17 de dez de 2011

Urubóloga + Sardenberg = Credibilidade Zero

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A memória iluminando o presente

Não pretendia blogar neste sábado, como de resto não costumo fazê-lo no fim de semana. Todavia, não resisti à provocação do amigo jornalista e escritor, Urariano Mota. Ele me enviou, por correio eletrônico, o vídeo que acabo de assistir no You Tube, e compartilho com vocês mais abaixo.
Trata-se de entrevista ao Opinião Pernambuco, programa, excelente, da TV Universitária. Três jornalistas-escritores pernambucanos, todos da melhor cepa. Digo com desassombro, porque sou leitora dos três, e recomendo: Urariano Mota e seus Os Corações Futuristas e Soledad no Recife; Vandeck Santiago e seus Josué de Castro, o Gênio Silenciado e Francisco Julião, as Ligas e o Golpe Militar de 1964; Paulo Santos, A Noiva da Revolução e a releitura de A Guerra dos Mascates, de José de Alencar (este último, lançado na última Fliporto, ainda não li).
Os autores falam sobre o processo criativo e suas obras, que retratam personagens e períodos essenciais, mas obscurecidos, da história recente e remota de Pernambuco e do Brasil. É memória, e memória, insisto, é fundamental – para quem viveu não esquecer, e para quem chegou depois conhecer.
O vídeo vale, também, pelo estilo da apresentadora-entrevistadora, Stela Maris Saldanha, professora do Curso de Comunicação da Unicap. É uma aula de vida, comunicação e de empatia, assisti-la no comando. Nada daquela coisa pasteurizada que prevalece em nossas TVs comerciais – e mesmo nas TVs públicas, que, infelizmente, reproduzem o tal padrão. Esfuziante é a palavra.
Sulamita Esteliam
No A Tal Mineira
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Vargas Llosa: la libertad de prensa no debe convertirse en libertinaje

El escritor consideró que la prensa tiene una labor de fiscalización muy importante, así como en la denuncia de abusos e injusticias.
El escritor Mario Vargas Llosa se refirió a la norma que penaliza la difusión de audios privados, y comentó que a pesar que no conoce el texto de la ley, la libertad es muy importante, pero no debe permitirse que se convierta en libertinaje.
“La mordaza es algo que no debemos aceptar, y está reñida con la democracia. No sé si esta ley merece ese calificativo, entiendo que su intención es que se respete la privacidad y no sea materia de escándalo, que la aproveche la prensa amarilla, eso es respetable, pero no la depredación de la libertad”, mencionó.
Asimismo, consideró que la prensa tiene una labor de fiscalización muy importante, así como en la denuncia de abusos e injusticias, por lo que debe estar garantizada, pero no debemos permitir que dentro de esta actitud se introduzca la difamación y la calumnia, “aspecto presente en el periodismo de hoy”.
Por otro lado, consideró que los conflictos sociales siempre han existido y existirán en el Perú, pero lo importante es resolverlo mediante el diálogo, a través de negociaciones y sin violencia.
“Eso es lo que la democracia permite y estimula. Hay conflictos y problemas, por supuesto, pero deben resolverse mediante la razón y no la violencia”, agregó.
No La República
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Saindo do Iraque

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Protesto contra Belo Monte: tudo muito suspeito

A mídia repercutiu uma manifestação contra a construção da usina de Belo Monte. Segundo os organizadores esperava-se cerca de 1000 pessoas no evento em que indígenas pretendiam denunciar os prejuízos que terão com a construção da usina.
Ao fim da tarde, a imprensa começa noticiar o ocorrido. Segundo a Folha.online “mais de cem pessoas se reuniram hoje (17) no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp)” enquanto o portal do terra divulga, que “segundo estimativa da Polícia Militar, cerca de 500 pessoas” teriam participado. Uma discrepância chocante!
Também chama a atenção a participação do movimento Brasil pelas Florestas no protesto ( entidade associada a organizações políticas estrangeiras, como a Fundação Ford, dos EUA, a Novid, da Holanda e a alemã Fundação Heinrich Böll) e cujo líder questionou ao jornal: "É um vasto problema de populações atingidas por barragens, reservas ambientais comprometidas. E para que essa energia?
Quanto à participação de indígenas, a Folha comenta que o índio Farema, da etnia Kalapalo, disse estar preocupado com a possibilidade de a usina afetar os peixes dos rios da região. Detalhe que o jornal omite é que os Kalapalo, residem em Embu. SP. E, aliás, devem ter sido muito poucos os nativos participantes, como se pode constatar pelas imagens da Folha e do G1 vistas abaixo.
No Inter Ação
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Desvendando a mídia e a farsa do combate à corrupção

