6 de dez de 2011

Breve descrição da história dos EUA por Michael Moore

Esse video é um trecho do filme documentário de Michael Moore Bowling for Columbine ou Tiros em Columbine que ganhou um Oscar de melhor filme documentário. Essa animação satírica foi feita pelos mesmos autores da série de animação South Park. O vídeo retrata a forma violenta com a qual os EUA conseguiu a posição opressora em que esta situado hoje em dia. Uma sociedade alicerçada na violência, no capitalismo, e no preconceito.
No Boca no Trombone
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Lianne La Havas

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Israel promovendo a limpeza étnica palestina

As demolições de casas palestinas continuam. Os palestinos de Jerusalém Oriental estão sendo despejados e suas casas continuam sendo demolidas.
É a limpeza étnica palestina.
O vídeo adiante mostra com riqueza de detalhes a forma como a polícia israelense age para praticar tamanha injustiça e crueldade.
No Oriente-se
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Luciano Huck mostra como é burro

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Hortelino troca-letras

Muitos não devem conhecê-lo. Talvez apenas os mais velhos. É um personagem dos desenhos animados da Looney Tunes. Homenzinho careca, nariz em forma de bulbo, sempre com um boné de maquinista de trem, invariavelmente armado com uma espingarda. Na tradução para o português, troca o R pelo L. No inglês, estas duas letras pelo W.
Criado nos EUA, primeiro como Egghead, por Tex Avery, em 1937, e pouco mais tarde, como Elmer Fudd, por Chuck Jones, persiste em afastar de sua horta, sem sucesso, o irreverente coelho Pernalonga, invasor ávido por sadias e carnudas cenouras.
Passados 75 anos desde sua criação, Hortelino já poderia estar descansando. Bastaria trocar a antiquada espingarda pelos agrotóxicos. Esperto como sempre foi, Pernalonga passaria longe das hortaliças não importa quão apetitosas elas fossem. Saúde em primeiro lugar.
Desde 2001, quando iniciou suas aferições através do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), a ANVISA evoluiu em seus métodos, mas não em gratificantes resultados.
Ano após ano, suas amostragens, sobretudo de hortaliças e frutas, continuam indicando pesadas presenças de agrotóxicos de usos não autorizados pelos malefícios que causam à saúde humana.
Proibidos há muito tempo na Europa e nos EUA, certos princípios são livremente comercializados por aqui. Seus fabricantes insistem em dizê-los essenciais em países tropicais abençoados por Deus, desrespeito à legislação e parcos aparelhos de controle.
Plantação de tomates recebe agroquímicos: "Quanto tempo será necessário para deixarmos
de encontrar resíduos de substâncias inclusive cancerígenas em alimentos?
Quanto tempo será necessário para deixarmos de encontrar resíduos de substâncias inclusive cancerígenas em pepinos, pimentões, cebolas, cenouras, tomates, alfaces?
Não muito, caso os agricultores se abrirem para o uso de tecnologias alternativas como os controladores biológicos, e o Ministério da Agricultura flexibilizar os trâmites para regulamentação desses produtos.
A possibilidade de tratamentos fitossanitários sustentáveis já é uma realidade no mercado, apenas relativizada pela falta de recursos financeiros e de divulgação de seus pesquisadores e fabricantes, pelo alto custo de enquadrar-se às exigências dos órgãos governamentais, e o convencionalismo dos agricultores, muitos deles acomodados ao poder de convencimento da indústria de agroquímicos e de seus produtos de efeito imediato, ainda que aceleradores de novas e mais fortes infestações nos ciclos seguintes.
Segundo levantamento do IBGE, Produção Agrícola Municipal (PAM-2010), o Brasil tem uma área plantada com tomates de 68.000 hectares. Neles, foram produzidas 4,1 milhões de toneladas, perto de 60 t/ha. Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Bahia representam 2/3 da área nacional.
Essa é uma cultura comumente atacada por fungos, o principal deles Sclerotinia Sclerotiorum, causador do mofo branco em tomateiros, doença que quando não mata estraga. Hoje, predominantemente combatida com fungicidas químicos.
Não precisaria. Fungos antagonistas, de ocorrência natural, são capazes de inibir e destruir aqueles fitopatógenos, seja através de fungicidas biológicos, que têm como ingrediente ativo esporos do fungo Trichoderma spp, ou de sua evolução - micélios mais carga enzimática - que, inclusive, abrevia o tempo da ação de controle.
Como um administrador de empresas ficou sabendo disso?
Simples: depois de ler matéria na edição de outubro da revista "Campos & Negócios", onde o agrônomo, entomologista e consultor em Fitossanidade Sustentável, Fernando Fonseca, explica isso direitinho.
Claro que aproveitei, também, para acionar o YouTube e me deliciar com alguns desenhos animados do Holtelino Tloca-Letlas, ops!
Rui Daher é administrador de empresas, consultor da Biocampo Desenvolvimento Agrícola.
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Reino Unido: Serviços secretos procuram novo Bond

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Procon aplica multa de R$ 3,1 milhões ao McDonald’s

Empresa foi acusada de associar a venda de alimentos com brinquedos, por meio do McLanche Feliz
Contribuição do McDonalds a infância
O Procon de São Paulo aplicou uma multa de R$ 3.192.300,00 ao McDonald's. A medida foi motivada pela associação de venda de alimentos com brinquedos, que a empresa faz por meio do McLanche Feliz. O caso foi denunciado pelo Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana. Ainda cabe recurso da decisão.
Em nota oficial divulgada à imprensa, o McDonald's afirmou que não comenta detalhes dos processos em andamento, e que respeita as diretrizes legais na comunicação com seus públicos, seguindo "um rigoroso código de auto-regulamentação publicitária".
Quanto ao McLanche Feliz, a rede esclareceu que os brinquedos podem ser adquiridos separadamente, desvinculados da compra dos produtos.
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Latuff sofre ameaças de islamitas

