25 de abr de 2015

#GloboGolpista50


Globão é a maior CORRUPÇÃO 2 

A FanPage do Núcleo RJ do Barão de Itararé juntamente com o RioBlogProg estão convidando internautas de todas as partes para a DEScomemoração dos 50 anos da Rede Globo e, portanto, lançaram o MUTIRÃO DO POVO CONTRA A GLOBO (clique aqui e acesse o MUTIRÃO).

A programação prevê:

Sábado (25):

— 19h tuitaço contra a Rede Globo. A # será divulgada no BaraoDeItarareRioDeJaneiro/facebook no mesmo horário.

Domingo (26):

— 15h Escracho à Rede Globo no quiosque da emissora na Praia de Copacabana (Av. Atlântica, 35)

— 18h Jantar de Gala de (des)comemoração dos 50 anos da Globo no Copacabana Palace

4 imagens MUTIRÃO

A Executiva Nacional de Estudantes de Comunicação Social (Enecos) também colocou no ar uma campanha, via tumblr, em descomemoração aos 50 anos da Rede Globo (clique e acesse)

A campanha do pessoal da ENECOS também disponibilizou um QUIZ (clique aqui)

ENECO campanha

COMPARTILHAR É O SEGREDO DE NOSSA FORÇA!

No MegaCidadania
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Noruega será o primeiro país a desligar o sinal de FM

Sob o olhar atento de outras nações, a Noruega vai se tornar, a partir de 11 janeiro de 2017, o primeiro país do mundo a desligar o sinal de frequência modulada (FM).

O governo disse que hoje em dia a Noruega tem 22 estações de rádio digitais nacionais, e ainda há espaço em sua plataforma digital para outros 20.

No entanto, restam apenas cinco canais de nacionais que transmitem por FM neste país de cinco milhões de habitantes.

NRK, o serviço público de radiodifusão na Noruega, desligará seu sinal FM antes de seus concorrentes comerciais.

O processo não será repentino: o sinal vai ser desligado região por região, a partir de janeiro de 2017.

Economia

O Ministério da Cultura da Noruega considera que a digitalização de suas emissões de rádio nacionais resultará em uma economia anual de cerca de US $ 25 milhões.

"O custo de transmissão de canais de rádio nacionais através da rede FM é oito vezes maior do que pela rede de Retransmissão Digital de Áudio (DAB por sua sigla em Inglês)", disse o ministério em um comunicado.

Em parte, isso ocorre porque as emissoras DAB consomem menos energia.

De acordo com a ministra da Cultura da Noruega, Thorhild Widvey, há outras vantagens da digitalização.

"Os ouvintes terão acesso a um conteúdo de rádio mais diversificado e plural, e desfrutarão de uma melhor qualidade de áudio e de novos recursos", disse ele recentemente.

Segundo a ministra, o sistema de digitalização também irá melhorar a preparação para emergências, uma vez que o rádio digital é menos vulnerável a condições extremas.

A indústria, nervosa

Vários outros países da Europa e do sul da Ásia também estão considerando uma mudança para a transmissão digital.

Segundo disse o analista britânico James Cridland, o momento do apagão da FM na Noruega será um "momento de nervosismo" para a indústria global de rádio.

"Espero que os noruegueses tenham feito o suficiente para manter as audiências de rádio e garantir que aqueles que ainda não fizeram a transição digital venham a fazer isso."

"Enquanto que com a televisão é importante você comprar um novo aparelho, para os ouvintes de rádio eles podem decidir que em vez de ouvir rádio possam ouvir sua coleção de CD ou Spotify".

"Se a mudança prejudica as audiências de rádio pode ser que em outros países, e aqui no Reino Unido, estamos menos dispostos a desligar os sinais de FM e AM", disse.

Enquanto isso, na vizinha Suécia, a auditoria nacional Margareta Aberg aconselhou o Ministério da Cultura a manter a sua rede de FM, relata o site Digital Radio Insider.

Espera-se que o governo sueco tome uma decisão em breve.

