18 de mai de 2011

Raul Jungmann: Conselheiro e "Guru" da moral e da ética!!!

O custo de vida lá no Recife-PE deve de estar pela hora da morte!!! Só isso explica porque certos políticos rejeitados nas urnas pelo povo de lá estão sendo empregados pela prefeitura do Kassab sem terem que vir aqui pra São Paulo trabalhar.
Dizer que paulistano odeia nordestino é uma bobagem ( tirando é claro os eleitores Demotucanos daqui ). O nosso prefeito até paga caro pelos seus "conselhos", coisa de R$ 12.000,00 para cima. Começou com o Roberto Freire, aquele que apoiou no início o Governo Lula mas saiu logo e assim que os seus indecentes pedidos lhe foram negados. Depois veio o ex-Vice de FHC, o "fiapo político" Marco Maciel que se não fosse a gritaria da "blogosfera" teria aceitado os dois cargos que depois recusou.
Agora é Raul Jungmann!!! "O Guru"!!! O "Conselheiro iluminado" que recebe R$ 6.000,00 mais passagens pagas e hotel para uma vez por mês comparecer em uma reunião da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) de São Paulo. ISSO QUANDO HÁ REUNIÃO!!! Eu já trabalhei na Prefeitura e sei muito bem como funcionam esses tais Conselhos que na maioria das vezes suas reuniões não acontecem, são desmarcadas mas mesmo assim os jetons são pagos em dia. No resto do tempo o Guru Conselheiro Raul Jungmann fica lá do Recife emanando as suas "vibrações" para que o nosso trânsito caótico flua em harmonia!!! Todos sabem o resultado que dá já que está provado que uma galinha correndo em linha reta na rua é mais rápida que qualquer motorista daqui!!!
E não é só no trânsito que os conselhos deste "xamã" são tão necessários, ele recebe também outros R$ 6,000,00 para fazer o mesmo que "faz" na CET só que na PRODAM (Companhia de Processamento de Dados da PMSP) Imaginem o que os nossos computadores seriam sem os conselhos deste "mestre"!!! Sem Raul Jungmann meditando lá do Recife os funcionários públicos de nossa cidade ficariam sem os seus hollerites, os salários atrasariam, os impostos não seriam recolhidos, as multas não seriam emitidas e tudo o que mais se necessitasse dessas máquinas estariam comprometidos no caos não fosse a LUZ , as vibrações e a meditação do Guru e Conselheiro Jungmann!!!
Eu disse Luz???
Pois então...agora ela também já extrapola São Paulo!!! De Minas Gerais nos chega a notícia de que a estatal Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais), "ELEGEU" o ex-deputado federal Raul Jungmann como membro do conselho da Light, concessionária de energia do Estado do Rio. ILUMINE-SE AQUI.
Quem elegeu??? Os cariocas sem luz??? Os brasileiros com medo das trevas da ignorância e da escuridão???
NADA...Quem "elegeu" o "caba" que é presidente do PPS-PE foi o PSDB mineiro de Aécio "Bafômetro" Neves!!! Justo o PSDB que nunca produziu uma luz sequer nesse nosso país, tanto é que sua maior obra foi o "Apagão", aquele racionamento de energia que aconteceu no Governo FHC que quanto mais banho o nosso povo tomava, mais cara era a taxa extra na sua conta de luz !!! Era uma época de trevas aqui no nosso Brasil, que felizmente acabou.
E pelo jeito pode voltar para os cariocas já que o novo Guru e Conselheiro Raul Jungmann é de tanta luminosidade em dar conselhos para a "Light" do Rio como é para resolver o trânsito e a informática de São Paulo!!!
Eu sei que conselho e cigarro só se dá a quem pede, mas quer um "Seu Raul"???
Traga teu título pra São Paulo que os tucanos daqui te dão um curral e tu te elege até pra Deputado Federal!!!
Foi assim com aquele teu correligionário e conterrâneo sem votos no teu Pernambuco, o "imoralista" Roberto Freire!!!
VIVA O PARTIDO DA ÉTICA!!!
VIVA O PARTIDO DA MORAL!!!
VIVA O PPS!!!
O PARTIDO DA "LIGHT"... DA "LUZ"!!!
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Ley de Medios avança

Discretamente, o projeto de Lei de Comunicação vai sendo lapidado no Ministério das Comunicações e deve começar a ganhar forma definitiva já no próximo mês. O ministro Paulo Bernardo estabeleceu ao grupo de trabalho que está redigindo o documento que conclua até o final de maio um resumo com os principais pontos do texto a ser proposto. Esse briefing deve ser levado à presidenta Dilma Rousseff e depois discutido dentro do governo, especificamente com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM) e com o Ministério da Cultura. Essas discussões internas precedem o debate público, que deve acontecer no segundo semestre. Este noticiário apurou que já está praticamente concluída a modelagem legal que será proposta referente ao setor de radiodifusão e em relação à estrutura regulatória. O que ainda está sendo discutido são as possíveis alterações na Lei Geral de Telecomunicações que poderão ser feitas no âmbito da revisão do marco regulatório.
PNBL
Esta semana o ministro Paulo Bernardo deve levar à presidenta Dilma Rousseff um primeiro esboço das linhas de ações que serão seguidas pelo Minicom em relação ao Plano Nacional de Banda Larga, para atender à exigência presidencial de que se crie uma infraestrutura moderna e capaz de massificar o acesso à Internet a velocidades de pelo menos 1 Mbps. Paulo Bernardo, após participar do evento promovido pela Anatel e pelo Ipea sobre pesquisa e desenvolvimento, confirmou que já conversou com a presidenta e que deve se encontrar com ela esta semana para tratar do tema. Segundo ele, o ministério já tem algumas propostas a serem levadas, mas só vai torná-las públicas após apresentar para Dilma.
Em relação à vaga ainda em aberto para o conselho diretor da Anatel, Bernardo disse que ainda não tem uma definição dos nomes que serão sugeridos à presidenta e que não deve fazê-lo esta semana.
Samuel Possebon | Instituto Telecom
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Emenda pior que o soneto