Uma mistura de desconhecimento e de maldade. O cartunista brasileiro Carlos Latuff qualificou dessa forma as manifestações de ódio e de revolta que vem recebendo desde que criou uma charge alusiva à vitória do Partido da Liberdade e Justiça (PLJ) no Egito. Fundada pela Irmandade Muçulmana, a facção consolidou a vitória no primeiro turno das eleições, com 36,6% dos 9,7 milhões de votos. De tendência salafista e linha-dura, o partido Al-Nour ficou com 24,4%. Para retratar o sucesso dos partidos muçulmanos - que juntos obtiveram 60% de apoio popular -, Latuff desenhou uma espada com a palavra "islamistas" saindo de dentro de uma urna estilizada com a bandeira do país.
"Trata-se de uma charge que se refere objetivamente às eleições parlamentares no Egito. Diferentemente das outras charges que faço, de cunho ativista, esta tem uma proposta editorial", explicou Latuff ao Correio, por telefone.
"Ela diz respeito a notícias repercutidas pela imprensa mundial sobre o resultado das eleições, que daria ampla margem aos islamistas", acrescentou. Segundo o cartunista, a espada é um símbolo utilizado pela própria Irmandade Muçulmana. "Ao escrever na lâmina o termo 'islamistas', muitos muçulmanos entenderam isso como um ataque ao islã. Mas eu não tenho nenhum motivo para fazer críticas ao islã", disse o artista.
Ouça o depoimento de Carlos Latuff sobre a polêmica:
..
Morte
Latuff foi alvo de várias mensagens ofensivas. "Vá para o inferno, Carlos, é o seu fim", escreveu um muçulmano na página do cartunista, no microblog Twitter (@carloslatuff). Publicada no sábado, também no Twitter, a charge já teve mais de 11,5 mil visualizações. "Latuff deve morrer", afirmou outro egípcio, em meio a palavrões. O brasileiro admite que já aguardava esse tipo de reação. "O mundo islâmico tem recebido ataques do Ocidente, especialmente após as charges do profeta Maomé. É de se esperar que os muçulmanos, islamistas ou não, estejam na defensiva diante de uma charge", comentou. "No Twitter, quando você dá a cara a bater, está sujeito a receber ataques e ameaças dessa natureza", desabafou, ao considerar o incidente como "localizado" e "um mal-entendido com os muçulmanos egípcios". O segundo turno das eleições no Egito deve ser concluído hoje.
No Correio Braziliense
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Charge online - Bessinha - # 924

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Agripino é eleito presidente do DEMo até 2014

O senador Agripino Maia (RN) foi confirmado hoje (6) na presidência do Democratas (DEMo), com mandato até dezembro de 2014. Para ele, o DEMo é, hoje, um partido consolidado e com pessoas que acreditam nas ideias e na formulação programática da legenda. Embora o partido tenha perdido alguns parlamentares para o PSB, Agripino desejou aos que saíram “boa viagem”.
“O Democratas vai sobreviver em nome de suas ideias porque temos autoridade moral para combater a corrupção, porque não convivemos com a improbidade”, disse Agripino. Segundo ele, a principal meta do partido é eleger em 2012 mais prefeitos do que os que tem atualmente e, em 2014, uma bancada na Câmara dos Deputados maior do que a da última eleição.
O líder do partido na Câmara, Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), disse que este é um momento muito especial para o DEMo, que hoje é integrado por pessoas que têm compromisso e propósitos, o que fez com que se consolidasse como o maior partido de oposição. “Em todos os episódios de corrupção do governo federal, o Democratas assumiu a dianteira. Fomos capazes de mostrar que existem políticos de bem neste país", afirmou.
A convenção nacional do DEMo foi realizada hoje, na sede do partido, no Senado Federal, e contou com a presença das bancadas na Câmara e no Senado, de líderes partidários como o ex-senador Marco Maciel, e a governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini, entre outras.
Durante a convenção, o deputado Onyx Lorenzoni (RS) foi escolhido secretário-geral do partido.
Iolando Lourenço
No Agência Brasil
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Muçulmanos vão lançar rede social para mulheres...

...o FaceBurka
Revoltados com a devassidão que impera nas redes sociais do decadente ocidente, muçulmanos radicais resolveram criar uma rede social para suas mulheres onde estarão protegidas das imoralidades reinantes nas redes sociais ocidentais como o Facebook, o nome será FaceBurka, onde cada muçulmana poderá postar fotos de seus lindos rostos protegidos pelas tradicionais, belas e sensuais burkas.
Eu ando querendo ver se convenço minha sogra a usar burka, mas é difícil, a desgraçada é geniosa e já matou três, agora apareceu outro candidato a defunto querendo casar com ela. O prazo de duração, pós-casamento, é de no máximo três anos. Eu avisei, ele não quis ouvir... dane-se!
Estou com uma duvida: será que as muçulmanas vão usar fotoshop em seus rostos como fazem as meninas de cá? Eu tenho uma amiga no Face que, com boa vontade, deve ter por volta de noventa anos, na foto parece uma donzela de vinte. Saco!
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Dilma se reúne com Lula em São Paulo

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Para Franklin Martins, blogosfera pode reviver jornalismo "heróico"

