25 de dez de 2011

Bessinha deseja Feliz 2012 aos tucanos de São Paulo

Bessinha é um coração puro.
A massa sanguínea que move o coração do Bessinha conduz sentimentos tão Altos e Nobres quanto os que umedecem o do "Cerra".
Um santo!
Nessa Feliz data, Bessinha deseja à elite tucana de São Paulo um 2012 igual ao 2011!
Paulo Henrique Amorim

(Até pensei em comentar sobre o quanto Bessinha é generoso, mas Paulo Henrique Amorim tirou minhas palavras...)
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O legado de Serra: Oposição é a menor da História

Saiu na Folha:
Governo Dilma enfrenta a menor oposição desde 1988
Partidos que não apoiam petista só controlam 17,5% da Câmara dos Deputados. PSD, que esvaziou o DEM, atua como aliado em votações mesmo sem fazer parte da coalizão governista
SILVIO NAVARRO
UIRÁ MACHADO
DE SÃO PAULO
A presidente Dilma Rousseff (PT) chega ao final de seu primeiro ano no poder com a menor oposição na Câmara desde a Constituição de 1988.
Os quatro partidos que hoje se opõem sistematicamente ao governo -PSDB, DEM, PPS e PSOL- somam hoje 91 cadeiras, o equivalente a 17,5% da Casa. O percentual representa quase a metade da oposição que Lula enfrentou após sua reeleição (30,5%).
Herdeira da coalizão formada por Lula, Dilma se beneficiou da popularidade do ex-presidente, que ajudou a eleger um grande número de deputados federais aliados.
Em 2010, PSDB, DEM e PPS elegeram juntos 109 deputados. Quatro anos antes, quando Lula foi reeleito, foram 153. O PSOL teve três deputados em ambos os períodos.
O cenário se repete no Senado, onde Lula teve dificuldades. Foi lá que o governo perdeu a votação que extinguiu a CPMF, deixando de arrecadar R$ 40 bilhões ao ano.
Durante a campanha de Dilma, o ex-presidente enfatizou a importância de aumentar a maioria no Senado.
A estratégia deu certo. Hoje os quatro partidos oposicionistas têm 17 senadores, número que era 50% maior no segundo governo Lula.
DESIDRATAÇÃO
Para piorar a vida da oposição, a criação do PSD neste ano desidratou o DEM. Em fevereiro, o partido somava 43 deputados. Hoje tem 27.
Segundo o Banco de Dados Legislativos do Cebrap, um centro de estudos, o PSD, embora não faça parte da coalizão de Dilma, atua na Câmara como seu aliado e sempre vota a favor do governo.
O partido chefiado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, pode entrar no governo na reforma ministerial prevista para janeiro.
Dilma conta ainda com o apoio de outras legendas independentes, como o PTB e o PR, que deixou formalmente a coalizão, mas continua votando a favor do governo.
“Isso é comum sobretudo em regimes parlamentaristas. No Brasil pós-Lula, os independentes às vezes nem estão do mesmo lado na escala ideológica, mas votam com o governo”, afirma o cientista político Fabiano Santos, da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).
Deu nisso a elite tucana de São Paulo dominar a Oposicão.
Como diz o Oráculo de Delfos, “São Paulo não pensa o Brasil”.
Quando "Cerra" empunhou a espada às margens do Ipiranga e bradou “a luta continua”, ao perder a Presidencia pela segunda vez ele, de novo, amarrou a Oposição à elite branca – e separatista – de São Paulo.
Quando o Amaury Ribeiro Junior disse no Sindicato dos Bancários – clique aqui para ler “Protógenes vai ligar a privataria à divida externa” – que o livro dele é um grito contra a elite tucana de São Paulo, ele refletia esse sentimento silencioso (ainda) do eleitorado que fez encolher a representação dessa elite.
Uma das vítimas desse predominio da elite branca – não há um negro nos eventos dos tucanos de São Paulo, nem daqueles aque adoram o Ali Kamel – é o Aécio Never.
O PiG e os tucanos de São Paulo trancaram Aécio em Minas.
É verdade que o Aécio até hoje não fez por merecer sair de trás dos morros de Minas. Mas, se fizesse, o PiG – ou seja, a elite tucana de São Paulo – não deixaria.
"Cerra" já tem seu lugar na História.
Ele é o Jim Jones da Oposição.
Paulo Henrique Amorim
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Justiça determina que Grupo Folha pague por vazamento do Enem

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Pivô da crise do Enem, Christus faz publicidade de notas dos alunos