Ainda não estão claros os interesses por trás das denúncias contra o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, um dos mais queridos pelo mercado, mas a estratégia adotada para a defesa do seu enriquecimento nos últimos quatro anos pode ser considerada desastrosa. Uma nota da própria Casa Civil afirma que Palocci não foi o único a multiplicar seu patrimônio enquanto exercia cargo público, reforçando a percepção comum de que todos se locupletam no poder.
A intenção da nota talvez tenha sido encerrar o assunto ao citar especificamente nomes de ex-ministros da Fazenda, como Mailson da Nóbrega e Pedro Malan, e ex-presidentes do Banco Central e do BNDES, como Pérsio Arida e André Lara Rezende, que se tornaram banqueiros, diretores de instituições financeiras e consultores.
Ao se referir a personagens conhecidos, sobretudo tucanos ilustres, a nota parece ter pretendido enviar o recado de que todos têm telhado de vidro, o que poderia ser eficiente politicamente, mas terrível eticamente. Além de tudo, colocou ainda mais lenha na fogueira ao levantar a hipótese de que Palocci tenha se beneficiado de seus conhecimentos dos tempos de ministro da Fazenda, quando a multiplicação de seu patrimônio se deu no período em que esteve na Câmara dos Deputados.
O comunicado da Casa Civil afirma textualmente que “no mercado de capitais e em outros setores, a passagem por Ministério da Fazenda, BNDES ou Banco Central proporciona uma experiência única que dá enorme valor a estes profissionais no mercado”. A verdade não poderia ser mais cristalina. O mercado realmente deseja muito contar com essas pessoas, mas não apenas pelos seus talentos, e sim pelas informações de que dispõem.
O sentido ético do verdadeiro homem público deveria levá-lo a recusar tais propostas. E se é muito exigir isso, a lei precisaria estabelecer uma quarentena rigorosa para impedir quem deixa posições estratégicas, como o ministério da Fazenda e a presidência do Banco Central, de trabalhar ou prestar serviços para instituições financeiras.
O economista argentino Raúl Prebisch contou a Celso Furtado que quando deixou a direção do Banco Central argentino, por ele mesmo criado, ficou sem meio de vida, mas não aceitou vários convites para trabalhar no mercado financeiro. “Eu havia sido muitos anos Diretor-Presidente do Banco Central, conhecia a carteira de todos os bancos. Quando me demitiram, muitos grandes bancos me ofereceram altas posições, mas como podia colocar os meus conhecimentos a serviço de um se estava ao corrente dos segredos de todos?”, disse Prebisch, que, assim como Celso Furtado, nunca cedeu às tentações do setor privado.
A evolução do patrimônio de Palocci aconteceu durante o período em que esteve na Câmara dos Deputados e ele deve prestar contas dela. A nota da Casa Civil afirma que o ministro prestou todas as informações à Receita Federal e recolheu todos os impostos sobre a remuneração obtida com os serviços prestados, o que já é um ponto a seu favor. Há um oportunismo político evidente na exploração do caso, mas a questão ética ficou arranhada e a emenda foi pior do que o soneto.
Mair Pena Neto
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Lei da selva

