12 de jun de 2011

Advogado que quer impedir Gilmar desafia Sarney no STF

O Brasil é maior que Diamantino
O advogado Alberto Piovesan, do Espírito Santo, que entrou no senado com um pedido impeachment de Gilmar Dantas, não se conformou com a decisão monocrática e serviçal do presidente do Senado, José Sarney.
Sarney mandou arquivar o pedido de impeachment com meia dúzia de argumentos que não valem cinco minutos do bumba meu boi do Maranhão.
Clique aqui para ler a íntegra do pedido de impeachment e aqui para ler “Pedido de impeachment de Gilmar equivale a um BO”.
O advogado Alberto Piovesan não se conformou e entrou com um mandado de segurança no STF contra José Sarney.
Gilmar e Sarney pensam que o Brasil é Diamantino.
Leia Mais ►

Não é piada: Tucano acusado de propinoduto da Alstom, é CORREGEDOR do TCE/SP

A imprensa demo-tucana (e blogueiros em quem baixou o espírito de Carlos Lacerda) andaram falando nas últimas semanas que dane-se as provas, dane-se o benefício da dúvida... para ocupar um cargo "não basta ser honesto, tem parecer honesto" (e quem faz parecer honesto ou não? Não é também a seletividade das notícias veiculadas por estes veículos de mídia, mostrando ou escondendo o que "interessa" às escolhas políticas?).
Então tá.
Mas como é que fica o amigão do governador Alckmin (PSDB/SP), conselheiro do TCE/SP (Tribunal de Contas do Estado), Robson Marinho?
Ele continua ocupando o cargo de conselheiro do Tribunal, acumulando com a função de CORREGEDOR!!!

Investigação do Ministério Público do Brasil, a partir do rastreamento feito pela justiça suiça, de contas das propinas da Alstom para tucanos paulistas, bloqueou contas atribuídas ao ilustríssimo CORREGEDOR.
Com o bloqueio das contas em 2009, nem a Globo conseguiu esconder a notícia, mas se limitou a reportar os fatos jurídicos, poupando Alckmin e Serra das responsabilidades políticas.
Ok que ele tenha amplo direito a defesa, e não existe condenação judicial contra ele ainda. Mas não deveria se afastar do cargo enquanto é investigado e não "prova sua inocência"?
Será que é "ético" responder acusações tão graves, com indícios tão fortes, e continuar julgando os gastos do dinheiro público do governador amigo e companheiro de partido Alckmin (PSDB/SP), do ex-governador José Serra (PSDB/SP), e da Assembléia Legislativa de maioria demo-tucana?
By: Blog do Saraiva
Leia Mais ►

Charge de Pelicano

Leia Mais ►

Mateando

'É triste matear sozinho...'
Homenagem ao saudoso poeta e amigo Jayme e a sua irmã Zélia Caetano Braun, minha ex-colega na RBS Porto Alegre.
Vi no Blog do Júlio Garcia
Leia Mais ►

Ela até sorri...

