo onde houve o massacre
Marcha da corrupção
Outras performances do sujeito:
No Esquerdopata
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Cenas do cotidiano

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A Grécia como um modelo em escala para a Europa

A Grécia não tem peso suficiente para desequilibrar financeiramente a Europa, pois representa apenas algo como 2% da eurozona, mas o que acontece nela é uma espécie de modelo em escala reduzida do cenário europeu e norte-americano que inevitavelmente seguirá o curso que ela tomar. Os neoliberais incrustados no Banco Central Europeu, na Comissão Europeia e no FMI tentam proteger de perda total a finança privada inflada pela maior especulação da história do capitalismo. Dificilmente serão bem sucedidos.
A Grécia não tem peso suficiente para desequilibrar financeiramente a Europa, pois representa apenas algo como 2% da eurozona, mas o que acontece nela é uma espécie de modelo em escala reduzida do cenário europeu e norte-americano que inevitavelmente seguirá o curso que ela tomar. Sob o nome um tanto pomposo de consolidação da dívida pública grega, os neoliberais incrustados no Banco Central Europeu, na Comissão Europeia e no FMI tentam proteger de perda total a finança privada inflada pela maior especulação da história do capitalismo. Dificilmente serão bem sucedidos.
No meio de múltiplos dados e estatísticas bilionárias e trilionárias divulgadas diariamente pela imprensa cobrindo praticamente o mundo todo, é muito fácil para o homem comum perder a perspectiva do que de fato está acontecendo na economia planetária. Contudo, em termos conceituais, tudo é muito simples. Especulou-se demais a partir do mercado imobiliário americano e de alguns países da Europa (Espanha, por exemplo). Essa especulação vazou para o mundo todo através dos sistemas financeiros globalmente conectados. Uma enorme bolha financeira, formada por lucros fictícios, descolou-se da economia real. Seu valor efetivo era uma fração do valor de face.
Toda bolha financeira um dia estoura. Às vezes, no mercado acionário. Outras vezes, quando se exagera nos financiamentos externos (crise dos juros no Terceiro Mundo no início dos 80). Em geral, para que a esfera financeira especulativa se reconcilie com a economia real, os detentores dos créditos se defrontam com perdas certas. Isso, contudo, pode ser atenuado no mercado de títulos onde parte das perdas são patrimoniais e recuperáveis: se a pessoa não precisar de vender as ações no curto prazo, pode esperar melhores condições de mercado mesmo que isso leve anos. Já no mercado de dívida bancária a situação é diferente.
A especificidade da crise atual é que ela resultou de especulação no coração do sistema bancário americano e mundial. Os bancos ofereceram créditos, embrulharam os créditos em títulos arriscados, embaralharam títulos com outros títulos, venderam para seguradoras e fundos, recompraram de seguradoras e fundos, e sancionaram a especulação imobiliária na base oferecendo empréstimos para quem não podia pagar. A partir de 2007, os mais espertos já sabiam que isso não ia durar muito. Com efeito, em 2008, a crise estourou quando o Lehman Brothers, o quinto maior banco de investimento dos Estados Unidos, simplesmente quebrou com bilhões de títulos podres em carteira.
Nos Estados Unidos, as autoridades do Tesouro e do Fed imaginaram inicialmente poder deixar que o mercado “liberal” resolvesse a crise. Logo verificaram que, sem interferência oficial, todo o sistema capitalista, a partir do núcleo bancário, colapsaria. O Bank America e o Citigroup, os dois maiores, estavam em pior situação: o Governo teve que estatizá-los parcialmente. Em seguida, foi feito um teste de stress em relação aos outros 17 maiores conglomerados bancários comerciais, constatando-se que o Fed teria que manter suas torneiras de crédito subsiado abertas para garantir o sistema funcionando.
Nos Estados Unidos, porém, depois do custo inicial de US$ 800 bilhões ainda no governo Bush, a sustentação do sistema ficou em sua maior parte a cargo do Fed, sem que isso caracterizasse um subsídio irrecuperável. De qualquer forma, o sistema se beneficiou largamente de condições financeiras que permitiram, e ainda permitem, excelentes condições de arbitragem: os bancos tomam dinheiro a um custo de quase zero por cento do Fed e o aplicam, sem risco, nos títulos do Tesouro rendendo 3,5%. É uma simples operação eletrônica, sem qualquer custo. Com isso, facilitou-se o processo de financiamento requerido pelo pacote fiscal – este, sim, à conta do Tesouro e do cidadão – de US$ 787 bilhões do governo Obama, lançado no início de 2009.
Entretanto, a salvação bancária americana é um fato que está longe de ter sido superado. Giram no mercado cerca de US$ 6 trilhões em hipotecas, estimando-se que algo como US$ 1,5 a US$ 2 trilhões sejam de perda certa quando chegar seu vencimento. Os bancos terão de renegociá-las e, principalmente, fazer lucro a curto prazo ou captar no mercado os recursos necessários para cobrir essas perdas pois, caso contrário, quebram. Como são grandes demais para quebrar, eventualmente terão de ser salvos pelo governo, a despeito do risco moral e da indignação dos cidadãos que se verão espoliados pela especulação privada em mais essa rodada.
Na Europa o comprometimento estatal foi mais longe. Os governos tiveram que salvar seus bancos injetando bilhões de dólares em seus caixas. Alguns, como os ingleses Royal Scotland Bank e o Barclays tiveram de ser estatizados. O mesmo destino tiveram os bancos irlandeses. Neste caso, para evitar sua quebra efetiva, foi o Estado que virtualmente quebrou. Na pequenina Islândia, o governo, pressionado por plebiscitos, foi mais sábio: deixou quebrarem três bancos que, em comparação a seu PIB, eram gigantescos. Até na Alemanha o segundo maior banco, o Commenzbank, teve que ser parcialmente estatizado. Note-se que, na zona do euro, a salvação dos bancos ficou quase totalmente a cargo dos tesouros – portanto, dos cidadãos -, já que o BCE limitou a compra de títulos públicos dos governos.
O circuito da crise financeira é, pois, o seguinte: especulação exagerada no mercado de hipotecas, inadimplência, quebra ou ameaça de quebra dos bancos mais expostos e mais ambiciosos, intervenção dos governos para impedir a quebra dos muito grandes (oito centenas de médios e pequenos foram deixados ir à garra só nos Estados Unidos), programas de ajuste fiscal para reduzir o consequente déficit e a dívida pública dos governos a pretexto de tranquilizar os mercados quanto a seu pagamento, destruição do estado de bem-estar social. Isso funcionará? Claro que não, bastando ver a situação de Irlanda, Portugal e Grécia, todas vítimas dos programas de ajuste, e todas sem saída. E não é preciso esperar muito para surgirem as consequências do desastre não só nas ruas de Atenas; é que se verá, no resto da Europa, que de te fabula narratur.
J. Carlos de Assis, economista e professor, coautor, com o matemático Francisco Antônio Doria, de “O universo neoliberal em desencanto”, Ed. Civilização Brasileira. Esta coluna sai às terças também no site Rumos do Brasil e no jornal “Monitor Mercantil”, RJ.
No Carta Maior
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Serra negocia com tucanos condições para ser candidato

