23 de out de 2011

"Manifestação" de ricaços em NY

A capa desta semana da célebre revista New Yorker.
A ilustração mostra uma "manifestação" fictícia de ricaços, com cartazer como "Deixem as coisas exatamente como estão" e "Deixem Wall Street em paz".
No Blog do Renatão
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O Globo tenta fraudar o Enem

Tema da redação do Enem é redes sociais

Brasília - O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2011 é Viver em Rede no Século 21: os Limites entre o Público e o Privado. Os textos de apoio indicavam aos candidatos que deveriam escrever sobre as redes sociais como Twitter e Facebook e como as pessoas se relacionam nessas plataformas.
A informação foi divulgada pelo jornal O Globo às 14h – uma hora antes do horário em que é permitido que os estudantes deixem o local de provas. O Ministério da Educação (MEC) informou que ainda não sabe como o jornal teve acesso a essa informação e está investigando o ocorrido.
Para o MEC, como o tema só foi tornado público após as 13h, depois das provas terem sido distribuídas, não houve quebra de sigilo. Em nota, o ministério informa que o tema “passou a circular nas redes sociais” e em alguns site de notícias a partir das 13h59, sem qualquer interferência no sigilo e na realização da prova. A Agência Brasil entrou em contato com a redação do jornal O Globo para esclarecer o fato, mas eles não quiseram comentar o assunto.
Hoje os candidatos responderam a 90 questões de linguagens e matemática, além da redação. A prova terminou às 18h30.
Amanda Cieglinski
No Agência Brasil
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Tarso rechaça editorial da RBS e diz que empresa manipulou conteúdo de conferência

Governador do RS rechaça editorial publicado pelo jornal Zero Hora que o acusa de querer "censurar o jornalismo investigativo" e "restringir a liberdade de imprensa. Em conferência realizada no MP gaúcho, Tarso criticou jornalismo que quer julgar e condenar, substituindo trabalho das instituições que têm essas atribuições. Governador acusa empresa de manipular conteúdo de sua conferência e de omitir o que ele disse sobre liberdade de imprensa.
Vídeo traz trecho da conferência de Tarso Genro que foi omitido por Zero Hora e por jornalistas do Grupo RBS. No trecho em questão, o governador enfatiza que não defende qualquer tipo de controle sobre o trabalho da imprensa, ao contrário do que afirmou a RBS.
O jornal Zero Hora publicou um editorial neste sábado (22) manifestando “estarrecimento” pelo que chama de “ataque desfechado pelo governador Tarso Genro ao jornalismo investigativo”. O editorial acusa o governador de sustentar uma posição que “tende a interessar mais aos corruptos do que aos cidadãos”. ZH acusa Tarso também de querer “restringir preventivamente a liberdade de imprensa” e o trabalho da “imprensa livre e independente”, no momento em que “o país passa por uma limpeza ética”.
Na quinta-feira (20), em meio a uma conferência proferida no Congresso do Ministério Público do Rio Grande do Sul, Tarso Genro criticou as práticas jornalísticas que denunciam, julgam e condenam, pretendendo substituir as instituições republicanas que têm essas atribuições. A RBS reagiu no mesmo dia, acusando o governador gaúcho de querer "censurar o jornalismo investigativo". (A íntegra da conferência de Tarso Genro está disponível aqui).
“A reação violenta da RBS”, declarou o governador Tarso Genro à Carta Maior, “parece querer interditar o debate e o faz através da manipulação da informação sobre a conferência que proferi no Congresso do Ministério Público”. “Essa conferência versa sobre um tema que vem sendo debatido em todo o mundo há mais de vinte anos e que aqui no Brasil ocorre no âmbito da academia e em setores da intelectualidade fora da academia: a superposição das instituições “de fato”, oriundas da força econômica do capital financeiro - agora em crise - sobre as instituições do Estado”. “Ela sequer versava”, acrescentou, “sobre alguma empresa de comunicação em particular ou sobre alguma investigação jornalística, ou, ainda, sobre a liberdade de informar. Tanto é que eu digo claramente na minha exposição:
(...) Não proponho, em absoluto, qualquer controle da informação por parte do Estado. Nem a sonegação de informações relevantes, para que os processos e as investigações tenham ampla publicidade pela mídia que, de resto, pode cumprir o papel político que quiser dentro da democracia. Nem se trata, também, de alegar a existência de uma “conspiração” dos meios de comunicação contra a democracia e o devido processo legal. Trata-se de compreender que já vivemos um período da sociedade da informação em que os poderes de fato, no capitalismo tardio, estão se sobrepondo aceleradamente ao poder das instituições formais do Estado. Isso não ocorre somente em relação à mídia, mas também em relação a outros poderes fáticos oriundos da força econômica dos grupos privados.
O governador acusou a RBS de querer interditar o debate manipulando o conteúdo de sua conferência ao “não publicar nem mencionar o trecho acima que dá sentido à toda a exposição”. “O que proponho - e isto está escrito também no texto da conferência - é uma união das instituições do Estado com os políticos sérios e honestos (que são a maioria em todos os partidos) para combater a corrupção, com mais condições técnicas para os inquéritos, reformas legais que acelerem os processos e os cumprimentos de pena”, afirmou Tarso. E acrescentou:
“O que faz reduzir a corrupção é a punição pelo Estado e não o justiçamento paralelo da mídia, nem as investigações dos repórteres, que obviamente podem ser feitos e devem ser feitos. Mas o produto destas investigações é matéria jornalística e é, portanto, mercadoria-notícia, não prova de crime”.
"Esta atitude da RBS, pretendendo interditar o debate com ameaças de campanhas difamatórias que estão subjacentes no mesmo editorial, marca o ápice da petulância e da arrogância que poucas empresas de comunicação têm a coragem de expor publicamente. Mentem, quando dizem que sou contra o jornalismo investigativo, quando o que sou contra é julgamento sumário de pessoas, independentemente de que sejam culpadas ou não. Mentem quando contrastam dois textos meus sobre assuntos diferentes, mesmo tendo, na Conferência, manifestação explícita da minha parte que confirma a minha posição de princípio a favor da total liberdade da imprensa e de respeito irrestrito ao trabalho dos jornalistas," disse ainda o governador gaúcho.
Ainda segundo a avaliação do governador, “o sentido da avalanche de críticas que recebi está muito bem exposto no editorial de ZH desta manhã”. Mais precisamente, explicou, “está contido na expressão “limpeza ética”, de origem e marca bem conhecidos na história”. Recentemente na Europa Oriental se falava em “limpeza étnica”. Limpeza se faz num lugar sujo (a política e o país) e quem faz a “limpeza” é o virtuoso (a mídia), nós, humanos sujamos, por isso nem temos o direito de dizer que o processo judicial, o inquérito do Ministério Público e dos órgãos de controle, não podem ser superpostos por justiçamentos e linchamentos públicos, que transformam crimes comuns em crimes políticos e consequentes condenações políticas, sem direito de defesa com a mesma exposição e intensidade das acusações”.
“O editorial”, prosseguiu o governador, “chega a sugerir que estou tentando me proteger de futuras denúncias”. “É jogo sujo: eu poderia dizer, se fizesse o mesmo raciocínio, que quando eles atacam quem quer fortalecer o MP e o Judiciário, para evitar linchamentos públicos, eles estão protegendo corruptos que eles apoiam ou apoiaram. Mas, sinceramente não penso assim. Acho que eles não leram a integralidade da minha conferência e pensaram que ela era dedicada a eles”.
Por fim, Tarso Genro afirmou que não mudará um milímetro a relação que mantém com a RBS e nem com a imprensa em geral. “Essas controvérsias são boas para a democracia. Todos fulminaram sistematicamente Lula e o PT e a esquerda em geral, às vezes até com razão, e nós continuamos vivos e crescendo. Enfrentei seguidas manipulações da imprensa sobre as minhas posições quando Ministro da Justiça: caso da punição dos torturadores, caso Daniel Dantas, caso Battisti, caso Cacciola e nunca perdi a serenidade”. E concluiu:
“Na verdade o que temos com a grande mídia é uma divergência histórica de fundo: no ocaso do modelo neoliberal eles têm que substituir o alvo dos seus ataques, que era o “gigantismo” do Estado, agora é a corrupção e a política em abstrato, sem avaliar as suas origens e fundamentos, que, na verdade estão contidos na fraqueza das leis e das instituições, geradas pelo modelo econômico neoliberal, para combater o crime, a corrupção e o aparelhamento do Estado pelos grandes grupos econômico-financeiros, em detrimento da ampla maioria dos próprios empresários e sociedade em geral”.
Marco Aurélio Weissheimer
No Carta Maior
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Arrasador triunfo de Cristina Kirchner