O debate do Código Florestal mostra
a diferença entre ecologia e lealdade
Nos últimos 20 anos, período que sucede o fim da ditadura aos dias de hoje, nenhum governo contou com base de apoio político no Congresso tão grande quanto o recém-iniciado governo de Dilma Rousseff. O rolo compressor governista (59 parlamentares no Senado e 402 na Câmara), se usado, tem peso suficiente para esmagar a oposição. Mas, para isso, seria preciso ser reunido a um só toque de corneta. E isso não tem sido possível.
Entre presidentes eleitos pelas urnas, após o governo Sarney, escolhido indiretamente, a situação na Câmara mostra o tamanho do apoio que, em tese, beneficia Dilma (tabela). Collor teve minoria, Itamar compôs uma maioria frágil, Fernando Henrique navegou em mar sereno e Lula governou com maioria apertada no primeiro e folgou no segundo mandato.
Sob Dilma, o expressivo governismo no Congresso ainda está em crescimento.
A oposição partidária, ao contrário, pode encolher mais pela diáspora em direção ao PSD, partido criado pelo prefeito paulistano, Gilberto Kassab. Ela conta, hoje, com pouco mais de cem integrantes, somados os do PSDB, do DEM, PPS e PV. À esquerda, o PSOL. E esse número pode minguar para 90 na Câmara. No Senado, os atuais 22 oposicionistas devem baixar para 20 ou 19.
A base governista, no entanto, não é consistente. Houve sintomas de fragilidade na votação do novo índice do salário mínimo para 2011. Ficou clara agora essa fraqueza com a fratura exposta durante a penosa e inacabada votação do Código Florestal.
Os líderes governistas não conseguem nem mesmo impor o fechamento de questão sob a qual os infiéis à linha oficial do partido podem ser punidos.
Por que uma base política tão grande tem se mostrado tão frágil?
Primeiramente, porque é grande demais ou, como constata Antonio Augusto de Queiroz, coordenador do Diap, o tamanho e a consistência esbarram na “heterogeneidade”.
“A base governista cresceu em quantidade e em qualidade. Mas tem uma variedade de interesses que emergem em votações difíceis como a do Código Florestal”, diz Queiroz, um cientista político quase insuperável quando se trata de avaliar as variações de comportamento no Congresso Nacional.
“Se dependesse somente da vontade do governo, seria mais fácil. O tema, entretanto, com grande repercussão na mídia, força o governo a negociar para tentar reduzir um impacto maior no plano internacional”, avalia.
A ecologia é, sem dúvida, um fato de real importância para o Brasil e para o mundo. Entretanto, a lealdade ambientalista dos políticos, aqui e alhures, nunca foi nem será maior do que a lealdade aos governos.
Essa regra pode ser mais claramente compreendida assim: os políticos são leais aos partidos, que, por sua vez, devem lealdade aos governos que se aliam em troca da participação nas administrações.
Nesse sentido, não há ninguém satisfeito na base governista. Dilma tenta, numa cruzada virtuosa, na qual tem colhido vitórias e derrotas, blindar o quanto possível o excesso de interesses políticos na administração. E, nas instâncias governamentais mais distantes, luta para impor nomes tecnicamente qualificados.
Isso é visível em algumas das ações de Dilma e audíveis em alguns dos discursos que faz. Ela semeia o vento da boa intenção e, muitas vezes, como agora na votação do Código Florestal, colhe tempestade.
Andante Mosso
Comentários sobre os principais acontecimentos políticos da semana
Alô, papai!
Neguinho da Beija-Flor de Nilópolis, campeã do carnaval carioca de 2011, acaba de se filiar ao PCdoB.
Esse enaltecido puxador de samba será escalado para puxar votos em 2012.
Nos discos, ele costuma saudar o bicheiro Anísio Abraão, “dono” de Nilópolis, na Baixada Fluminense, com a frase: “Alô papai, a família Beija-Flor te ama!”
É uma infiltração consentida dos bicheiros nas fileiras comunistas.
A cor de Marina
Há rumores no mundo político sobre o futuro da ex-senadora Marina Silva (PV).
Ela seria um possível trunfo político-eleitoral da direita para a eleição presidencial de 2014. Encabeçando ou secundando uma aliança conservadora.
O multicolorido do movimento verde favorece a especulação.
O mundo gira
O fantasma do “imperialismo” brasileiro ronda a cabeça dos hermanos.
Ao jornal argentino Página 12, de 10 de maio, o diplomata Samuel Pinheiro, escolhido em comum acordo – Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai – para representar o Mercosul, explicou a posição brasileira no bloco:
“Não é um império, não quer ser e nem quer repetir os erros dos impérios (…) Temos interesses comuns para mudar as regras do mundo”.
Ou seja, alterar a cruel relação das potências centrais com as ex-colônias.
“Loco Abreu”
Militante aguerrido do PT, o ator José de Abreu já ganhou apelido carinhoso dentro do partido: “É o nosso Loco Abreu”.
Uma referência ao uruguaio que atua no Botafogo, do Rio de Janeiro, um atleta de qualidade e de jogadas arriscadas.
Pátria Livre
Vem aí o Partido Pátria Livre (PPL), formado por militantes do MR-8.
A sigla é referência e homenagem à data da prisão de Che Guevara na Bolívia, em 1967. Já foram coletadas e já foram reconhecidas em cartório, por exigência da legislação, mais de 400 mil assinaturas.
Embora ainda no ventre, o PPL que tem como expressão sindical a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), contou com apoio da Força Sindical.
O MR-8 atuou durante anos no PMDB, alimentado pelo ex-governador paulista Orestes Quércia.
Para atuar nas eleições de 2012 terá de obter registro oficial até setembro.
Em alta
Com poucos recursos, mas com ativa participação da militância, Marcelo Freixo, do PSOL, recebeu a segunda maior votação para a Assembleia do Rio de Janeiro.
Morador e eleitor de Niterói, ele arrancou uma expressiva votação na capital.
Assim, virou o nome que os militantes sonham para a disputa da prefeitura do Rio ou de Niterói, em 2012.
Como parece, no entanto, sem chances, há os que preferem que ele permaneça onde está, embora seja notório que, se empurrado para a missão, fortaleceria o partido de um lado ou de outro da Baía de Guanabara.
Lula e o emprego
Em 2010, foi registrado um número recorde de geração de empregos com carteira assinada e de servidores públicos contratados: 2,8 milhões.
A soma do trabalho formal chegou a 44,1 milhões pela Relação Anual de Informações Sociais (Rais), iniciada em 1975.
Acima de um terço, 15,3 milhões, foram criados nos dois mandatos de Lula.
Mais de 5 milhões no setor de serviços, cerca de 3,5 milhões na indústria de transformação, e pouco mais de 2 milhões no serviço público (tabela).
Mauricio Dias
CartaCapital
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O Grobo tá reprovado em portugueis

Inacreditáveu a canpanha do Grobo contra o esselente livro “Por uma vida melhor”. Transformaram uma fraze de um capitulo em um Deus nos acuda. Ezibiram imenças reportagens televizivas, pegaram depoimentos de inúmeros espertos, entrevistaram o prezidente da ABL, Marcos Vilassa, publicaram coluna de Mervau Pereira (fortícimo candidato a imortau), fiseram editoriau e apontaram o dedo duro para o MEC. Pura política. Pinssaram uma fraze e uzaram argumentos puramente ideolójicos em defeza da “língua culta” para faser luta política. A plêiade de imortais (e azpirantes) celecionada para atacar o livro não perssebeu (ou não quis persseber) que se trata de uma das melhores obras de encino da “norma culta”. A cimples leitura do capítulo de omde pinssaram a fraze é (clique aqui) emossionante. Abre um novo mundo para jovens e adultos que até agora não tiveram asseço a uma língua mais culta. É um efissiente meio de conbater o atrazo cultural, de anpliar os orizontes de imença parssela da população. O editoriau do Grobo tem quaze rasão quando afirma que o livro “se assenta numa visão ideológica da sociedade alimentada pela mitologia do excluído, ligada à síndrome da tutela estatal”. Só não entendo quando trata os “excluídos” como mito. Nem quando acuza de "tutelador" o estado que se recuza a sençurar um livro abçolutamente inovador, ouzado e correto. O obigetivo óbivio do Grobo, na minha opinião, é atinjir politicamente Fernando Haddad, do MEC, porque ele agora é o mais provável candidato pelo PT à Prefeitura de São Paulo. Se foce para cer levado a cério, o editoriau do Grobo deveria pedir intervensão do MEC nas notíssias do Plantão Grobo, motivo frequente de piadas pelos erros groceiros de portugueis. Errar é umano. Mas incistir em anpliar o abismo culturau é coisa do Grobo.
A propozito: será que os pronomes demonstrativos empregados hoge no editoriau do Grobo estão abçolutamente corretos?
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Aquecimento Global castiga região Sul do Brasil

