29 de jan de 2012

Wood & Stock e Rita Lee

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Uma conversa afiada com Paulo Henrique Amorim

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O protesto contra tucanos no Museu de Arte

Manifestantes fizeram ato durante inauguração do prédio do Museu de Arte Contemporânea da USP (MAC-USP) contra a atuação policial nos bairros do Pinheirinho, em São José dos Campos, e da Luz e na Cidade Universitária, em São Paulo.
O governador Geraldo Alckmin, embora estivesse com presença confirmada, não estava presente no evento.
O reitor da USP, João Grandino Rodas, se retirou do prédio quando percebeu que havia estudantes da universidade no local.
O secretário estadual da Cultura, pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, antigo subprefeito da Sé, um dos idealizadores do projeto da "Nova Luz" e abertamente defensor das referidas atuações policiais, Andrea Matarazzo, era a grande estrela da inauguração.
Pouco depois de trocar sorrisos e abraços com o deputado federal e ex-governador Paulo Maluf (PP), que também estava no evento e é procurado pela Interpol, Andrea Matarazzo foi abordado por jovens que lhe pediram que concedesse uma entrevista, já que a coletiva de imprensa planejada do evento foi cancelada sem razão aparente. O secretário se recusou a falar com o grupo e seguiu para fora do prédio. (Veja também aqui.)
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Charge online - Bessinha - # 1014

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Entrevista com Boaventura de Sousa Santos

Em entrevista concedida à TV Brasil, o sociólogo português fala das conquistas que o Fórum obteve ao longo de 10 anos, destacando o papel da América Latina como um importante cenário de lutas e debates no mundo.
No Aldeia Gaulesa
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Educação Policial Tucana

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Charge online - Bessinha - # 1013

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Se você está lendo isto, você está excomungado!

Nossa Idade Média: votar em comunistas e nos seus aliados é motivo para excomunhão
Vai faltar lugar no inferno.
Você sabia disso?
55.752.529 brasileiros foram automaticamente excomungados pela igreja católica em outubro de 2010.
E se você costuma ler os escritos do blog Polaco Doido, com sérias tendências comunistas, ou qualquer outro blog sujo da esquerda, lamento informar que você foi excomungado também.
Corra ligeiro para se confessar e se arrepender, se não vai perder aquele seu lotezinho no paraíso.
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Presídios Federais

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Hitler canta James Brown

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Charge online - Bessinha - # 1012

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Tucanos lançam projeto "Minha casa, minha vida" em SP

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Serra: a hipocrisia na política

O livro "A Privataria Tucana" desnudou definitivamente a hipocrisia que marcou toda a vida política de Serra.
Aqui um pedaço editado do vídeo "Privatas, Privatarias e Risos". Editei apenas a parte mais escrachada do vídeo.
Luís Nassif
No Advivo
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Na minha opinião