Según los primeros datos de boca de urna, la presidenta CFK fue reelecta por más del 50 por ciento de los votos y, junto con su candidato a vicepresidente, Amado Boudou, gobernará el país durante cuatro años más, hasta diciembre de 2015.

La diferencia con la fórmula encabezada por el actual gobernador de Santa Fe, Hermes Binner, que habría obtenido alrededor del 14 por ciento, sería superior a la que le sacó Perón a Ricardo Balbín en 1973, cuando el primero obtuvo el 60,12 por ciento de los votos contra el 23,74 por ciento del radical.

El actual gobernador de Buenos Aires, Daniel Scioli, también habría superado a Francisco de Narváez por más de 40 puntos. Durante el acto de cierre de campaña, realizado el miércoles pasado en el Teatro Coliseo, CFK había convocado a “la unidad nacional” y a los dirigentes opositores a dejar de lado las “diferencias menores”.

Cuando todos los pronósticos indicaban que sería reelecta, había afirmado que "no le guardo rencor a nadie, las cosas que han pasado me obligan a abrirme cada vez más, a tender la mano, a superar las diferencias”, y había pedido a los distintos sectores que conforman la sociedad que colaboraran durante los próximos cuatro años para aprovechar lo que calificó como “una oportunidad histórica” para la Argentina. “Por primera vez podemos pensar a mediano y largo plazo”, destacó al pedir “gestos de grandeza” para “articular los intereses de 40 millones de argentinos”.
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Persuasão chilena

Policial chileno usa a sua enorme capacidade de persuasão para convencer um estudante em Santiago a recuar no seu protesto em favor de educação gratuita e de qualidade. Foto de Victor Ruiz Caballero/Reuters
No Diário Gauche
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Perigosa provocação a Cuba!