Porto Alegre e Florianópolis registram novos recordes de frio
SÃO PAULO - Porto Alegre e Florianópolis esfriaram mais na madrugada desta terça-feira e registraram novos recordes de frio para 2011, segundo informações da Climatempo. Em Porto Alegre, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou a temperatura mínima de 9,9ºC. Em Florianópolis, a temperatura mínima hoje foi de 11,3ºC. O frio aumentou no Sul devido à entrada de outra grande e forte massa de ar polar.
Novos recordes foram batidos nas capitais Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Cuiabá. No Rio de Janeiro, a temperatura mínima na Praça Mauá foi de 17,8ºC. Em Belo Horizonte, de 15,4ºC. Em Cuiabá, de 15,2ºC.
A meteorologista Josélia Pegorim diz que a terça-feira segue fria e as temperaturas vão continuar baixas durante toda a semana.
Em Urupema, no alto da serra de Santa Catarina, a temperatura chegou aos 2,7ºC abaixo de zero, pela medição da Epagri. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, a menor temperatura no Rio Grande do Sul foi de 3ºC em Vacaria. Em Santa Catarina, a menor temperatura foi de 1,1ºC em Urubici.
No Paraná, a menor temperatura registrada foi de 4,2ºC em São Mateus do Sul. Em Curitiba, a temperatura mínima hoje foi de 9,3ºC, mas o recorde de frio deste ano é de 6,7ºC, em 3 de maio.
Em São Paulo, a temperatura mínima registrada no Mirante de Santana foi de 12,6 graus. Não foi a mais fria do ano, mas a chance de novos recordes continua. Segundo Josélia, a tarde desta terça-feira ainda é candidata a ser a mais fria de 2011 na cidade de São Paulo, até agora. Por volta das 9 horas da manhã, a temperatura era de 13ºC no aeroporto de Congonhas.
By: G1
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Filme da campanha de Ollanta no Peru

Veja se este spot lembra algum outro!

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Cretinice e jornalismo de esgoto ou seria a prostituição da informação?

Esse cara da imagem abaixo se considera jornalista.

O Polaco Doido, como todos os leitores que se arriscam neste espaço insalubre e encardido já sabem, não é jornalista ou muito menos tem alguma formação nesta área.
Muito pelo contrário, o polaco é só um profissional de informática que, em dias como hoje, não está muito afim do batente e prefere perambular pelos blogs do mundo ou até mesmo escrever umas bobagenzinhas em seu blog imundo!
Depois de ler essa matéria aqui: Safadeza tucana. Fiquei imaginando o que se passa nas salas de aula onde os futuros jornalistas estudam para se tornarem jornalistas. (Por via das dúvidas, segue também um print screen da matéria.)
Quanta cretinice, quanta imoralidade travestida de matéria. E olha que o cara é bem visitado. Imagine só o grau de alienação dos leitores de uma figura como essa. O cara consegue ser mais tendencioso que a veja e a FSP juntas.
Não seria muito mais ético o cara informar que o atual governador Beto Richa também recebeu R$ 500.000,00 durante a campanha eleitoral de 2010? Essa informação pode ser encontrada com apenas duas clicadas de mouse! Aqui, aqui e aqui no blog do próprio cara!?
Será que essa figurinha acha que todo mundo que lê aquele espaço limpinho e cheiroso é imbecil ou têm problemas de dislexia?
Só para provocar e provar também a mim mesmo que tenho jeito para jornalista, vou reescrever a matéria do cara. Quem sabe assim alguém me mande algum cheque no final do mês!
Banco BMG doou para campanhas eleitorais de Richa e Arns
Nos registros das prestações de contas junto ao T.R.E. nas eleições o Banco BMG, cuja operadora VC consultoria está envolvida em crime de estelionato contra aposentados, doou para a campanha a governador de Beto Richa (PSDB) e de vice de Flávio Arns (PSDB) em 2010 a quantia de 500.000,00 reais.
O BMG tinha como sócio aqui no Paraná, a VC Consultorias, que para operar tinha de ter seu registro aprovado pela Junta Comercial do Estado. Por que o governo estadual deixou o Neviton Pretty Caetano, que é um megavigarista denunciado por golpes desde 1999, legalizar a atuação da VC para operar no mercado paranaense?
***
Caramba! Como é fácil manipular ou omitir a informação!
Por acaso, alguém que está lendo esta birosca, sabe onde posso arrumar uma boquinha para fazer jornalismo de esgoto?
Deu pra perceber que levo jeito para a coisa e, garanto que nem cobro tão caro quanto a figurinha aí de cima!
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O PNBL fez aniversário. Mas nada aconteceu ainda.

O Plano Nacional de Banda de Larga (PNBL) completou um ano, na semana passada, sem gerar motivos para comemoração.
Doze meses depois da publicação do decreto (12 de maio de 2010) que estabeleceu as diretrizes do programa e reativou a Telebrás, com poderes para gerenciar o projeto, as metas não foram cumpridas.
Até agora nenhum município foi contemplado com a interligação à rede pública de internet de alta velocidade; muito menos com o acesso a pacotes de banda larga a R$ 35 (com impostos e R$ 29,80 sem impostos).
Pior: não há previsão de quando as metas serão, de fato, concretizadas.
A previsão inicial era a conexão de 100 cidades até o fim de 2010. A lista desses municípios foi, posteriormente, incorporada à meta de 2011, elevando de 1.063 para 1.163 as cidades a terem acesso ao PNBL até dezembro.
O governo havia anunciado que as primeiras cidades seriam conectadas à rede da Telebrás até abril, o que de novo não aconteceu. Agora o governo não estabelece novos prazos e já anunciou que o PNBL terá de ser revisto.
No fim do mês passado, o secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez, admitiu que o corte de recursos para a Telebrás vai atrasar os planos do governo, tendo impacto direto sobre a cobertura de 1.163 municípios até o fim do ano.
Na ocasião, Alvarez ressaltou, porém, que a meta será cumprida, mesmo que com atraso, e que está mantida a previsão de 2014, previamente anunciada para 4.278 municípios.
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Requiém para os caça-Haddad