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Charge online - Bessinha - # 943

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Rodas, o reitor fascista, corrupto e tucano da USP, expulsa seis estudantes

Rodas, o herdeiro direto de Gama e Silva, aquele do AI-5
Em despacho divulgado hoje no Diário Oficial do Estado de SP, o Reitor João Grandino Rodas decidiu expulsar 6 estudantes da USP moradores do CRUSP por conta da ocupação da sede da COSEAS (Moradia Retomada). As expulsões estão baseadas no decreto de 72, da ditadura militar, ainda vigente no Regimento Geral da USP, que permite perseguições e penalidades políticas.
Leia a seguir um trecho do Despacho divulgado hoje e dois artigos do decreto de 72:
REITORIA
Despacho do Reitor, 16-12-2011
1. Considerando que a Universidade reconhece (...) que penalidades eventualmente sugeridas por (...) comissões relativamente aos atos praticados por docentes, servidores técnico-administrativos e discentes, deverão ser aplicadas de acordo com a maior ou menor gravidade dos mesmos em cada caso e após sua efetiva comprovação nos autos.
O poder disciplinar fundamenta-se na própria Constituição Federal (art. 5º, LV), sendo detalhado em leis que regem a administração pública, seja na esfera federal, seja na esfera estadual. Citem-se, como exemplos: Lei Federal 8.112/1990 (art. 143), Lei Estadual paulista 10.261/1968.
Dessa maneira, mesmo que, por hipótese, não houvesse, nas normas internas da USP, qualquer referência ao poder disciplinar, o dirigente dessa Universidade não teria como não observá-lo, sob pena de responsabilidade.
Com relação às regras sobre penalidades, constantes das normas internas da USP, lembre-se que, em 1990, por solicitação do corpo discente, deixou-se de revê-las, conforme atas das Comissões e do Conselho Universitário. Assim, as normas disciplinares do Regimento Geral da USP, de 1972, em vigor por força do art. 4º das disposições transitórias do Regimento Geral, atualmente vigente, foram recepcionadas pela Constituição Federal de 1988.?
2. Considerando bem fundamentadas as conclusões alcançadas pela d. Comissão Processante, expressas no Relatório Final de fls. 512 a 540 do Processo USP nº 10.1.5910.35.0, que observou os Princípios Constitucionais da Ampla Defesa e do Contraditório, consectários do devido processo legal, bem como os Princípios da Legalidade, Moralidade e Impessoalidade, dentre outros que regem as atividades da Administração Pública, acolho, integralmente, o Relatório ofertado, passando a fazer parte integrante do presente.
3. Assim, oportuna a adoção das penalidades sugeridas, sendo pertinente observar, ainda, o desrespeito, dos denunciados, às normas constantes no Código de Ética da Universidade de São Paulo, baixado pela Resolução nº 4871, de 22 de outubro de 2001, notadamente os artigos 5º, I, 6º, I, 21 e 22.
4. Tendo em vista o respaldo de, praticamente, a totalidade dos dirigentes das Unidades de Ensino e Pesquisa e Órgãos Centrais, expresso em documento datado de 13.12.2011.
5. Desta forma, determino a aplicação a Aline Dias Camoles (ECA), Amanda Freire de Sousa (FFLCH), Bruno Belém (ECA), Jéssica de Abreu Trinca (FFLCH), Marcus Padraic Dunne (FFLCH), Paulo Henrique Oliveira Galego (FFLCH), Pedro Luiz Damião (FFLCH) e Yves de Carvalho Souzedo (FFLCH) da pena de eliminação do corpo discente da Universidade de São Paulo, com fundamento no artigo 249, IV, do Decreto nº 52.906/72 (em vigor por força do disposto no artigo 4º das disposições transitórias do atual Regimento Geral da USP), e, como consequência, a exclusão dos mesmos do CRUSP/COSEAS.