No próximo 9 de dezembro, em vésperas do Dia Internacional dos Direitos Humanos, um grupo de contrarrevolucionários radicados na Flórida, mobilizados pela organização terrorista Movimento Democracia, zarparão desde Cayo Hueso até as costas cubanas, utilizando uma frota de embarcações, para montar um perigoso espetáculo midiático cujas derivações políticas são impresumíveis.
Até o momento é impreciso determinar se será uma só embarcação de 80 pés que estará envolvida ou se incorporarão à louca aventura outras embarcações. Junto ao Movimento Democracia, participarão representantes de outras organizações anti-cubanas, como a Organização de Jovens Exilados Cubanos (OJEC), Agenda Cuba, a Assembleia da Resistência Cubana (ARC) e o partido Pró Direitos Humanos de Cuba.
O terrorista e organizador deste novo show, Ramón Saúl Sánchez, presidente do Movimento Democrático, declarou em uma conferência de imprensa, com total impunidade, que a provocação em curso tem como finalidade “levar aos cubanos na ilha uma mensagem de solidariedade que se visualize das três províncias - La Habana, Pinar del Río e Matanzas – por meio de um espetáculo de fogos artificiais.”
Plenamente consciente de que esta delicada operação marítima agrava as relações entre Cuba e EUA, o próprio Raul Sanchez declarou: “Os riscos são o mar; que a tirania não nos agrida, ou que o governo dos EUA não nos detenha, como já sucedeu”.
O governo norte americano deve tomar consciência do fato indiscutível de que esta nova provocação o coloca frente a sérias responsabilidades, dado o fato de que alguma das embarcações poderiam cruzar o limite das doze milhas e entrar nas águas jurisdicionais cubanas, o que representaria um perigoso ponto de conflito, pois Cuba, obviamente, tem o legítimo direito de responder a essa provocação de entrada ilícita à suas fronteiras marítimas por parte de alguma destas embarcações.
Cuba, tal como ocorreu em 24 de fevereiro de 1996, ocasião na qual foram derrubadas duas avionetas da organização terrorista Hermanos al Rescate, logo de constantes violações em seu espaço aéreo e de que o governo norte americano se fez omisso às advertências e comunicados oficiais com respeito a essas reiteradas provocações, tem o direito soberano de se fazer respeitar suas fronteiras.
A parte norte americana, até o momento, não tomou ação alguma para deter este ato provocador, o que confirma o grau de impunidade com o que atuam os grupos terroristas anti-cubanos assentados em seu território. As agências governamentais estadunidenses como o FBI, o ICE, a guarda costeira e outras, conhecem muito bem os antecedentes delitivos e terroristas deste grupo e principalmente do senhor Ramón Saúl Sánchez Rizo.
Até o momento, somente a porta-voz da guarda costeira, Marylin Fajardo, limitou-se a declarar que sua agência não tem autoridade para intervir em uma atividade deste tipo.
Para obter sucesso no show provocador, os grupos se valem da mídia vinculada à máfia anti cubana como El Nuevo Herald, El Diario de las Américas, Radio Martí, blogs contra revolucionários como Punto de Vista e agências de imprensa internacionais. Todos estes meios não somente dão detalhes da perigosa aventura, mas servem para incitar os cidadãos residentes na Ilha a somarem-se ao evento mediante atos de desobediência civil.
Antecedentes provocadores do Movimento Democracia:
Até o momento, esta organização realizou aproximadamente 16 expedições marítimas nas costas de Cuba, utilizando fogos de artifício.
O Movimento Democracia, criado em 13 de julho de 1995, a partir da Comissão Nacional Cubana junto a contra revolucionários de Nova Iorque, Nova Jersey, Flórida e Porto Rico, é conhecido em Miami como o Movimento Cepillo, por sua tendência de arrecadar fundos dentro da comunidade cubana nos EUA e por manter uma permanente atitude provocadora nas costas cubanas, buscando sempre fomentar um incidente entre Cuba e EUA. Conta com a emissora de rádio Radio Democracia e não passa de 20 membros com fortes laço com outras organizações terroristas.
Segundo o site EcuRed, “suas cabeças sempre foram Ramón como presidente; Luis Felipe Rojas, secretário de imprensa; Norman del Valle, chefe de operações; Frank Álvarez, chefe naval; Ramón Díaz, chefe de segurança; Marcelino García, chefe do grupo aéreo democracia. Luis Felipe Rojas é o homem de maior confiança de Ramón Saúl; é sobrinho neto do capacho da tirania batistiana Cornelio Rojas. Norman del Valle possui um negócio de contratações em Miami e está vinculado ao terrorista “Pepe”Hernandez, diretor da FNCA”. Mantém uma página no facebook com o link: http://www.facebook.com/profile.php?id=100000369500684
A rota do dinheiro evidencia como recebem financiamento de representantes e organizações da direita cubanoamericana como a FNCA, a família Bacardi, diretores vinculados ao Ocean Bank, a firma de advogados de Miami Mortgase, e os contra revolucionários já falecidos, Elena Diaz-Verson e Arnaldo Monzón, diretores da FNCA que financiou também as operações terroristas contra Cuba a partir da América Central de Posada Carriles, assinala o mesmo EcuRed.
Em várias oportunidades, tal como ocorreu nas provocações em 13 de julho de 1996, em 1997 e depois em janeiro de 1998 quando tentaram provocar um incidente durante a visita do Papa João Paulo II à Cuba.
O Movimento decidiu não escutar deliberadamente as frágeis pressões das autoridades norte americanas apesar de que foram retidas as embarcações Democracia e Direitos Humanos em setembro de 1997 e em dezembro de 1998, respectivamente. Essas medidas impostas pelas autoridades de EUA foram ignoradas descaradamente pelo terrorista Ramón Saúl quem chegou ao descaramento de enviar lanchas teledirigidas por GPS, como ocorreu com uma delas em junho de 1998, a qual encalhou na praia de El Chivo, na então cidade de Havana, carregada de propaganda incitando a subversão.
A partir do ano de 1999 incrementou seus vínculos com terroristas e organizações contra revolucionárias de Miami, tais como Alpha-66, a FNCA, o CLC, o CID e a Federação Sindical de Plantas Elétricas, Gás y Água de Cuba no exílio, ente outras, assumindo ainda maior papel provocador e perigoso. Suas posições de linha dura os levaram a participar ativamente do sequestro de Elián González e na defesa de Posada Carriles e seus cúmplices enquanto se encontravam detidos no Panamá.
O chefe do Movimento Democracia, Ramón Saúl Sánchez, nasceu em Colón, Matanzas, Cuba no ano de 1954. Desde muito jovem, se transferiu para os EUA vinculando-se com apenas 17 anos a grupos terroristas como Frente de Liberación Nacional Cubano (FLNC), Abdala, Alpha-66, Jóvenes de la Estrella, CORU, Organización para la Liberación de Cuba, Omega 7 e Cuba Independiente y Democrática (CID). Imediatamente, desenvolveu uma ativa participação em atos terroristas de grande projeção e perigo, no assassinato de 4 norte americanos cuja aeronave explodiu em pleno voo. Acompanhou-o em suas ações o terrorista Francisco Eulálio Castro Paz, de histórico delitivo em homicídios e narcotráfico, assim como Orlando Bosch Ávila.
Ramón Saúl esteve envolvido nas ações realizadas pela organização terrorista Acción Cubana, dedicada ao envio de cartas bombas a missões diplomáticas cubanas no exterior, particularmente em 1974. Ramón Saúl Sánchez Rizo é técnico em eletrônica e vive em 7105 SW 8 TH Street Suite 101. Piso 2. Brickelave.
Miami. FL 33144 (2000). Seus vínculos mais frequentes foram com terroristas do cacife de Luis Posada Carriles, Sergio Francisco González Rosquete, Higinio Díaz Ané, Justo Regalado Borges, José Basulto, Rodolfo Frómeta Caballero, Rubén Darío López Castro, Nelsy Ignacio Castro Matos, Orlando Gutiérrez Boronat, Enrique Encinosa Canto ente outros.
Conclusões:
A atual administração do presidente Obama deve tomar consciência plena do perigo que representa a frota que chegará à costas cubanas no próximo dezembro, assim como as profundas implicações e responsabilidades que terá que assumir se alguns dos experimentados terroristas e provocadores, ávidos de criminal protagonismo, ousarem cruzar as águas territoriais cubanas. Obama tem a palavra para deter esta aventura descabelada, fomentada pela ultra direita anti cubana e seu próprios políticos.
Cuba, de sua parte, não esquecerá seu legítimo direito de defender-se de qualquer agressão ou provocação. A grande maioria do povo cubano ignorará esta nova bufonada midiática e não se prestará a ela, disposto a dar-lhe justa resposta a quem, ansioso em encher seus bolsos de dólares provenientes de seus amos do norte, tentem sair às ruas para realizar qualquer provocação contra-revolucionária. Estão advertidos!
Percy Francisco Alvarado Godoy
Tradução: Coletivo Paulo Petry, núcleo da UJC/PCB em Cuba
No Solidários
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Paulo Bernardo determina investigação de censura a Dilma na TV Paraná Educativa

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, determinou ontem uma rigorosa investigação na grade de programas da TV Educativa (E-Pa­­raná), emissora administrada pelo governo de Beto Richa (PSDB). A informação é repórter Rogério Waldrigues Galindo, no jornal Gazeta do Povo.
No último dia 13, a presidenta Dilma Rousseff teve o discurso censurado pela TV do governo do Paraná durante cerimônia para a liberação de R$ 1,7 bi para obras da primeira etapa do metrô em Curitiba. No lugar, a emissora optou em transmitir o desenho animado Cocoricó. Também foi censurada a fala do ministro das Cidades, Mário Negromonte.
Os discuros de Richa e do prefeito Luciano Ducci (PSB), porém, foram transmitidos ao vivo, sem cortes.
O blog apurou que depois de a grade da programação da E-Paraná ser investigada pelas Comunicações, se ficar comprovado que houve censura, Bernardo encaminhará denúncia ao Ministério Público Federal.
Beto Richa tem um histórico ligado à censura no Paraná. Nas eleições de 2010, o tucano conseguiu por meio judicial proibir pesquisas, a circulação de revistas, retirar de sites, blogs e até Twitter do ar. Neste mês, o governo do PSDB chegou a bloquear o Blog do Tarso nos computadores da administração estadual, mas recuou diante da repercussão negativa.
Este blog também foi alvo (e continua sendo) da censura do tucano em diversas oportunidades.
Richa alega que fica abalado emocionalmente com as críticas políticas postadas aqui neste espaço.
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Charge online - Bessinha - # 871

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Estadão divulga o preço da Veja