Palocci, o herói
Foi estarrecedor, na sua despedida, vê-lo aplaudido de pé como um herói. Eu não entendo mais nada
Danuza se acha... coitada!
Dá para entender, claro, e até para justificar: já que como ministro empossado da Casa Civil, Palocci, que conhece todas as leis apesar de não ser advogado, não poderia mais dar consultorias, foi obrigado a fazer tudo muito rápido, para que no dia da posse já tivesse seu futuro garantido, mas tudo bem. Com R$ 20 milhões, dá para relaxar e viver bem o resto da vida.
Depois dos quatro meses de quarentena, poderá voltar a trabalhar no mesmo ramo, com o mesmo sucesso, pois continua amigo de todos os que deixou no governo, que poderão lhe passar excelentes informações. Foi estarrecedor, na hora da despedida, ver Palocci aplaudido de pé como um herói. Eu não entendo mais nada.
Cheguei a ter uma certa esperança na presidente Dilma; não era ela a durona, cheia de personalidade? Pois foi preciso Lula ir a Brasilia para resolver o nó Palocci. Dizem que ela não gostou, e depois disso Lula parece ter sossegado, se é que Lula sossega, mas os dois continuam se falando muito no telefone.
Dilma só foi candidata porque todos os possíveis candidatos à Presidência são réus no processo do mensalão.
Como dizem que o Brasil não tem memória, vale lembrar os homens de ouro da total confiança de Lula, que caíram - e mal: o então poderosíssimo José Dirceu, Delúbio, o ex-presidente do PT Genoino, seu irmão - o deputado José Nobre Guimarães -, seu assessor (o dos dólares na cueca), Gushiken, o próprio Palocci, que já tinha ficado mal na foto em Ribeirão Preto, foi ministro da Fazenda, caiu, voltou como ministro da Casa Civil, o ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha, Professor Luizinho, Silvio Pereira, ex-secretário-geral do PT; são 40, mas como não dá para citar todos, ficamos com as estrelas do partido. Todos, absolutamente todos, escolha pessoal de Lula; nenhum, absolutamente nenhum, foi preso, e na última semana de agosto, o crime - formação de quadrilha -, prescreve. Quando ouço falar no PT, me arrepio.
De repente, a surpresa: sai Palocci, entra Gleisi. Será que Lula deixou Dilma escolher sozinha?
Não dá para falar rigorosamente nada de Gleisi, a não ser que ela até sorri, coisa que não acontece com nenhum petista; vamos esperar e ver. Será que ela é mais um dos escolhidos para conquistar a classe média? Ela tem tudo para isso: loirinha, olhos claros, dois filhos que ela leva à escola todos os dias, bonita, simpática, já quis ser freira, citou dois poetas em seu discurso de despedida e tem um projeto de lei dando aposentadoria às donas de casa. Um perfil perfeito para conquistar o eleitorado feminino.
Eu já acreditei em Lula, e até já votei nele, quando o outro candidato era Collor. Eu já acreditei em Dilma; não votei nela, mas dei um voto de confiança, que aliás foi retirado, depois que vi Erenice em sua posse; só por simpatia - e porque preciso ter esperança em alguém - ia dar um votinho de confiança a Gleisi, mas depois de vê-la citar Collor no discurso de despedida do Senado, fiquei na minha. Desejo felicidades a todos, e espero que Lula faça muitas palestras, ganhe muito dinheiro, e não pise nunca mais em Brasília.
Observação 1 - na despedida de Gleisi no Senado, Marta Suplicy estava de dar pena, tal o ódio que não conseguia disfarçar; por que, não sei. Mas ela espumava, praticamente.
Observação 2 - Gleisi é a única petista do governo que usa saia.
Danuza Leão
Leia Mais ►

“O Egito será o próximo Brasil”