Ex-ministro defende central alternativa de conteúdo como forma de ampliar a distribuição democrática da informação
O jornalista e ex-ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) Franklin Martins defende a necessidade de a blogosfera avançar na produção de reportagens. Ele acredita na retomada do que ele chama de "período heróico do jornalismo" com a ampliação do papel da internet como fonte de informação pela sociedade
Franklin, que ocupou o cargo no segundo mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, fez um discurso assumidamente otimista sobre o horizonte da comunicação no país. Ele participou do seminário "Mercado Futuro de Comunicação", organizado pela Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação (Altercom) em São Paulo, nesta segunda-feira (5). O evento é voltado a discutir as oportunidades do setor nos próximos anos, especialmente para pequenas e microempresas.
Falando a um público de editores de publicações alternativas, produzidas fora de conglomerados de mídia, o jornalista defendeu a necessidade de se evitar o estigma da segmentação. "Ser alternativa não é segmento, é fazer jornalismo alternativo, de grande qualidade onde o espaço público prevaleça sobre o privado", definiu.
A blogosfera, avaliou, embora cumpra uma importante função de "grilo falante" da imprensa, como Martins se acostumou a defender, "não conseguiu avançar na reportagem". A maior parte da produção vai no sentido de qualificar ou desqualificar o conteúdo publicado pela velha mídia, o que foi importante para revelar a verdade em episódios como o plágio de um artigo do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) em maio de 2010, e o que ficou conhecido como o "caso da bolinha de papel" atirada em José Serra (PSDB) durante a campanha eleitoral do ano passado.
O jornalista avalia ainda que a redução de custos para produção de conteúdo permite uma democratização importante, que precisa ser aprofundada com a criação de alguma forma de central de reportagem autônoma. O modelo seria o de uma central de uma rede de veículos que captaria recursos, absorveria e remuneraria a produção. O conjunto de publicações na internet, seja de portais de notícia, seja de blogues, reproduziria as reportagens, permitindo ampliar a visibilidade da produção. "Sozinho, ninguém tem 'bala na agulha' para isso", avalia.
O ministro citou reportagens importantes já produzidas por blogueiros autônomos como sinal de que é possível avançar nesse sentido. O primeiro exemplo foram matérias escritas por Conceição Oliveira (do blogue Maria Frô), sobre as enchentes em São Paulo no início de 2011. O segundo, mais recente, foram informações apuradas pelo deputado federal Brizola Neto (PDT-RJ) e pelo jornalista Fernando Brito sobre o acidente da Chevron na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro.
"Isso mostra que a blogosfera pode fazer isso, pode ir atrás de assuntos que a velha mídia não dá, seja porque não tem interesse em apurar, seja porque está cansada", sugere. "A blogosfera vai ter bala na agulha para isso? Será que pode ter uma central de reportagem, que capte recursos para isso, bancada politicamente por todo mundo?"
Ele avalia que o desafio é superar a opinião e entrar na seara da informação. "Mas o jornalismo heróico (do século 19) começou igualzinho, com muita opinião e pouca informação", disse. A necessidade de mudar deveu-se a demandas do público e da necessidade de se preservar a relevância.
O papel que cabe aos conglomerados de comunicação no Brasil depende da forma como essas empresas se comportarem. "Se a imprensa ficar de mal com o país, não vai a lugar nenhum, não manda em nada. Se pensar que Bolsa Família é 'bolsa-esmola', se for contra o Plano Nacional de Banda Larga, não chega a lugar nenhum", disse.
Mas ele descarta a possibilidade de a internet eliminar os jornais e revistas – embora possa eliminar a necessidade de impressos em papel. A questão é a necessidade de forjar um espaço público onde temas são trabalhados com mais profundidade e menos parcialidade. "Mas os jornais no Brasil são muito ruinzinhos, não se pautam pelo imponderável da notícia, mas pelos seus próprios preconceitos", sustenta.
Anselmo Massad
No Rede Brasil Atual
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Governo suíço decide que download de músicas, games e filmes não é ilegal

Um em cada três suíços baixam arquivos protegidos por copyright e por um ano o governo do país tem pensado sobre o que fazer a respeito. Após pesquisas e muita discussão, as autoridades concluíram que o download para uso pessoal é legal e que, inclusive, os detentores dos direitos não serão prejudicados por isso.
Em resposta às reclamações da indústria do entretenimento, o governo da Suíça realizou um estudo para verificar o impacto desses downloads na sociedade. A pesquisa concluiu que a Internet representa uma revolução na distribuição de conteúdo e que as grandes empresas precisam saber lidar com isso.
“É o preço que pagamos pelo progresso. Os vencedores serão aqueles capazes de usar as novas tecnologias para obter vantagens e os perdedores são os que perdem a oportunidade e continuam seguindo modelos antigos de negócios”, afirma o relatório. E a pesquisa vai mais além, contrariando a ideia de que o mercado do entretenimento tem prejuízos com a pirataria.
Para chegar a essa conclusão,o governo suíço adaptou um estudo conduzido pelo governo da Holanda no ano passado, como conta o blog TorrentFreak. Os resultados mostram que, embora um terço dos cidadãos suíços maiores de 15 anos façam o download de músicas, filmes e jogos na Internet, eles não gastam menos dinheiro com entretenimento. Na verdade, as quantias que eles reservam para esse tipo de conteúdo permanece constante e que o ato de baixar arquivos da web funciona mais como uma prática complementar.
Isso significa que as pessoas que têm o costume de baixar arquivos tendem a ser frequentadoras mais assíduas de shows. Essa prática ainda beneficia bandas pouco conhecidas, que acabam lucrando com a divulgação pelo compartilhamento de canções digitais. Ainda segundo o estudo, quem baixa games acaba comprando mais do que os que não baixam.
O governo da Suíça recomenda aos gigantes da indústria que se adaptem a essa mudança no perfil do consumidor se não quiserem estar fadadas à morte. Por lá, o download para uso pessoal continuará legal, já que não foi comprovado um impacto negativo na sociedade. O país também rejeita medidas como filtrar ou bloquear conteúdo, alegando que esse tipo de iniciativa fere a liberdade de expressão e viola leis de proteção da privacidade, além de entender que existem diversas maneiras de furar os bloqueios.
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Caio Júnior pede reforços para 2012 ou terá que fazer mágica

Fãs do bruxo Harry Potter fazem romaria até o Estádio Olímpico.
Seja no quadribol ou no futebol, Caio Júnior, novo técnico do Grêmio, pede reforços para 2012.
O técnico-sósia do famoso bruxo Harry Potter foi apresentado na tarde desta segunda-feira na sala de imprensa do Estádio Olímpico. Alguns fãs do personagem criados pela escritora inglesa J. K. Rowling foram até o Estádio Olímpico acompanhar a solenidade.
Na entrevista coletiva, Caio Júnior pediu reforços para 2012 e afirmou não ser o bruxo que todos pensam que é.
- Vocês viram o Botafogo? Nem com magia negra aquele time ganha alguma coisa - disse Caio.
O novo treinador manifestou o desejo de ganhar títulos pelo tricolor mas disse que um esforço da direção na busca de novos reforços será fundamental.
- Não da pra jogar um feitiço no André Lima pra transformar ele em goleador - encerrou o treinador.
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TCC na PUC sobre Dantas e Gilmar. “Um crime contra a esperança”