R$ 150 mil para evitar publicação de matéria na revista Veja - revela o Estadão
Sem querer o jornal Estadão jogou a revista Veja no caldeirão de suspeitos de cobrar R$ 150 mil para silenciar sobre encândalos.
Foi nesta matéria, onde o alvo era Agnelo Queiroz, mas se a Polícia Federal investiga as conexões políticas no caso, agora não pode deixar de fora as investigações sobre a revista Veja, para averiguar se a revista não estaria participando da partilha do dinheiro da máfia que fraudou convênios com o Ministério do Esporte.
Eis o trecho do Estadão onde "entrega" a revista:
Geraldo Nascimento contou à Polícia Civil que na reunião foi debatida uma forma de arrecadar R$ 150 mil para tentar evitar a publicação da matéria pela revista Veja, baseadas nas acusações feitas por Michael. A matéria foi publicada em abril de 2008. Discutiriam também o que fazer com o delator.
Confira aqui.
É preciso advertir que estas acusações, como as outras, são frágeis, muita coisa baseada apenas em depoimento sobre a tal reunião, na base do "ouviu falar", do "fiquei sabendo". O depoente sequer diz que participou, nem que testemunhou, está envolvido no desvio de verbas e participou da campanha da família Roriz em 2010. Então todo cuidado é pouco.
Mas o fato é que a revista Veja publicou uma matéria na edição 2057 de 23 de abril de 2008, com o referido Michael atacando Agnelo.
Agnelo é o alvo das acusações na revista nesta matéria, o que evidencia que ele não pagou propina à revista para não ser atacado.
Isso poderia ser evidência a favor da revista, porém...
... nenhuma linhazinha sobre o PM João Dias. O nome dele nem é citado. E, em outros jornais, Michael o acusa de o ter ameaçado e até quebrado o pulso.
A revista saiu no sábado, dia 19 de abril de 2008.
Dezenove dias antes, no dia 01 de abril, o PM João Dias fora preso na Operação Shaolin, como comprova esta matéria do Correio Braziliense:
Por que a Veja fez silêncio sobre a Operação Shaolin e sobre o PM, e só atacou Agnelo?
E não foi apenas nesta edição 2057. Não há registro nos arquivos digitais da revista sobre a Operação Shaolin, nem da prisão do PM. Seu nome só aparece nas páginas da revista agora, em outubro de 2011.
O povo quer saber:
1) A revista recebeu ou não propina de R$ 150 mil do PM João Dias, para não publicar denúncias contra ele?
2) Qual o pacto da revista Veja com o PM João Dias, para esconder todos os escândalos que ele está envolvido desde 2008, e só citá-lo agora quando ele quis aparecer como "denunciante"?
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La CIA en Sudamérica disfrazada de ONG

En abril del 2010 se dio a conocer por el Centro para la apertura y el desarrollo de América Latina (CADAL) su aceptación e integración a las organizaciones de la sociedad civil de la OEA, apoyándose en la CP/RES 759, de esta organización.
Pero aún cuando en esta misma Resolución, en su Artículo 8, sobre las condiciones de elegibilidad, en el inciso D se señala que la comisión deberá tener especialmente en cuenta que la estructura institucional y la estructura de financiamiento sean transparentes, y que coincidan en nivel de transparencia a la organización de la sociedad civil solicitante; resulta significativo que esta supuesta ONG argentina no posea nada de nitidez en sus fondos, pues los mismos provienen principalmente de las agencias norteamericanas y del propio Gobierno estadounidense.
CADAL recibe su mayor porcentaje de dinero, para sus acciones, de manos de las sucursales de la CIA para la región: ATLAS ECONOMIC RESEARCH FOUNDATION, con sede en Washington, el Instituto TIMBRO de Suecia, la filial argentina de la KONRAD ADENAUER STIFTUNG, la Fundación Panamericana para el Desarrollo (FUPAD), la UNITED STATED AGENCY FOR INTERNATIONAL DEVELOPMENT (USAID), la NATIONAL ENDOWMENT FOR DEMOCRACY y el Directorio Democrático Cubano con sede en Miami.
Organizaciones como estas son las que cubren el servicio de la organización argentina para la inteligencia estadounidense.
CADAL desde sus comienzos en el año 2003, encamina sus objetivos y tarea hacia el descrédito, tergiversación y manipulación de la realidad de los países progresistas del área, los cuales son considerados hostiles a los intereses de EE.UU. en la región.
Esta supuesta ONG entre sus métodos, aprovecha ampliamente sus seminarios, conferencias, encuentros de intelectuales, publicaciones y cursos para, desde ahí, sembrar matices de opinión y tergiversar la realidad latinoamericana esencialmente la cubana, la venezolana, la ecuatoriana, la boliviana y hasta la argentina, fomentando la implementación de proyectos subversivos y de desestabilización en estos países, incluso llegando a exhortar que se produzcan Golpes de Estado que conllevan a derramamientos de sangre.
El llamado Centro para la Apertura y el Desarrollo, encabezado por su representante regional Gabriel Salvia y que articula estrechamente sus acciones con las oficinas de la USAID, la FUPAD y la CIA, es una muy clara expresión de las maniobras imperialistas simbolizando los objetivos anexionistas de la ultraderecha regional, y promoviendo acciones a los grupos opositores de los países codificados como enemigos de EE.UU.
En el año 2008, el sitio Web de la NED reconoce una inversión hacia la promoción de la subversión en la isla de Cuba de 1.435.329 dólares, los cuales se distribuyeron entre las organizaciones creadas para tales fines. Entre estas se encontraban CADAL, quien recibió su suma a través del Center For International Private Enterprise.
En el 2009 CADAL estuvo entre las primeras organizaciones que fueron beneficiadas con los 59 millones de dólares destinados por la CIA para fomentar la llamada comisión para asistir a una Cuba libre dirigida por George W. Bush.
En este año 2011, la NED en su Página Web, no esconde el financiamiento directo con que provee al centro argentino de un monto de 60.000 dólares americanos.
Recordar que la NED es una organización creada por los servicios de inteligencia norteamericanos, para desarrollar las acciones en las que la CIA no puede aparecer abiertamente, incluido los financiamientos a las organizaciones satelitales con las que trabaja, es una prioridad.
En el 2011, la USAID destinó 9 millones, de los 20 aprobados en este año para la subversión contra Cuba, a un programa dirigido al trabajo dentro de la sociedad cubana, con fines de desestabilización. De ese programa, bajo el eufemístico nombre de “Programa de compromiso Democrático en el ámbito de la comunidad”, forma parte CADAL. El programa no se limita solamente a Cuba, incluye a Venezuela y demás integrantes del ALBA.
Aunque el texto del programa no lo reconoce, fuentes cercanas a CADAL consideran que no sólo estará dirigido contra Cuba y el Alba, sino que también se encargará de monitorear el desempeño de países que, por las características de sus Presidentes, pudieran eventualmente confrontar a EE.UU., como es el caso del Gobierno argentino y el brasileño.
Freedom House, por su parte, refleja en su página Web, un abastecimiento monetario a CADAL con un monto de 1.699.394 dólares para los programas de la organización del Cono Sur, dinero que es invertido en el llamado premio 2011 a la apertura democrática y la libertad de expresión en Cuba, a través del cual pretende apoyar, y abastece, a la anhelada contrarrevolución interna en esa isla. Destacando que es un accionar que desea implementar hacia Venezuela también.
Tras los sucesos en África del Norte, CADAL publica un artículo bajo el nombre “Es hora de que el castrismo pase a la historia”, en el cual clamaba abiertamente por procesos similares en Cuba, en sintonía con las pretensiones publicas que enarbolan los principales exponentes de la mafia cubana en Miami, lo que evidencia la sintonía de esta organización con las directrices del Gobierno norteamericano contra Cuba y la mafia radicada al sur de la Florida.
Cabe preguntarse:
-¿Puede considerarse CADAL realmente una ONG?
-¿A qué obedece el fuerte blindaje financiero que está recibiendo CADAL, el cual evidentemente se incrementa?
-¿Qué intereses apoyaron el status de CADAL en la OEA, una organización cuyo impacto social y académico es prácticamente nulo?
-¿En qué emplea CADAL tanto dinero, si sus eventos son minúsculos y casi sin representatividad?
- ¿Está canalizando CADAL dinero a los opositores de los Gobiernos progresistas del ALBA, de manera encubierta, o justificada, a través de premios?
Martha lidia Ferreira
No ISLAmía
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Os dez mandamentos da VEJA: Para se indignar