Essa frase pronunciada pela presidenta (reitora) da Universidade Americana do Cairo, Lisa Anderson, ao fazer a apresentação da conferência que proferi no tradicional Oriental Hall, defronte à Praça Tahrir, no domingo passado, é cheia de significação. Por um lado, denota o otimismo de muitos dos que participaram da revolução de janeiro-fevereiro e cujos desdobramentos continuam a ocorrer. Por outro, demonstra como o nosso país se tornou referência positiva para outras nações em desenvolvimento em busca de seu destino. O próprio objeto da palestra para uma plateia de ministros, diplomatas, professores e jovens estudantes já era revelador do desejo que os egípcios de todas as idades e classes sociais (e mesmo confissões religiosas) têm de aprender com outras experiências de transição política.
No mesmo dia, mais cedo, tive a ocasião de participar de uma mesa-redonda durante uma audiência de, sem exagero, umas mil pessoas sobre o mesmo tema. Havia jovens, professores, moças com o hijab e outras de cabeça descoberta. A que fez parte da minha mesa incluía-se nessa categoria, mas muitas outras demonstravam com sua vestimenta sua convicção religiosa. O traço comum era o desejo de encontrar respostas para o momento crítico que o Egito vive. Muitas dessas questões nós enfrentamos no passado, com respostas que muitos até hoje não consideram satisfatórias, entre elas as relações entre o poder civil e os militares, a responsabilidade por atos cometidos durante o ancien régime ou enquanto durou a repressão, a conveniência de uma Constituinte exclusiva ou a realização, de acordo com as regras atuais, de eleições legislativas, no Egito já fixadas para setembro, ou das presidenciais, ainda não marcadas, mas que presumivelmente deverão realizar-se no início do próximo ano.
Ao ouvir essas perguntas, inevitavelmente me recordei do debate que se travou no Brasil e da insatisfação de muitos com as soluções encontradas, mas também do fato de que, bem ou mal, nossa democracia avançou, permitindo inclusive que os tremores que poderiam ter sido causados pelo processo de impeachment do primeiro presidente eleito por voto direto ou pela eleição, pela primeira vez em nossa história, de um operário, fossem sendo enfrentados com maturidade, a tal ponto que hoje o País goza de uma invejável estabilidade, em clima de total liberdade e dando passos decisivos para a erradicação da nossa maior chaga, a desigualdade.
Lembrei neste particular os grandes passos em direção a uma sociedade mais justa, mas não tapei o sol com a peneira, salientando o muito que devemos fazer especialmente em -relação à questão racial, onde mal começamos a roçar no problema, embalados que fomos durante décadas pelo mito da democracia racial. Felizmente, um dos problemas mais difíceis que o novo Egito terá de enfrentar não tem o mesmo peso para nós: o tema religioso. Não me refiro aqui à Irmandade Muçulmana, cujo fantasma foi instrumentalizado durante tanto tempo, para justificar o autoritarismo, apoiado por aqueles mesmos que, em outros países, tentaram (e ainda tentam) impor a democracia pela força das armas. Na verdade, uma das características deste novo Egito plural é que mesmo entidades tradicionais como a Irmandade apresentam diversidade de opiniões, com uma ala mais conservadora, e uma ala jovem, preparada, aparentemente a dar apoio a candidatos laicos.
De volta ao início deste artigo: o Brasil é visto por muitos como modelo, exemplo de país que superou anos de ditadura, de instabilidade política e econômica e que está a caminho de vencer também a desigualdade. Evidentemente, não nos cabe a atitude arrogante de querer dar lições, não só em razão dos diferentes ingredientes em cada processo, mas também porque ainda temos muitas deficiências a superar. Mas há uma narrativa a ser feita e, desta narrativa os próprios egípcios podem extrair, de acordo com suas necessidades e especificidades, ensinamentos úteis. Os programas sociais e os mecanismos da democracia (sistema de votação, tribunais eleitorais) são áreas evidentes. Mas a política externa, objeto de grande admiração nessas paragens, como pude constatar nas minhas conversas com acadêmicos, ministros e os dois principais candidatos a presidente, também pode dar lugar à cooperação. O novo Egito, diferentemente do antigo, tem todos os atributos para vir a integrar um grupo como o Ibas, que reúne três grandes democracias do Sul (Índia, Brasil e África do Sul). O convívio intenso com esses países, muito mais que os bilhões prometidos pelo G-8, envoltos em condicionalidades, pode contribuir para a consolidação da democracia.
Quando tomamos a iniciativa de criar o foro Países Árabes-América do Sul, não sonhávamos que o nosso diálogo pudesse vir a abarcar temas delicados de política interna. No caso do Egito, isso tem ocorrido e, como deve ser, por iniciativa deles. Não podemos frustrar essa expectativa.
Celso Amorim é ex-ministro das Relações Exteriores do governo Lula. Formado em 1965 pelo Instituto Rio Branco, fez pós-graduação em Relações Internacionais na Academia Diplomática de Viena, em 1967. Entre inúmeros outros cargos públicos, Amorim foi ministro das Relações Exteriores no governo Itamar Franco entre 1993 e 1995. Depois, no governo Fernando Henrique, assumiu a Chefia da Missão Permanente do Brasil nas Nações Unidas e em seguida foi o chefe da missão brasileira na Organização Mundial do Comércio. Em 2001, foi embaixador em Londres.
Leia Mais ►

É o seu dinheiro...