Ao lado de Rubens Glasberg, editor da respeitada Teletime (e alvo de 6 ações judiciais de Daniel Dantas), este ansioso blogueiro fez parte da banca de conclusão do curso de graduação de Murilo Henrique da Silva, no curso de Jornalismo da PUC de São Paulo.
O Trabalho de Conclusão do Curso, o TCC resultou num livro de 268 páginas com o título “D.D. – Entre o público e o privado”.
Este ansioso blogueiro deu nota 10.
Trata-se de um levantamento completo de todas as atividades do banqueiro condenado e aqui exaustivamente descritas ao longo dos anos e “43 ações judiciais”.
É mais do que um TCC: é um prontuário.
Murilo trabalhou seis horas por dia – ele é do “rádio escuta” da TV Record – durante nove meses.
Foi com as primeiras notícias da Operação Chacal que Murilo começou a se interessar pelo banqueiro condenado – clique aqui para ver o vídeo inolvidável do jornal nacional, que o flagra no ato de subornar um agente da Polícia Federal e que Gilmar Dantas devidamente ignorou.
(A notável desembargadora Cecília Melo, como se sabe, transformou a Operação Chacal num monte de papel velho, sepultado na Primeira Instância da Justiça de São Paulo. Viva o Brasil!
Ela aparece com fulgor na narrativa de Murilo.)
Murilo considera que Dantas é a síntese, a alegoria do Brasil pós-regime militar.
A sobrevivência do arcaico no Judiciário, no Legislativo, no Executivo e na Mídia – aqui chamada de PiG.
Não bastou concluir o ciclo militar.
Nem a eleição de Lula, diz Murilo, que parecia um sopro de esperança.
Dantas demonstrou que o Poder não deriva da vontade popular.
Dantas é, para Murilo, “um crime contra a esperança”.
Murilo tem a sensação de que Dantas é um canalha, apesar da proteção que recebe da imprensa.
Na rua, as pessoas, segundo ele, não tem a menor duvida.
Ele é a encarnação da corrupção.
Dantas, porém, é a alegoria.
Ele contém esse Brasil que Murilo tenta descrever.
Murilo diz que seria possível descrever o Brasil contemporâneo através da carreira de José Serra, Gilmar Dantas, Naji Nahas, Roberto Amaral, o lobbista de Dantas que trata Cerra de “Niger”.
São todos eles personagens de Brasil arcaico e renitente e, ao mesmo, arquitetos dele.
Murilo descreve exaustivamente a privatização do Farol de Alexandria – “se isso der m… “ – , a tentativa de abafar a Satiagraha e os HCs Canguru de Gilmar Dantas.
Gilmar Dantas, especialmente, sai do TCC tão arranhado quanto Dantas e Fernando Henrique.
Recomenda-se que não pise na PUC de São Paulo.
Outros heróis destacados do livro são Luiz Carlos Mendonça de Barros e André Lara Rezende, operadores da privatização do Farol.
Murilo faz perfis com a ponta da faca desses heróis do PiG.
Murilo acatou recomendação deste ansioso blogueiro: que aprofundasse a dívida que tem com os “Donos do Poder” do Raymundo Faoro.
Essa misturança entre o público e o privado, entre Dantas e Gilmar, Dantas e Fernando Henrique, Dantas e Collor, Dantas e ACM – está toda lá, na obra do mestre Faoro.
Murilo pretende ampliar o livro e, provavelmente, escrever “As Memórias do Cárcere” de Daniel Dantas.
Rubens Glasberg também deu nota 10!
Pela coragem intelectual de enfrentar um tema e um personagem que afugentam os “jornalistas adequados”, como diz Rubens.
Rubens sugeriu alguns caminhos a Murilo.
Que lesse, além do Faoro, o Caio Prado Junior.
Dantas e Gilmar lá estão, de corpo inteiro: nesse Capitalismo de Estado, sem dinheiro, tardio, pendurado nas tetas do Governo.
Rubens concorda com o ansioso blogueiro: o maior mérito de Murilo é entender a dinâmica do sistema.
Dantas e Gilmar são o sistema em funcionamento.
Como seriam "Cerra" e Fernando Henrique.
Gilmar e Serra.
Naji Nahas e Dantas.
Rubens sugeriu que, ao ampliar o livro, Murilo pesquisasse duas áreas fertilíssimas.
As relações de Dantas com o PiG.
Como ele compra, planta, dissemina informação.
Outra área a perseguir, segundo Rubens, deveria ser a relação de Dantas e seus 3003 advogados com o Judiciário.
Rubens sugeriu que Murilo consultasse na CVM a denúncia contra as atividades de Dantas na BrT.
Ali está um documento que mostra que Dantas gastou R$ 50 milhões com advogados e não se sabe em que!
O que fizeram os advogados?
Rubens suspeita que muitos advogados não são ou eram advogados de Dantas, mas cúmplices de Dantas.
Na relação com a imprensa e o Judiciário, Dantas, segundo Rubens, leva ao extremo a convivência entre o legal e a criminalidade.
Rubens sugeriu uma linha de pesquisa especialmente promissora.
Teve um advogado, contou Rubens ao perplexo estudante, que trabalhava no BNDES.
No BNDES, ele arquitetou a privatização do Farol.
Aí, foi trabalhar com o banqueiro condenado.
Como contratado do banqueiro condenado, montou a engenharia societária que permitiu Dantas tornar-se o Grande Herói da Privatização Tucana.
Nessa engenharia, ele disfarçou a presença maciça do Citibank.
E conferiu a Dantas, numa operação com debêntures conversíveis – que Murilo captou muito bem – o privilégio de entrar na BrT e na Telemar.
O que era ilegal, segundo a arquitetura que esse mesmo advogado desenhou antes, lá no BNDES, e, depois, na Lei da Privatização do Sergio Mota.
Uma beleza!
Mas, não parou, aí, continuou Rubens na sua narrativa deprimente.
Aí, por desinteressada sugestão de Dantas, Fernando Henrique nomearia este notável advogado para presidir a CVM, a instituição que deveria vigiar o Dantas!
Sensacional!
O público no colo do privado.
Ou será o contrário?
Murilo, você entendeu como a coisa funciona!, disse Rubens entusiasmado, ainda que no seu jeito contido.
Vá em frente!
Entre na selva do capitalismo moderno entranhado na criminalidade!
Siga os jornalistas “inadequados”, Rubens recomendou.
Em tempo: Murilo tem 22 anos. A mãe é costureira e o pai, operário metalúrgico, sem militância política ou sindical.
Em tempo2: este ansioso blogueiro faz singela sugestão ao dr Greenhalgh, o “Gomes” da Satiagraha, que se tornou editor de livros. Por que não financiar uma bolsa de estudos para o Murilo escrever as “Memórias do Cárcere do Dantas”?
Paulo Henrique Amorim
PHA, Murilo e Rubens: "você entendeu como isso funciona !"
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Jandira Feghali: Taxar 997 milionários levantaria R$ 10 bi para a saúde pública