Banner virtual no site do Colégio Christus mostra que alunos
tiraram nota máxima na redação do Enem
O colégio de Fortaleza que antecipou 14 questões da prova para suas turmas de pré-vestibular tem oito alunos que obtiveram a nota máxima 1000 em redação
Pivô da crise do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2011, o Colégio Christus tem oito alunos que obtiveram a nota máxima 1000 em redação na prova. Em seu site, a instituição de ensino anuncia e comemora o resultado.
Assim que o Ministério da Educação (MEC) divulgou as pontuações individuais dos candidatos, o Christus começou a contabilizar e parabenizar um a um seus alunos nota 1000 em sua conta no Twitter. Com o saldo consolidado, agora, a escola iniciou a campanha publicitária que faz todo ano com base nos resultados de seus vestibulandos.
“Hoje já são oito notas 1000 em redação no Enem. Os alunos do Christus estão escrevendo uma bela história”, diz o banner virtual que surge ao abrir o site da instituição na internet.
No auge da crise, quando a ameaça de que todo o Enem fosse cancelado, e não apenas as 14 questões antecipadas aos alunos do Christus, na frente de uma das sedes de seu pré-universitário em Fortaleza, a escola ainda exibia uma faixa se orgulhando do resultado alcançado pela instituição no Enem de 2010, segundo a qual a instituição obteve um dos melhores desempenhos no Brasil. A mesma informação circulou nos anúncios de jornais, em rádios, televisões e outdoors espalhados pela cidade.
A estratégia de marketing é parte da disputa agressiva que o colégio trava contra as escolas particulares Farias Brito, Ari de Sá e 7 de Setembro – todas recorrem a recurso idêntico. Essas instituições educacionais cearenses são adversárias diretas na briga pelas melhores colocações e pelo maior índice de aprovação nos vestibulares locais e desde o ano passado investem também na divulgação do desempenho de seus alunos dos pré-vestibulares também no Enem.
O capítulo mais recente da concorrência entre essas escolas envolve uma disputa por qual instituição irá utilizar os equipamentos tecnológicos mais modernos. O Ari de Sá inovou primeiro anunciando que passará a substituir livros por tablets a partir de 2012, com a promessa de um ensino mais eficiente. Em resposta, imediatamente o Christus espalhou outdoors pela cidade divulgando que adotará lousas digitais nas salas de aula – que proporciona imagens em 3D.
Contudo, desta vez, além de buscar se sustentar competitivo diante da concorrência, o Christus tem a complexa tarefa de reaver parte da credibilidade perdida com a acusação de ter antecipado a seus 1139 alunos vestibulandos 14 questões do Enem que faziam parte dos pré-testes da prova, da qual alguns de seus estudantes participaram em outubro de 2010.
Daniel Aderaldo
No iG
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Os últimos dias

Não sei se esta é uma boa hora para falar nisso, mas, se a previsão de que o mundo vai acabar em 2012 estiver correta, este é o último Natal das nossas vidas. E o próximo réveillon tem a obrigação de ser uma festa para acabar com todas as festas, pois depois não haverá remorsos nem recriminações — depois não haverá mais nada.
Você está livre para fazer, na Festa do Último Fim de Ano, tudo que sempre pensou em fazer mas foi detido pela moral, os bons costumes, o Código Civil e seu instinto de preservação.
Pode entrar na festa nu e sair caramelado. Pode derrubar o cantor da banda e tomar seu lugar pelo resto da noite, como sempre sonhou, rechaçando aos pontapés todas as tentativas de tirá-lo do palco. Pode dizer o que pensa de todas as pessoas de que não gosta e declarar sua paixão para todos seus amores secretos, sem temer o revide ou o desdém. Pode fazer tudo isto sem pensar na sua reputação, pois se a previsão estiver certa ninguém mais vai ter uma reputação.
Deve-se pensar em algumas medidas práticas a serem tomadas na iminência do fim do mundo. Começar a comprar tudo com cheques pré-datados ou a crédito, por exemplo. Usar ao máximo os cartões de crédito, inclusive nas viagens para o exterior que se fará às pressas. E a crédito.
Conhecer o maior número de lugares que ainda não se conhece no mundo, numa espécie de tour de despedida. Fazer a Copa do Mundo de 2014 em seguida, sem esperar 2014. Encurtar o carnaval deste ano para poder fazer, adiantados, os de 2013, 2014 e 2015. Aproveitar todos os pores do sol possíveis, pois eles também serão os últimos. E isto é o mais difícil: passar a só dizer coisas definitivas.
A proximidade do fim certamente aguçará nossos sentidos e nos tornará mais graves e filosóficos. Ou então, o contrário. Só dizer bobagens. Entregar-se à besteira e ir para o fim às gargalhadas. Pois se tudo vai acabar mesmo, se a morte do nosso planeta será apenas um pontinho ridículo pipocando na escuridão cósmica, pra que fingir que algo de tudo isto era sério?
E o fim nos trará algumas vantagens. Tornará coisas como caderninhos com datas de aniversário, horóscopos e índices de colesterol sem sentido. Todos os tipos de restrições alimentares serão risíveis, poderemos comer de tudo que nos faz mal como se não houvesse amanhã — porque não haverá mesmo.
Está bem, não veremos o fim das novelas, mas não será tão ruim assim. Bom Natal para todos.
Luis Fernando Veríssimo
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A cretinice contra Eliana Calmon