Leia Mais ►

Disparam as queixas dos serviços de TV por assinatura

Reclamações recebidas pela Anatel já cresceram 30,5% este ano. Saída pode estar no aumento da concorrência
As queixas contra prestadoras de tevê por assinatura dispararam nos primeiros quatro meses deste ano. De janeiro a abril, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) recebeu 30.858 reclamações contra o serviço, o que equivale a 257 por dia, ou 30,5% a mais do que as 23.638 registradas em mesmo período de 2010. Os principais motivos para a insatisfação dos usuários são irregularidades na cobrança, em reparos, na instalação e no cancelamento. Entidades de defesa do consumidor e analistas afirmam que tamanho transtorno é fruto da baixíssima concorrência dentro desse segmento de mercado. Em um universo de pouco mais de 10 milhões de usuários, 82% deles estão nas mãos de apenas três grupos: Net, Embratel e Sky/Directv. Só a Net, maior dos três, detém, sozinha, uma fatia de 41,5% do total.
Com poucas opções, a estudante Ághata Ferreira de Sousa, 29 anos, é assinante de um pacote que inclui tevê a cabo, telefone e internet, mas está revoltada com o mau atendimento da prestadora. Há cerca de um mês, ela mudou de endereço e precisou que a Net instalasse o serviço na casa nova. “Ficou agendado que a visita do técnico ocorreria entre 12h e 18h, mas ele só apareceu às 20h”, relata. “Devido ao horário avançado, ele fez o serviço às pressas e, ao ligar os aparelhos, não se deu conta de que estavam selecionados em 110 volts. Como a tomada é 220 volts, queimou tudo”, emenda. Ághata afirma que, desde então, foram feitos diversos contatos com a empresa mas, até hoje, apenas duas fontes foram trocadas, enquanto um telefone sem fio continua estragado.
Após ser procurada pelo Correio, a Net informou ter entrado em contato com Ághata para solucionar o problema, o que foi confirmado pela estudante. Em nota, a empresa ressaltou que o caso “é pontual, uma vez que o técnico fez um procedimento extraprotocolar, a pedido da cliente”.
Em uma tentativa de ampliar a competição no setor e, consequentemente, melhorar e baratear o serviço, a Anatel aprovou, no último dia 2, uma atualização de regulamento para permitir a entrada de novos concorrentes. A proposta fica aberta a consulta pública até 16 de julho, mas está longe de solucionar a briga entre prestadoras e consumidores. De um lado, a Net alega que a regra fere pontos da Lei Geral de Comunicações (LGT), do outro, a Oi — praticamente única beneficiada pela medida — comemora a possibilidade de entrar nesse mercado.
No meio do fogo cruzado entre reguladores e empresas, o consumidor continua a sofrer com um serviço caro e de baixa qualidade. Dados encomendados pela Oi e elaborados pela consultoria LCA mostram que apenas 8,4% dos municípios brasileiros têm acesso ao serviço de tevê paga, enquanto tecnologias semelhantes, como a telefonia móvel, por exemplo, chegam a 99,6% da população. Na avaliação da coordenadora-institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), Maria Inês Dolci, mesmo quando for aprovado, o regulamento da Anatel será insuficiente para permitir a entrada em quantidade razoável de novos concorrentes. “É preciso um facilitador para que as pequenas empresas consigam entrar nesse mercado. Da maneira como está, a competição continuará limitada e o serviço, ruim”, diz.