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados deve apreciar nesta quarta-feira, 7 de dezembro, o parecer da relatora Jandira Feghali (PCdoB-RJ) sobre o Projeto de Lei Complementar 48/11, de autoria do deputado Dr. Aluizio (PV-RJ), que trata da Contribuição Social das Grandes Fortunas.
Um imposto sobre as fortunas está previsto no inciso VII do artigo 153 da Constituição de 1988, nunca regulamentado.
A relatora pretende transformar o imposto em contribuição, permitindo assim que o dinheiro arrecadado seja vinculado a um tipo específico de gasto: o financiamento da saúde pública.
O imposto incidiria sobre 38.095 contribuintes, aqueles que têm patrimônio superior a 4 milhões de reais. As alíquotas teriam variação de 0,40% a 2,1%.
A relatora Jandira Feghali disse que, ao analisar os dados obtidos junto ao Fisco, constatou o tremendo grau de concentração de riqueza no Brasil: pelos cálculos da deputada, a contribuição arrecadaria 10 bilhões de reais taxando apenas os brasileiros com patrimônio superior a 100 milhões de reais, ou seja, 997 pessoas.
Considerando os dados de 2009, a contribuição levantaria 14 bilhões de reais.
“Vamos servir a 200 milhões de brasileiros com uma contribuição de fato em quem concentra patrimônio no Brasil”, diz Jandira.
Ela argumenta que taxar fortunas não é nenhuma novidade. O imposto existe na França para quem tem patrimônio superior a 600 mil euros, segundo ela.
Jandira também lembrou do milionário estadunidense que pediu para ser taxado. Ela se refere ao investidor Warren Buffett. De fato, nos Estados Unidos, existe até mesmo um grupo, chamado Patriotic Millionaires, que lidera uma campanha pela taxação de no mínimo 39,6% para quem tem renda superior a 1 milhão de dólares anuais. Uma pesquisa do Spectrum Group, publicada pelo Wall Street Journal, descobriu que 68% dos milionários entrevistados defendem aumento de imposto para os mais ricos.
A CSGF brasileira não trata de renda, mas de patrimônio acumulado.
Se você tem um Fusca paga 4% do valor em IPVA, mas a posse de um avião particular, de um helicóptero ou iate não é taxada, argumenta a deputada comunista.
Jandira diz que, pelos cálculos do ministro da Saúde Alexandre Padilha, a pasta precisa de um reforço de orçamento de 45 bilhões de reais por ano para dar conta das necessidades do setor. A contribuição dos milionários cobriria uma parte razoável disso.
Fiz duas provocações à deputada: 1) Os milionários brasileiros têm um poder político considerável e, como disse Garrincha sobre a tática infalível do técnico Vicente Feola para derrotar os russos, só falta combinar com o adversário; 2) O argumento clássico dos conservadores é de que, ao taxar os mais ricos, eles perdem o incentivo para produzir as riquezas que, eventualmente, se espalham por toda a sociedade (a famosa economia do trickle-down, do ex-presidente dos Estados Unidos Ronald Reagan, segundo a qual as migalhas que caem lá de cima acabam nos alimentando).
Luiz Carlos Azenha
No Viomundo
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Bem-vinda, Patrícia; até já, Fátima

Na segunda-feira (5/12), à hora do jantar, o sagrado ritual foi truncado: a telenovela Aquele beijo não foi interrompida pelo Jornal Nacional e continuou rolando com outros ingredientes até desaguar na seguinte, Fina Estampa. No meio algumas irrelevâncias sobre o estado do mundo e a aguardada estreia da nova modalidade televisiva, o glamour da notícia, a ternura da informação.
Estava no ar, o “telejornal da família brasileira”, a sobremesa espiritual perfeita para o jantar de uma sociedade amena, sossegada, onde tudo se ajeita no capítulo final. A tocante cerimônia do adeus da deslumbrante apresentadora Fátima Bernardes e a apresentação da sucessora não menos deslumbrante, Patrícia Poeta, devidamente mediada pelo chefe, o irresistível William Bonner, foi uma obra-prima de sentimentalismo com um único defeito. Ninguém conseguiu chorar. Compreensível: com tais salários e num universo profissional ameaçado por uma descabida e estúpida onda de demissões, só um idiota verteria lágrimas.
Lances e ciclos
A pieguice correu solta, desinibida, porque havia uma semana a mídia em uníssono decidira entregar-se a esse maravilhoso conto de fadas. Antigamente, quando ainda existia um mínimo de singularidade, Folha de S.Paulo ou Veja se permitiam quebrar o encanto marqueteiro e ofereciam no varejo salutares doses de ceticismo e gozação. Isso acabou: a Mídia Associada deste século 21 gosta e desgosta por atacado. Surpreendente neste contexto, o primoroso comentário de Maurício Stycer no UOL, logo em seguida à serenata. Não foi reproduzido na Folha de segunda-feira (6).
A imprensa brasileira (nela compreendida o telejornalismo, o radiojornalismo e o jornalismo-ponto-com) está oferecendo à sociedade brasileira no máximo 40% do que as congêneres do mundo desenvolvido oferecem aos seus públicos. Por isso são desenvolvidos – e não apenas pelos respectivos PIBs.
Dos três ou quatro quilos de papel colocados na porta deste observador no domingo pela manhã (compreendidos os três jornalões ditos nacionais e os três semanários ditos noticiosos, deles excluído IstoÉ) salva-se muito pouco para fazer pensar ou oferecer leitura edificante.
Isso se manifesta até na cobertura esportiva. Nenhum jornal paulistano teve a coragem de afirmar que o final do campeonato foi pífio – é arriscado contestar a euforia corintiana. Como o Globo precisa penetrar no mercado paulista, não teve coragem para dizer que o melhor desempenho da temporada foi o do Vasco.
A exuberância inútil está visível até nos anúncios: o inchaço da indústria imobiliária em todos os cadernos desvenda uma economia turbinada por lances e não por ciclos estáveis. Nossa mídia não sabe levar ao consumidor novos hábitos e novos produtos, não abre espaço para novas indústrias, prefere lamber as botas dos seus dirigentes nos cadernos de negócios. E inventa modismos que não se sustentam.
Sem fim
A onda de demissões que aflige nossas redações nada tem a ver com a crise econômica internacional. As empresas jornalísticas descobriram que o leitor exige pouco, contenta-se com pouco e, por isso, resolveram formalizar este pouco cortando pessoal, cortando qualidade e, sobretudo, tônus informativo.
Enquanto a TV mergulha de cabeça na fantasia populista de cortejar a classe C, a mídia impressa entrega-se ao jornalismo ersatz, sucedâneo inferior. Muito inferior. E como todos o praticam sem diferenciações, não há termo de comparação.
Bem-vinda, Patrícia; até já, Fátima. Esta novela não acaba.
Alberto Dines
No Observatório da Imprensa
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Para tucanos, Serra já cogita ser candidato