Sobre o Livro Didático do MEC
Diálogo 1
Duas amigas* trabalham no Conversa Afiada, um dos mais importantes blogues políticos de conteúdo democrático da blogosfera, ao fim do expediente se preparam para deixar o trabalho:
Zabete - Isa, vamo passar lá no sujinho pra tomar uma gelada?
Isa - Dá não amiga. Tô dura! Durinha da silva.
Zabete - 'Xa comigo. Hoje eu pago a sua.
Isa - Já é!
Diálogo 2
Dois importantes jornalistas** de uma das mais importantes rede de televisão do país estão prestes a deixar o trabalho depois de uma intensa atividade sob um calor de 39ºC. Um editor, outro renomado âncora:
Editor Ali-ba-bá - Nobre colega, o senhor me acompanharia ao sofisticado Le bundô para degustarmos uma gelada cerveja?
Âncora Will Simpson - Lamento meu nobre amigo. Neste momento estou sem recursos. Deixemos para um outro dia.
Editor Ali-ba-bá - Qual nada! Hoje as despesas serão por minha conta. Vamos?
Âncora Will Simpson - Neste caso aceito. Obrigado por me convidar.
Exercícios de interpretação do texto
Questão 1
Releia os diálogos e assinale a resposta coerente com as seguintes situações:
( ) no diálogo 1 os personagens se mostram indiferentes sem nenhuma relação de amizade e, por isso, usam uma linguagem sem respeito aos padrões da norma culta.
( ) no diálogo 2 os personagens são amissíssimos. O uso da norma culta se faz obrigatória neste caso.
( ) no diálogo 1 os personagens usam uma linguagem corriqueira, entre amigos que compartilham angústias, perspectivas, prazer, mas que se entendem perfeitamente.
( ) no diálogo 2 os personagens usam a mesma linguagem, tanto para as questões corriqueiras do dia-a-dia quanto para as questões formais. A relação de amizade entre eles não influencia no modo de falar.
Questão 2
Considerando a norma culta da Língua Portuguesa (Brasileira?) assinale a resposta correta.
( ) No diálogo 1 a conversação não é correta porque não respeita a norma culta.
( ) No diálogo 2 a conversação é correta e a escola deveria exigir que as pessoas falassem assim em qualquer situação.
( ) No diálogo 1 a conversação está para os dias atuais e o diálogo 2, embora correto, não é usado nas relações informais.
Questão 3
Assinale a resposta de acordo com a percepção real do cotidiano.
( ) No diálogo 1 os personagens usam uma linguagem informal, corriqueira, sem obediência às normas cultas, e perfeitamente APROPRIADA para a ocasião. Já no diálogo 2 os personagens usam uma linguagem formal, arcaíca, obediente às normas cultas, mas INAPROPRIADA para a ocasião.
( ) No diálogo 1 os personagens falam ERRADO, sem obediência às normas cultas, já no diálogo 2 os personagens falam CORRETAMENTE e em obediência às normas cultas. Portanto, a velha mídia tá certa fazer o papel de caça-Haddad e a autora do livro que ensina a falar errado deve ser julgada segundo a santa inquisição.
* Os personagens dessa novela é criação do autor desse texto. Qualquer semelhança com pessoas reais terá sido uma intencional coincidência.
** Os personagens dessa novela é criação do autor desse texto. Qualquer semelhança com pessoas reais terá sido mera coincidência.
Rildo Ferreira dos Santos
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Politicamente fascista

Todo pateta com pretensões à originalidade e à ironia toma a iniciativa de se dizer "incorreto"
O comediante Danilo Gentili pediu desculpas pela piada antissemita que divulgou no twitter. A saber, a de que os velhos de Higienópolis temem o metrô no bairro porque "a última vez que eles chegaram perto de um vagão foram parar em Auschwitz".
Aceitar suas desculpas pode ser fácil ou difícil, conforme a disposição de cada um. O difícil é imaginar que, com isso, ele venha a dizer menos cretinices no futuro.
Não aguentei mais do que alguns minutos do programa "CQC", na TV Bandeirantes, do qual é ele uma das estrelas mais festejadas. Mas há um vídeo no YouTube, reproduzindo uma apresentação em Brasília do seu show "Politicamente Incorreto", em outubro de 2010.
Dá para desculpar muita coisa, mas não a falta de graça. O nome oficial do Palácio do Planalto é Palácio dos Despachos, diz ele. "Deve ser por isso que tem tanto encosto lá." Quem o construiu foi Oscar Niemeyer, continua o humorista. E construiu muitas outras coisas, como as pirâmides do Egito.
A plateia tenta rir, mas só fica feliz mesmo quando ouve que Lula é cachaceiro, ou que (rá, rá) o nome real de Sarney é Ribamar. Prossegue citando os políticos que Sarney apoiou; encerra a lista dizendo que ele só não apoiou o próprio câncer porque "o câncer era benigno".
Os aplausos e risadas, pode-se acreditar, vêm menos da qualidade das piadas e mais da vontade de manifestação política do público. Detestam-se, com razão, os abusos dos congressistas brasileiros. Só por isso, imagino, alguém ri quando Gentili diz preferir que a capital do país ficasse no Rio: "Lá pelo menos tem bala perdida para acertar deputado".
Melhor parar antes que eu fique sem respiração de tanto rir. Como se vê, em todo caso, o título do show não é bem o que parece. "Politicamente incorreto", no caso, faz referência às coisas erradas feitas pelos políticos, mais do que ao que há de chocante em piadas sobre negros ou homossexuais.
A questão é que o rótulo vende. Ser "politicamente incorreto", no Brasil de hoje, é motivo de orgulho. Todo pateta com pretensões à originalidade e à ironia toma a iniciativa de se dizer "incorreto" -e com isso se vê autorizado a abrir seu destampatório contra as mulheres, os gays, os negros, os índios e quem mais ele conseguir.
Não nego que o "politicamente correto", em suas versões mais extremadas, seja uma interdição ao pensamento, uma polícia ideológica.
Mas o "politicamente incorreto", em sua suposta heresia, na maior parte das vezes não passa de banalidade e estupidez.
Reproduz preconceitos antiquíssimos como se fossem novidades cintilantes. "Mulheres são burras!" "Ser contra a guerra é viadagem!" "Polícia tem de dar porrada!" "Bolsa Família serve para engordar vagabundo!" "Nordestino é atrasado!" "Criança só endireita no couro!"
Diz ou escreve tudo isso, e não disfarça um sorrisinho: "Viram como sou inteligente?".
"Como sou verdadeiro?" "Como sou corajoso?" "Como sou trágico?" "Como sou politicamente incorreto?"
O problema é que "politicamente incorreto", na verdade, é um rótulo enganoso. Quem diz essas coisas não é, para falar com todas as letras, "politicamente incorreto". Quem diz essas coisas é politicamente fascista.
Só que a palavra "fascista", hoje em dia, virou um termo... politicamente incorreto. Chegamos a um paradoxo, a uma contradição.
O rótulo "politicamente incorreto" acaba sendo uma forma eufemística, bem-educada e aceitável (isto é, "politicamente correta") de se dizer reacionário, direitista, fascistoide.
A babaquice, claro, não é monopólio da direita nem da esquerda. Foi a partir de uma perspectiva "de esquerda" que Danilo Gentili resolveu criticar "os velhos de Higienópolis" que não querem metrô perto de casa.
Uma ou outra manifestação de preconceito contra "gente diferenciada", destacada no jornal, alimentou a fantasia mais cara à elite brasileira: a de que "elite" são os outros, não nós mesmos. Para limpar a própria imagem, nada melhor do que culpar nossos vizinhos.
Os vizinhos judeus, por exemplo. É este um dos mecanismos, e não o vagão de um metrô, que ajudam a levar até Auschwitz.
Marcelo Coelho, na Falha de S. Paulo
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Nossos comerciais, por favor!