6. Deixa-se de executar a penalidade aplicada a Paulo Henrique Oliveira Galego, por não mais pertencer, este, ao corpo discente da Universidade de São Paulo, bem como a Pedro Luiz Damião, tendo em vista que referido Senhor concluiu o Curso no qual estava matriculado, devendo constar as anotações da penalidade em seus prontuários.
7. Com relação a Marcio Barbosa da Silva (EP), Cássio Eduardo Nunes Domingos Aguiar (FFLCH), Thiago dos Santos Molina (FE), Valéria Alves de Souza (FFLCH) e Vanderson Cristiano de Sousa (FFLCH e IB), tendo em vista a ausência de provas cabais que possam levar à conclusão de terem praticado os atos lesivos que lhes foram imputados, determina-se, quanto a estes, o arquivamento do procedimento.
(Processo USP nº 10.1.5910.35.0 - Interessada: Coordenadoria de Assistência Social).
Trecho do decreto de 72 vigente na USP
Artigo 249 - As penas referidas no artigo 248 deste Regimento serão aplicadas nos seguintes casos:
I - pena de advertência, nos casos de manifestação de desrespeito às normas disciplinares, constantes do Regimento das Unidades, qualquer que seja a sua modalidade e reconhecida a sua mínima gravidade;
II - pena de repreensão nos casos de reincidência e todas as vezes em que ficar configurado um deliberado procedimento de indisciplina, reconhecido como de média gravidade;
III - pena de suspensão nos casos de reincidência de falta já punida com repreensão e todas as vezes em que a transgressão dá ordem se revestir de maior gravidade;
IV - pena de eliminação definitiva nos casos em que for demonstrado por meio de inquérito, ter o aluno praticado falta considerada grave.
§ 1º - A pena de suspensão implicará na consignação de falta aos trabalhos escolares, durante todo o período em que perdurar a punição, ficando o aluno impedido durante esse tempo de freqüentar a Unidade onde estiver matriculado.
§ 2º - A penalidade será agravada, em cada reincidência, o que não impede a aplicação, desde logo, a critério da autoridade, de qualquer das penas, segundo a natureza e gravidade da falta praticada.
§ 3º - A penalidade disciplinar constará do prontuário do infrator.
§ 4º - As sanções referidas neste artigo e parágrafos não isentas o infrator da responsabilidade criminal em que haja incorrido.
Artigo 250 - Constituem infração disciplinar do aluno, passíveis de sanção segundo a gravidade da falta cometida.
I - inutilizar, alterar ou fazer qualquer inscrição em editais ou avisos afixados pela administração;
II - fazer inscrições em próprios universitários, ou em suas imediações, ou nos objetos de propriedade da USP e afixar cartazes foi-a dos locais a eles destinados;
III - retirar, sem prévia permissão da autoridade competente, objeto ou documento existente em qualquer dependência da USP;
IV - praticar ato atentatório à moral ou aos bons costumes;
V - praticar jogos proibidos;
VI - guardar, transportar ou utilizar arma ou substância entorpecente;
VII - perturbar os trabalhos escolares bem como o funcionamento da administração da USP;
VIII - promover manifestação ou propaganda de caráter político-partidário, racial ou religioso, bem como incitar, promover ou apoiar ausências coletivas aos trabalhos escolares;
IX - desobedecer aos preceitos regulamentares constantes dos Regimentos das Unidades, Centros, bem como dos alojamentos e residências em próprios universitário.
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O Globo diz que banqueiros do bicho são criminosos.