A revista VEJA quis que eu me indignasse, mas eu ri.
Trajetória Torta
A VEJA gosta de ditar regras. E de forma arcaicamente didática, gosta de organizar em tópicos o que pensa.
Foi assim na campanha do desarmamento quando, independente da opinião que cada brasileiro tinha (tem), lançou uma matéria-propaganda com o título “7 razões para votar NÃO”.
Sim, a palavra “não” era em letras garrafais, e foi a primeira vez que eu vi a VEJA com outros olhos. Era notório ali que havia um interesse acima do jornalístico. Talvez lobby da indústria armamentista? Talvez.
A suspeita de que VEJA estampa em suas capas matérias encomendadas é antiga e corriqueira.
Na época em que a ANVISA começou a se movimentar para proibir (ou restringir) a venda de medicamentos proibidos na Europa inteira e nos EUA, a revista lançou a capa-campanha “Por que é ruim proibir a venda”.
Por que é ruim? Porque a Indústria Farmacêutica irá perder MILHÕES!
Esse pano rápido foi só para introduzir o que quero falar sobre a capa de hoje (22/10) da mesma revista… ou seria um panfleto do quem pagar leva?
O problema maior nisso tudo é que não só a VEJA cai no descrédito, mas toda a grande mídia.
Somado a isso, recentemente a revista se meteu em uma confusão que só pode ser comparada com o caso do magnata da mídia, Rupert Murdoch.
Um jornalista da revista, para conseguir um grande furo “jornalístico” tentou invadir a suite onde estava hospedado o ex-ministro José Dirceu em tentativas seguidas, inclusive se passando por um político de Varginha. O caso está sendo investigado pela PF e a revista, após a matéria (que foi capa) se calou.
Por essas e outras, alguns leitores passaram a questionar o que é publicado nas páginas da revista.
O lado bom: não há mais o poder de manipulação que tinha anos atrás.
O lado ruim: denúncias verdadeiras podem nascer já desacreditada pelo simples fato de serem publicadas pela revista.
Cansados e Indignados: Varre, varre vassourinha
Agora a revista VEJA, como diversos outros grandes meios de comunicação, partiram para a campanha do moralismo.
A onda é estampar com destaque as palavras “FAXINA” e “CORRUPÇÃO”.
A grande mídia inventou a máquina do tempo e nos transportou de volta aos anos 60. O que vemos parece um deja vu das campanhas moralistas que levaram Jânio Quadros ao governo e que impulsionaram as marchas pré-golpe.
As faixas da “Marcha da Família com Deus pela Liberdade” pedia as mesmas coisas que a marcha incentivada pela mídia (só faltam os comunistas, questão de tempo).
Ricardo Kotscho disse que essas marchas “reúnem jovens idealistas dispostos a combater a corrupção e velhos malacos cansados, sempre em busca de um atalho para chegar ou voltar ao poder, atacando o governo federal, com ou sem razão.”
Seriam apenas “velhos” os malacos cansados?
Se lemos os blogs da própria revista VEJA, vemos comentários de jovens intolerantes e indiferentes à democracia e ao que significa o Estado democrático de Direito. E estes brutamontes alimentam internautas desavisados com seus “ideais” e assim a vida segue.
Afinal, foram velhos intolerantes que atearam fogo no índio Galdino? São estes que espancam gays na avenida paulista?
O fracasso da nova edição do “movimento cansei”, agora chamado “movimento contra corrupção” e que a velha imprensa agora passa a chamar de “Indignados”, pegando (totalmente fora de contexto, diga-se) de um movimento mundial, está na sua raiz.
No mundo inteiro, entre os indignados está o povo representado. No “movimento” brasileiro a maioria é de senhores engravatados, mauricinhos e madames da high society.
Por que a VEJA e os outros meios não mostram os verdadeiros indignados?
Os verdadeiros não estão em escritórios conspirando, mas sob o viaduto do chá neste exato momento. Estão lá protestando, mas a grande imprensa se cala. Prefere, claro, a “massa cheirosa”.
Pensando na massa (a não tão cheirosa, segundo o conceito imortalizado por Cantanhêde), a revista da família Civita trouxe em sua capa o que tem de melhor e pior: bela arte gráfica e ideia extremamente conservadora, respectivamente.
Enquanto alguns possam se indignar, eu caio na gargalhada com chamada tão patética.
Em uma tentativa clara de angariar novos cansados, a revista apela para a sensibilização do povão: A corrupção agora é, enfim, levada ao cotidiano da maioria dos brasileiros. Ela agora não é mais moral, mas economicamente odiável (novidade? Pra mim sempre foi assim!).
Embora não se cubra, por exemplo, as denúncias de corrupção que ocorre na Assembléia Legislativa em SP, embora tenha se precipitado advogando a favor de Daniel Dantas, VEJA se indigna com a corrupção a nível federal. Devem dizer: “Indignação seletiva, sim, mas indignação”.
Indignação: A capa que me fez rir
Indignação: A capa que me fez rir
A capa lista algumas opções para o leitor “escolher” para ficar indignado:
- Poderíamos erradicar a miséria.
- Poderíamos ter saúde (pública não, pelo texto é privada mesmo) de qualidade.
- Contruir mais de 1 milhão de casa (populares? Pelo jeito não).
- Reduzir os juros
etc…
Mas aí VEJA volta a ser VEJA! Não poderia ser diferente…
No meio de todas as possibilidades pro povão ler, eis que a revista lança duas pérolas:
- O dinheiro desviado na corrupção, poderia DAR a cada brasileiro um PRÊMIO de 443 reais!!!!
E, fechando com chave de ouro: Com dinheiro “surrupiado”, daria para comprar 18 MILHÕES de… bolsas de luxo.
Pára tudo. Pára… só podem ter errado, fui à banca de jornal e está lá! Com todas as letras B-O-L-S-A-D-E-L-U-X-O
Agora VEJA pegou pesado, a mais clara tentativa de golpe estampada na capa da maior revista semanal desse país.
Só espero para os próximos dias o caos, a destruição, indignados engravatados e peruas do Leblon empunhando vassouras verde-amarelas, desinfetadas, claro!
Todos nos salões, escritórios e shoppings revoltados, cansados, lamentando porque cada brasileiro poderia ter embolsado R$ 443,00. Quase um bolsa-família (poderiam ter dado este destaque na capa, não?). E a curiosidade: convertendo, quantas viagens à Europa essa grana roubada daria?
Poderia ser mais uma das opções!
A capa da VEJA desta semana, quando bati o olho, me causou indignação. Não a que ela incita, na verdade pelo papel prestado. Depois, lendo vi o quão primário e patético realmente é. Um verdadeiro exemplo do quanto a revista da família Civita desconhece a realidade do país que diz retratar.
Saulo Machado
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Basta a foto

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BOMBA: EUA cria Conselho dos 13. País se transformará em uma Alemanha nazista

