11 de ago de 2011

Tucanos não querem Cerra candidato em SP

Saiu na coluna de Sonia Racy, no Estadão:
Corrida eleitoral
Direto da fonte
O PSDB está próximo de bater o martelo: Serra não será mesmo candidato a prefeito.
Essa convicção foi expressa em alto e bom tom por Sérgio Guerra em reuniões com tucanos, segunda-feira, durante sua passagem por São Paulo.
Principal argumento?
Assim como Marta, Serra tem altos índices de rejeição na cidade.
By: Conversa Afiada
Leia Mais ►

#UmDiaSemJN

15 de agosto, segunda-feira
Deixe o Bonner e Fátima falando só para o Ali Kamel!
Leia Mais ►

Para a canalha senadora Kátia Abreu, pobre tem que comer veneno, sim!

E o que come a canalha ex-demo Kátia Abreu?
Leia Mais ►

O espírito da coisa

Dizem que juiz de futebol bom é o que não é notado. O Nelson Jobim não poderia ser julgado pelo mesmo critério porque um homem do seu tamanho e com sua personalidade nunca deixaria de ser notado. Mas, mesmo não tendo exatamente um perfil baixo, Jobim foi um ministro da Defesa razoavelmente discreto.
Não houve nenhuma crise maior com os militares durante sua gestão e a coisa mais controvertida que ele disse no cargo — que os registros da ditadura em poder dos militares já tinham sido destruídos — recebeu, curiosamente, pouca atenção, e nenhuma cobrança.
A maior falha do Jobim como ministro talvez se deva à sua envergadura. Se fosse um ministro da Defesa menor vestindo aquela farda de campanha na companhia de militares, como ele fez mais de uma vez, o erro seria menos conspícuo. Escolhendo o traje militar tamanho GG, com camuflagem, para ser fotografado como um membro da tropa, Jobim subverteu o que é, afinal, o significado mais importante de se ter um ministro civil da Defesa: o fato de ele ser um civil.
A criação do cargo de ministro da Defesa, como existe em todos os países adiantados do mundo e até em alguns atrasados, foi um dos bons feitos do governo Fernando Henrique. Marcou o fim oficial de uma era em que se liam as ordens do dia dos quartéis para conhecer aquela emanação ominosa, "o pensamento militar", e muitas vezes o nosso destino político.
A distinção entre o chefe civil das Forças Armadas e seus subordinados de uniforme deveria ser enfatizada até no meio da selva, em vez de sacrificada por uma ideia equivocada de companheirismo ou integração. Acho até que, mesmo em missões no mato, o ministro deveria ir de terno e gravata. E, vá lá, de botas. Mas civis.
O Jobim, vestindo-se como soldado, mostrou que não tinha entendido o espírito da coisa. Ou então estava apenas cedendo a um ímpeto juvenil, e neste caso está perdoado. De qualquer maneira, podemos ter uma certeza. Jamais veremos o Celso Amorim de uniforme de campanha.
Luís Fernando Veríssimo
Leia Mais ►

Charge online - Bessinha - # 740

Leia Mais ►

Mulheres e Direitos

Leia Mais ►

E assim começa a História das elites brasileiras

“E, pois que, Senhor, é certo que assim neste cargo que levo, como em outra qualquer cousa que de vosso serviço for, Vossa Alteza há-de ser de mim muito bem servida, a Ela peço que, por me fazer singular mercê, mande vir da ilha de S. Tomé Jorge d’Osório meu genro, o que d’Ela receberei em muita mercê.
Beijo as mãos de Vossa Alteza.
Deste Porto Seguro, da vossa ilha da Vera Cruz hoje, sexta-feira, primeiro dia de Maio de 1500.
Pero Vaz de Caminha”
E assim começa a história das elites brasileiras.
Troca de favores.
O que se lê no último parágrafo da carta de Caminha ao rei dom Manuel é para que ele libertasse do cárcere o seu genro, Jorge d’Osório casado com sua filha Isabel, preso por assalto e agressão.
(Esperto ele. Deixou o pedido por ultimo para que o rei não alegasse esquecimento.)
São as famosas elites que sempre mamaram nas tetas do governo.
Talvez isso explique sua aversão a tudo que é diferente ou novo.
Assalto e agressão.
Passados 500 anos, continuam norteando essas mesmas elites que, ao invés de dividir o mel, preferem comer merda sozinhas...
Leia Mais ►

Dilma apura e pune! E o governo mineiro abafa!

Nesta semana, a Polícia Federal – PF -, subordinada ao Ministério da Justiça que, por sua vez, é subordinado à presidência da República, deflagrou uma operação de prisão de suspeitos de desvios no Ministério do Turismo.
Antes, houve aquilo que a própria imprensa comercial, perplexa, chamou de “faxina no DNIT”.
Ou seja: há denúncia? Apure-se. Doa em quem doer. Havendo culpa, há punição.
Estamos assistindo no Brasil uma viragem cultural, que se inicia no governo Lula. A PF, a Controladoria Geral da União – CGU- (que existe, de fato, a partir de 2003), e a Procuradoria Geral da República -PGR-, nunca antes na história deste país, parafraseando alguém, tiveram tanta autonomia e recursos para cumprir seus papéis constitucionais. O Tribunal de Contas da União -TCU- funciona no mesmo diapasão.
Já o estado de Minas Gerais parece outro país. Espasmos investigatórios no Ministério Público Estadual - MPE-, relatórios técnicos do Tribunal de Contas do Estado -TCE- e as denúncias do bloco Minas Sem Censura – MSC-, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais já fazem fila: superfaturamento, dispensa ilegal de licitações, pagamentos antecipados, parcelas inteiras do MPE efetuando apurações de “mentirinha” (ressalvadas as honrosas exceções), nada, nada disso é apurado com rigor. Aliás, várias dessas denúncias nem sequer são apuradas.
Isso sem falar na imprensa. A do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília é livre para investigar, inclusive para caluniar o governo federal. A de Minas dispensa comentários.
Aliás, o MinasSemCensura já registrou: os oito anos de governo Aécio tiveram menos CPI´s que no período da Ditadura Militar!
A cultura da impunidade está em declínio no Brasil. Em Minas há uma sistemática operação abafa.
Governador Anastasia: “libere” o MPE, o TCE-MG, a Polícia Judiciária e a imprensa!
Clique aqui e veja mais sobre CPIs em Minas.
Leia Mais ►