Dirigentes do PSDB e secretários de Estado do governo de São Paulo passaram a avaliar como possível a candidatura do ex-governador José Serra a prefeito no ano que vem.
Serra tem reiterado que não disputará novamente o cargo, para o qual foi eleito em 2004. Mas intensificou sua atividade política nas últimas semanas.
Na última sexta-feira, Serra promoveu o seminário “Liderança política e gestão municipal nas grandes cidades”, na Casa do Saber, como informou ontem o “Painel”.
Convocou para palestrar oito ex-assessores, que trabalharam com ele na prefeitura, no governo e no Ministério da Saúde.
Estiveram lá Mauro Ricardo (ex-titular da Fazenda, hoje na gestão de Gilberto Kassab), Barjas Negri (que sucedeu Serra na Saúde), Francisco Luna (ex-secretário de Planejamento) e Sidney Beraldo, chefe da Casa Civil de Geraldo Alckmin.
O público foram prefeitos e candidatos a prefeito do PSDB e de partidos aliados no interior de São Paulo e em outros Estados.
Na sua vez de falar, Serra brincou: “Não sou candidato a mais nada”. Ele e a plateia riram da frase.
O seminário foi seguido de um jantar em que o ex-governador foi novamente o anfitrião dos convidados de fora de São Paulo.
“Ele estava bem mais leve, muito animado”, descreve um dos ex-auxiliares.
Enquanto alguns interpretam que Serra se prepara para entrar no páreo da disputa municipal, outros veem a articulação como meio de ampliar inserção nacional de olho em 2014.
Vera Magalhães
No FAlha
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Charge online - Bessinha - # 923

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Tucanos imitam a 7ª arte...

O PODEROSO CHEFÃO (Capítulo PSDB)
Num dos filmes da trilogia de Francis Ford Coppola, O Poderoso Chefão, Al Pacino vai a uma comissão do Senado dos EUA negar as acusações que lhe eram feitas, defender a família Corleone e mostrar o patriotismo de quem combateu pelos EUA, ele próprio.
A trama mostra que a chave do FBI – Federal Bureau of Investigation – era um velho mafioso que testemunharia contra Michael Corleone e daria fim ao propósito de “legalizar” os negócios da “família”.
Como toda quadrilha que se preza a de Michael Corleone tinha a figura do conselheiro. Uma espécie de porta-voz, de analista das decisões e advogado quase sempre.
Aloysio Nunes, o Conselheiro
É esse conselheiro que visita a testemunha chave do caso, que no passado tivera ligações com a família Corleone e relembra a ele a ética da máfia, o compromisso do silêncio e a forma como devem proceder aqueles que se perdem num determinado momento.
A visita acontece numa prisão e na manhã seguinte a testemunha é encontrada morta dentro de uma banheira e com os pulsos cortados. Estava cumprida a ética da máfia.
O senador Aloysio Nunes foi a Natal, Rio Grande do Norte, visitar João Faustino, antigo subchefe da Casa Civil do governo de José Serra e preso – já está solto – na Operação Sinal Fechado. Aloysio Nunes foi ministro da Justiça no governo de FHC, o homem forte do governo de José Serra em São Paulo e é um dos principais líderes da quadrilha tucana.
João Faustino, Gilberto Kassab, José Serra, Paulo Maluf e outros são acusados de envolvimento nos “negócios” da empresa CONTROLAR.
Operador & Patrão
A um “preço módico”, em contrato sem licitação, a empresa realizava vistoria de veículos na cidade de São Paulo, em Natal e planejava atingir dez estados da Federação no próximo ano. O faturamento previsto por João Faustino era de um bilhão de reais e além do ganho dos integrantes da quadrilha, boa parte do dinheiro irrigou e iria continuar irrigando campanhas de candidatos do PSDB, dentre eles José Serra.
Alexandre Moraes, ex-secretário de Transportes de Kassab é o advogado de João Faustino que ao ser solto gritou “Viva o Corinthians”.
Aloysio Nunes foi a Natal lembrar a João Faustino os compromissos éticos da quadrilha, o maior deles o de não abrir a boca envolvendo chefões e, lógico, como no filme, garantir que o criminoso vai ter toda a assistência necessária.
Imagine um fato desses, investigado por uma dessas duplas de detetives que geralmente são os principais protagonistas das séries policiais norte-americanas.
Haveria um levantamento total das ligações telefônicas entre os acusados, dos encontros, das viagens feitas, um rastreamento de contas bancárias, transferência de recursos, todo aquele aparato que no final permitem aos policiais prender os bandidos.
Com certeza o alvoroço telefônico, em encontros reservados e movimentação financeira para a conta do advogado Alexandre Moraes – o defensor de João Faustino – apareceriam, isso se o pagamento não tiver sido feito cash para um paraíso fiscal, especialidade da filha de José Serra.
E nesses levantamentos, cruzamentos, etc., os nomes de José Serra e outras grandes figuras do tucanato viriam à tona mostrando ligações perigosas dos que formam a quadrilha PSDB.
O escândalo da CONTROLAR é apenas uma ponta – significativa – do que representa todo o processo de atuação política dos tucanos. Vender, privatizar, terceirizar e faturar. Tudo através de laranjas, em vários estados do País – onde elegem prefeitos e governadores –, como foi feito no governo de FHC. A CONTROLAR é apenas uma das muitas fachadas da quadrilha tucana.
Não tem escrúpulos – a quadrilha pela totalidade de seus integrantes – e nem tem compromisso algum com o Brasil ou com os brasileiros.
É, literalmente, a mais poderosa máfia partidária em atuação o Brasil, seguida pelo PMDB, o PR... E outros menores... Evidente.
A demonstração cabal de que o modelo político institucional vigente está falido; a democracia é uma farsa, pois deitam tentáculos mafiosos por todos os poderes da Republica, do aparelho estatal nos seus três níveis (União, Estados e Municípios).
Sem falar no controle da mídia. Esse tipo de fato só sai na GLOBO, se sair, em pequenos cantinhos do noticiário, sem envolver os poderosos chefões do crime político organizado no Brasil. No mais é silêncio total. O fato de Kassab estar sendo crucificado em alguns veículos da grande mídia é sintoma que o prefeito está sendo jogado às feras por ter fugido a compromissos políticos com os tucanos. A grande mídia, GLOBO à frente, é parte decisiva da quadrilha tucano/neoliberal. É a que mostra ao telespectador “idiota” (definição dada por William Bonner) a “verdade” segundo o tamanho da fatura.
João Faustino entendeu o recado, acolheu as recomendações de Aloysio Nunes. Não é como no filme, um caso de suicídio. Está aí o ex-governador de Brasília, José Roberto Arruda recolhido ao nada político, mas com todo o patrimônio roubado, garantido pela máfia tucana.
É a ética do silêncio, que resulta na solução do bode expiatório. Uma ética fundamental num momento em que se avizinham as eleições municipais do próximo ano e novas prefeituras são importantes para aumentar o faturamento da quadrilha através de empresas como a CONTROLAR. Tem a QUEIROZ GALVÃO, tem a NORBERTO ODEBRECHT, tem a CAMARGO CORRÊA (dona da CONTROLAR), uma infinidade delas a serviço de “negócios” desse porte.
Um detalhe interessante e que bem poderia ser objeto de investigação é o uso de figuras como João Faustino em operações como essa. Em Minas o procurador da FEAM - FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE – prestou serviços aos tucanos em um estado do norte do País, foi condenado pelo Tribunal de Contas a devolver dinheiro público – companhia de águas – e no governo Aécio e agora, pontifica “corruptando”, como João Faustino, nos muitos “negócios” tucanos. É conhecido como JoaQUINZINHO. Outro Faustino da vida.
Paulo Preto é o da direita...
Os tucanos dispõem de toda essa espécie de operadores do crime (lembram do Paulo Preto em São Paulo que garfou a grana - 4 milhões de reais - do Caixa 2 do PSDB nas eleições de 2010?) que rodam o País por governos estaduais e municipais que o partido controla e mantêm cheios os cofres pessoais e do partido ensejando campanhas sempre recheadas de recursos.
Tudo como o poderoso chefão na vida real, ou o filme, é o mais correto. É apenas a demonstração do que representa o capitalismo, onde a corrupção é princípio, meio e fim.