No dia 02 de Agosto de 1934 Adolf Hitler se tornou o führer da Alemanha. [3º Reich]. 02 de Agosto de 2011 é o dia da criação do 4º Reich de Obama. Só coincidência?
No vídeo abaixo, Alex Jones explica como todo o alarde sobre a votação, no Congresso Americano, do aumento do limite de endividamento dos Estados Unidos, não passou de um acobertamento para esconder detalhes que seriam inseridos nesta lei que transformarão o país na futura Alemanha Nazista.
Neste projeto, foram inseridas mudanças que acabaram com o equilíbrio e a fiscalização entre os poderes da república americana. Será criado o Conselho dos 13, que será formado por 6 Deputados, 6 Senadores e pelo Presidente, os quais serão autonomeados.
Somente o Conselho dos 13 poderá apresentar novos projetos de lei para serem votados pelo Congresso. E se o Congresso votar contra um destes projetos, o conselho poderá aprová-lo da mesma forma. Está formada a 4ª instância de poder nos Estados Unidos, que concentrará os poderes de todas as outras instâncias numa tirania cada vez mais escancarada.
Este super comitê ficará encarregado de encontrar uma forma de reduzir o déficit em cerca de US$ 1,5 trilhão. Isso pode vir principalmente pela mudança em programas como Social Security e Medicare e de uma revisão ampla de impostos.
Se o Comitê não conseguir resolver este item, o plano prevê uma redução automática do déficit em US$ 1,2 trilhão, que poderia ser em parte com gastos na defesa e parte em outros gastos, incluindo pagamentos aos fornecedores do Medicare. Os cortes não afetariam programas para população de baixa renda, aposentadoria, Medicaid e outras áreas da saúde.
Veja o vídeo:
No Juízo Final Blog
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A nova doutrina de segurança nacional

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Charge do Zop

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Cinco dias com a primeira página de O Globo

A primeira página de um jornal talvez seja a mais importante de todas por um bom motivo: nem todo mundo compra ou lê o impresso, mas todos observam a primeira página em exposição nas bancas de revistas, salas de espera, etc. Os jornalões sabem disso e mesmo quando se dedicam ao jornalismo ético nas páginas internas, utilizam a primeira página para gerar polêmica ou sensacionalismo, pois este pequeno exercício de espetáculo vende e dá lucro.
Sendo assim, vejamos as primeiras páginas do jornal O Globo entre os dias 17 e 21 de outubro desta semana. Façamos um exercício rápido de leitura semiótica sobre o jornal.

Edição do dia 17/10/2011
Segunda-feira, dia 17 de outubro. Nada melhor do que destacar o futebol ocorrido no fim de semana, algo que o povo já viu pelo televisor ou computador no domingo. Logo abaixo, uma grande foto destacando Cielo no Pan de Guadalajara, talvez para rebater as críticas que as Organizações Globo sofreram nos dias 14, 15 e 16, de que estavam se negando a noticiar o maior evento esportivo das Américas só porque a cobertura ficou com a concorrente Record. No canto inferior direito, o chargista veste Aécio Neves de super-homem, fazendo desde já uma associação de ideias que a direita pretende emplacar até 2014: Aécio (super-homem) presidente.

Edição do dia 18/10/2011
Antes de qualquer coisa, é preciso ler a definição encontrada no Wikipedia para o termo charge: Charge é um estilo de ilustração que tem por finalidade satirizar, por meio de uma caricatura, algum acontecimento atual com uma ou mais personagens envolvidas. A palavra é de origem francesa e significa carga, ou seja, exagera traços do caráter de alguém ou de algo para torná-lo burlesco. Muito utilizadas em críticas políticas no Brasil. A charge, enquanto crítica subjetiva, cresce do cantinho inferior para cerca de 25% da primeira página. A intenção é polemizar o que diz a manchete do jornal, que simplesmente colocou o ministro numa corda-bamba. Os leitores mais ingênuos podiam esperar que no dia seguinte veriam a demissão de Orlando Silva. Qual é o escândalo? Uma série de acusações feitas por uma única pessoa e publicadas inicialmente na mesma revista incrível de sempre: a Veja. Provas? Nenhuma.
Barulho da mídia? É só o que existe em mais uma tentativa de se derrubar um ministro na mesma semana em que, por coincidência, a cúpula da Fifa está reunida num país de primeiro mundo na Europa. A Fifa anda bravinha com o governo brasileiro só porque ele quer cortar algumas de suas regalias (regalia = dinheiro). Aliás, por outra coincidência, as acusações sobre o ministro do Esporte acontecem na mesma semana em que decidem para onde vai a abertura da Copa de 2014: para Itaquera, em São Paulo.
Edição do dia 19/10/2011
No dia 19 a charge de crítica política volta ao seu cantinho inferior, não derrubaram o ministro, mas utilizam uma foto sua com a mão no queixo, simbolizando O pensador de Rodin num momento delicado e cheio de preocupações. Tudo tão simbólico quanto crível. O motivo para ganhar mais uma manchete e tamanho espaço na primeira página? Nenhum. Fatos novos? Nenhum. Apenas as acusações da mesma única pessoa na qual a revista Veja se baseou para criar um escândalo político sem nenhuma prova. Para o jornal O Globo, a simples acusação de uma única pessoa já é motivo de virar manchete. É o melhor estilo do Jornalismo Vaudeville.
Edição do dia 20/10/2011
Na quinta-feira foi a hora de retomar a tentativa de derrubada de um ministro. A mídia já derrubou alguns em 2011. A charge de crítica política volta a tomar o espaço principal do jornal. Quais os fatos novos? Nenhum. Então é preciso criar, pois jornalismo para O Globo, se faz com criatividade e não com apuração. Então coloca lá: Planalto já avisou que PC do B perderá Esporte. Perguntei-me: quem é esse Planalto que avisou o Partido Comunista? Fui pesquisar no Google e descobri que o nome completo é Palácio do Planalto. Achei o nome ainda mais esquisito e fui pesquisar fotos desta pessoa que fez o aviso. Só então descobri que o Planalto, esse que avisou o jornal O Globo mas não falou nada para a presidenta Dilma, é o nome oficial do Palácio dos Despachos da Presidência da República Federativa do Brasil, segundo o Wikipedia. Enfim, mesmo com muita criatividade, está difícil derrubar alguém. Quem sabe na sexta o político cai.
Edição do dia 21/10/2011
Não foi ministro, nem foi no Brasil, mas no dia 21 o jornal satisfez seu desejo de derrubar alguém. Para tanto, não economizou no sensacionalismo e no sangue: estampou a primeira página com uma foto digna dos jornais mais popularescos deste país. A charge de crítica política volta ao seu habitual espaço, o cantinho inferior. Foi por estes dias que O Globo estampou numa das páginas internas do impresso uma foto de dois braços mutilados. Uma cena horrível e desnecessária que eu jamais teria visto, não fosse a decisão estúpida de um editor. Para o ditador ensanguentado ainda sobrou um caderno especial, com direito a muito mais sangue. Assim, de modo simbólico, podemos entender o que deseja o jornal e como ele conquista seus desejos.
No Comunica Tudo
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Uma grande aula sobre o PIG

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A aula de Caco Barcelos à Eliane Cantanhêde

O jornalista Caco Barcelos responde uma pergunta feita pela articulista Eliane Cantanhede e dá uma aula de jornalismo. Este é o trecho mais polêmico da participação de Caco Barcelos no programa jornalístico "Em Pauta" exibido pela Globo News no dia 20 de setembro de 2011.