Inês destaca que a tevê por assinatura está na segunda posição do ranking de reclamações feito pela Proteste no ano passado, à frente de segmentos como telefonia fixa, serviços financeiros e varejo e atrás apenas da telefonia celular. “A concorrência é fundamental para qualquer setor, porque ela sempre vem acompanhada de queda nos preços e melhoria do atendimento”, argumenta. Atualmente, o serviço é prestado, em 96,6% dos contratos, por dois tipos de tecnologia: cabo e satélite (DHT). Especificamente para a prestação do serviço via cabo, estão atualmente nas gavetas da Anatel mais de mil pedidos para concessão de outorga. O problema é que, desde 2001, não foi concedida licença sequer para a exploração dessa modalidade, de forma que a Net atua nesse segmento há quase 10 anos praticamente sozinha.
André Borges, vice-presidente jurídico e de relações institucionais da Net, rebate que, na prática, a concorrência se dá na medida em que as demais prestadoras oferecem tevê via satélite, que é outra tecnologia, mas o mesmo serviço. No entender dele, as rivais já têm infraestrutura suficiente para serem competitivas no mercado. “Na verdade, elas contam até com mais facilidade, porque ao operar via DTH (satélite) podem ter participação majoritária de capital estrangeiro na composição da empresa, enquanto somos restritos ao capital brasileiro”, afirma Borges. O executivo ressalta ainda a necessidade de tratamento regulatório igualitário para as diferentes tecnologias como forma de equilibrar o setor.
A Anatel garante que a mudança em consulta pública, quando aprovada, permitirá que qualquer interessado entre no mercado de tevê a cabo, “desde que se enquadre dentro das regras estipuladas pela agência”. O centro do debate é que, entre essas regras, está a obrigatoriedade de a empresa entrante ter majoritariamente capital brasileiro. A Telefônica considera que, nesse cenário, o principal prejudicado é o consumidor, na medida em que, “sem concorrência, encontra menos opções de serviços e menos variação de preços”.
Paulo Mattos, diretor de regulamento da Oi, diz que um dos principais benefícios trazidos pela nova regra será a possibilidade de outras empresas oferecerem o chamado combo, que inclui tevê, voz e internet, a partir do mesmo cabo de fibra óptica, de forma a baratear os custos, assim como a Net está licenciada para fazer. “Sem autorização para atuar na tevê a cabo, só podemos fazer o combo com tevê via satélite, que é muito mais difícil e caro”, explica.
Senado discute abertura
A restrição ao capital estrangeiro exclui, automaticamente, a possibilidade de GVT (controlada por investidores franceses), Telefônica (controlada por espanhóis), e Embratel (controlada por mexicanos), entrarem nesse nicho. Assim, a Oi sobra como a única operadora qualificada para concorrer com a Net, nos moldes como o regulamento foi proposto. Um projeto em discussão no Senado conhecido como PLC 116 prevê o fim dessa limitação de forma a abrir as portas para que as principais operadoras entrem no serviço de cabo. Por enquanto não há consenso em relação ao PLC, mas há grande expectativa que sua aprovação ocorra ainda este ano.
Leia Mais ►