Laerte Braga
No Redecastorphoto
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FHC no Roda Viva

Oposição tem que dizer ‘o que é contra e o que é a favor’, afirma FHC
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou que o seu partido, o PSDB, deve dizer “o que é contra e o que é a favor” para marcar suas posições em relação governo federal, em entrevista nesta segunda-feira, 5, ao programa Roda Viva, da TV Cultura.
Durante sua participação no programa, FHC falou sobre política, economia e a sociedade brasileira, entre outros temas. Ele admitiu que seu partido não soube “deixar uma marca” nas políticas sociais, apesar dos esforços do seu governo nessa área, e atribuiu a isso a imagem mais associada às parcelas ricas da população.
FHC lembrou também que, durante a sua Presidência, ocorreram algumas crises econômicas e “a situação da população era objetivamente pior”. “A política depende muito das circunstâncias”, observou.
Ao ser questionado o slogan em inglês “Yes, we care”, que sugeriu para o PSDB em recente evento partidário, FHC esclareceu que não pretendia ser interpretado literalmente. “Imagine se eu iria falar isso pro povo. Só se fosse um débil mental”, disse.
O ex-presidente comentou a atual situação da economia nacional, que avançou muito nos últimos anos, e afirmou que, segundo ele, “o Brasil está saindo de uma fase de escassez para um começo de prosperidade”. Sobre a nova classe média, ele disse que hoje ela é apenas uma “classe de renda”. FHC prevê que no futuro, a nova classe vai superar a busca pelo acesso e vai querer mais qualidade. “É essa hora que entra a questão do valor.”
Além do jornalista Mario Sergio Conti, que apresenta o programa, participaram da bancada o diretor de Conteúdo do Grupo Estado, Ricardo Gandour; o editor-executivo do jornal Folha de S. Paulo, Sérgio Dávila; o colunista do jornal O Globo, Ancelmo Góis; a psicanalista e escritora Maria Rita Kehl, e a historiadora e antropóloga, professora titular de Antropologia da USP, Lilia Schwarcz.
Redes sociais. FHC destacou mais de uma vez durante o programa o papel importante que atribui às novas formas de comunicação, como os sites de relacionamento e outras plataformas da internet. “Acho que hoje em dia que está fora do Facebook não está na vida real”, disse logo no início da transmissão.
“Esse mundo me fascina”, admitiu o ex-presidente, que aos 80 anos estreou nesta segunda-feira sua página na rede social criada pelo norte-americano Mark Zuckerberg. FHC destaca que não é “usuário habitual” desses meios, mas já apresenta uma visão pessoal sobre sua utilização. O ex-presidente criticou a exposição pessoal através da rede e disse não achar que o espaço deve ser usado para dizer “fiz isso, fiz aquilo, estive com fulano”.
Veja como foi:
23h43 - Termina o programa Roda Viva.
23h40 - Ao comentar sua estreia no Facebook, FHC afirma que “o mundo novo é um mundo que tem essa discussão direta” e admite: “Esse mundo me fascina.” Ele diz não ser “usuário habitual” das redes sociais, mas afirma ter “interesse pelo que acontece”. O ex-presidente critica a exposição de si mesmo através da rede e diz que não achar que o espaço deve ser usado para dizer “fiz isso, fiz aquilo, estive com fulano”. Para resumir seu sentimento sobre os novos meios, afirma: “Tem muita coisa boa no mundo.”
23h32 - Estimulado a comentar a criação da Comissão da Verdade pelo governo Dilma, FHC afirma ser “totalmente favorável” ao projeto. “As vitimas têm o direito de saber o que aconteceu”, ressalta. Ele diz ter sido vítima da ditadura e ter visto pessoas que foram torturadas. “Pra mim não é uma questão retórica, é uma questão existencial.” Ele conclui indicando que acredita que o modo como a Comissão da Verdade foi feita é “equilibrada”.
23h25 - Gandour questiona se o modelo chinês seria perigoso, por unir desenvolvimento econômico e falta de democracia. Para FHC, pode ser uma tentação para “atrasar” determinadas ações. Ele afirma que o governo “hesita entre modelos” e cita como exemplo a privatização dos aeroportos. “Não se assume.”
O ex-presidente afirma que considera a Educação um setor “essencial”. “O mundo mudou muito e nos continuamos ensinando a mesma coisa”, afirma. “Acho que tem que ir mais fundo, não adianta só dar mais.” Ele diz se assustar com um dado sobre as escolar: “A evasão escolar estava ocorrendo pela falta de interesse do aluno no que estava sendo lecionado.”
Sobre a economia, diz que o mundo “só vai sair” da situação atual quando “abrir novas frentes de investimento”. Segundo FHC, “tanto a China como os Estados Unidos sabem disso e estão se preparando”.
23h10 - Após pergunta pré-gravada do ex-governador de São Paulo José Serra sobre as diferenças entre o governo FHC e o governo Lula, o tucano destaca a atual situação da economia. “Pela primeira vez a definição de desindustrialização cabe”, diz o ex-presidente. “Quando saí, a indústria era 60% e a os commodities 40%, e agora se inverteu”, afirma FHC, que atribui a mudança ao cenário externo.
O ex-presidente critica a criação de cargos de confiança e diz que há clientelismo demais no governo federal. É um “botim do Estado, vou repartir o Estado e assim tenho uma maioria”, diz FHC ao descrever a mentalidade atual. Ele afirma que, se pudesse dar um conselho à presidente Dilma Rousseff, diria que “não precisa de uma maioria tão grande”. “Se você quiser uma maioria absoluta, 80%, você vai ter que negociar com todo mundo.”