No CubaDebate
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Facebook reconhece que espiou internautas sem conta na rede social

Um relatório da Comissão para a Proteção da Privacidade da Bélgica revelou que o Facebook obteve informação de como navegam em qualquer site – alheio ao Facebook– outros internautas que não têm perfil criado na rede social.

Como é que o Facebook utiliza os dados dos seus usuários? Talvez esta seja uma das questões que mais preocupa as pessoas que têm conta na rede social de Mark Zuckerberg. A companhia explica-o claramente nas suas Condições de Uso e na Política de Privacidade e de Cookies, documentos que põe a disposição de todos os seus membros e a que estes dão o seu consentimento quando criam um perfil.

O problema é que a maior parte dos usuários prefere aceitar as condições destes textos rapidamente, sem as ler, para poder utilizar quanto antes a rede social. Muitos nem sequer sabem que para abrir o perfil estão a aceitar um ‘contrato’ com a companhia, como fazem com qualquer empresa cujos serviços usam.

Este desconhecimento provoca, por vezes, a raiva de alguns utentes da rede social, que decidem abandonar o serviço quando conhecem como a companhia gere os dados dos seus membros. Outros internautas, menos, já que o Facebook é usado por mais de 80% dos indivíduos que navegam habitualmente na Internet, preferem manter-se à margem do serviço.

Entre outras ações, a rede social rastreia o percurso que os seus usuários realizam na Internet — isto é, obtém informação de que páginas visitam, com quais interagem… — graças à utilização de cookies, que são pequenos arquivos que qualquer página coloca no computador dos seus utentes para seguir o seu rasto e hábitos de utilização.

No caso do Facebook, quando um usuário dá um ‘Gosto/Curtir’ em qualquer página da Internet, ou deixa um comentário nela utilizando o seu perfil da rede social, está a deixar uma marca de como utiliza a Internet. Esses dados são utilizados pela rede social para oferecer-lhe promoções relevantes (isto é, publicidade) ou outro tipo de serviços.

No entanto, o Facebook foi mais além. Segundo revelou um relatório da Comissão para a Proteção da Privacidade da Bélgica, o Facebook não só estaria ‘a rastrear’ a utilização que os seus membros da Internet fazem, mas também esteve a obter informação de como navegam em qualquer site — alheio ao Facebook — outros internautas que não têm perfil criado na rede social.

Isto é, mesmo que não tenhas conta no Facebook podes ter sido ‘espiado’ pela companhia de Mark Zuckerberg, o que viola claramente as diretrizes da União Europeia em matéria de proteção de dados.

Depois da divulgação do relatório do organismo belga, o Facebook reconheceu que teve acesso ‘por erro’ aos dados de páginas que contêm plugins sociais como o botão de ‘Gosto/Curtir’ e outros serviços. “Encontrámos uma falha que pode ter enviado cookies a algumas pessoas quando estas não estavam no Facebook. Não era nossa intenção. Está a trabalhar-se para corrigir [essa situação]”, teve que admitir Richard Allan, vice-presidente de assuntos públicos da rede social para a Europa, através de um comunicado publicado, em inglês, na rede social.

“Não colocamos cookies nos navegadores das pessoas que visitaram páginas com plugins sociais mas que nunca entraram no Facebook.com para se registar. Os investigadores [da Comissão para a Proteção da Privacidade da Bélgica] identificaram alguns exemplos em que pôde ter ocorrido e começámos a abordar estes casos involuntários assim que soubemos deles”, assinala.

No comunicado, o Facebook advoga pela transparência. Assinala que não esconde em nenhum momento a política de utilização de cookies e que, de fato, graças a elas pode mostrar anúncios relevantes aos usuários. “Usar o Facebook é grátis e é-o por que mostramos anúncios que consideramos interessantes para os usuários, segundo as suas preferências”, aponta Allan.