Como justificar que triplex de Roberto Marinho tenha sido vendido a um deles?
O Globo publica um editorial em sua edição de hoje "Jogo do bicho se conecta a outros crimes" (que pode ser lido na íntegra aqui).
Nele, o jornalão faz uma análise dos banqueiros de bicho, chamados na maior parte das vezes de contraventores, e, em certa altura afirma:
"A contravenção é uma atividade que não se restringe a manipulação de apostas, grave por si só. Em seu rastro, contabilizam-se também homicídios, tráfico de influência, lavagem de dinheiro e outros crimes contra a vida humana e a economia do país. A versão globalizada dos bicheiros apenas potencializa o perigo que eles representam para a sociedade — e cuja gravidade nem sempre é devidamente avaliada pelo poder público, não poucas vezes leniente com a proliferação de bancas de apostas, tíbio na repressão a máquinas caça-níqueis e cego diante do desembaraço com que “banqueiros” ostentam seu poder em instâncias da vida legal."
Como justificar então a venda do triplex de Copacabana que pertencia a Roberto Marinho ao bicheiro e presidente da Beija-Flor Anísio Abraão David? (foto)
"Sua cobertura tríplex com ampla vista para o mar pertenceu a Roberto Marinho (1904-2003), que a usava nas festas de Réveillon. Anísio comprou-a em 2004 e a inaugurou oficialmente no último dia do ano. No fundo da piscina, no segundo pavimento, foram pintados um beija-flor e uma flor. No terraço há um jardim japonês, com ponte e lago com peixes." [Fonte]
Será que diante da grana do bicheiro os herdeiros de Roberto Marinho ficaram "cego[s] diante do desembaraço com que 'banqueiros' ostentam seu poder em instâncias da vida legal", como afirmam no editorial de hoje?
Como separar o dinheiro sujo de sangue dos homicídios (também denunciados no editorial) do usado para comprar o triplex do fundador da Rede Globo?
Como Roberto Marinho morreu em agosto de 2003 e Anísio comprou a cobertura em 2004 (não sei em que data), há sempre que se levar em conta que o imóvel pode ter sido vendido a outra pessoa antes de ser passado ao bicheiro.
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Notas Oficiais da Presidência da República

NOTA DE PESAR DA PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF PELO FALECIMENTO DO ATOR SÉRGIO BRITTO
Neste momento de perda para todos nós, brasileiros, quero me solidarizar com os parentes, amigos, companheiros de profissão e admiradores de Sérgio Brito.
Ele destacou-se, ao longo de mais de seis décadas, como um dos mais consagrados atores e diretores do teatro brasileiro. Encarnou personagens inesquecíveis do teatro e na televisão. Na nossa TV Brasil, apresentou um programa sobre a arte da representação.
É uma perda enorme para a vida cultural brasileira.
Dilma Rousseff
Presidenta da República
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NOTA DE PESAR DA PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF PELO FALECIMENTO DO CARNAVALESCO JOÃOSINHO TRINTA
Nessa hora de tristeza, quero prestar minha solidariedade aos familiares, aos amigos e à legião de admiradores de Joãosinho Trinta.
O Carnaval do Brasil fica mais triste sem a alegria e o talento de Joãosinho Trinta. Artista plástico, por mais de quarenta anos encantou a todos com a criatividade de suas produções, a inteligência de seus enredos e a ousadia de seus desfiles de escolas de samba no Rio de Janeiro.
É uma grande perda. Joãosinho Trinta fez do Carnaval brasileiro uma das mais belas festas do mundo.
Dilma Rousseff
Presidenta da República
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Cesária Évora

"A diva dos pés descalços"
* Mindelo, Cabo Verde, 27 de agosto de 1941   +  Mindelo, 17 de Dezembro de 2011
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Game do momento "A Privataria Tucana"

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No Aldeia Gaulesa
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ISTOÉ trata do assunto da semana

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Privataria: Dilma diz que não leu e que CPI 'se faz em caso extremo'