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Boas ideias

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Adeus à política partidária


Nos últimos dez anos, eu mudei, e o partido político que ajudei a criar, o PSDB, também mudou; chegou a hora de dizer adeus à política partidária

A vida é uma soma de compromissos e de identidades. Comprometemo-nos com nossa família, com nossos amigos, com nossos colegas de trabalho, com nossos companheiros de luta política, com nosso país, e, cada vez mais, com nossa humanidade.
Mas nossa identidade não é produto apenas da nossa liberdade; é também resultado da imagem que nos é atribuída pelos outros, porque é a fidelidade a ela que nos torna previsíveis e confiáveis.
Entretanto, o mundo em nossa volta muda constantemente, o que nos obriga a estar sempre prontos a nos repensarmos, ao mesmo tempo em que repensamos o mundo em transformação.
Nesses últimos dez anos, eu mudei, e o partido político que eu ajudei a criar, o PSDB, também mudou. A mudança foi tão grande que chegou a hora de dizer adeus a esse partido, e, mais amplamente, à política partidária. Nunca fui um político "stricto sensu", porque nunca me candidatei a cargo eletivo. Mas aceitei convites e ocupei cargos importantes, sempre identificado com uma centro-esquerda social-democrática e nacionalista.
Nos debates que precederam a fundação do PSDB, a decisão de denominá-lo um partido social-democrático deixava claro o compromisso de centro-esquerda do partido.
Entretanto, enquanto assinava a ata de fundação, estava claro para mim o risco que o novo partido corria. Se o PT, que naquela época se considerava um partido socialista revolucionário, chegasse ao poder, poderia acontecer aqui no país o que aconteceu com os partidos socialistas na Europa; o PT poderia se transformar em um partido social-democrático, e o PSDB seria empurrado para a centro-direita.
Foi isso o que aconteceu, com um agravante: o partido também não se identificou com um nacionalismo econômico essencial para que o Brasil alcance os níveis de bem-estar dos países ricos.
Em 1993, tentei, em conjunto com Oded Grajew, uma aproximação entre o PSDB e o PT, mas não havia espaço nos dois partidos para isso. Em 2002, em associação com Yoshiaki Nakano, fizemos uma proposta de política de crescimento com estabilidade para o PSDB, mas ela não chegou a ser discutida.
Enquanto isso ocorria, eu, que desde 1999 me dedico apenas às atividades acadêmicas, também mudei. Reforcei minha posição de centro-esquerda e retomei meu nacionalismo econômico, que se define por uma simples e dupla convicção: que é dever primeiro do governo defender os interesses do trabalho, do capital e do conhecimento nacionais, e que essa defesa deve ser feita pelos brasileiros seguindo sua própria cabeça, já que os países ricos são nossos competidores.
O nacionalismo econômico foi fundamental para que o Brasil crescesse aceleradamente entre 1930 e 1980, mas depois, no quadro da hegemonia neoliberal, foi abandonado. Ora, no contexto da globalização, o desenvolvimento de um país depende da existência de estratégia nacional de desenvolvimento ou de competição internacional.
Na medida em que as mudanças ocorriam em direções opostas, eu me distanciava cada vez mais do PSDB. Por isso, decidi desligar-me dele. Ainda nestas últimas eleições votei em José Serra nos dois turnos.
Quis, assim, honrar compromissos antigos com ele e com Fernando Henrique -um notável homem público e um amigo- e a memória de dois estadistas do partido: Mario Covas e Franco Montoro.
A partir daqui, fico livre de compromissos partidários, como é mais adequado para alguém como eu, que decidiu não mais exercer cargos públicos, mas ser um intelectual público independente, identificado, na medida do meu possível, com o Brasil e com seu povo.
Luiz Carlos Bresser-Pereira, 76, professor emérito da FGV-SP, é colunista da Folha . Foi ministro da Ciência e Tecnologia e da Administração Federal e Reforma do Estado (governo FHC), além de ministro da Fazenda (governo Sarney). É autor de, entre outras obras, "Desenvolvimento e Crise no Brasil" (Editora 34).
By: Falha de S.Paulo
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Charge online - Bessinha - # 610

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PT expulsa ex-senadora

Acusada de infidelidade, Serys Slhessarenko deixará o partido após 23 anos de militância
A ex-senadora do PT, Serys Marli Slhessarenko, ficou incrédula com a decisão da Comissão de Ética da executiva regional do Mato Grosso que decidiu por recomendar sua expulsão. "Hoje sou uma cidadã comum sem poderes e filiada ao Partido". A petista taxou a decisão de "um ato deslocado".
A sentença teria ocorrido porque a Comissão entendeu que houve infidelidade partidária por parte da petista nas eleições de 2010. O parecer da comissão será votado pela executiva regional do partido composto por 47 membros.
Nas eleições de 2010, dois petistas brigaram publicamente. Serys defendia seu nome para concorrer à reeleição do Senado. E o então deputado federal Carlos Abicalil dizia que o direito de disputar era seu. A decisão foi para uma prévia interna dos petistas. Ao ser derrotada, a então senadora acusou o deputado de traição e não incluiu o nome de Abicalil em seu material de propaganda. Os dois foram derrotados.
"Minha história não condiz com essa decisão. Afinal, são 23 anos de partido, 20 de mandatos sem nenhuma advertência", afirma Serys. Embora afirme que não abrirá mão de permanecer no PT, Serys reconhece que será difícil reverter a situação. "Vou lutar com todas as possibilidades para permanecer no PT", acrescentou.
O deputado federal Ságuas Moraes disse através de sua assessoria que trabalha pela unidade do partido. Para ele, a expulsão é uma pena muito severa. Ele disse que deve haver punição, mas que não precisa ser expulsão. A ex-senadora e o ex-deputado são de alas diferente dentro do PT. A maioria da Executiva está hoje sob o domínio de Abicalil.
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Brizola, assim, tiraria este sapato