O título do comentário do bedel Fernando Rodrigues, publicado em seu blog, tenta imputar irregularidade à ministra Eliana Calmon e, como de praxe, o texto desmente o título do artigo.
Fica a dúvida: com esse procedimento, o bedel estaria a serviço de quais interesses? Confira:
Eliana Calmon recebeu R$ 421 mil de auxílio-moradia
A corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, do Conselho Nacional de Justiça, recebeu R$ 421 mil de pagamentos de auxílio-moradia atrasados. O valor foi pago em três parcelas. Duas (totalizando R$ 226 mil) em 2008 e uma (R$ 195 mil) em setembro deste ano.
Esses pagamentos a membros do Judiciário foram fixados em 2000 pelo Supremo Tribunal Federal.
As informações estão na Folha de hoje (aqui, para assinantes do jornal e do UOL).
Embora legal, o recebimento de pagamentos atrasados de auxílio-moradia está no centro da polêmica atual no Poder Judiciário. Alguns juízes teriam recebido tudo de uma vez, o que seria irregular por ferir a regra da igualdade estabelecida à época da criação do benefício.
No caso de Eliana Calmon, as parcelas foram pagas, segundo a assessoria, "também aos ministros do STJ [Superior Tribunal de Justiça] que tinham esse direito, na mesma época, e segundo os mesmos critérios". A corregedora nacional de Justiça está entre os 9 dos 33 ministros do STJ que receberam auxílio-moradia atrasados neste ano de 2011, segundo revelou a Folha nesta semana, num valor total de aproximadamente R$ 2 milhões.
No Supremo Tribunal Federal (STF), pelo menos dois ministros receberam pagamento de auxílio-moradia: Cezar Peluso e Ricardo Lewandowski. Ambos divulgaram notas oficiais sobre o atual episódio. Aqui, a de Pelulo. E aqui, a Lewandowski.
P.S.: na Folha de hoje (para assinantes do jornal e do UOL), coluna sobre a inexorável perda de poder dos juízes.
No FAlha
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Ciro pode ganhar, de Natal, um ministério de Dilma

Deputado iria para a Ciência e Tecnologia, no lugar de Aloizio Mercadante, que vai para a Educação; a intenção seria promover a cizânia no PSB, do governador pernambucano Eduardo Campos, que, segundo o Planalto, estaria forte demais
Caso seja verdadeira, a informação será a prova de que a presidente Dilma Rousseff possui qualidades maquiavélicas – no bom sentido. Postada no blog do jornalista Jorge Bastos Moreno, um dos mais renomados colunistas políticos do País, ela dá conta de que o deputado Ciro Gomes, do PSB, será o novo ministro da Ciência e Tecnologia. Ele iria para o lugar de Aloizio Mercadante, já anunciado como futuro ministro da Educação, na vaga de Fernando Haddad, que se licencia para disputar a prefeitura de São Paulo. Neste caso, Ciro estaria sendo convidado menos por suas qualidades pessoais, e mais pelas circunstâncias políticas. O objetivo seria alimentar a cizânia no PSB, comandado pelo governador pernambucano Eduardo Campos, que, segundo o Planalto, estaria ficando forte demais.
Vale lembrar que Jorge Bastos Moreno, há mais de três décadas em Brasília, foi o primeiro jornalista a ter o privilégio de publicar uma entrevista exclusiva com a presidente Dilma Rousseff. Nesse jogo da reforma ministerial, ao qual a presidente se dedica nas férias que desfruta na Bahia, Ciro Gomes seria peça chave. Seria uma maneira de controlar o ímpeto do PSB, que se mostra cada vez mais independente em relação ao PT. Eduardo Campos, apontado por uma pesquisa do grupo Bandeirantes como o melhor governador do Brasil, com 89% de aprovação, torna-se a cada dia mais presidenciável. Além disso, ele vem sendo cortejado por Aécio Neves, do PSDB, para uma possível composição em 2014. Campos também demonstrou força no próprio Congresso Nacional, ao eleger a mãe e também deputada Ana Arraes ministra do Tribunal de Contas da União.
Luta interna
Na disputa interna do PSB, Campos solapou todas as pretensões de Ciro Gomes, que disputou duas eleições presidenciais, de vir a se tornar novamente um presidenciável. Na convenção interna do partido, ficou claro que, quem manda, é o governador pernambucano, muito embora o irmão de Ciro, Cid Gomes, seja o mandatário de um estado importante, que é o Ceará.
Sem espaço nesse jogo maior da política brasileira, Ciro poderia aceitar de bom grado um ministério, assim como fez no primeiro mandato do presidente Lula, quando foi ministro da Integração Nacional. Posteriormente, o PSB ocupou também o ministério da Ciência e Tecnologia, com o próprio Eduardo Campos.
Com instrumentos políticos na mão, o clã dos Gomes poderia contrabalançar a força de Eduardo Campos, mantendo o PSB na órbita petista. Essa parece ser a intenção de Dilma.
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Relembrando Henfil

Cartum do Laerte
No Esquerdopata
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