Em café da manhã com jornalistas, Dilma Rousseff afirma não ter lido o livro A Privataria Tucana. Segundo presidenta, CPI é para 'caso extremo', mas ela não comenta se considera que denúncias se encaixam na definição. Ela diz que vai manter 'relações civilizadas' com oposição, pois ajuda Brasil na crise global e porque falta delas 'é uma das piores doenças da democracia'.
BRASÍLIA – A presidenta Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira (16), durante café da manhã de confraternização com jornalistas, que não leu o livro A Privataria Tucana, que aponta corrupção em privatizações do governo Fernando Henrique e envolvimento do ex-ministro e adversário dela na eleição de 2010, José Serra.
O livro também conta os bastidores de uma guerra por poder entre petistas na campanha presidencial de Dilma no ano passado. O presidente do PT, Rui Falcão, um dos personagens da disputa, processa o autor do livro, o jornalista Amaury Ribeiro Jr.
Dilma evitou comentar a possibilidade de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Privataria, na Câmara dos Deputados. Mas com uma declaração que admite interpretar que o governo talvez não ache uma boa ideia. Para que o leitor tire sua própria conclusão, a reportagem reproduzirá o diálogo da imprensa com Dilma sobre a CPI da Privataria.
Presidenta, a eventual instalação de uma CPI prejudicaria o governo dentro do Congresso?
“Eu acho que CPI se faz em caso extremo. Não vejo como eu poderia me manifestar sobre isso.”
Esse seria um caso extremo?
“Como eu vou saber?”
A presidenta disse que também não leu uma biografia dela, chamada A vida quer é coragem, do jornalista Ricardo Amaral, que será lançada em Brasília nesta sexta-feira (16). Amaral trabalhou na campanha presidencial de Dilma no ano passado e afirma que o livro não teve autorização prévia dela para ser escrito e publicado.
Civilidade com oposição
No café da manhã, realizado no Palácio do Planalto com cerca de 50 jornalistas que acompanham o dia a dia da Presidência, Dilma fez um balanço do primeiro ano de governo e afirmou ter com a oposição “relações civilizadas”, que para ela “significa conversa”, e que pretende manter isso em 2012. A ausência deste diálogo, disse, “é uma das piores doenças da democracia”.
Um dos maiores exemplos de “relação civilizada” de Dilma com os adversários em 2011 talvez tenha sido a carta que ela mandou ao ex-presidente Fernando Henrique para parabenizá-lo pelo aniversário de 80 anos, gesto que custou críticas nos bastidores de alguns petistas, que vêem em FHC um símbolo, por contraste, do que foi o governo Lula.
Segundo Dilma, esse tipo de convivência com a oposição ajuda o país a se diferenciar de outro meio à crise econômica global. Enquanto o governo aprovava no Congresso tudo o que propunha como medidas anti-crise, Dilma disse ter vistos “relações extremamente incivilizadas, deletérias até”, pelo mundo, como nos Estados Unidos, em que o governo Obama se digladiou com os inimigos republicanos por causa do teto da dívida, e alguns europeus.
A presidenta disse ter uma “relação republicana” com governadores de oposição e citou nominalmente os tucanos Geraldo Alckmin (São Paulo), Antonio Anastasia (Minas) e Teotônio Vilela (Alagoas) e a única do DEM, Rosalba Ciarlini (Rio Grande do Norte). “O problema do estado deles é meu também”, afirmou.
André Barrocal
No Carta Maior
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Romário afina com a CBF?