As explicações da companhia não convencem muitos usuários, que não entendem como puderam ser alojados cookies do Facebook no computador de internautas que não tinham aberto conta na rede social, ainda que estivessem a visitar páginas que sim incluíssem os seus plugins. O site Cuarto Poder pôs-se em contacto com a rede social, que remeteu para o comunicado oficial publicado.

A razão da investigação levada a cabo pela Comissão para a Proteção da Privacidade da Bélgica, outras autoridades nacionais de proteção de dados da União Europeia começaram a investigar o uso que o Facebook faz dos dados dos seus utentes (e de quem não o é).

Em Espanha, a própria Agência Espanhola de Proteção de Dados desenvolveu já ações prévias ao início de uma investigação oficial que levará a cabo em cooperação com outros organismos europeus e que terá como objetivo determinar se o Facebook está a realizar um uso não apropriado dos dados dos membros espanhóis da rede social.

Manuel Moreno
No Esquerda.net
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Assista, na íntegra, o programa da Globo que a Globo censurou

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O sentido da Pátria

http://www.maurosantayana.com/2015/04/hoje-em-dia-no-dia-21-de-abril-o-brasil.html
 

No dia 21 de abril, o Brasil — ou parte dele — lembrou Tiradentes, como deveríamos fazer, sempre, com outros heróis que o antecederam e sucederam, e que, como ele, deram sua vida pela ideia de construir, no sul da América, a grande nação de que falava o alferes.

Os heróis de Massangano e Guararapes, das guerras contra os franceses e os holandeses, gente que, aqui, não defendia a metrópole portuguesa, mas a terra em que tinha nascido, nossas praias, selvas montanhas e planícies, o sangue de seus pais e o destino de seus filhos.

Os que lutaram na Serra dos Palmares, na Balaiada, na Cabanagem, na Revolta dos Malês, na Guerra de Independência.

Os que pereceram defendendo o seu direito a um mínimo de pão e dignidade, em Canudos e no Contestado.

Os que lutaram pela liberdade e pela democracia, nos campos e montanhas da Europa, em Monte Castello, Castelnuovo, Collecchio, Montese e Fornovo di Taro.

Os que lutaram pela soberania nacional, como Getúlio e Juscelino, e pela volta do estado de direito, combatendo nas trevas, até o fim da ditadura, com as campanhas da Anistia, das Diretas Já, e da eleição de Tancredo Neves, que também morreria em um 21 de abril, antes de tomar posse como presidente da República.

Deveríamos, todos, escutar o eco do alferes, que reverbera nos túneis espiralados da história, como um momento singular da nossa formação.

Há quem ataque a figura de Joaquim José da Silva Xavier. Há quem diminua seu papel na Conjuração Mineira, que mais tarde inspiraria a independência e os ideais republicanos, ao longo do século que se seguiu à sua morte.

São dúvidas e contradições, até certo ponto, subjetivas, e interessam mais aos historiadores do que ao homem comum.

O que importa é que as nações, como as pessoas, são forjadas e crescem por meio de episódios e personagens que marcam sua evolução futura, e inspiram o surgimento de outros heróis, que se unem para sintetizar o sentido da pátria, ligando o ontem e o amanhã, e projetando a glória e a honra que são o amálgama dos povos e de seus territórios.

Isso é verdade, pelo menos, para aqueles que amam o chão em que vieram ao mundo, e que são capazes de se sacrificar por algo mais do que o seu próprio conforto, riqueza e a parte que conseguirem de fugaz e superficial felicidade neste mundo.

Para os outros, os egoístas, os céticos, os que se embasbacam por outras nações e bandeiras, nenhum herói, ou sua projeção, fará diferença.