Tucanistão - um vídeo educativo

Leia Mais ►

O senador e a sobrinha

Ao contrário do que havia feito na Câmara, Wagner Rossi mediu as palavras no Senado. O líder do governo assistia na primeira fila.
Durante o depoimento, Álvaro Dias (PSDB-PR) fez uma série de questionamentos sobre a comissão de licitação do ministério, cujo chefe foi afastado sob suspeita de cometer irregularidades. Ao responder, o peemedebista comentou: "A atual presidente é uma pessoa que o senhor conhece".
Trata-se de Veridiana Dias, sobrinha do senador. Este, indagado a respeito horas depois, deu de ombros: "E eu com isso?".
Renata Lo Prete
Álvaro Dias o homem que não tem duas caras
Leia Mais ►

Dilma: ‘Não estamos mais na época das vivandeiras’

Em entrevista exclusiva a CartaCapital ontem à tarde, Dilma Rousseff negou que tenha sido obrigada a acalmar os comandos militares por causa da nomeação do ex-chanceler Celso Amorim para o Ministério da Defesa. Sobre as notícias que relatam um suposto desconforto nas Forças Armadas, a presidenta perguntou: “É algo relevante?”. E completou: “Não é. Não estamos mais na época das vivandeiras dos quartéis. As Forças Armadas são disciplinadas. A subordinação do poder militar ao civil foi uma conquista da sociedade brasileira”.
A presidenta negou-se, porém, a comentar a maneira com que Nelson Jobim cavou sua demissão do governo. Em uma das raras menções indiretas ao ex-ministro, demitido na semana passada, afirmou que ninguém é ou pode se achar insubstituível. “Nem na monarquia era assim. Rei morto, rei posto”. Ainda a respeito da troca na Defesa, Dilma disse ter “certeza absoluta” de que Amorim será um extraordinário ministro e que sua gestão vai ser capaz de avançar na modernização tecnológica das Forças Armadas.
Em um dia não exatamente ameno (além dos desdobramentos da crise financeira mundial, a Polícia Federal havia prendido pela manhã o secretário-executivo do Ministério do Turismo por suspeitas de corrupção), Dilma Rousseff estava bem disposta. Fez piadas e brincou com seu desejo de ter sido pintora e não política.
A entrevista será publicada em duas partes. A primeira, com temas mais contingentes, sairá na edição de CartaCapital que chega às bancas a partir desta sexta-feira. A segunda, com análises de mais longo prazo, será publicada na edição especial de número 660, nas bancas a partir da sexta-feira 19 de agosto.
Sergio Lirio
Nota do ContextoLivre
A expressão “vivandeira” veio do marechal Humberto Castello Branco, há 47 anos, no alvorecer da anarquia militar que baixou sobre o Brasil a treva de 21 anos de ditadura. Referindo-se aos políticos civis que iam aos quartéis para buscar conchavos com a oficialidade, ele disse:
“Eu os identifico a todos. São muitos deles os mesmos que, desde 1930, como vivandeiras alvoroçadas,vêm aos bivaques bulir com os granadeiros e provocar extravagâncias ao Poder Militar.”
Leia Mais ►

Burro do DEMo ataca professores

darioburrro@gmail.com (Atenção que o buRRRo tem 3 R)
O vereador Dario Bueno (DEM), de Jacareí e mais conhecido como Dario Burro, postou uma série de comentários em sua conta oficial no Facebook agressivas em relação ao comportamento do professor na rede pública.
Em um dos textos, o político diz que os professores "descontam frustrações nos estudantes".
"O professor gostaria de ser Engenheiro, não consegue e vai dar aula de Matemática; outro queria ser Advogado, não consegue e vai dar aula de Português; outro queria ser Médico e vai dar aula de Biologia", disse Burro na sua conta na rede social.
O volume de comentários de Burro contra os professores ganhou força no último dia 3 e, até às 13h07 desta quarta-feira, ele já havia postado 17 textos diferentes sobre o tema.
No primeiro deles, Burro critica as palestras nas escolas. "Professores adoram palestras nas escolas! Assim eles não precisam dar aulas. Transferem o dever para o visitante. O voluntário faz de graça o que os professores são remunerados para fazer!".
Reprodução do Facebook de Dario Bueno
Depois de receber críticas de professores, Bueno postou: "Confirmado ficou o Autoritarismo dos professores! Detestam ser contrariados e querem punir, punir e punir. Deveriam educar, mas não são comprometidos o suficiente para isso!".
Em um dos comentários acima, Burro critica o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), avaliação promovida pelo governo federal. "Ideb? As crianças são treinadas para o Ideb assim como muitos são treinados para o vestibular!".
Na outra postagem, o vereador do DEM fala sobre uma suposta "pedagogia do fracasso": "Se a Escola é onde se cultiva a inteligência a Escola deveria ter mais soluções do que problemas. Os professores se sentem importantes por praticar a Pedagogia do Fracasso!".
Leia Mais ►