Os calçados Vulcabras sempre foram uma tradição brasileira e, especialmente, gaúcha. Um orgulho para nós e, muitas vezes, motivo de empenho de nosso país para vencer as restrições alfandegárias que os Estados Unidos, nosso maior destino de exportação, impunham à entrada do calçado brasileiro.
O povo gaúcho sempre amou seus empreendedores que fizeram essa indústria. Mesmo quando muitas fábricas – a própria Vulcabras-Azaléia foi uma delas – começaram a transferir suas fábricas para o Nordeste, continou o orgulho de sermos os pioneiros nesta grande manufatura. Tanto é assim que meu próprio avô, Leonel Brizola, aceitou ser “garoto propaganda” dos sapatos Vulcabras, usando o “cachê” para manter suas andanças políticas, numa avant-première do que Lula faz hoje, com as suas palestras pagas. Aliás, ele trabalhou muito em cima do texto da agência W/Brasil para que o texto, como ele dizia, servisse para revelar e não ocultar seus pensamentos.
Dói muito, por isso e por tudo , a notícia que li, no site do PDT, do fechamento da fábrica da Vulcabrás-Azaléia em Parobé, no Rio Grande do Sul, (veja aqui) e muito menos para ter sido feita da maneira que foi. Segunda-feira passada, os trabalhadores voltaram do almoço e forma informados que a fábrica fora fechada e eles seriam demitidos. Assim, no más, como dizem os gaúchos.
O motivo? A empresa comprou, semana passada, uma fábrica em Chennai, na Índia, e vai ampliar ali seu quadro de empregados de mil para cinco mil empregados.
O governador Tarso Genro tem toda a razão em achar “irresponsável e desrespeitoso” o ato da Vulcabras- Azaléia. “Não fomos comunicados sobre a decisão da empresa, que recebeu benefícios fiscais homéricos do Estado. Portanto, recebeu dinheiro do povo gaúcho”, criticou o governador.
Os trabalhadores da indústria calçadista gaúch tem um longa tradição e capacitação como pouco podem ostentar no setor. Foram trocados por uma mão de obra estrangeira, inexperiente, sem treinamento, por uma simples e única razão: é mais barato.
Nestas horas não tem a conversa mole de que “falta qualificação ao operário brasileiro”.
Falta é criatividade e visão aos empresários que não se importam que seus atos de desamor ao Brasil não lhes permitam continuar a ser amados, como sempre foram, pelos trabalhadores e pelo povo sem o qual jamais teriam feito as indústrias que, agora, transferem para o exterior sem sequer avisar com antecedência a 800 chefes – e chefas – de família.
A frase de meu avô, no comercial que reproduzo acima, por indicação do Blog do Rovai, é “internacionalização, sim, mas pisando firme”. E jamais nos trabalhadores.
By: Tijolaço
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Eu Não Quero Voltar Sozinho

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A distância entre imprensa livre e imprensa boa