O deputado federal Romário (PSB-RJ) recuou da contundência com que criticava a CBF e a organização da Copa de 2014. 
O Baixinho teve uma reunião de duas horas nesta sexta (16) com Ricardo Teixeira e com o novo integrante do Comitê Organizador Local (COL), o ex-atacante Ronaldo. “Fiquei feliz em saber de coisas que não sabia. Hoje, tenho consciência da responsabilidade que a CBF e o COL têm, e de tudo o que o Ronaldo pode trazer daqui pra frente em relação à Copa do Mundo. Ele está dando uma cara diferente ao COL. E também agregando credibilidade, porque sabemos da sua história e de todas as coisas positivas que ele já fez”, declarou Romário ao UOL.
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Editora Abril é condenada a indenizar ex-governadora tucana

A Editora Abril foi condenada pela 2ª Vara Cível de São Paulo a indenizar a ex-governadora tucana Yeda Crusius em R$ 54,5 mil por danos morais. 
O motivo é a publicação de uma matéria veiculada pela revista Veja sobre a Operação Rodin. Em sua edição 212, a Veja publicou matéria que falava de uma gravação em poder de procurados federais, em que o ex-assessor dela Marcelo Cavalcante admitia que ocorrera corrupção na campanha eleitoral da tucana e desvios no Detran. 
O juiz Claudio Thome Toni entendeu que faltou “cautela” da revista ao não relatar com clareza que as denúncias contra a então governadora já haviam sido arquivadas. Também pontuou que a ex-mulher da Marcelo, Magda Koegnikan, não confirmou ter dado as declarações que constam na matéria.
No Sul 21
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Privataria nos mais vendidos da Veja

Provavelmente deve estar em primeiro ou segundo, mas eles colocam no meio (entre 4-6) para não chamar atenção; o último/penúltimo também chama atenção. Mas pelo menos eles não colocaram na lista de livros de Ficção.
FICÇÃO NÃO FICÇÃO AUTOAJUDA E ESOTERISMO
 1
As Esganadas 
Jô Soares [1 | 7] COMPANHIA DAS LETRAS
 1
Steve Jobs 
Walter Isaacson [1 | 8] COMPANHIA DAS LETRAS
 1
Ágape
Padre Marcelo Rossi [5 | 68] GLOBO
 2
O Cemitério de Praga
Umberto Eco [2 | 7] RECORD
 2
O Livro do Boni
José Bonifácio de Oliveira Sobrinho [2 | 3] CASA DA PALAVRA
 2
É Tudo Tão Simples
Danuza Leão [1 | 4] AGIR
 3
Um Dia
David Nicholls [3 | 6#] INTRÍNSECA
 3
Feliz por Nada
Martha Medeiros [3 | 22] L&PM
 3
A Vida Sabe o que Faz
Zibia Gasparetto [9 | 21] VIDA & CONSCIÊNCIA
 4
Um Homem de Sorte
Nicholas Sparks [4 | 5] NOVO CONCEITO
 4
Em Algum Lugar do Paraíso
Luis Fernando Verissimo [4 | 5] OBJETIVA
 4
O X da Questão
Eike Batista [0 | 1] PRIMEIRA PESSOA
 5
Marina
Carlos Ruiz Zafón [6 | 9] SUMA DE LETRAS
 5
Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil 
Leandro Narloch [5 | 99#] LEYA BRASIL
 5
Tempo de Esperas
Pe. Fábio de Melo [8 | 18] PLANETA
 6
A Guerra dos Tronos
George R. R. Martin [5 | 33] LEYA BRASIL
 6
A Privataria Tucana
Amaury Ribeiro Jr. [0 | 1] GERAÇÃO EDITORIAL
 6
Nietzsche para Estressados 
Allan Percy [2 | 22#] SEXTANTE
 7
Querido John
Nicholas Sparks [8 | 75#] NOVO CONCEITO
 7
Mentes Ansiosas
Ana Beatriz Barbosa Silva [6 | 9] FONTANAR
 7
A Fascinante Construção do Eu
Augusto Cury [3 | 3] ACADEMIA DE INTELIGÊNCIA
 8
Assassin's Creed - Renascença
Oliver Bowden [7 | 11] GALERA RECORD
 8
A Soma e o Resto
Fernando Henrique Cardoso [0 | 1] CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA
 8
Mulheres Inteligentes, Relações Saudáveis 
Augusto Cury [4 | 32] ACADEMIA DE INTELIGÊNCIA
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