Aliado apresenta a Alckmin pedidos do ex-governador para entrar na campanha pela Prefeitura de São Paulo
Namoro de Kassab com o PT foi decisivo para que ex-presidenciável passasse a reavaliar candidatura a prefeito
O ex-governador José Serra já negocia com o governador Geraldo Alckmin condições para se candidatar a prefeito de São Paulo pelo PSDB.
Serra, que antes dizia não ter interesse em disputar novamente a prefeitura nas eleições deste ano, conversou com Alckmin na semana passada e afirmou que estava reconsiderando sua decisão.
Depois dessa conversa, o ex-vice-governador Alberto Goldman foi ao Palácio dos Bandeirantes para levar a Alckmin as condições de Serra para aceitar entrar no páreo.
O ex-presidenciável tucano quer que o governador mobilize sua tropa para "aparar as arestas" internas com os quatro pré-candidatos inscritos para a prévia do partido, marcada para 4 de março.
Quer, ainda, garantia de que o governador atuará para costurar um consistente arco de alianças que dê suporte à sua postulação.
Tucanos que acompanham as negociações acreditam que a aproximação entre o prefeito Gilberto Kassab (PSD) e o PT foi determinante para que o ex-governador passasse a avaliar a candidatura.
Há pelo menos três semanas, emissários de Alckmin e aliados do próprio Serra tentam persuadi-lo a ser o candidato do PSDB.
A avaliação no entorno de Alckmin é que a decisão de Serra tem de ser rápida, porque a realização das prévias levaria a um fato consumado, que seria difícil reverter sem desmoralizar o partido.
Um dos argumentos usados para convencer o ex-presidenciável a reavaliar a candidatura foi que o maior derrotado de uma eventual aliança entre Kassab - sucessor do tucano na prefeitura- e o PT seria o próprio Serra.
Além disso, a saída do PSD da órbita dos tucanos seria um revés importante para as pretensões que Serra ainda alimenta para a eleição presidencial de 2014.
Enquanto trabalhava para convencer Serra, Alckmin passou a atuar para garantir um arco de alianças que sustentasse outra candidatura tucana menos robusta.
Na quinta-feira, por exemplo, será anunciada a entrada do PDT no governo.
O deputado Paulinho da Força, presidente do PDT paulista e que tem se apresentado como pré-candidato, passou a não descartar apoio ao PSDB no primeiro turno.
O PSB também negocia com os tucanos, a partir da promessa de apoio do PSDB ao seu candidato em Campinas, Jonas Donizette.
Serra e Alckmin atuaram para que o PSDB desistisse de ter candidato na cidade.
A eventual reviravolta no PSDB paralisaria as negociações entre Kassab e o pré-candidato do PT, Fernando Haddad, que ganhavam corpo.
O prefeito tem reiterado que não teria como não apoiar Serra, de quem herdou a prefeitura, caso ele se candidatasse. Kassab vê a segunda semana de março como prazo-limite para que Serra tome uma decisão.
O maior entrave a um consenso pela candidatura de Serra são os quatro pré-candidatos tucanos -Andrea Matarazzo, Bruno Covas, José Aníbal e Ricardo Trípoli.
Desses, os mais resistentes a abrir mão das prévias seriam Aníbal e Trípoli. Para dissuadi-los, aliados de Serra avaliam que seria necessária ação direta de Alckmin.
Isso levaria para o governador, dizem os céticos quanto à possibilidade de acordo, o ônus de ter tratorado o partido no momento em que o processo já foi deflagrado.
Alckmin, no entanto, deu garantias de que está disposto a comandar a operação, por acreditar que Serra é, hoje, o nome mais competitivo para vencer as eleições.
Vera Magalhães | Daniela Lima
No FSP
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Como anda seu conceito de imoralidade?