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Mal social globalizado

Protestos em NY têm cozinha comunitária, biblioteca com 
gibis do Batman, hippies e visitas de personalidades.
Foto: Eduardo Graça
Certamente não é (ainda) o fim do capitalismo a ser anunciado por esse formidável movimento de indignação diante do sofrimento imposto pela falta de controles do sistema financeiro nos Estados Unidos e na Europa. A natureza dessas manifestações talvez possa ser condensada em duas queixas entoadas, respectivamente, em Lisboa: “Essa dívida não é nossa”, e em Nova York: “Nós fomos vendidos, os bancos foram resgatados”.
O grito “Ocupem Wall Street”, antes de ser um protesto contra a economia de mercado, exprime o profundo sentimento de injustiça social derivado da incapacidade dos governos que permitiram a destruição do emprego e do patrimônio de milhões de honestos cidadãos assaltados, de forma imoral, por um sistema financeiro desinibido com suas inovações. São os trabalhadores desempregados as grandes vítimas do contágio desse mal social.
O homem, ao construir o mundo com o seu trabalho, exerce uma pressão seletiva no sentido de aumentar a sua liberdade de expressão. Há uma evolução civilizatória e quase biológica que amplia o altruísmo e a solidariedade social, exatamente porque a cooperação é mais produtiva e libera mais tempo para a expressão criativa do homem.
Uma das construções mais impressionantes de Marx é a sua leitura do papel do trabalho nos Manuscritos de 1844, antes de ele ter sido seduzido pela leitura de David Ricardo. O trabalho é o processo pelo qual o homem se produz e projeta fora dele as condições de sua existência e a sua capacidade de transformar o mundo.
Com as políticas sociais, o Estado do Bem-Estar Social transformou (transitoriamente!) o sistema salarial alienante de Marx no símbolo da segurança do trabalho. Ele dá a garantia para o funcionamento das instituições, particularmente os mercados e a propriedade privada.
Os economistas precisam incorporar, como dizia o etnólogo Marcel Mauss (Sociologie et Anthropologie, 1950), que o trabalho é o “fato global”. O desemprego involuntário é o impedimento insuperável do cidadão de se incorporar à sociedade. Por motivos que independem de sua vontade, ele não pode sustentar honestamente a si e à sua família. O desemprego involuntário é o “mal social global”! Não importam filosofia ou ideologia. No estágio evolutivo da organização social que o homem continua procurando, para fazer florescer plenamente a sua humanidade, são a natureza e a qualidade do seu trabalho que o colocam na sua posição social e econômica, afetam sua situação física e emocional e determinam o nível do seu bem-estar.
É com esse sentido do papel do trabalho, com o qual o homem se constrói e produz um mundo onde tenta se acomodar em uma estrutura social conveniente que devemos entender os protestos dos enragées, que se intensificam na Europa e nos EUA. Não se trata de excluídos sociais (talvez alguns deles o sejam), mas de cidadãos honestos, educados, que até há bem pouco tempo tinham a oportunidade de ganhar o sustento de sua família, educar seus filhos, comprar sua casa, enfim, viver a vida dignamente com o fruto de seu trabalho.
É verdade que nos EUA alguns deles já estão na terceira geração vivendo à custa dos outros, graças à miopia e inércia de um Estado do Bem-Estar distraído. Mas a renda média do americano não cresce desde 1996 e a distribuição de renda tem piorado sistematicamente. A reação do povo será medida nas eleições de novembro de 2012. O desconforto é enorme. O presidente Obama referiu-se a ele ligeira e quase temerosamente. O secretário do Tesouro, Timothy Geithner, empurrou a culpa para o sistema financeiro, que “aumentou as tarifas bancárias em resposta aos novos controles de Wall Street, ampliando a irritação popular contra ele”. E o presidente do FED, Bernanke, com aquela figura de Papai Noel arrependido, limitou-se a afirmar que “as pessoas estão descontentes com o estado da economia. Elas reprovam – e não sem razão – o setor financeiro pela situação em que nos encontramos e estão descontentes com a resposta das autoridades”. Que autoridades? Obama, Geithner e Bernanke!
Quando se trata de entender o verdadeiro papel do trabalho, os economistas do mainstream saem muito mal na foto: tratam-no apenas como um fator de produção, sujeito às leis da oferta e da procura. Por definição, não há desemprego involuntário. Como disse um economista que viria a ser premiado com o Nobel, o desemprego em massa é apenas uma manifestação de “vagabundagem da classe trabalhadora”.
Nesse tom, comovido, o velho Karl agradece o incentivo…
Delfim Netto, economista, formado pela USP e professor de Economia, foi ministro de Estado e deputado federal.
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Nossos comerciais, por favor!

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Respostas do Ministério do Esporte ao PIG