Esses venderiam o país por um carro mais confortável, mesmo que fosse feito lá fora, sem gerar um miserável emprego aqui dentro, ou por um litro de gasolina pura, mais barata, feita por uma empresa estrangeira, do outro lado do mundo, mesmo que a indústria de óleo e gás seja responsável por 13% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, quinto maior país em extensão territorial e população e sétima maior economia do planeta.
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O direito vazio de Pizzolato

Condenado a 12 anos e sete meses de prisão, ele volta da Italia sem ter conseguido um direito constitucional negado pela Justiça brasileira: o segundo grau de jurisdição

O retorno de Henrique Pizzolato não é uma decisão proveitosa para o Brasil nem para os brasileiros. Os leitores desse espaço sabem qual é minha opinião sobre o caso. Estou convencido de que o STF condenou Pizzolato a 12 anos e sete meses de prisão sem dispor de provas consistentes, no conhecido ambiente de perseguição e espetáculo que marcou o julgamento da AP 470.

Mas vamos deixar isso de lado por um minuto. O importante, do ponto de vista dos direitos fundamentais, é que o retorno forçado ao Brasil impediu que Pizzolato tivesse acesso a um direito constitucional que o STF negou a todos os acusados da AP 470: um segundo grau de jurisdição.

Imagine que, salvo casos muito particulares, a Constituição garante a todo brasileiro que não tem direito ao chamado “foro privilegiado” a garantia de um segundo julgamento. Isso porque se considera não só que os juízes são falíveis, como todos os seres humanos, mas que a liberdade é um bem precioso demais para não ser protegida de mãos incompetentes e mentes temperamentais.

Por essa razão, quando o STF julgou o mensalão PSDB-MG, assegurou o segundo grau de jurisdição para todos os acusados que não eram deputados nem ministros de Estado. Feito isso, o STF também aceitou que, renunciando a seus mandatos políticos com a óbvia intenção de garantir uma vaga na primeira instância antes de ir para o STF, os políticos acusados fossem julgados, em primeiro lugar, numa Vara criminal de Belo Horizonte.

O resultado você conhece: mais antigo que as denúncias de Roberto Jefferson, o julgamento do mensalão PSDB-MG sequer saiu da primeira instância. A juíza encarregada do caso já se aposentou. Vários acusados já completaram 70 anos, tornando-se inimputáveis. Em outros casos, as penas prescreveram. Enquanto os condenados do PT eram encaminhados a Papuda e Pizzolato fugia para Italia, fez-se questão de assegurar os direitos jurídicos de uma das partes, tucana. É tão escandaloso que, vez por outra, os jornais publicam editoriais lacrimosos para denunciar o tratamento desigual. Lágrimas de crocodilo comovem?

Na Itália, Pizzolato poderia obter um segundo julgamento — caso convencesse a Justiça daquele país a oferecer essa oportunidade a um condenado que tem cidadania italiana. Não deu certo mas teria sido bom para o país.

A Itália não é só a terra da Operação Mãos Limpas, que serviu de roteiro de trabalho para o juiz Sérgio Moro construir a Lava Jato. Também foi lá que o professor Luigi Ferragioli construiu a teoria garantista, que sustenta que a principal tarefa da Justiça deve ser a proteção das garantias individuais frente ao Estado. Foi uma doutrina particularmente necessária num país que julgava o terrorismo das Brigadas Vermelhas e outros grupos armados dos anos 1970 e 1980. Não por acaso, o garantismo recebeu a benção de Norberto Bobbio, um dos principais intelectual do mundo naquela época.

Mesmo que não seja possível antecipar a sentença final, um segundo julgamento permitiria um novo olhar sobre provas e denúncias que entre 2005 e 2012 foram examinadas em ambiente politizado e tendencioso. Fatos e testemunhos que poderiam ser úteis à defesa foram arquivados num inquérito paralelo que acabou mantido em segredo e não puderam ser consultados pelos próprios ministros — só Joaquim Barbosa e o PGR Antônio Carlos Fernando tiveram acesso integral a eles.

Neste inquérito ficaram arquivadas diversas descobertas interessantes. Por exemplo: ali se pode saber que Pizzolato, condenado por liberar verbas publicitárias que — conforme a denúncia — foram usadas na compra de votos, jamais foi responsável pelos pagamentos. Nunca liberou l centavo, quanto mais os R$ 55 milhões que, também segundo a denúncia, totalizaram os gastos denunciados na AP 470.