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Bispo Macedo enfrenta 'demônio' da Igreja Mundial, que lhe toma fieis, bispos e grana

A guerra da Record contra a Globo está agora em um segundo plano para o bispo Edir Macedo, fundador e principal nome da Igreja Universal, dona da Rede Record.
Quem mobiliza todas as forças de Macedo no momento é seu principal antagonista, o bispo Valdemiro Santiago de Oliveira, que foi da cúpula da Universal e de lá saiu (ou foi saído) em 1997, depois de 18 anos na igreja.
Líder da Universal, Edir Macedo publicou em seu site um vídeo onde fica escancarada a guerra contra Valdemiro (que Macedo chama de Valdomiro no vídeo), fundador da Igreja Mundial, uma Universal B (como a Record é uma Globo B), mas que já conta com 1400 igrejas, e tem tomado fieis, pastores e bispos da Universal. E junto com esses, dinheiro que eles levam, conseguem, arrecadam.
A Igreja Mundial é aquela que conseguiu parar a Dutra recentemente, quando inaugurou sua sede em Guarulhos, mesmo contra ordem judicial.
A Universal está sentindo o baque nas finanças. A grana que corria solta para novos projetos na Record recebeu um freio de arrumação. O grupo anunciou que vai desativar a Line Records (a Som Livre da Record).
O desespero do bispo Macedo com o crescimento da rival é tanto, que ele não se faz de rogado e "expulsa o demônio" de uma fiel. Esse "demônio" (confira no vídeo) afirma que Valdemiro é seu servo e que só teme a Universal de Macedo, porque ali o demônio não tem vez.
Não tenho o conhecimento que Macedo tem de seu público, mas acho o vídeo primário e a encenação (desculpem-me os que acreditam, mas é o que me parece) primária.
Vamos ver se atinge o alvo.
Por sua vez, a Globo há pouco fez um festival evangélico, não apenas visando o imenso número de fieis, mas o fortalecimento dos adversários de Edir Macedo. (Parêntesis: em fevereiro de 2009 a Igreja Mundial arrendou a Rádio Mundial, das Organizações Globo).
Curioso é o título que Macedo colocou no vídeo: "Aviso aos incautos". Afinal, o aviso tanto pode significar que ele pretende fazer um alerta para defender os incautos como, lapsus linguae, um alerta que só os atingirá...
No Blog do Mello
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Hoje, a Grécia, amanhã, Portugal, Espanha, Itália...