"O espião que sabia demais” é o titulo bobo de um bom filme. Mas um comentário que ouvi na saída do cinema diz tudo: “Não entendi nada mas adorei.” É daqueles filmes em que a interpretação de alguns atores, a atmosfera, a fotografia etc. dispensam a compreensão. Você não precisa entender para adorar. Tudo é para ser subentendido, e este é um dos seus atrativos.
Mas quem não quer que o subentendido seja tão “sub” assim talvez saia do cinema frustrado. Desafio qualquer um que viu o filme a dizer o que, exatamente, incrimina o “mole”, ou a topeira plantada pelos soviéticos no Serviço Secreto britânico que George Smiley acaba desmascarando. Ou então isto está explicito no filme e eu é que perdi. Nunca se deve descartar os devaneios, ou a burrice, de um crítico.
Quem não se contenta em gostar sem entender pode preparar-se antes de ver o filme. Fazer uma espécie de curso de iniciação à trama. A melhor opção seria ler o livro do John Le Carré no qual o filme é inspirado. Le Carré também costuma ser elíptico quando poderia ser direto, mas no livro não há dúvidas sobre a armadilha que montam para enredar o espião. Quem não puder ler o livro pode procurar a série feita pela BBC, com Alec Guinnes no papel de George Smiley. Serviria como uma introdução ao mundo de Smiley e o desenlace seria suficientemente claro para você depois poder aproveitar o filme atual sem se preocupar em entendê-lo.
Só que aí teríamos outro problema. A BBC e Alec Guinnes fizeram a adaptação definitiva de Le Carré e do seu improvável herói. Nas comparações “O espião que sabia demais” perderia feio e nem um ator com a qualidade de Gary Oldman se salvaria. Depois de Alec Guinnes, qualquer outro George Smiley é certamente um impostor.
As duas melhores versões para o cinema de livros do Le Carré, na minha opinião, são a primeira, “O espião que saiu do frio”, com Richard Burton dirigido por Martin Ritt, e “A casa da Rússia”, com Sean Connery dirigido por Fred Schepisi, que, além da beleza da Michelle Pfeifer como a russa cujo encanto é mais forte do que qualquer lealdade ou ideologia, tem a beleza da música de Jerry Goldsmith. “O jardineiro fiel”, do nosso Fernando Meireles, foi uma tentativa respeitável. O terceiro lugar é dele.
O quarto, vá lá, é de “O espião que sabia demais”.
MUDOS
Não sei se “O artista” merece toda essa festa. É um filme agradável e curioso com alguns bons achados, mas a novidade se esgota em pouco tempo. E ele tem um precursor que, se não era muito melhor, foi o primeiro com a mesma ideia, o “Filme mudo” do Mel Brooks. A melhor piada do Brooks: só um personagem fala em todo o filme — o mímico Marcel Marceau. As melhores piadas de “O artista” são do cachorro.
Luís Fernando Veríssimo
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Oba, mais uma gramática da língua brasileira!

A Gramática Pedagógica do Português Brasileiro (Parábola, 2011), concebida pelo linguista, escritor, tradutor e professor da Universidade de Brasília Marcos Bagno, não é uma gramática convencional. Ao contrário, é "anticonvencional". E viva! A escassez de gramáticas que descrevem e analisam, sem preconceitos linguísticos, o português brasileiro contemporâneo – isto é, a língua que utilizamos na prática – há poucos anos era absoluta. Por outro lado, sempre foi vasta a quantidade de gramáticas convencionais que pululavam e continuam pululando no mercado, fazendo a alegria de editora$ e livraria$, mesmo que a maioria dos seus distintos e embolorados autores já esteja há muito de mala pronta para a derradeira viagem – alguns já partiram, mas continuam vivo$ no coração das editora$.
Em março de 2010, o próprio Marcos Bagno comemorava, em artigo publicado na edição 156 da Revista Caros Amigos, o lançamento da primeira gramática do português brasileiro, que "Demorou, mas chegou. Exatos 188 anos", ironizava o professor (leia o artigo completo). Trata-se da Gramática do Português Brasileiro, de Mário Perini, também pela editora Parábola. Pois bem, agora este novo trabalho (a ser conferido) enriquece, ainda que timidamente, o mercado editorial brasileiro com o que há de mais inovador em termos de gramáticas da língua dita “portuguesa”. Pena que ainda levará um bom tempo até que alguma instituição de ensino tenha a coragem e a ousadia de adotar obras como essas, de cunho progressista e revolucionário, socialmente responsáveis e inclusivas. Bem como aproveitar o ensejo para aposentar o anacronismo dos velhos gramáticos normativos e barrar o mercantilismo dos assim chamados "novos" gramáticos midiáticos, nada além de meros reprodutores dos antigos conceitos e preconceitos – só que mais bem remunerados. Até lá, vamos espalhando a boa nova: eis aqui a novíssima Gramática Pedagógica do Português Brasileiro (que, a propósito, poderia estar com o preço um bocadinho menor).
E pra encerrar, um chiste:
No O Diabo no Meio da Rua
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