Este dinheiro era liberado pela assinatura de outro diretor do Banco do Brasil — remanescente da gestão do PSDB à frente da instituição — convenientemente mantido longe do banco dos réus. Ali também se encontra uma novidade mais estarrecedora. Uma auditoria do Banco do Brasil concluiu, após um exame criterioso e profissional, que os recursos que — em tese — teriam servido ao esquema não pertenciam a instituição. Eram propriedade de uma empresa privada, Visanet, que jamais registrou um desfalque desse volume gigantesco em sua contabilidade. Por fim, um segundo julgamento poderia permitir que se debates notas de gasto e de empenho que, segundo a defesa, permitem sustentar que os recursos gastos não foram desviados — mas gastos exatamente como manda o figurino.

A possibilidade de que fatos tão absurdos pudessem ser revelados e debatidos num país estrangeiro ajuda a entender o esforço do Ministério Público para garantir que Pizzolato fosse devolvido ao Brasil sem acidentes de percurso. O MP conseguiu até o direito de falar em nome do Estado brasileiro nas negociações com as autoridades italianas, atribuição diplomática que, na interpretação jurídica corrente, deve caber ao Executivo — afinal, este é que tem a delegação popular para falar em nome dos interesses do Brasil, certo?

Não pretendo julgar Pizzolato pela decisão de fugir. Cada um sabe como deve reagir diante de uma ameaça a própria liberdade, em especial em função de uma decisão que considera absolutamente injusta, inaceitável — e era dessa forma que ele classificava a condenação recebida no STF.

Mas é inegável que, ao deixar o Brasil, Pizzolato pretendia — talvez por vias tortas — conseguir um direito que a justiça brasileira lhe negou. A fuga dificilmente teria ocorrido se em agosto de 2012, no inicio do julgamento, o Supremo tivesse assegurado a ele, e aos demais réus da AP 470, o direito ao segundo grau de jurisdição.

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Mais um ataque de Reinaldo Azevedo contra os professores. Até quando?

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13-001

Novamente, o pseudo-jornalista Reinaldo Azevedo vem a campo para defender seus patrões, o PSDB. Novamente, ataca com baixeza minha pessoa e os professores estaduais em greve.

Mentiroso contumaz, este senhor diz que nossa categoria reivindica 75% de reajuste salarial de uma única vez. As pessoas sérias, que leem os materiais do nosso sindicato, já sabem que estamos pedindo um plano de composição salarial para alcançar o aumento de 75,33% necessário à equiparação salarial com os demais profissionais de formação com nível superior, como determina a meta 17 do Plano Nacional de Educação (PNE), que é uma lei votada pelo Congresso Nacional e sancionada pela Presidenta da República. Reinaldo Azevedo propõe, então, que o Governo do PSDB não cumpra a lei.

Ele vocifera contra um grupo de professores que tentou ocupar a sede da Secretaria Estadual da Educação, após uma reunião na qual o Secretário da Educação disse não ou não respondeu aos pontos da nossa pauta de reivindicações. Ao contrário do que ele diz, nosso sindicato não deliberou que fosse feita esta ação, mas é compreensível que professores estejam indignados cansados e estressados com o pouco caso do governo do PSDB para com a nossa categoria e para com a escola pública.

Por que Reinaldo Azevedo não se mostra indignado com a postura autoritária e irresponsável do Governador e do Secretário da Educação, que ignoram milhares de professores em greve há mais de 40 dias e milhões de alunos sem aulas? Sim, porque pode estar havendo tudo nas escolas estaduais, menos aulas regulares. Alunos são empilhados em salas superlotadas, com turmas agrupadas, onde professores eventuais tentam manter um falso clima de normalidade, de acordo com a determinação da Secretaria da Educação. É isso que deseja Reinaldo Azevedo para os estudantes das escolas estaduais, porque nutre profundo desprezo pelas camadas pobres da população, usuárias das escolas públicas.