Ministério contesta manchete da Folha de S. Paulo
O Ministério do Esporte repudia reportagem publicada no jornal Folha de S. Paulo intitulada "Esporte cobrou 10% de propina, afirma pastor", que supostamente apresenta um segundo acusador contra este Ministério. Repete acusações sem provas, não apura, apóia-se num acusador envolvido em irregularidades.
A seguir, o que traz a matéria e esclarecimentos a respeito das afirmações feitas pelo jornal e seu entrevistado:
Calúnias sem provas, novamente, contra o Ministério do Esporte
As afirmações não se amparam em provas. O jornal ataca uma instituição de forma leviana, usando uma entrevista que carece de sustentação. David Castro, sem apresentar qualquer justificativa, se recusa a apresentar o nome do suposto servidor que o teria procurado. Nega-se até mesmo a informar o cargo que seria ocupado por esse suposto servidor.
Acusador envolvido em irregularidades
Na tentativa de criar fato jornalístico, o jornal tenta promover a acusador, um personagem que é cobrado pelo Ministério do Esporte para devolver recursos desviados na execução de convênio com esta pasta. Além disso, o senhor David Casto responde ao Ministério Público Federal por irregularidades em convênio.
A tentativa de envolver o ministro Orlando
O jornal traz na capa informação de que o ministro Orlando Silva assinou convênio com a Igreja Batista Gera Vida. Isso não é verdade. O ministro não assinou convênio.
Por outro lado, o jornal não menciona na capa que o próprio acusador, em nenhum momento, se refere ao ministro do Esporte. David Castro afirma que não conhece ministro Orlando Silva.
Ministério exige retratação do jornal
A Folha transforma o que seria uma pauta para apuração em matéria. Quais são as evidências das denúncias?
Caso não as apresente, a expectativa é que esse jornal adote providências para se retratar.
~ o ~
Resposta do Ministério do Esporte ao jornal ‘O Globo’
Em relação à matéria “Esporte contrata ONG ligada a servidor da pasta”, o Ministério do Esporte esclarece que:
1) O convênio firmado entre o Ministério do Esporte e o Instituto Via BR foi realizado obedecendo estritamente critérios técnicos e jurídicos. Este ministério não se pauta por interesses partidários ou pessoais para celebrar convênios ou qualquer ato administrativo.
2) Não cabe ao Ministério do Esporte influir em decisões de suas conveniadas, desde que cumpram o que está estabelecido na lei e no convênio firmado.
3) Ao contrário do que diz a reportagem, o servidor Antonio Máximo não é e nunca foi sócio de Vanessa Borba em nenhuma empresa. Máximo foi proprietário da Contra-Regra, empresa da qual Vanessa nunca foi sócia. Máximo não tem qualquer vínculo com a entidade objeto da reportagem, a Via BR.
4) Além disso, a matéria pode levar o leitor a entender que o servidor ainda é sócio da empresa. Quando foi nomeado no Ministério do Esporte, Antonio Máximo já havia deixado a sociedade. Seu desligamento da Contra-Regra se deu em 16 de março de 2011, e sua nomeação saiu no Diário Oficial da União em 25 de março de 2011, em conformidade com a Lei 11.784/2008 — que proíbe a nomeação, para cargo de chefia de gabinete de secretarias ministeriais, de pessoas que participem da administração de sociedades privadas.
~ o ~
Resposta do Ministério do Esporte ao jornal O Estado de S. Paulo
Em relação à matéria publicada na manchete do jornal O Estado de S.Paulo “Mulher de Orlando levou verba pública”, publicada neste sábado (22), o Ministério do Esporte vem a público fazer necessários esclarecimentos:
1) Ao contrário do que tenta fazer crer a reportagem, que ignorou informações repassadas pelo ministério, a pasta mantém apenas um único convênio com a entidade sem fim lucrativos Via BR, celebrado com o objetivo de organizar a III Conferência Nacional do Esporte, realizada em junho de 2010. O segundo convênio citado foi, na verdade, celebrado entre a entidade e o Ministério da Justiça (que, em nota divulgada na sexta-feira, explicou em detalhes os seus termos).
2) A pasta refuta tentativa do jornal de manipular fatos para tentar fazer crer que o processo conteria irregularidades. A saber:
- “O convênio foi realizado menos de um mês antes do evento”. Ora, não há nenhuma irregularidade no fato. O irregular seria se a assinatura tivesse ocorrido durante ou após o evento. A celebração deste convênio ocorreu em prazo regular, respeitando os trâmites requeridos (que tiveram início em março de 2010), atendendo aos critérios técnicos e jurídicos e obedecendo todas as regras previstas em lei.
- “A prestação de contas ainda não foi aprovada”. O que se pretende com essa informação a não ser confundir o leitor sobre a regularidade do convênio? O processo de análise de prestação de contas de um convênio obedece, necessariamente, a um ciclo próprio, com prazos necessários para o rigoroso cumprimento do trabalho. O convênio citado está em prazo regular de análise de prestação de contas.
- “Parte das notas fiscais exibidas tem data anterior à liberação do dinheiro”. A análise da prestação de contas do convênio está em curso. O ministério será, como sempre foi, rigoroso na análise de prestação de suas contas. Caso haja qualquer irregularidade, serão tomadas as medidas cabíveis.
3) “Convênio com o ministro do PCdoB”. Convênios são celebrados com o Ministério, não com o ministro. Não existe o termo “convênio com o ministro”. Esclarecemos que, em relação à expressão “ministro do PCdoB”, os ministros não são de partidos, mas sim titulares de pastas. Orlando Silva é ministro do Esporte. Essa pasta, registre-se, não firma convênios com base em orientação partidária, como sugere o jornal.
4) “Negócios com a família”. Cabe esclarecer que este ministério e seu titular não se pautam por interesses partidários ou pessoais para celebrar convênios ou qualquer ato administrativo.
~ o ~
Resposta à edição de Veja de 22 de outubro
A Veja segue veiculando acusações caluniosas, sem provas, de uma única e desacreditada fonte: João Dias Ferreira, denunciado pelo Ministério do Esporte por desvio de dinheiro de convênios.
A revista repete, esta semana, a mesma prática. Na edição passada, editou na capa que o ministro teria recebido dinheiro na garagem do ministério, fato nunca comprovado. Agora, utiliza uma suposta gravação e cita supostos trechos, partes de frases, palavras isoladas, com o intuito claro de induzir os leitores.
Manipulação
A manipulação começa já na abertura da reportagem. A revista faz uma montagem e cola sobre uma foto do ministro a frase entre aspas: “ A coisa fugiu do controle”, declaração que o ministro nunca fez.
Providências
O ministro Orlando Silva determinou a imediata apuração das denúncias.
1 – O Ministério do Esporte vai requerer que essas supostas gravações sejam incorporadas ao inquérito aberto pela Polícia Federal;
2 – O Ministério do Esporte adotará os procedimentos administrativos cabíveis para apurar eventuais responsabilidades de servidores.
Insinuações e fantasias
Na edição desta semana, a revista faz nova calúnia. Afirma que assessores teriam ajudado João Dias a enganar a fiscalização do próprio ministério. Essa insinuação é primária e leviana.
O jornalista, de forma fantasiosa, se refere a “reunião ocorrida em abril de 2008” como tendo sido uma reunião “inexplicável, inacreditável e reveladora”. Essa reunião é assunto requentado e fartamente tratado ao longo da semana pelos jornais diários.
De forma também fantasiosa, a revista diz que quatro dias depois da referida reunião o ministério “enviou à PM/DF um documento pedindo que ofício anterior fosse desconsiderado”. Assunto também amplamente discutido na semana que passou.
A reportagem omite ofício (conhecido por Veja) encaminhado por João Dias, no dia 7 de abril de 2008, pedindo prorrogação de prazo para apresentar nova prestação de contas.
Veja informa de maneira imprecisa (“sobre a abertura de uma auditoria nos convênios’, esse teria sido o assunto do referido terceiro ofício segundo Veja”) sobre ofício enviado pelo Ministério do Esporte à PM/DF em agosto de 2009 quando foi determinada a abertura de Tomada de Contas Especial para a devolução de aproximadamente R$ 4 milhões por João Dias aos cofres públicos.
Quem está cobrando de João Dias é o ministério. Quem tem provas contra João Dias é o ministério.
Veja manipula: "mais de 45 milhões de reais em desvios oficialmente comprovados"
Todas as Tomadas de Contas Especiais para reaver dinheiro desviado de convênios foram abertas por iniciativa do Ministério do Esporte, como determina a lei. É importante ressaltar que o processo de tomada de contas obedece ao seguinte fluxo: (1) o Ministério, ao tomar conhecimento de qualquer fato que possa resultar em prejuízo do erário, promove a apuração dos fatos, identifica os responsáveis e quantifica o dano causado; (2) providencia a inscrição da inadimplência; (3) promove o registro dos causadores do dano ao erário na conta “DIVERSOS RESPONSÁVEIS” do SIAFI; (4) encaminha o processo à Controladoria Geral da União (CGU) para análise e manifestação; (5) retornando o processo com manifestação favorável da CGU emite pronunciamento do Ministro do Esporte atestando haver tomado conhecimento dos fatos e determinando a remessa do processo ao TCU.
Informações obtidas no site da CGU, relativas ao período de 2002 até junho de 2011, indicam que foram instauradas 12.001 tomadas de contas no âmbito da Administração Pública Federal, sendo que, desse quantitativo, 67 foram instauradas pelo Ministério do Esporte, representando R$ 50.443.649,57, o que corresponde a 0,56% do total de processos, e 0,73% do valor total de recursos cobrados. Portanto, a informação veiculada na matéria não corresponde aos números constantes no site da CGU.
A Veja chegou velha às bancas
Ao contrário do que diz a revista que “a presidente Dilma Roussef, desde o início do governo insatisfeita com o desempenho de Orlando...” na sexta-feira, 21 de outubro, em audiência com a Presidenta, o ministro Orlando Silva recebeu a recomendação de continuar trabalhando normalmente e ter paciência. Nesse ponto, também, a revista está desinformando os leitores. Veja chegou velha às bancas.
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