As imagens acima são da noite do ultimo domingo (12/2) em Atenas, Grécia. O povo grego não aceita se submeter ao destino traçado pelos tecnocratas do capital financeiro.
A grave conjuntura política pelo qual passam quase todos os países da Europa lembra aquele sujeito que sofreu um colapso, por excesso de bebidas alcoólicas, muita ingesta de carnes gordurosas, colesterol altíssimo, pressão arterial no limite, vida sedentária, tabagismo pesado, etc. Levado às pressas para o hospital, dois dias depois recebe a visita de amigos e parentes que assistem estarrecidos o tratamento médico a que está sendo submetido o ente querido. O colapsado está no quarto do hospital tomando baldes de uísque, comendo picanhas suculentas, fumando charutos enormes e vendo televisão adoidado. E os médicos sorriem graciosos prometendo que ele logo-logo vai voltar ao convívio dos seus, com saúde de ferro e disposição inquebrantável.
No Diário Gauche
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Lei Maria da Penha

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Aécio ataca Cuba e esquece Minas

Em sua coluna na Folha na semana passada, Aécio Neves voltou a tratar de política externa, desta vez para demonizar Cuba. O senador tucano, famoso por sumir de Minas Gerais e curtir as suas “folgas” em Miami e Paris, tenta se cacifar como líder da direita nativa. O texto, uma cópia dos memorandos da CIA, objetiva fustigar a política externa soberana, ativa e altiva, iniciada no governo Lula.
Com o título “O silêncio do PT”, o artigo critica o “autoritarismo do regime cubano” e o “regime dinástico dos irmãos Castro”. No tocante ao autoritarismo, os jornalistas mineiros conhecem bem as práticas ditatoriais da dupla Aécio/Andrea. Já os professores, que realizaram a sua mais longa greve no ano passado, são testemunhas da postura truculenta dos filhotes do ex-governador.
Nada sobre o bloqueio dos EUA
O senador tucano também descreve as reais dificuldades vividas pelos 11,2 milhões de cubanos. Mas não diz uma linha sobre o criminoso bloqueio econômico imposto pelos EUA, que completou 50 anos na semana passada. Ele também nada fala sobre a miséria que campeia em Minas, com milhões de pessoas abandonadas pelo poder público, ou sobre as vítimas das recentes enchentes no estado.
Em outro trecho, o tucano esbanja cinismo. Ela critica a “falta de horizonte das novas gerações” de cubanos. O senador realmente está distante do seu estado. Ele esquece que milhões de jovens mineiros, sem qualquer horizonte, já tentaram migrar para os EUA – submetendo-se à violência do império na fronteira com o México e à humilhação do trabalho degradante no solo ianque.
As garras do império
Reforçando a campanha midiática em defesa da blogueira Yoani Sánchez, que vários documentos e vídeos comprovam ser uma mercenária dos EUA, Aécio Neves critica os “olhos fechados” da presidenta Dilma Rousseff em sua recente visita a Cuba. Toda essa histeria para, no final, afirmar que “o flerte com regimes fechados e totalitários, como o de Cuba e o do Irã, expõe publicamente a tentação autoritária que o PT tenta dissimular e que, no entanto, parece estar inscrito no DNA do partido”.
Aos poucos, o senador tucano, tão afastado de Minas Gerais, vai mostrando suas garras para a disputa presidencial de 2014. Com seu artigo na Folha, ele deve ter conquistado mais alguma simpatia dos EUA. No futuro, novos documentos vazados pelo WikiLeaks podem revelar as tramas do colonizado mineiro.
Altamiro Borges
No Blog do Miro
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