22h59 - Sobre a crise europeia, FHC afirma que faltou capacidade política e que isso é “preocupante”. O ex-presidente aponta a “falência dos partidos” europeus como uma das causas da crise política que acompanhou os problemas econômicos. Ao ouvir uma comparação com o Plano Real, ele diz que a Europa terá que fazer os seus sacrifícios e se reorganizar, como ocorreu no Brasil para superar a hiperinflação. FHC destaca que a falta de punição aos grandes banqueiros norte-americanos é um problema. “Houve crime, mas não houve castigo.”
22h49 - Ricardo Gandour lembra que ele tem escrito sobre a predominância do mercado e pergunta se, no âmbito econômico, não é mais difícil fazer oposição devido aos avanços do País nos últimos anos. “Na pratica hoje, o que orienta é o mercado”, responde FHC. “Está todo mundo obcecado com o mercado.” Ele diz que, na Europa, os governos “de esquerda e de direita” caem porque o mercado “está lá embaixo”.
Para o ex-presidente, a crítica à corrupção pode ser vista como um “estilo UDN”, mas destaca que os jovens “nem sabem o que é UDN hoje em dia”. O partido tem que dizer “o que é contra e o que é a favor”, opina. Questionado se foi isso que faltou na campanha de 2010, ele responde. “Não posso falar da ultima, mas falta em geral.” Segundo o ex-presidente, nas redes sociais não existe “individualismo possessivo” e as pessoas “querem ser pessoas, querem opinar”.
Sobre as novas classes médias, ele diz que hoje são apenas “classes de renda”. FHC prevê que no futuro, a nova classe vai superar a busca pelo acesso e vai querer mais qualidade. “É essa hora que entra a questão do valor.”
22h39 - Lilia Schwarcz lembra de posição sobre a ação afirmativa e compara àquela expressa pelo ex-presidente sobre a descriminalização da maconha. “Equidade é o principal problema para mim. É preciso ter equidade”, diz FHC sobre as ações afirmativas para negros.
Sobre a questão das drogas, ele diz que a “preocupação veio pela desmoralização das instituições”. FHC cita número de mortos na guerra contra o narcotráfico no México e compara aos mortos dos EUA no Vietnã. “O país que mais progrediu nesta matéria foi Portugal, que conseguiu diminuir o consumo e descriminalizar.”
FHC diz que, com base em estudos que leu, sabe que “a maconha faz menos dano do que o álcool e do que o cigarro” e pergunta: “Porque não fazer com a maconha o que fizeram com o cigarro?”
22h34 - Após ouvir pergunta pré-gravada do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, sobre o grande número de partidos no País, FHC diz que temos “legendas, não partidos”. O ex-presidente lembra que as “poucas tentativas” de alterar esse quadro, “como a cláusula de barreira”, foram derrubadas na Justiça.
22h28 - Maria Rita Kehl lembra declarações de FHC sobre a impossibilidade de incluir todos na economia e sobre “quebrar a espinha” dos petroleiros em greve durante seu governo. Sobre a primeira, FHC diz: “Nos vivemos no regime capitalista. O regime capitalista raramente dá pleno emprego.” Ele destaca que não queria dizer que era “impossível” a inclusão de todos, mas que naquele momento não ocorreria. O ex-presidente lembra que, durante seu governo, havia a hiperinflação e diz que na atualidade “dá pra incluir”.
“O Brasil está saindo de uma fase de escassez para um começo de prosperidade”, analisa FHC. Sobre a segunda declaração, o ex-presidente afirma que a greve era política e a frase foi “uma força de expressão”. Ele lembra que, na década de 1980, participou das greves no ABC e do início da Força Sindical. Sobre a greve na refinaria, diz que os grevistas queriam “criar condições de inviabilidade do governo”.
22h19 - Conti lembra critica de FHC a Lula, na qual o compara aos stalinistas. O ex-presidente afirma que é um exagero, mas destaca que o Congresso perdeu importância durante o governo petista e diz que Lula tem um discurso que deixa a entender que “começou tudo”.
22h15 - Sérgio Dávila lembra do slogan “Yes, we care” e pergunta se acha que isso funciona. “Imagine se eu iria falar isso pro povo. Só se fosse um débil mental”, responde FHC. Ele diz que usou a expressão em inglês em evento político para exemplificar o que acredita ser o discurso certo para o partido, mas ressalta que não espera que o slogan seja usado em inglês.
22h13 - FHC destaca o papel das novas tecnologias e diz que falta ao partido a capacidade de se apresentar nesses meios. “O povo muda”, diz ele, indicando que o partido deve seguir essas mudanças.
22h10 - Ao iniciar o programa, o apresentador lembra de uma pesquisa que mostra que o PSDB é um partido mais identificado com os ricos e o PT, com os pobres. Ele pergunta se é um problema de comunicação. Para FHC, “dizer que não consegue se comunicar é colocar toda a culpa na comunicação”. O ex-presidente afirma que seu partido não soube “deixar uma marca” nas políticas sociais e apresentar os esforços do governo nesta área. FHC lembra que, durante sua presidência, ocorreram crises e “a situação da população era objetivamente pior”. “É muito difícil para quem melhorou e antes economicamente era pior que antes era melhor.” O ex-presidente conclui que “política depende muito das circunstâncias”.
22h00 - Antes do início do programa, Mario Sérgio Conti lembra que Fernando Henrique Cardoso lança nesta segunda-feira, 5, o seu perfil no Facebook. Ao ser questionado sobre o motivo da adesão à rede social, afirma: “Acho que hoje em dia que está fora do Facebook não está na vida real.”
Bruno Siffredi
No Estadão.com.br
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