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Sabemos, de antemão, que tipo de imprensa não queremos. Nesse bloco podemos afirmar com grande margem de acerto e correção que será uma imprensa refém do capital pelo capital; uma imprensa travestida de partido político e, portanto, a serviço de determinados projetos de poder.
Existe uma distância razoável entre imprensa livre e imprensa boa. Podemos afirmar que temos no Brasil uma imprensa livre. Veículos de comunicação divulgam o que bem entendem, usam de sua liberdade como bem entendem – do contrário não haveria liberdade –, elevam assuntos de importância secundária para a condição de matéria de primeira página nos jornais, ou com maior minutagem e maior destaque nos telejornais. E fazem, também, o caminho inverso: relegam a um terceiro plano o que teria tudo para ser notícia de primeira, notícia com N maiúsculo.
Ainda assim, não podemos dizer que temos uma boa imprensa pela simples razão de que há uma carga bem pesada de subjetividade em afirmação de tal monta. Boa para quem, cara pálida? Para os veículos de comunicação? Para os governos? Para determinados segmentos da sociedade? Para a sociedade como um todo? Esta última questão esbarra no senso comum do “ora, nem Jesus Cristo agradou todo mundo… como a imprensa agradaria a toda a sociedade ou, no mínimo, seria por esta considerada boa?”.
A imprensa é livre, por exemplo, para mudar o foco real do debate sobre liberdade de imprensa e liberdade de expressão. Qualquer ser pensante que se atreva a pedir mais transparência da imprensa, mais debate sobre suas necessárias formas de regulação – e não apenas aquelas abrigadas no conceito genérico da autoregulação – é logo considerado golpista, pessoa que possui um dos hemisférios cerebrais localizados no campo do autoritarismo, do cerceamento à liberdade de expressão. São apenas censores os que não tomam parte das legiões do pensamento único. E, na verdade, isso tem um nome. Chama-se ideologização e nada mais. Por que há muito de ideologia no ataque a qualquer proposta de regulação da mídia. Do contrário, seria um debate muito bem vindo e não o que se deseja lançar sobre a sociedade, ao reputá-lo como um atentado à liberdade de imprensa.
Todos os meios
Sabemos, de antemão, que tipo de imprensa não queremos. Nesse bloco podemos afirmar com grande margem de acerto e correção que será uma imprensa refém do capital pelo capital; uma imprensa travestida de partido político e, portanto, a serviço de determinados projetos de poder; uma imprensa que atua como tribunal de primeira à última instância, acusando, julgando e condenando sem deixar de antes fazer terra arrasada da reputação de seus declarados desafetos, os também chamados “bolas da vez”. A imprensa que não desejamos é aquela que é generosa nos ataques e nas acusações e extremamente parcimoniosa no uso do direito de resposta, direito muitas vezes conseguido apenas nos tribunais.
É nesse contexto que julgamos salutar que o governo apresente um anteprojeto de regulação da mídia ainda neste ano. Que as experiências colhidas em governos anteriores sirvam de base para os estudos necessários e que este material seja disponibilizado para conhecimento da sociedade parece ser, desde já, um desafio e tanto. Temos que aproveitar o atual processo de convergência das mídias e o surgimento de novas tecnologias para proceder a uma atualização das regras do setor. Atualização que se faz urgente haja vista que normas brasileiras datam do agora distante ano de 1962, ano em que nem mesmo existiam a TV em cores, as transmissões por satélite e muito menos os meios virtuais – sítios, blogues, redes de relacionamento e tantas outras novidades.
A permanecer o status quo, temos o que temos: terra de ninguém, onde parece ter razão quem tem os meios de difundí-la a todo e a qualquer momento e, ainda mais, por todos os meios à sua disposição. Isto é, à disposição dos grandes conglomerados que produzem as notícias e sabem como despejá-las sobre a sociedade, usando o suporte escrito, radiofônico, televisivo e virtual.
Perspicácia
O importante mesmo é não deixar o debate morrer de inanição. Na luta por uma imprensa de boa qualidade – e esta somente poderá assim ser adjetivada se for fundada no inegociável estatuto de sua liberdade – não devem existir mocinhos e bandidos. Há que se buscar uma imprensa que melhor combine os atributos da liberdade de informar com a responsabilidade de informar, as características de empreendimento econômico-financeiro lucrativo com aquelas de empreendimento que favoreça a identidade nacional e o fortalecimento de nossa ainda incipiente cidadania.
É muito trabalho para pouco debate. Estamos apenas no início. Mas não se ganha batalha sem antes haver sido iniciada. E que tenhamos em mente a perspicaz observação do grande líder indiano Mahatma Gandhi (1869-1948) ao afirmar que “a liberdade para ser verdadeira precisa incluir a liberdade de errar.”
Washington Araújo é jornalista e escritor. Mestre em Comunicação pela UNB, tem livros sobre mídia, direitos humanos e ética publicados no Brasil, Argentina, Espanha, México. Tem o blog http://www.cidadaodomundo.org. Email – wlaraujo9@gmail.com.
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Charge do Latuff

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Churrascão da “Gente Diferenciada” em Higienópolis

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A “sapiência” do eleitorado paulista mantém os tucanos no poder no Estado de São Paulo desde 1995. Detalhe: governarão até 2014. E agora, por razões que explico a seguir, o ex-Estado relativamente mais rico da federação, que as administrações tucanas conseguiram pôr em 3º lugar, abrigará um evento simbólico no próximo sábado, 14 de maio.
Conforme a imprensa noticiou amplamente nesta quarta-feira, o governador Geraldo Alckmin, atendendo ao abaixo-assinado da imensa multidão de 3.500 ricaços que moram na região do bairro paulistano de Higienópolis, não mais construirá estação de metrô na avenida Angélica, que abriga um fluxo de 750 mil pessoas por mês.
A obra contemplaria milhares de pessoas que trabalham na região, mas os moradores ricaços, entre os quais se perfila seu filho mais “nobre”, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, dizem que não querem ver aquela “gente diferenciada” (negros, nordestinos, enfim, pobres) sendo atraídos pela facilidade de chegar até lá. Como controlam o picolé de chuchu, foram atendidos.
Dizem, aliás, que a República de Higienópolis está pleiteando independência. Querem que o bairro da elite branca paulista seja transformado em Estado autônomo e que FHC seja coroado rei. Para ir lá, agora, só com passaporte e visto. Além disso, pedem que os serviçais que ali labutam sejam atirados de paraquedas diariamente. Não dizem como eles deixarão o local de trabalho…
Diante disso tudo, está sendo agendado um último evento popular no mais novo Estado autônomo da América Latina. Será o “Churrascão da Gente Diferenciada”. Você que é de São Paulo, não perca a última chance de passear pelas alamedas arborizadas que quase 11 milhões de paulistanos pagam para ser mantida tão aprazível. Compareça.
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Blogueiros sujos em polvorosa

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Os Caras
Logo após o maquinista Ênio, do blog PTrem das Treze confirmar a presença do ex-presidente Lula ao II Encontro Nacional dos Blogueiros Progressistas, em Brasília, (leia aqui), os blogs sujos estão em intensa movimentação.
Altamiro Borges, presidente do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, já está agendando reuniões com grandes bancos nacionais e, inclusive, internacionais. Segundo Miro, a tarefa é difícil mas não impossível.
Por sua vez, Danielle Penha, diretora de Finanças e planejamento do "Barão", garante que se a missão do presidente Miro falhar, um plano B já está planejado. Embora Danielle não queira adiantar, algumas fontes revelaram que o assunto poderá ser resolvido através de uma vaquinha entre os blogueiros sujos. Neste caso, Rodrigo Vianna, como diretor de Comunicação do "Barão", faria um pronunciamento aos blogueiros através de uma postagem coletiva.
Paulo Henrique Amorim e Luiz Carlos Azenha já se prontificaram a indicar bons advogados; enquanto Luis Nassif revê as planilhas e faz os cálculos para uma conta de chegada.
Especialistas no assunto, entretanto, garantem que o ex-presidente Lula não irá recuar um centavo sequer de seu cachê de 600 mil dólares. Pela análise da foto acima já se percebe que o ex-presidente já conta com esse dinheiro: "- Veja bem que ele já está com a mão no bolso, demonstrando a clara intenção de faturar mais esta", diz Molina, um dos especialistas consultados.
Aos blogueiros sujos ainda resta como alternativa ouvir a palestra do Zé Chirico, diz Soninha. Segundo informa Paulo Afrodescendente, Chirico estaria pagando algo em torno de 300 mil reais para poder participar do II Encontro. Sua única condição é a de que não tenham bolinhas de papel no auditório.
Com informações da Falha.
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