Este senhor tenta atacar-me utilizando minha trajetória sindical. Quanta pobreza de espírito! Tenho um enorme orgulho de minha história, que é bem diferente da de Reinaldo Azevedo, que ganha a vida dedicando-se a enxovalhar pessoas. Sim, eu me dedico diuturnamente a defender os professores e a escola pública. Sou professora, estou dirigente sindical, porque fui eleita e reeleita diversas vezes pelo voto direto para esta função. E este jornalista? Que caminhos tortuosos o trouxeram à sua condição atual?

Todos os anos participo da atribuição de aulas na Escola Estadual Monsenhor Jerônymo Gallo, em Piracicaba, onde sou professora efetiva. Depois disponibilizo as aulas para outro colega, porque tenho direito legal ao afastamento para exercício de mandato sindical. Tenho uma ligação muito profunda com os professores e com os estudantes da rede estadual de ensino, algo que Reinaldo Azevedo e seus patrões nunca conseguirão me tirar, porque faz parte da minha alma.

O que interessa, mesmo, é que o Governo Estadual do PSDB, Reinaldo Azevedo e outros sabujos jamais conseguirão quebrar a força, a dignidade e espírito de luta dos professores da rede estadual de ensino. Por isso estão tão nervosos. Por isso, cada vez mais, este pretenso jornalista escreve seus textos com lama.

Maria Izabel Azevedo Noronha
Presidenta da APEOESP

No Viomundo
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Programa da Globo descomemora a Rede Globo

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Sérgio Porto # 206


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24 de abr de 2015

Final do Paulistão reúne duas torcidas revoltadas com a Globo


A Rede Globo pode ter dificuldades durante os dois jogos da final do Paulistão 2015. Além da preocupação com os índices de audiência, já que a emissora acredita que os jogos de Corinthians e São Paulo rendem números maiores, o duelo entre Santos e Palmeiras reúne duas torcidas que têm expressado muita revolta contra o canal nos últimos tempos.

Santos e Palmeiras são constantemente preteridos nas escolhas da Globo para as transmissões de jogos ao vivo no Paulistão. Com São Paulo e Corinthians na Libertadores, os dois outros times ficaram praticamente relegados aos canais por assinatura na Copa do Brasil. No Estadual, os finalistas praticamente só apareceram na tela da Globo em clássicos.

O curioso é que o duelo entre Santos e Palmeiras, na primeira fase, foi exibido com relativo sucesso pela Globo. Os 21 pontos de média alcançados pela emissora no duelo disputado na Vila Belmiro foram maiores do que os índices do Corinthians e do São Paulo em alguns jogos da Libertadores.

O Santos teve o auge de sua ira contra a Globo no último fim de semana, quando o duelo contra o XV de Piracicaba ficou relegado ao pay-per-view. Nem o SporTV transmitiu a vitória por 3 a 0 pelas quartas de final, enquanto a Globo exibiu um filme do Homem-Aranha para o público paulista.

A torcida do Palmeiras também se revoltou e criou até um novo jeito de se referir à emissora nas redes sociais. Em razão da Globo não falar o nome oficial do estádio alviverde, o Allianz Parque, por se recusar a usar naming rights nas transmissões, os palmeirenses passaram a se referir ao canal como RGT (Rede Globo de Televisão).

Até este domingo, quando o Palmeiras enfrentou o Corinthians com transmissão da Globo, o Verdão havia sido exibido no canal apenas três vezes, nos três clássicos do Paulistão. Era o mesmo número de exibições do Danúbio do Uruguai na emissora em 2015, pois o canal mostrou os dois jogos contra o São Paulo e a partida contra o Corinthians, em São Paulo. E esse dado só não foi maior porque o Fox Sports, detentor da preferência sobre os direitos da Libertadores, mostrou o outro duelo entre os uruguaios e o Corinthians com exclusividade em outro horário.

Para os torcedores de Santos e Palmeiras, a decisão entre ambos é um castigo e tanto para a Globo.



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