Privataria

Passados 13 anos da festa da privataria com a venda da Eletropaulo numa operação para lá de esquisita, as coisas estão assim:
Seis cidades e 1 milhão de pessoas ficaram sem energia até por 30 horas na Grande São Paulo.
O governador Geraldo Alckmin disse que a concessionária não tem "condições mínimas" para operar com segurança em dias de chuva.
Rebecca Mark, a tenaz e encantadora vice-presidente da empresa americana Enron, que negociava com os príncipes tucanos, deixou a empresa antes que ela quebrasse, em 2001. A doutora vendeu suas ações por US$ 83 milhões e hoje tem um rancho no Novo México, onde não falta luz .
Jeffrey Skilling, o presidente da empresa, foi condenado a 24 anos de cadeia e a devolver US$ 45 milhões. Usa uniforme esverdeado.
Do jeito que vão as coisas, em breve vai-se começar a falar em compra da empresa. Por quem? Pela Viúva.
Élio Gaspari
Leia Mais ►

A opinião pública e a opinião que se publica

Quarta-feira, "queda de Dilma nas pesquisas", dizia a Folha, teria
levado à demissão de Antonio Palocci. Três dias depois, 
uma pesquisa da Folha desmente "pesquisas" da Folha.
Isso é que é credibilidade...
A frase genial do Barão de Itararé, meu conterrâneo Apparicio Torelly, cai como uma luva para as análises políticas dos jornais brasileiros.
Dia 8, quarta feira, a Folha publicava que a “Perda de popularidade (do governo) definiu queda de Palocci”.
Hoje, dia 11, sai a chamada para a pesquisa Datafolha de amanhã: “Aprovação de Dilma resiste à inflação e crise, diz Datafolha“.
Dia 8, a Folha dizia:
A presidente Dilma Rousseff decidiu demitir seu principal auxiliar, Antonio Palocci, após ser informada que pesquisas já apontavam desgaste do governo por conta da crise envolvendo aquele que foi um dos responsáveis pela arrecadação para sua campanha
Dia 11, ela diz:
A crise que levou à demissão do ex-ministro Antonio Palocci (Casa Civil) e a alta da inflação não tiveram impacto negativo na aprovação do governo Dilma Rousseff.
Ou seja, o que o jornal escreve não tem o menor valor? Era “chute”?
Não tenho os dados completos da pesquisa, porque ainda não achei a Folha de domingo, mas o nível de ótimo/bom passa de 47 para 49%. Nos dados que o jornal adianta fica o registro de que a maioria dos brasileiros (óbvio, apesar dos narizes torcidos da elite arrogante) quer que Lula participe da administração.
E, quanto à piora das expectativas, pretender o que, com a mídia martelando que a “a inflação disparou” e as usinas fazendo a festa nos preços do etanol, mesmo que a inflação, em termos gerais, se mantenha num patamar semelhante ao de 2010, como já se demonstrou diversas vezes aqui?
O fato de Dilma ter resistido sem danos à ofensiva da mídia, como registra a pesquisa, porém, não nos deve fazer esmorecer. Vocês lembram daquela história de uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade? De quem era, mesmo?
Leia Mais ►

A anti-Palocci

Dizem que a Dilma mandou ligar para a casa do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e da sua mulher Gleisi para fazer o convite para chefiar sua Casa Civil. Qual dos dois seria o convidado?
- O que atender - disse Dilma.
Outros dizem que a decisão já estava tomada. Paulo Bernardo era cotado para ser o escolhido, mas tinha a contagem de cromossomos errada. Dilma queria alguém o mais diferente do Palocci possível. Ou seja, loira e bonitinha. Paulo Bernardo é um articulador político experimentado e orientará sua mulher nessa área, o que significa que algumas das mais importantes confabulações da República serão feitas na mesa de café do casal. Frases como "Passe o pão" poderão adquirir significados até agora insuspeitados.
Cresce a presença feminina no gabinete da Dilma e é possível que até o fim do seu mandato só sobre, como homem, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, que passaria a participar das reuniões do Ministério em uniforme de campanha, por precaução.
Luis Fernando Veríssimo
Leia Mais ►

Cancillería de Rusia expresa preocupación por la entrada de un crucero estadounidense en el Mar Negro

El Ministerio de Asuntos Exteriores de Rusia
La entrada del crucero estadounidense Monterey, equipado con el sistema antimisiles Aegis, para participar en los ejercicios de EEUU y Ucrania “Sea Breeze 2011”, provoca preguntas e indica que EEUU sigue haciendo caso omiso a las preocupaciones de Rusia y mantiene inalterable su configuración del escudo antimisiles pese a las protestas del Moscú, anunció hoy el Ministerio de Exteriores de Rusia.
El Ministerio de Exteriores recuerda que Rusia indicó reiteradamente que no tolerará presencia de los elementos de la infraestructura estratégica de EEUU cerca de sus fronteras y los considerará como amenaza para la seguridad nacional.
“Lamentablemente, siguen sin atender nuestras preocupaciones y aún afirmando cooperar con nosotros en materia de defensa antimisiles en Europa, forman precisamente aquella configuración del sistema antimisil contra la cual advertimos a nuestros socios en EEUU y la OTAN”, dice el comunicado de la cancillería.
El Ministerio de Exteriores afirma que tales pasos obstaculizan la determinación conjunta de la arquitectura del futuro escudo antimisiles para Europa (EuroDAM).
“Lo que un crucero antimisil estadounidense está en las aguas del Mar Negro confirma otra vez que necesitamos claras garantías legales de que el escudo antimisiles en Europa no irá dirigido contra el potencial estratégico de Rusia”, comunica la cancillería.
El crucero antimisiles de EEUU Monterey fue destinado a las aguas europeas como parte de la formación del segmento europeo del sistema global de defensa antimisiles. La primera etapa del programa prevé el emplazamiento en los mares Adriático, Egeo y Mediterráneo de un grupo de buques norteamericanos con objetivo de proteger los países de Europa del Sur contra las amenazas hipotéticas de misiles.
Según EEUU, dichos buques pueden entrar también en el Mar Negro en caso del agravamiento de la situación en la región.
“Quisiéramos preguntar, ¿cuál “agravamiento de la situación” provocó el traslado de Monterey al Mar Negro y cuál es su papel en los ejercicios “Sea Breeze 2011” que son un simulacro de operación contra piratería?”, comentó la cancillería rusa.
Se requieren criterios objetivos que permitirán determinar si el escudo antimisiles cumple con los objetivos previstos que consisten en impedir los ataques provenientes del territorio fuera de Europa. Es importante también garantizar la participación de pleno derecho de Rusia en el desarrollo del concepto de EuroDAM y prever las medidas para fomentar la confianza mutua de las partes.
“Estábamos dispuestos a acordarlo durante la cumbre de los Ocho en Deauville. Lamentablemente, no lo conseguimos. Seguiremos exigiendo la claridad total en estos asuntos importantísimos en marco de las negociaciones ulteriores con EEUU y la OTAN”, dice el comunicado del Ministerio de Exteriores ruso.
Leia Mais ►

Jesus de Nazaré

Leia Mais ►

Gleisi será a Gleisi da Gleisi

Dilma é considerada “o Temer da Dilma"
A imprensa brasileira reuniu-se ontem num resort de Campos de Jordão para definir quais serão os novos lugares-comuns a serem empregados pelos jornais e revistas no segundo semestre do ano. Merval Pereira, "a Eliane Cantanhêde do Globo", anunciou que, pelo menos até dezembro, só se referirá a Sergio Cabral como “a Yeda Crusius do Rio”. A notícia, que se espalhou rapidamente pela internet, provocou a reação imediata do Governador: “Esse Merval não passa de um Anastasia do Aécio.” Como ninguém entendesse, Cabral explicou: “Eu sou o Djavan do Executivo”.
Ficou acertado que Palocci não será mais tratado de “o Delúbio da Dilma”, nem Gilberto Carvalho de ”o Dirceu do Lula”. Em decisão considerada dura, a expressão “Fulano é a Dilma da Dilma” foi proscrita; sete usuários pesados foram encaminhados a clínicas de recuperação. Um deles se atirou do alto de um pinheiro, aos gritos de “eu sou o Tiradentes do jornalismo”.
Não houve consenso quanto ao modo de se referir à nova ministra da Casa-Civil. “Não conseguimos encontrar uma só fonte que a conhecesse". Alguém propôs a fórmula “a Gleise é a singularidade do espaço-tempo”, mas não houve entusiasmo. Como a noite apertava, ficou acertado que, por enquanto, “Gleisi será a Gleisi da Gleisi”. “Não quer dizer muita coisa”, disse a colunista Renata Lo Prete, “portanto não destoa muito do que escrevemos".
Leia Mais ►

Charge online - Bessinha - # 650

Leia Mais ►

Minha Namorada

Intérpretes portugueses: Inês Carreira e Pedro Limpo
Leia Mais ►